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Alunos ajudam colega a superar grave acidente com linda atitude

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Publicado no Catraca Livre

Alunos do 4º ano de uma escola no Tocantins encontraram uma maneira linda de ajudar uma colega de sala que sofreu um grave acidente a superar o trauma. A garota acidentada precisaria usar uma máscara por causa dos ferimentos para que sua pele não ficasse manchada pelo sol.

Mas, para que ela não se sentisse diferente, os colegas decidiram fazer essa surpresa:

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Isso, mesmo. Todos resolveram usar máscaras. Assim, ela poderia se sentir mais aceita por todos durante o processo de recuperação. A atitude emocionante teve o apoio da professora e foi divulgada por meio da página do Facebook da instituição na última quinta-feira, 18. A publicação já conta com mais de 15 mil reações (curtir, etc.) e 4,6 mil compartilhamentos.

Créditos: reprodução/Facebook Máscaras foram confeccionadas para aluna não se sentir diferente

Créditos: reprodução/Facebook
Máscaras foram confeccionadas para aluna não se sentir diferente

 

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Para quem deseja ser escritor

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Paula Pimenta, na Veja

Na semana passada, falei pra vocês sobre a Bienal do Livro do Rio de Janeiro e até dei dicas de livros que gostei, para quem fosse passear lá e estivesse sem ideias. Porém, agora, a pedido dos meus leitores que encontrei na Bienal no fim de semana passado, vou dar outras dicas. Dessa vez para quem quer ser… escritor!

Ler

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Conheço gente que diz que adora escrever, mas não gosta de ler… Acho isso tão estranho que é como se um dentista me contasse que não gosta de dentes! O escritor tem que ler muito, inclusive mais do que a maioria das pessoas. Quem lê estimula a imaginação, aumenta a criatividade, aumenta o vocabulário e adquire conhecimento. Tudo isso é muito importante para o trabalho do escritor.

Não tenha preguiça de reler seu texto

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Essa está ligada à dica anterior. O escritor precisa ler não apenas os livros de outros autores, mas o dele mesmo também. Inúmeras vezes. Eu, por exemplo, releio cada capítulo ou crônica que termino umas 20 vezes antes de considerá-los realmente finalizados. A cada leitura, descubro palavras repetidas ou desnecessárias, troco parágrafos inteiros de lugar, monto um verdadeiro quebra-cabeças até que tudo se encaixe. E só então mostro para alguém.

Tenha leitores críticos

Cada escritor acha que o seu livro é o melhor do mundo e o trata como um filho. Eu, por exemplo, se falam mal dos meus livros, tenho vontade de pular no pescoço da pessoa, assim como uma mãe que defende sua cria. Mas é importante ouvir a opinião de outras pessoas, que vão ler o seu texto sem tanto apego e dizer imparcialmente se ele é realmente bom. Por isso aconselho que quando terminar de escrever, mostre o livro para alguém antes de mandar para uma editora. Pode ser uma professora, uma amiga que goste de ler, ou até mesmo um parente. Mas é preciso pedir para essa pessoa ser sincera e apontar possíveis defeitos. E então você vai ter que passar para uma fase difícil, que é inclusive a próxima dica.

Aceite as críticas

Tem gente que odeia receber críticas. Confesso que sou uma delas, mas as críticas construtivas nos ajudam a crescer, então é fundamental escutá-las (e aceitá-las), senão ficamos parados no mesmo lugar. Claro que cada pessoa pensa diferente, o que você acha perfeito, a sua amiga pode achar desprezível. Mas quando várias pessoas criticam ou elogiam algo, é sinal de que aquilo merece uma certa atenção. Eu uso isso como termômetro. Quando escuto vários leitores elogiando alguma parte dos meus livros, sinto que acertei. Já quando recebo críticas de pessoas diferentes a respeito de um mesmo ponto da história, percebo que no próximo livro será melhor se eu não escrever nada parecido…

Desapegue

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O escritor precisa escrever e reescrever várias vezes até considerar o texto bom. Se você acha que aquele capítulo que passou a madrugada escrevendo não ficou legal, é porque provavelmente não ficou mesmo. Então apesar do trabalhão que você teve, o melhor é desapegar e começar novamente. Porque se nem você gostar do seu trabalho, pode ter certeza que as outras pessoas também não vão.

Escreva sobre o que você gosta

O escritor passa muito tempo com seu livro. Então, se ele não gostar do tema, aquilo vai se tornar uma tortura! Escrever sobre o que gostamos é prazeroso, não dá vontade de parar, sentimos vontade de morar naquelas páginas. E o leitor sente isso. Quando o escritor cria o livro com paixão, esse sentimento ultrapassa o papel e toca as outras pessoas também.

Escreva sobre o que você conhece

É preciso convencer o leitor. Quando abrimos um livro e temos a impressão de que o escritor não sabe do que estava falando, dá vontade de fechá-lo na mesma hora. Por isso é preciso ter muita segurança. Eu sempre recomendo contextualizar a história em um local que você conheça, assim você vai saber descrever muito bem os cenários e vai poder imaginar melhor as situações que vai colocar no papel.

Mantenha um bloco de anotações sempre por perto

As ideias podem aparecer nas horas mais estranhas, como de madrugada ou no meio do banho. E da mesma forma que elas aparecem, elas também vão embora… De repente. Por isso é importante ter sempre onde anotar, para que não tenha perigo de você esquecer até que possa colocá-las em prática (em uma hora mais propícia).

Tenha (muita) paciência

Infelizmente as editoras não são muito abertas para autores iniciantes. Mas isso é compreensível, afinal, é o trabalho delas, o livro precisa ter muito potencial de venda para compensar sua publicação. A editora tem muitos gastos para produzir um livro, então o retorno precisa ser garantido. Dessa forma, é muito mais seguro publicar autores que já tenham um público, que sejam garantia de vendas. Mas, apesar disso, não é impossível. Cada vez mais autores brasileiros têm aparecido e as pessoas têm percebido que os livros produzidos aqui são tão bons quanto os de fora ou até melhores. Por isso não vale desistir depois do primeiro “não”. Se você acredita que seu livro é bom, siga em frente! Antes de conseguir uma editora para o meu primeiro romance, passei por duas que nem quiseram ler o meu livro. Dizem que a J.K. Rowling passou por SETE! Imagina só o quanto essas editoras devem se arrepender hoje em dia?

Não fique de braços cruzados

Um erro de muitos autores é achar que depois que o livro é publicado, basta esperar os leitores aparecerem. Vai ter que esperar por muito tempo… O autor tem que ser o primeiro divulgador de sua obra. Lembro que quando comecei, peguei meus livros e os levei em várias escolas, pedi para as professoras lerem, perguntei se não gostariam de fazer algum trabalho com eles em sala de aula… Eu também divulguei muito em blogs literários e nas redes sociais, e faço isso tudo até hoje! Uma outra coisa que eu fazia no começo (momento confissão constrangedora) era pegar os meus livros que ficavam nas prateleiras mais escondidas das livrarias e colocá-los em destaque, para que pudessem ser vistos! Hoje eu acho graça, mas tenho certeza que algumas das minhas primeiras leitoras compraram meu livro por terem ficado encantadas com a “capa linda”, que eu estrategicamente deixei à vista! Ah, sim, e essa é a penúltima dica…

Se apaixone pelo seu livro

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Você tem que ser o primeiro a gostar dele. Desde a capa até o último ponto final. Já expliquei lá em cima… O seu livro é o seu filho! Ele veio de você e vai ter uma parte sua nele para sempre. Então, se encante por ele. Defenda-o, divulgue-o e faça o possível para que ele cresça cada vez mais. Assim, você vai ver como é gostoso o orgulho que dá quando o nosso “bebê” é elogiado.

Sorria

Quando vários leitores tiverem seu livro em mãos, você vai ter que dar muitos autógrafos e tirar várias fotos! Então, pode ir treinando o sorriso! 🙂

A Bienal do Livro vai até o dia 8 de setembro, no Riocentro. Ainda vou estar lá nos dias 6 e 7. Espero vocês!

Até a próxima!

 

Promoção: “Mãe de primeira viagem”

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Saber da chegada do primeiro filho deixa as futuras mamães um tanto atordoadas e cheias de dúvidas, afinal de contas, o bebê não
vem com um manual de instruções! Mas, sem dúvidas, esse é o melhor presente que você poderia ganhar: ser mãe.

Há uma longa jornada à frente, repleta de grandes descobertas e marcada por muito amor e carinho. Mas o que realmente a espera? Como adaptar-se a esta nova fase com rapidez e segurança?

Conte com Kevin Leman para ajudá-la a entender a dinâmica de sua nova vida como mãe de primeira viagem, a conhecer as necessidades de seu filho e a tomar as decisões mais acertadas, que favorecerão toda a família.

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Para comemorar o “Dia das Mães”, vamos sortear 3 exemplares de “Mãe de primeira viagem“.

Para participar é muito fácil:

Basta deixar na área de comentários o seu e-mail e o nome da amiga ou parente grávida que vai receber esta obra de presente. Se a grávida do primeiro filho for você, parabéns! 🙂

O sorteio será realizado dia 10/5 às 17h30. Os ganhadores serão anunciados aqui e no perfil do twitter @livrosepessoas.

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Parabéns: Jakely Carneiro, Gisele Cirolini e Carla Phelippsen #FelizDiaDasMães 😉

Promoção: “Faça seu pedido”

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Kayla McHenry está tendo o pior aniversário de dezesseis anos da história! E não é só porque ela é diferente. Fica difícil se divertir quando você está apaixonada pelo namorado da sua melhor amiga.

Na hora de assoprar as velinhas, Kayla faz um pedido: “Eu desejo que todos os meus desejos de aniversário se tornem realidade. Porque eles nunca se realizaram”.

Na manhã seguinte, ela acorda e vê um Meu Querido Pônei cor-de-rosa pastando em seu jardim. No dia seguinte, depara-se com um carregamento de chicletes de bolinha para um ano inteiro. E, então, um cara meio plastificado chamado Ken aparece e começa a segui-la por toda a cidade, a bordo de um conversível!

A cada dia, um novo desejo se torna realidade. Mas… isso PRECISA PARAR. Porque, quando fez quinze anos, Kayla desejou ganhar um beijo de Ben Mackenzie… E Ben, agora, é nada menos que o namorado de sua melhor amiga!

Vamos sortear 3 exemplares de “Faça seu pedido”, superlançamento da Ed. Gutenberg. O sorteio será realizado no dia 7 de março às 17:30h.

Para participar é muito fácil: deixe 1 comentário neste post dizendo qual é o seu “pedido especial” neste início de ano.

O resultado será divulgado no perfil do twitter @livrosepessoas e os ganhadores terão 48 horas para enviar seus dados completos para o e-mail [email protected].

O prazo de entrega é de 30 dias e o envio é de responsabilidade da editora.

Boa sorte! 😉

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E os sorteados são: Renan Gouvea, Melissa Espínola e Débora Alcantara.

Parabéns! Aguardamos os seus dados completos como na instrução acima. 😉

Estudantes se encontram na internet para tarefa escolar

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A estudante Bruna Fernandes em sua casa e a amiga Luísa Diani (na tela), em Ribeirão Preto

Juliana Coissi, na Folha de S.Paulo

O engenheiro-agrônomo Luis Antonio Schmidt, 48, já perdeu quase uma hora no trânsito paulistano entre sua casa, nos Jardins, até a Lapa para levar a filha Ingrid, 16, à residência de um amigo para um trabalho de escola.

Uma tarefa típica de pai, pensava ele, até ver Ingrid usar o computador não só para bater papo com as amigas. Por meio de chats do Facebook ou vídeo do Skype, hoje elas fazem trabalho escolar em grupo e até estudam juntas para provas –cada uma no conforto de sua casa.

“Eu já usava o Skype para me comunicar, mas jamais pensei que ele pudesse propiciar que os alunos fizessem reunião de grupo”, diz o engenheiro. “Achei muita inteligência e esperteza.”

Assim como no caso de Ingrid, outras escolas particulares da capital e do interior do país identificaram um novo comportamento dos alunos com a internet.

Os estudantes –principalmente adolescentes acima de 15 anos– marcam horário para se encontrar virtualmente em grupos do Facebook, Skype e de outros comunicadores para debater trabalhos e tirar dúvidas para provas.

Essa videoconferência caseira para atividades escolares é rotineira entre estudantes de pelo menos 11 colégios particulares na capital consultados pela Folha e outros três no interior do país.

A distância entre os bairros, o trânsito, sobretudo na capital, e a agenda atribulada dos pais que trabalham fora estão entre os motivos apontados por famílias e diretores de escola para o fenômeno. Em alguns casos, segundo as escolas, a interação não fica só entre os alunos.

Há situações, como em vésperas de prova, que eles convidam o professor para participar de um grupo fechado no Facebook para tirar dúvidas da disciplina.

Ingrid e a amiga Juliana Gigliotti, 16, estudam no colégio São Luís, da capital, e têm uma rotina de quatro a cinco trabalhos de escola por mês. Desses, já realizam a maioria se “encontrando” na internet.

Mesmo em cidades do interior paulista, com trânsito menos caótico, o trabalho escolar também vem sendo mediado pelo mundo virtual.

Se tivesse de ir à casa de Luísa Diani, 16, sua amiga no colégio Faap de Ribeirão Preto (313 km de São Paulo), Bruna Sousa Fernandes, 16, gastaria de carro no máximo 15 minutos.

Ainda assim, elas optam por fazer alguns trabalhos de grupo a distância, com intermédio do Facebook. Mãe de Luísa, a médica Marta Helena Saraiva Diani apoia o encontro virtual, mas com ressalvas. “O recurso tecnológico sozinho fica muito frio.”

Foto: Edson Silva/Folhapress

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