Posts tagged Antiga

Milhares de livros com fungos serão incinerados de biblioteca no Paraná

0

Em Ponta Grossa, obras estão contaminadas por dois tipos de fungos.
Departamento de Patrimônio diz que livros raros foram preservados.

20 mil livros serão incinerados por estarem contaminados por fungos (Foto: Vanessa Rumor/RPC TV)

20 mil livros serão incinerados por estarem contaminados por fungos (Foto: Vanessa Rumor/RPC TV)

Publicado por G1

Cerca de 20 mil livros do acervo da Biblioteca Municipal de Ponta Grossa, na região dos Campos Gerais, no Paraná, serão incinerados por estarem contaminados por fungos. Um laudo divulgado no início de 2013 apontou a presença de dois tipos fungos nas obras, que podem causar infecções. De acordo com a diretora do Departamento de Patrimônio da prefeitura, Sabrina Gravina, até o final de setembro, os livros serão incinerados para evitar mais contaminação.

Sabrina explica que pesquisadores da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) e do Departamento de Restauração da Biblioteca Pública do Paraná analisaram diversos títulos antes de serem encaminhados à nova sede da biblioteca, no bairro de Olarias. Até dezembro de 2012, o espaço funcionava no prédio histórico da antiga Estação Saudade, no Centro, que sofre com infiltrações e umidade. Das 35 mil obras, 20 mil não puderam ser reaproveitadas para o acervo e nem para doação.

“Os livros estão bem contaminados devido ao tempo em que ficaram expostos à ação dos fungos. O custo para restauração ficaria muito alto para a prefeitura”, esclarece a diretora. Segundo ela, todos os livros raros foram tratados e estão na nova biblioteca. “As obras a serem incineradas são todas comuns e de fácil acesso. Além disso, a biblioteca já recuperou esse acervo”, revela.

Livros foram contaminados por dois tipos de fungos (Foto: Vanessa Rumor/RPC TV)

Livros foram contaminados por dois tipos de fungos
(Foto: Vanessa Rumor/RPC TV)

Laboratório de restauro

A nova biblioteca possui um laboratório específico para restauro, o que não existia no prédio da Estação Saudade. Conforme a diretora da biblioteca, Gisele França, o laboratório possui produtos e espaço necessários para fazer a higienização das estantes. “Todo livro que chega à biblioteca passa para descontaminação para que o próximo usuário tenha um livro saudável para levar para casa”, explica.

Segundo ela, na antiga biblioteca, a higienização era precária. “Não tínhamos espaço e nem material adequado para cuidar do acervo. Agora, com a higienização correta, vai ser possível manter o tempo de vida do acervo prolongado”, acrescenta. Gisele comenta que o trabalho pretende evitar com que essa situação se repita.

Loja abandonada vira maior biblioteca pública dos EUA

0

Antigo Walmart com o tamanho de 2,5 campos de futebol é reformado e reutilizado da melhor maneira possível para a comunidade

Publicado no Catraca Livre

reprodução

A biblioteca teve um aumento de 23% do número de membros no primeiro mês de funcionamento no novo espaço, que tem o tamanho de mais de dois campos de futebol.

Existe um grande numero de lojas abandonada nos Estados Unidos, que, durante as últimas décadas, ficam largadas em espaços enormes à espera de novos donos. Mas ao menos um desses terrenos ganhou utilidade e se transformou na maior biblioteca pública do país.

A empresa Meyer, Scherer & Rockcastle transformou uma antiga loja Walmart abandonada na cidade de McAllen, Texas, em uma biblioteca de 124.500 metros quadrados, a maior biblioteca pública de um único piso dos EUA. A reforma derrubou o teto antigo e as paredes do edifício, deu ao que sobrou uma demão de tinta branca e começou a trabalhar adicionando espaços envidraçados, detalhes arquitetônicos que aumentavam a luminosidade interna e muitas fileiras de livros.

Hoje, a McAllen Pubilc Library tem uma sala acusticamente separada para jovens, 16 espaços para reunião, 14 salas de estudo e 64 laboratórios de informática. Além disso, espaços anexos incluem um auditório, uma galeria de arte, um sebo e um café.

‘Aluno gênio’ é desqualificado por participar em feiras de ciência demais

0

Diretora de Feira Estadual de Ciência baniu participação de americano.
Conrad Farnsworth, de 18 anos, foi impedido de competir.

Publicado por G1

Um estudante de ensino médio de Newcastle, em Wyoming (EUA), responsável por construir um reator nuclear por conta própria foi desqualificado da Feira Internacional de Ciência e Engenharia este mês por uma falta técnica: o rapaz de 18 anos competiu em feiras demais.

De acordo com o jornal “Casper Star-Tribune”, a “infração” de Conrad Farnsworth teria sido reportada pela antiga diretora da Feira Estadual de Ciência de Wyoming, que não teve o contrato renovado.

Conrad Farnsworth teria sido desqualificado de evento por ter participado por feiras demais (Foto: The Casper Star-Tribune, Dan Cepeda/AP)

Conrad Farnsworth teria sido desqualificado de evento por ter participado por feiras demais (Foto: The Casper Star-Tribune, Dan Cepeda/AP)

Representantes da Universidade de Wyoming, que patrocina o evento, afirmam que a diretora teria agido fora de sua autoridade.

O jornal afirma também que Farnsworth é um entre apenas 15 estudantes de ensino médio do mundo a construírem com sucesso em reator de fusão nuclear. Farnsworth acredita que sua desqualificação foi desnecessária. O rapaz se formou em junho deste ano e planeja estudar na SDSMT (sigla para South Dakota School of Mines and Technology).

Flip divulga primeiras atrações para a 11ª edição

0

Evento marcado para o começo de julho confirmou Maria Bethânia, em homenagem a Fernando Pessoa; a escritora Lydia Davis e o irlandês John Banville

Publicado no Divirta-se

Esta é a 11ª edição da feira (Reprodução/ Facebook)

Esta é a 11ª edição da feira

A Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), já começou a divulgar as atrações para a 11ª edição, que ocorre de 3 a 7 de julho. Entre os selecionados, se destaca a participação de Maria Bethânia e Cleonice Berardinelli, que se encontram para homenagear o poeta português Fernando Pessoa. Professora emérita da UFRJ e da PUC-Rio, Cleonice, 96 anos, soma mais de cinco décadas dedicada ao estudo do poeta. Bethânia, por sua vez, dispensa apresentações.

Outra participação confirmada é da escritora norte-americana Lydia Davis. Durante a Festa, será lançado o seu livro mais recente, ‘Tipos de perturbação’. Nos 57 textos que compõem a obra, Davis vale-se das mais variadas formas, abordagens e estilos para flagrar seus personagens em suas inseguranças e em seus desajustes com o cotidiano. A obra em português será lançada pela Companhia das Letras.

Outro destaque da 11ª edição fica por conta irlandês John Banville, que também aproveita para lançar sua obra mais recente, ‘Luz antiga’. O romance é o 16º publicado por John e acompanha a história de um ator cuja carreira parece decadente – assim como sua própria vida. Banville já venceu o Booker Prize e é um dos nomes cotados ao Prêmio Nobel de Literatura.

Editora vende livros em triciclo em forma de carrinho de sorvete

0

Venda de livros alternativos acontece nos ‘points’ da cidade, e roteiro é divulgado pelo Facebook

Mariana Filgueiras, em O Globo

"A Bolha Móvel", projeto itinerante d'A Bolha Editora Divulgação

“A Bolha Móvel”, projeto itinerante d’A Bolha Editora Divulgação

Desde que fundou no Rio uma editora alternativa com foco em “narrativas visuais”, a escritora Rachel Araújo sabia que não seria fácil formar seu público. Aos poucos, no entanto, foi ampliando os domínios d’A Bolha. Para atrair os leitores até a sede-livraria, no alto da antiga fábrica Bhering, no Santo Cristo, bolou eventos culturais de fim de tarde, com cinema e jazz, organizou feiras de arte impressa e montou até uma piscina de plástico no terraço para quem quisesse levar as crianças. A ideia agora é levar os produtos exclusivos da editora — que tem no catálogo títulos como “O Babaca”, primeira obra do quadrinista punk americano Gary Panter publicada no Brasil, ou “Gigantes do jazz”, biografias ilustradas de músicos do gênero, assinadas pelo historiador americano Studs Terkel — para toda parte. Para isso, as sócias Rachel e Stephanie Mauer compraram um carrinho de sorvete, batizaram a minilivraria de A Bolha Móvel e encheram a caçamba de livros.

A partir deste fim de semana, A Bolha Móvel estará em algum lugar da cidade às quarta-feira, aos sábado e aos domingo. Sempre com muito humor, como se vê pelos condutores de máscaras nas fotos acima. O local exato será divulgado na página da editora no Facebook, mas pode ser na Rua Joaquim Silva, na Lapa; nos jardins do MAM, no Aterro; na Praça Paris, na Glória; ou na orla de Copacabana…

— O importante é repensar estruturas tradicionais de distribuição. Se os leitores não chegam até o Santo Cristo, nós chegamos até eles — diz Rachel, que lançou a ideia há alguns dias, numa versão itinerante da livraria, montada na loja da estilista Isabela Capeto, em Ipanema. — Vamos usar as redes sociais para indicar nossa localização, como fazem aqueles food trucks americanos. Quem sabe não conseguimos levar essa ideia para Brasília e São Paulo? — aposta Rachel, que lança este mês “Shrimpy e Paul”, do cartunista canadense (e nonsense) Marc Bell, e acaba de produzir o lançamento de “Cartas de um sedutor”, da escritora Hilda Hilst, para lançamento nos Estados Unidos em coedição com a renomada Nighboat Books.

— É o projeto “Obá obá”, como a gente diz, para combater a inexistência da literatura brasileira na América do Norte.

dica do Ailsom F. Heringer

Go to Top