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Anotar as aulas: confira os erros mais comuns na hora de fazer anotações em sala de aula

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Alunos

Publicado no Amo Direito

Anotar as aulas é uma das maneiras mais recomendadas para absorver os conteúdos explicados pelos professores e, por isso, costuma ser um hábito incentivado desde os primeiros anos na escola. No entanto, a tradição não significa que o aproveitamento desse método seja total. Isso acontece porque, muitas vezes, os estudantes cometem alguns erros inconscientes na hora de anotar, que prejudicam a compreensão da matéria.

Se você quer evitar essas armadilhas e potencializar suas anotações, confira abaixo os principais problemas que podem surgir nas anotações e como superá-los:

1- Copiar mecanicamente
O maior erro dos estudantes é concentrar apenas no processo de escrita, copiando da lousa, e não prestar atenção ao professor. Lembre-se que não adianta ter o conteúdo escrito se você não puder recordar o que foi explicado em aula.

SOLUÇÃO: Foque sua atenção no professor. Preste atenção aos tópicos em que ele ou ela se demora mais, ou dá mais detalhes, fazendo até mesmo anotações extras. Dê prioridade a esses temas e procure anotar o que foi dito, não necessariamente tudo o que está na lousa.

2 – Tentar transcrever a aula
Na ânsia de guardar todos os conteúdos ditos, muitos estudantes fazem um grande esforço para tentar anotar tudo, o que é impossível. Nessa situação, acabam voltando ao primeiro erro já mencionado, prejudicando seu aprendizado.

SOLUÇÃO: Simplificar as anotações é o melhor jeito de fazê-las de maneira mais eficiente e rápida. Para isso, você pode escrever utilizando as suas palavras em vez de tentar colocar no papel tudo o que o professor disse e adotar um sistema de abreviaturas.

3 – Não participar da aula
A escola é um espaço de interação e deve ser aproveitado como tal. O momento de contato entre alunos e professores precisa ser encarado como uma oportunidade valiosa de troca de ideias, por isso, focar em fazer anotações em vez de participar de debates e tirar dúvidas acaba prejudicando a construção do conhecimento.

SOLUÇÃO: Para se sentir mais à vontade na aula e entender o conteúdo mais rapidamente, ler um pouco sobre o tema da aula em casa pode ser uma boa opção. Dessa maneira, você acompanhará a turma mais facilmente e se sentirá mais seguro para deixar de anotar por alguns momentos.

Fonte: Universia Brasil

Quer fazer anotações melhores e da forma certa das aulas? Encontre palavras-chave

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Palavra -Chave

Publicado no Amo Direito

Fazer anotações das aulas é importantíssimo, entretanto é ainda mais crucial fazê-las da forma certa. Encontrar palavras-chave para os conteúdos, por exemplo, é uma ótima forma de tornar o seu aprendizado mais eficiente.

A ideia é simples: toda vez que o professor iniciar um novo assunto, comece a escrever o que ele diz, mas procure ao mesmo tempo por palavras que possam resumir o tema. Por exemplo, se a aula for sobre a Proclamação da Independência, talvez a própria palavra “independência” seja boa o bastante para que o seu cérebro consiga lembrar o que foi dito.

Caso você ache muito difícil resumir um assunto em apenas uma palavra, peça a ajuda do seu professor. Pergunte a ele qual é o tema central ou até mesmo peça dicas para que o seu caderno tenha o maior número de anotações relevantes. Ele com certeza irá ajudá-lo e, de quebra, você ganhará pontos positivos com ele pelo seu interesse.

Outra dica bastante funcional é fazer, além da palavra chave, um desenho ou diagrama que represente o conteúdo. Assim você estimulará a sua memória por meio do texto e de imagens, tendo maiores chances de recordar o que aprendeu.

Portanto, na próxima vez em que você tiver que anotar aulas, lembre-se que a qualidade é mais importante que a quantidade, faça anotações mais proveitosas e conquiste notas mais altas!

Fonte: noticias universia

Mostra exibe anotações em livros da biblioteca de Waly Salomão

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Exposição com o acervo inédito do poeta abre ao público hoje na Biblioteca Parque Estadual

Um dos livros grifados por Waly: “O grifo muda o nosso olhar em relação ao livro. A gente ouve a voz dele nas marcações”, diz Omar Salomão, filho de Waly e curador da mostra - Reprodução

Um dos livros grifados por Waly: “O grifo muda o nosso olhar em relação ao livro. A gente ouve a voz dele nas marcações”, diz Omar Salomão, filho de Waly e curador da mostra – Reprodução

Mariana Filgueiras em O Globo

RIO — A ideia surgiu por acaso, numa conversa da editora Anna Dantes com o músico Marcelo Yuka. Ele viu o livro “Signos”, de Merleau-Ponty sobre a mesa do escritório dela, tomou-o para folhear, e Anna comentou que o exemplar havia sido do poeta Waly Salomão. Estava ali porque ela começaria em breve a pensar em uma exposição sobre Waly, mas que ainda não tinha um mote definido. Na última página do livro, Yuka notou uma ameaça de poema entre rabiscos, frases sublinhadas, palavras circuladas. Anna comentou que todos os livros de Waly eram assim, repletos de grifos. O músico sugeriu: “Você podia fazer uma exposição só com os grifos dele: ‘A biblioteca de grifos de Waly Salomão’”.

— Pronto. Ali nasceu a exposição. A ideia estava na minha mesa, e eu ainda não tinha percebido — comenta Anna, ao lado do poeta Omar Salomão, filho de Waly, que assina com ela a curadoria da mostra que começa hoje para o público na Biblioteca Parque Estadual e segue até o dia 14 de dezembro, com exemplares do acervo pessoal do poeta morto em 2003. — Quando a gente se depara com as anotações que ele fazia, a maneira como ele lia, entende muito da mente dele. Os grifos eram um recado para ele mesmo como leitor futuro, como uma mensagem na garrafa. E agora as mensagens estarão ao alcance de todos os leitores.

Versos soltos entre anotações no livro de Merleau-Ponty - / Reprodução

Versos soltos entre anotações no livro de Merleau-Ponty – / Reprodução

Ato de libertação

Waly lia compulsivamente. Comia os livros, com aquela bocarra cheia de dentes e sorrisos, dobrando suas páginas, marcando palavras com o que tivesse à mão, fossem canetinhas, marca-textos ou as próprias unhas (Omar conta rindo das vezes em que viu o pai fazer isso). Fazia desenhos envolvendo as frases, emoldurava palavras unas, e às vezes, ao ler o mesmo livro em línguas diferentes, fazia anotações completamente distintas. Tinha cerca de 8 mil volumes nas estantes de casa — e a maioria carrega o percurso da sua leitura, como poderá ser visto pelo público na exibição.

Marguerite Duras era uma personagem constantemente grifada por Waly - / Reprodução Read more: http://oglobo.globo.com/cultura/artes-visuais/mostra-exibe-anotacoes-em-livros-da-biblioteca-de-waly-salomao-14244635#ixzz3GDbTmPjK

Marguerite Duras era uma personagem constantemente grifada por Waly – / Reprodução

— O grifo muda o nosso olhar em relação ao livro. Os que ele fazia não eram grifos de estudo, as marcas não indicam uma leitura de estorvo, mas de libertação. A gente ouve a voz dele nas marcações, seja em volumes de Roland Barthes, Murilo Mendes ou nos livros de zen-budismo — observa Omar, lembrando que muitas dessas anotações ecoam em seus poemas e letras de músicas.

É possível ver mesmo: no livro “Lírica, Épica, Teatro e Cartas de Camões”, por exemplo, Waly emoldura a frase “Oh! bem-aventurados fingimentos”, assinando embaixo, como se o verso também pudesse ser dele; no livro “Malone morre”, de Samuel Beckett, ao lado da frase “Nasci sério, como tem gente que já nasce sifilítico”, escreve: “parece Nelson Rodrigues!”. Completa poemas de Drummond, como se fossem textos abertos; e numa dedicatória de um livro a Oswald de Andrade, desenha ali uma espécie de labirinto cerebral antropofágico sobre o nome do autor. Ah, sim, o poema notado por Yuka também esta lá: “Uma arte poética/ manter tenso o arco que /Abrange caos e cosmos/ Uma área poética/ Limpar a área do terreno/ Desprogramar bulas e receitas/Posologias e fórmulas prévias/ Ou ainda: “Uma arte poética/ Penetrar até o centro do coração de cada código e desprogramar/ Bulas, receitas e posologias e/ Fórmulas prévias/ Pescar em águas límpidas/ Pescar em águas turvas/ Usar em mão dupla/ O arco que une caos e cosmos”.

Painéis pela cidade

A mostra conta ainda com vídeos, depoimentos do autor e uma instalação interativa, onde o público poderá deixar sua própria intervenção em textos de Waly. O escritor Leonardo Villa-Forte vai colaborar com três instalações do “Paginário”, projeto de sua autoria que enche de grifos literários alguns muros da cidade. Serão três painéis: um na biblioteca, um na Rua da Alfândega e um na estação de metrô da Central. Já a filósofa Rosa Dias vai participar ministrando semanalmente jogos de leituras com convidados.

O antropofagismo de Oswald de Andrade dá origem a um esboço de cérebro - / Reprodução

O antropofagismo de Oswald de Andrade dá origem a um esboço de cérebro – / Reprodução

Moleskine Livescribe: o melhor do analógico e do digital

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Feito para funcionar em conjunto com uma caneta inteligente Livescribe, esse Moleskine transforma suas anotações em versões digitais

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Jacqueline Lafloufa, no B9

Durante uma aula ou reunião, ter um computador para fazer as suas anotações pode ser ágil, mas te distrair. No entanto, deixar todas as suas notas presas ao papel parece insensato – e se você quiser fazer uma busca depois? Ou, pior, e se de repente você perder o caderno? Será que não daria para fazer um backup das suas anotações?

Com o Moleskine Livescribe, é possível ser analógico, hipster e conectado ao mesmo tempo. Ele foi criado com um número determinado de linhas, margens e ‘botões especiais’ que são reconhecidos pela caneta inteligente Livescribe. Assim, todas as anotações e rabiscos que você fizer são replicados em um aplicativo para dispositivos móveis, que pode até mesmo reconhecer a sua escrita e convertê-la em texto editável.

O único problema é o precinho: cada Moleskine Livescribe custa 30 dólares, e a caneta inteligente tem preços variados conforme a versão, sendo que a mais básica custa 150 dólares.

No entanto, pode ser um investimento interessante para quem quiser digitalizar a própria vida – a Bia Kunze, do Garota sem Fio, explica a diferença entre cada uma das canetas, e oferece também sugestões sobre como implementar isso sem necessariamente precisar da Livescribe, como ao utilizar um Moleskine feito para uso combinado com o Evernote.

Entenda como Enem cobra a leitura na redação

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Tudo o que você leu poderá e será usado a seu favor na correção da redação

Fonte: Universia Brasil Invista seu tempo em leituras direcionadas para a prova do Enem para conseguir incrementar seu texto

Fonte: Universia Brasil
Invista seu tempo em leituras direcionadas para a prova do Enem para conseguir incrementar seu texto

Publicado por Universia

Engana-se quem pensa que a prova de redação dos vestibulares cobra apenas a escrita dos estudantes. Segundo a professora Andrea Lanzara do Cursinho da Poli, de São Paulo, a leitura também é avaliada pelos examinadores na hora da correção. Não entendeu como? Ela explica: “temos uma competência na matriz que cobra somente como o aluno leu e compreendeu a proposta de redação, enquanto outra analisa como ele soube trabalhar, relacionar, organizar, estruturar as informações que ele retira da coletânea para defender um ponto de vista”, explica.

Além da leitura que o aluno faz da proposta de redação, tudo o que ele leu durante a sua vida também é observado, pois a bagagem cultural de cada um torna-se evidente na argumentação.

Por isso, a professora sugere que “o aluno pegue livros mais gerais, que façam abordagens históricas sobre os principais filósofos, teóricos, políticos e movimentos artísticos” e aproveite-os para embasar a argumentação e analisar as questões objetivas, já que o Enem trabalha com essa contextualização ao longo de toda a prova.

Outra alternativa para ter contato com esse plano de fundo histórico é a internet, uma vez que ela te concede os principais tópicos daquele movimento filosófico, por exemplo, de uma maneira mais dinâmica e rápida. O único cuidado que você deve ter é acessar apenas sites confiáveis para não cometer erros didáticos no decorrer do seu texto.

Por isso, invista seu tempo em leituras direcionadas para a prova do Enem e anote, inclusive, algumas citações que podem incrementar sua redação. Mais do que aumentar sua bagagem cultural, você melhorará sua habilidade de relacionar diversas áreas do conhecimento, um dos aspectos mais cobrados dos candidatos do Enem.

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