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Veja dez bibliotecas para conhecer durante as férias

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Publicado por UOL

1- Biblioteca Mário de Andrade, em São Paulo – Possui um dos maiores acervos do país, formado por livros, periódicos, mapas e multimeios. Para a coleção circulante, coleção São Paulo, sala de atualidades e sala de estudos, o local fica aberto de segunda a sexta, das 8h30 às 20h30; aos sábados, das 10h às 17h. Endereço: rua da Consolação, 94.

Sylvia Masini

Sylvia Masini

2- Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin, em São Paulo – São cerca de 17 mil títulos, ou 40 mil volumes de livros e manuscritos. O local fica aberto de segunda a sexta, das 9h30 às 18h30; aos sábados, das 9h às 13h para exposições. Endereço: rua da Biblioteca, s/n, cidade universitária.

Marcos Santos/USP Imagens

Marcos Santos/USP Imagens

3- Gabinete Real Português de Leitura, no Rio de Janeiro – O seu acervo é o maior do país, com cerca de 300 mil volumes. O horário de funcionamento é de segunda a sexta, das 9h às 18h. A biblioteca fica na rua Luís de Camões, 30.

Alexandre Macieira/Riotur

Alexandre Macieira/Riotur

4- Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro – Considerada pela Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) como a sétima maior biblioteca nacional do mundo e, também, é a maior biblioteca da América Latina. A pesquisa ao acervo funciona de segunda a sexta, das 9h às 20h; aos sábados, das 9h às 15h. Endereço: avenida Rio Branco, 219.

Alexandre Macieira/Riotur

Alexandre Macieira/Riotur

5- Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa, em Belo Horizonte – Com cerca de 260 mil títulos disponíveis para consulta, entre livros, revistas e jornais correntes e históricos, recebe diariamente 1.500 pessoas. Para empréstimo, referência e estudos periódicos, o local fica aberto de segunda a sexta, das 8h às 20h; aos sábados, das 8h às 12h. Endereço: praça da Liberdade, 21.

Arquivo da BPELB/Divulgação

Arquivo da BPELB/Divulgação

6- Biblioteca Nacional de Brasília – O acervo é dividido em coleções e subcoleções que atendem às necessidades informacionais dos usuários e aos objetivos da biblioteca. É constituído pelas coleções brasiliana e popular. O local funciona de segunda a sexta, das 8h às 19h45. Já aos sábados e domingos, das 12h30 às 18h30. Endereço: setor cultural sul, lote 2, edifício da Biblioteca Nacional.

Lula Marques/Folhapress

Lula Marques/Folhapress

7- Biblioteca Infantil e Juvenil de Belo Horizonte – Oferece um acervo de obras infanto-juvenis de variados gêneros literários e de pesquisa; coleções de jornais e revistas; jogos de montar e de memória. O local funciona de terça a sexta, das 9h às 17h30, e aos sábados, das 9h30 às 13h. Endereço: rua Carangola, 288.

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Reprodução/Facebook

8- Biblioteca Pública do Paraná, em Curitiba – Possui um acervo de cerca de 600 mil volumes, entre livros, periódicos, fotografias e materiais multimídia. Recebe cerca de 3 mil pessoas e realiza 1,5 mil empréstimos diariamente. O atendimento na biblioteca acontece de segunda a sexta, das 8h30 às 20h, e aos sábados, das 8h30 às 13h. Endereço: rua Cândido Lopes, 133.

Reprodução/Facebook

Reprodução/Facebook

9- Biblioteca Pública do Estado de Pernambuco, em Recife – É uma das mais ricas do Brasil em edições raras, constituindo um importante patrimônio pelo seu acervo que inclui obras dos tempos coloniais e do império, do período holandês no Estado, sobre história, economia e de outras áreas. Horário de funcionamento: das 8h às 20h45. Endereço: rua João Lira, s/n.

Reprodução/Facebook

Reprodução/Facebook

10- Biblioteca Pública do Estado da Bahia – É uma das maiores bibliotecas públicas do Brasil. Possuiu um acervo de 7.028 livros, 230 catálogos e 68 títulos de revistas só no setor infanto-juvenil. O local funciona todos os dias da semana, incluindo os sábados, das 8h30 às 12h, e os domingos, das 10h às 16h. Endereço: rua General Labatut, 27.

Divulgação

Divulgação

Conheça dez pontos turísticos que ajudam a compreender a História

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Professores listaram dez locais que guardam boas informações sobre a história do Brasil e do mundo. De Ouro Preto a Paris, conheça um sugestivo roteiro para quem quer relaxar sem se desconectar dos estudos, durante as férias.

Publicado em O Globo

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Pelourinho, Bahia
Uma das maiores memórias da escravidão no Brasil, o Pelourinho, em Salvador, oferece inúmeras possibilidades para quem quer conhecer um pouco mais da cultura brasileira. Uma delas, como recomenda o professor de história do colégio pH, Luiz Antônio Simas, é a Fundação Casa de Jorge Amado, repleta de materiais ligados à religiosidade afro-brasileira e à produção do escritor. Perto dali, o público ainda pode visitar o Terreiro de Jesus, local que marca a fundação da primeira capital do Brasil.

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Colônia do Sacramento, Uruguai
A cidade mistura heranças espanholas e portuguesas em sua estrutura colonial. Por isso, é uma ótima oportunidade para se conhecer de uma só vez essas duas influências tão recorrentes na história da América Latina. A dica também é do professor Luiz Antônio.

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Museu da República, Rio de Janeiro
O roteiro também passa pelo Rio de Janeiro. O Museu da República, no bairro da Catete, é apontado pelo professor Luiz Antônio como parada obrigatória para um passeio pela história republicana do Brasil. Documentos históricos e até o quarto em que o presidente Getúlio Vargas suicidou, em 1954, fazem parte do acervo.

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Machu Picchu, Peru
A cidade mantém viva a memória do Império Inca, que, segundo o professor de história do colégio e curso pH, Luiz Antônio Simas, aparece com frequência em vestibulares. Além disso, como ele salienta, é uma ótima oportunidade para quem deseja conhecer modelos de civilização diferentes do padrão europeu, tão difundido no Ocidente.

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Centro Histórico de Ouro Preto, Minas Gerais
De acordo com o professor de história do Colégio e Curso Pensi, Marcio Branco, a cidade, que considera uma das mais belas do mundo, é uma aula viva. Um dos destaques apontados por ele é a oportunidade que o visitante tem de encontrar igrejas construídas para a elite bem perto de outras que eram exclusivas para os escravos. Isso mostra de forma bem clara a dicotomia que marcava a sociedade colonial mineradora. (mais…)

Parceria da USP cria 1º site de cursos on-line gratuitos da América Latina

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Ferramenta será lançada nesta quarta-feira (12), em São Paulo.
Expectativa é que cursos de física e estatística tenham 5 mil inscritos.

Tela do curso de física básica que o Veduca e a USP lançam a partir desta quarta-feira (12) (Foto: Reprodução/Veduca)

Tela do curso de física básica que o Veduca e a USP lançam a partir desta quarta-feira (12)
(Foto: Reprodução/Veduca)

Publicado por G1

A Universidade de São Paulo e o portal de videoaulas Veduca lançam, nesta quarta-feira (12), a primeira plataforma de cursos on-line de nível superior gratuitos da América Latina. O modelo da ferramenta segue exemplos oferecidos por instituições dos Estados Unidos, como as universidades Princeton, Stanford e Harvard, além do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês).

A partir desta quarta, o Veduca.com.br, que desde 2012 oferece mais de 5.000 aulas e palestras avulsas em vídeo, agora terá cursos completos de nível superior no modelo Mooc (sigla em inglês para cursos on-line oferecidos em larga escala), que podem render certificados a quem completar todas as atividades e fizer uma prova presencial.

De acordo com a assessoria de imprensa do Veduca, os dois primeiros cursos oferecidos são os de física básica e o de probabilidade e estatítica. Gratuitos, eles serão ministrados via web por professores da USP. A expectativa é que 5 mil estudantes se inscrevam em cada um dos cursos.

Estrutura do curso
As aulas, divididas entre cinco a dez módulos, poderão ser assistidas em séries de vídeos. Enquanto isso, o aluno pode fazer anotações em um caderno visual, sem pausar a explicação audiovisual. As observações ficam registradas junto ao momento do vídeo em que foram feitas, para que o aluno possa voltar ao trecho específico. Além disso, se tiver alguma dúvida, o estudante pode buscar palavras na fala do professor durante a explicação.

As lições também terão materiais para download de exercícios, leituras complementares e anexos. Ao final de cada aula, os alunos inscritos poderão fazer testes e exercícios sobre o conteúdo. Um fórum possibilitará a troca de informações e dúvidas entre os estudantes do curso.

Segundo o Veduca, o curso de física básica terá 25 aulas, e o de probabilidade e estatística, 19.
Quem completar todas as aulas e exercícios poderá participar da última etapa do curso: uma prova presencial, agendada com os próprios professores pela internet e realizada no campus da Cidade Universitária da USP. Isso garante, segundo a assessoria de imprensa do portal, que o estudante realmente realizou o curso e aprendeu o conteúdo.

Os estudantes que passarem na prova receberão um certificado de conclusão do curso assinado pelo professor da instituição.

Feira apresenta ‘maravilhas’ tecnológicas para salas de aula

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Evento em São Paulo que começa nesta quarta-feira tem entre os destaques um robô que custa até R$ 80 mil
Especialista recomenda cautela e diz que equipamentos não mudam o trabalho do professor: “A feira é um balcão de grandes negócios”, afirma
Congresso que acontece junto com a feira irá discutir a Educação 3.0

Robô NAO pode ser programado por alunos e custa entre R$ 50 mil e R$ 80 mil Divulgação

Robô NAO pode ser programado por alunos e custa entre R$ 50 mil e R$ 80 mil Divulgação

Marina Morena Costa, em O Globo

RIO – Diversas invenções tecnológicas avançadas e mirabolantes para transformar a sala de aula em um ambiente high-tech serão apresentadas a partir desta quarta-feira (22) na 20º Feira Educar, a maior da América Latina. O evento, realizado no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo, vai até sábado (25) e conta com mais de 200 expositores. Paralelamente, a Educar realiza também o congresso Educador, com o tema “Educação 3.0. A escola do futuro chegou?” e 150 palestrantes.

Equipamentos modernos e sedutores estarão a mostra no evento. Entre eles, o robô NAO, um humanóide de 57cm com inteligência artificial que custa algo em torno de R$ 50 mil e R$ 80 mil. Há ainda a tawboard, apresentada como a segunda geração das lousas digitais, além de amplificadores de voz para professores, jogos, projetores 3D, livros digitais e muito mais.

A indústria da tecnologia de mãos dadas à educação tem entusiastas de peso, mas também enfrenta ceticismo por parte de uma série de educadores. O professor titular da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo e especialista em metodologia do ensino, Nilson Machado, recomenda cautela com o fascínio provocado pelas inovações tecnológicas.

— Esses materiais são fascinantes, mas não mudam substancialmente o significado do trabalho do professor em sala de aula. Se o docente não tem uma boa condição de trabalho, ele recebe equipamentos, mas não muda o modo de atuar. A feira é um balcão para grandes negócios da ordem dos meios (computadores, lousa digital, livros, apostilas). A gente tem tido pouca discussão sobre os fins da educação. É um indicador do que está acontecendo no Brasil, falta de definição de rumos e de um projeto de educação — diz o professor, que já participou do Educador como palestrante em edições anteriores.

Entre os destaques da feira, está o robô NAO, criado por uma empresa francesa. O robô fala português, tem 25 juntas móveis e consegue caminhar, dançar e até reagir a um empurrão. A Vivacity Didactic, empresa que importa o aparelho para o Brasil, recomenda o uso do NAO em cursos técnicos e universitários de diversas áreas, para explorar desde a robótica até o comportamento humano. Em saúde, por exemplo, o humanoide pode ser útil em pesquisas sobre o acompanhamento de idosos e a evolução de crianças com autismo, indica a Vivacity Didactic.

O robô tem blocos de função pré-determinados e comandos que podem ser definidos pelos alunos. A empresa espera vender pelo menos 20 unidades a instituições públicas de ensino superior e técnico em 2013, e afirma já ter fechado contrato com as universidades federais da Paraíba e de Santa Maria. O produto custa entre R$ 50 mil e 80 mil reais, dependendo da configuração.

A Tawboard é apresentada como a segunda geração das lousas digitais. O produto, desenvolvido pela Tawitech, permite que o professor escreva com uma caneta ótica sobre uma tela de projeção, da mesma forma que faria no quadro negro. Também é possível gravar as aulas e enviar aos alunos. O estudante verá duas telas, uma com tudo o que o professor escreveu e apresentou durante a aula (arquivos, páginas da internet visitadas, textos e anotações) e outra com a imagem do docente durante a explicação. O preço da Tawboard varia entre R$ 4 mil e R$ 6 mil, dependendo da dimensão da tela. Veja aqui o vídeo que explica o funcionamento da lousa.

Outra solução que promete facilitar a vida e poupar a saúde dos professores é o Dynamic SoundField, um sistema de amplificação de voz para salas de aula, exportado pela empresa suíça Phonak. O docente utiliza um pequeno microfone sem fio e sua fala é transmitida por modulação digital para uma caixa de som vertical, que amplifica o som de forma uniforme. A diferença para um sistema de sonorização comum, é que o produto ajusta automaticamente o volume de acordo com o nível de barulho e tamanho da sala de aula, evitando que o som reverbere para outros ambientes.

De 78 países, Brasil está entre os 10 piores no domínio de inglês

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Com pontuação de 3,27, o Brasil ficou atrás da média geral – de 4,75 pontos – e também da média da América Latina, de 3,38 pontos

A empresa responsável pela pesquisa aponta que o desempenho do Brasil é preocupante, ainda mais que o País vai sediar importantes eventos esportivos Foto: Getty Images

A empresa responsável pela pesquisa aponta que o desempenho do Brasil é preocupante, ainda mais que o País vai sediar importantes eventos esportivos
Foto: Getty Images

Publicado por Terra

Uma pesquisa divulgada esta semana pela GlobalEnglish Corporation, empresa que realiza testes em todo o mundo sobre a proficiência de inglês nos negócios, aponta que o Brasil está entre os piores países no domínio do idioma. Entre as 78 nações analisadas, o País ficou na 71ª colocação. Nas primeiras posições do ranking estão Filipinas, África do Sul e Noruega. El Salvador e Chile são os piores colocados.

Com pontuação de 3,27, o Brasil ficou atrás da média geral – de 4,75 pontos – e também da média da América Latina, de 3,38 pontos. Porém, os números melhoraram em comparação ao ano passado, cujo desempenho foi de 2,95 pontos. Segundo a GlobalEnglish, o resultado é preocupante para um nação que receberá, nos próximos anos, três eventos esportivos internacionais: Copa das Confederações, Copa do Mundo e Olímpiadas.

A pontuação no Índice de Inglês para Negócios 2013 (BEI, na sigla em inglês) de 1,0 indica uma capacidade de leitura e de se comunicar usando apenas perguntas e frases simples, enquanto uma pontuação mais elevada de 10,0 representa a capacidade de se comunicar e colaborar no ambiente de trabalho muito parecido com um falante nativo de inglês. Para fazer a escala foram realizados 212.883 testes no mundo. A média geral, de 4,75, representa um aumento de 14% em comparação com 2012. Apesar destas melhorias, quase um terço (30%) dos profissionais foram classificados como principiantes e apenas 7% deles mostraram ter inglês fluente.

Apesar das deficiências, 91% dos entrevistados disseram que consideram a proficiência em inglês como um requisito necessário para o avanço na carreira e 94% acreditam que o conhecimento do inglês de negócios é fundamental para ganhar uma promoção na empresa.

A pesquisa é focada no mercado corporativo, já que é resultado de testes aplicados em empresas multinacionais que utilizam as ferramentas da GlobalEnglish dentro do ambiente de trabalho para o aperfeiçoamento da língua inglesa entre seus profissionais. Veja os resultados do estudo no site da GlobalEnglish.

dica do Jarbas Aragão

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