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O Colecionador de Ossos vai se tornar uma série

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O filme com Denzel Washington e Angelina Jolie, “O Colecionador de Ossos”, vai receber um reboot para a televisão.

Ana Inês Carvalho, na MHD

A série, que se chama “Lincoln”, é baseada na saga de livros que inspiraram o filme original e vai seguir o lendário criminalista forense Lincoln Rhyme, que ficou seriamente ferido depois da sua caça ao assassino em série conhecido como Colecionador de Ossos. Quando o criminalista é chamado de volta quando o assassino reemerge, ele forma uma parceria com Amelia Sachs (protagonizada por Angelina Jolie no filme original), uma jovem policial que o ajuda na caça. O projeto foi posto em desenvolvimento com um argumento encomendado em Novembro.

VJ Boyd (“Justified”, “S.W.A.T.”) e Mark Bianculli vão escrever e ser os produtores executivos da série, que vai ser co-produzida entre a Universal Television e a Sony Pictures Television.

Esta notícia surge depois de canais e serviços streaming terem aumentado o valor de propriedades que podem tornar-se em franchising e poder dar spinoffs. A NBC está responsável pela série e será o sétimo episódio piloto para a nova temporada.

Depois do sucesso do primeiro livro, esta saga recebeu mais 10 obras literárias. O 11º livro, “O Colecionador de Peles”, foi publicado em 2014.

Primeiro Mataram Meu Pai | Livro que inspirou filme de Angelina Jolie chega ao Brasil

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Longa será lançado em setembro na Netflix

Fabio de Souza Gomes, no Omelete

A HarperCollins Brasil lança neste mês o livro Primeiro Mataram Meu Pai, que conta a história da jovem Loung Ung e sua trajetória para escapar do regime do ditador Pol Pot, no Camboja. A obra inspirou o novo filme dirigido pela atriz Angelina Jolie que tem estreia prevista ainda para este mês na Netflix. Confira a capa:

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Filha de um oficial de alto escalão do governo do Camboja, a menina teve uma vida privilegiada até o início da sua infância. Tudo mudou em abril de 1975, quando foi instaurado no país um dos piores regimes da história, o Khmer Vermelho, responsável pela morte de cerca de 2 milhões de cambojanos na época.

Quando o exército invadiu a cidade, Loung e sua família passaram a correr sério risco, já que seu pai era agente do governo. Por um tempo, eles se disfarçaram e conseguiram ficar unidos, mas seus pais foram descobertos e executados. A partir daí, Loung precisou fugir e acabou em um campo de formação de crianças-soldado, onde foi treinada para se tornar um dos membros do exército comunista. Já seus irmãos foram mandados para um campo de trabalhos forçados.

Apesar de todo o sofrimento, a jovem não desistiu de mudar sua vida. Aos dez anos, ela conseguiu fugir para a Tailândia com um de seus irmãos e, anos depois, chegou aos Estados Unidos.

“Esta é uma história de sobrevivência: a minha e a de minha família. Embora estes acontecimentos façam parte da minha experiência de vida, minha história está refletida na vida de milhões de cambojanos”, declarou a autora em seu livro.

A estreia no serviço de streaming está marcada para 15 de setembro.

Universidade de Londres terá Angelina Jolie em seu quadro de professores

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Cast member Angelina Jolie poses at the premiere of "Kung Fu Panda 3" at the TCL Chinese theatre in Hollywood, California January 16, 2016. The movie opens in the U.S. on January 29.  REUTERS/Mario Anzuoni - RTX22PDS

Publicado no Hypeness

Mais do que um rostinho bonito de Hollywood, Angelina Jolie é reconhecida por seu ativismo em diversas causas, entre elas, a igualdade de gêneros. Agora, ela irá acumular mais um cargo para seu já extenso currículo, que inclui experiências como atriz, diretora e roteirista: será também professora na London School of Economics, na Inglaterra.

No ano passado, ela havia criado na universidade o Centro para a Mulher, Paz e Segurança, em conjunto com o então secretário britânico de Relações Exteriores, William Hague. Agora ela deverá participar também como professora no curso de mestrado oferecido pelo centro, que abordará temas como igualdade de gêneros, paz e segurança mundial, segundo comunicado realizado pela instituição.

Angelina irá trabalhar como professora durante um ano, tempo em que será responsável por ministrar aulas e palestras, promover leituras e desenvolver pesquisas, projetos, workshops e eventos. “Eu estou ansiosa para ensinar e aprender com os estudantes e também compartilhar minhas experiências trabalhando com governos mundiais e as Nações Unidas”, declarou.

Fotos © REUTERS/Mario Anzuoni

Fotos © REUTERS/Mario Anzuoni

Escola de Angelina Jolie quer dar mais poder às mulheres

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 Atriz Angelina Jolie durante entrevista em Dohuk, norte do Iraque em janeiro de 2015 Foto: Ari Jalal / Reuters

Atriz Angelina Jolie durante entrevista em Dohuk, norte do Iraque em janeiro de 2015
Foto: Ari Jalal / Reuters

Estrela criou centro na Escola de Economia e Ciência Política de Londres para formar profissionais aptos a maximizar o poder, a autoestima e a segurança das mulheres; especialistas dão dicas de como fazer o mesmo em sala de aula

Publicado no Terra

No mercado de trabalho, na rua, dentro de casa: as mulheres ainda sofrem com restrições, violência e preconceito. No ranking mundial de igualdade de gênero divulgado em 2014 pelo Fórum Econômico Mundial, em uma escala em que um representa a igualdade máxima, o Brasil ocupou a 71ª posição entre 142 países pesquisados – na categoria empoderamento político, sobe para a 74ª, e em participação econômica e oportunidade, para a 81ª. Em outra pesquisa, realizada no ano passado pelo Instituto Avon e Data Popular com jovens dos 16 aos 24 anos, 66% das mulheres afirmaram que já sofreram algum tipo de ataque.

Para ajudar a mudar esse cenário, Angelina Jolie, atriz e enviada especial da Agência de Refugiados da Organização das Nações Unidas, inaugurou neste mês o Centro para Mulheres, Paz e Segurança, na Escola de Economia e Ciência Política de Londres. A escola propõe formar profissionais que pensem sobre o empoderamento da mulher e, em 2016, vai oferecer um mestrado em Mulheres, Paz e Segurança. Com foco na educação, especialistas apontam que o ambiente acadêmico é uma das chaves para trabalhar a emancipação feminina – desde a educação infantil, até a universidade.

Professora da faculdade de educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e integrante do Grupo de Estudos de Educação e Relações de Gênero da instituição, Jane Felipe ressalta a importância de o professor estar preparado para trabalhar a questão em sala de aula – há assuntos que vão além da sua disciplina, e é preciso dedicação e estudo para ligar os temas.

“É preciso que as garotas não sejam valorizadas apenas pela sua beleza ou poder de sedução, e sim pelas suas habilidades e competências. Em sala de aula elas podem aprender que é possível ser astronauta, engenheira, cientista ou médica”, afirma a professora do departamento de educação da Universidade Federal de Viçosa, em Minas Gerais, e coordenadora do Núcleo Interdisciplinar de Estudos de Gênero, Marisa Barletto.

Abaixo, veja dicas das especialistas para professores, pais e alunos que querem dar mais poder e liberdade às meninas dentro da escola.

1. Brincadeiras e brinquedos
Deixar as crianças livres para brincarem com os brinquedos que quiserem, sem pré-determinar que as meninas não podem brincar com carros e ferramentas. Também estimular a participação feminina em brincadeiras consideradas somente de meninos – geralmente as que envolvem força e coordenação motora.

2. Tratamento
A postura do professor em relação a situações do cotidiano escolar e com os alunos também é extremamente relevante na formação das crianças e jovens. Colocar as meninas para organizar a sala ou exigir somente delas um caderno e material organizado é reforçar o esteriótipo de que a mulher deve ficar com os cuidados domésticos. Também é importante não reproduzir a lógica de que as garotas só conseguem completar tarefas difíceis devido ao seu esforço e que para os meninos isso é algo natural.

3. Linguagem
Gatinha, princesinha, queridinha… Normalmente as meninas recebem apelidos no diminutivo, o que lembra um ser frágil, pequeno e ingênuo. Em contrapartida, os meninos são chamados de gatão e lindão, sempre no superlativo. Os professores devem evitar se referir às meninas dessa forma e cuidar os termos linguísticos que utilizam na sala de aula.

4. Protagonismo
É comum que poucas mulheres apareçam no currículo das disciplinas – personagens masculinos são maioria. É importante que no ensino fundamental e médio o professor se preocupe em incluir mulheres importantes da história, literatura, sociologia e ciências.

5. Temas
Incluir temas sobre a mulher nos conteúdos curriculares é muito importante. Na aula de história é possível estudar o movimento feminista e a história do casamento. Na aula de artes pode ser trabalhada a idealização amorosa. Em matemática, podem ser explorados números e estatísticas sobre a gravidez na adolescência ou o mercado de trabalho para a mulher.

6. Filmes
Inúmeras vezes, a vida imita a arte. Assistir e comentar filmes com os alunos dá a oportunidade para que eles possam refletir sobre violência, amor, casamento, gravidez, emprego e liberdade sexual. Uma dica é o filme “Amor?”, de João Jardim, sobre relações amorosas que envolvem algum tipo de violência. Já o documentário “!Meninas”, de Sandra Werneck, acompanha a rotina de jovens que engravidaram na adolescência.

7. Livros
A literatura é uma ótima maneira de fazer com que, por meio de uma história, o aluno descubra, aprenda e questione sobre a equidade dos sexos. Um livro que pode ser trabalhado em sala de aula em turmas do ensino fundamental é “Menino brinca com menina?”, de Regina Drummond, que conta a história de um garoto que descobre que é possível compartilhar brincadeiras com as garotas. Outro livro é “Marcela Magrela, Miúcha Gorducha”, de Isabel Cristina F. Guerra, que aborda os padrões de beleza, com uma personagem gorda e outra magra.

Angelina Jolie ganhará US$ 50 milhões por sua biografia

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Publicado no Valor Econômico

AP Photo/Michael Sohn

RIO  –  Enquanto no Brasil a polêmica das biografias não autorizadas ainda rende, nos Estados Unidos Angelina Jolie está perto de levar US$$ 50 milhões pela publicação de um livro sobre sua vida.

De acordo com o “Daily Star”, três editoras americanas estão na disputa para lançar a biografia a atriz de 38 anos, mãe de seis filhos e vencedora do Oscar, que se submeteu recentemente a uma dupla mastectomia. Casada com Brad Pitt, Jolie é mãe de Maddox, de 12 anos, Pax, 9, Zahara, 8, Shiloh, 7, e dos gêmeos Knox e Vivienne, de 5.

De acordo com uma das fontes do “Daily Star”, a atriz sempre quis fazer escrever a sua biografia e acredita que esse é o momento certo. “Ela nunca teve tanta paz e satisfação em sua vida. Há demônios em seu passado, mas ela está em um lugar mentalmente e espiritualmente confortável o suficiente para escrever sobre tudo de forma honesta e colocando tudo em contexto. Nenhum problema, exceto aqueles que podem danificar a privacidade de seus filhos, será tabu”, disse a fonte.

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