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Concurso Cultural Literário (66)

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capa nove noites

LEIA UM TRECHO

Kelley Winslow está vivendo seu sonho. Aos 17 anos de idade, ela se muda para Nova York e começa a trabalhar em uma companhia de teatro. Ela ainda é, claro, apenas uma assistente e eventual substituta, mas um dia as coisas começam a mudar: a atriz que interpreta a protagonista Titânia em “Sonho de uma noite de verão”, de Shakespeare, sofre um acidente, e ela tem uma chance de assumir o papel principal. Nesse mesmo dia, ela passa a perceber que o mundo mágico é mais real do que pensava. Ela conhece um lindo jovem chamado Sonny Flannery, a atração entre os dois é imediata, mas o rapaz é, na verdade, um dos guardiões do portal do Samhain, que dá passagem para o outro mundo. A cada solstício de inverno, o portal se abre, mas a cada nove anos ele permanece aberto durante as últimas nove noites do outono. E é nesse breve tempo que ela, ao descobrir sua verdadeira descendência, se vê ameaçada por uma terrível trama, que coloca em perigo o mundo real, o mundo encantado e a promessa de viver um amor verdadeiro.

Vamos sortear 3 exemplares de “Nove noites e um sonho de outono“, lançamento da Gutenberg.

Para participar, responda qual é a comemoração especial relacionada a Shakespeare em 2014. Envie sua resposta para [email protected] Respostas na área de comentários serão apagadas.

O resultado será divulgado no dia 13/6 às 17h30 neste post.

Boa sorte! 🙂

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Parabéns aos ganhadores: Aline GalaxoSamantha AndradeHugo França! =)

Por gentileza enviar seus dados completos para [email protected] em até 48 horas.

9 livros eróticos que fazem Cinquenta tons parecer literatura infantil

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Nathália Bottino, no Brasil Post

A febre da trilogia Cinquenta tons de cinza esquentou os ânimos da mulherada. A história de amor entre Anastasia Steele e Christian Grey deixou as leitoras animadinhas para experimentar coisas novas, assim como os enredos picantes de Sylvia Day, autora que já vendeu mais de 12 milhões de exemplares pelo mundo. Mas não é só de best-sellers que a literatura erótica é feita. Existem muitos livros interessantes (e mais excitantes!) por aí e que, apesar de menos conhecidos, são capazes de despertar a imaginação dos homens e levar as mulheres à loucura. Conheça alguns dos romances:
1 – Elogio da madrasta
Mario Vargas Llosa

No romance, o peruano cria um contraponto perfeito entre o amor e a inocência, inspirado, segundo alguns acreditam, na sua própria vida. Ele revela a sensualidade de dona Lucrécia, casada com dom Rigoberto e madrasta de Fonchito, com quem acaba se envolvendo.

“Enquanto avançava para ele, também risonha, dona Lucrecia surpreendeu – adivinhou? – nos olhos do enteado um olhar que passava da alegria ao desconcerto e se fixava, atônito, em seu busto.”

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2 – Mulheres
Charles Bukowski

O terceiro romance de Bukovski narra as aventuras sexuais do alter ego do autor, Henry Chinaski. Aos 55, o protagonista está de volta às pistas com os tipos mais loucos de mulheres depois de quatro anos longe do sexo.

“Ela gemia, com a cabeça apoiada no travesseiro. “Ãããiiii…” Maneirei e fiquei só bimbando de leve.”

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3 – A casa dos budas ditosos
João Ubaldo Ribeiro

A obra, que representa o pecado da luxúria, é narrada por uma velhinha que beira os 70 e que conta, sem pudores, suas memórias libertinas. A história ganhou adaptação para o teatro, em 2004, em forma de monólogo com Fernanda Torres.

“Faço tudo que me dá na cabeça, não quero saber de limitações. Eu não pequei contra a luxúria. Quem peca é aquele que não faz o que foi criado para fazer.”

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4 – O amante
Marguerite Duras

Considerado o livro mais autobiográfico da escritora, dramaturga e cineasta, o romance narra um episódio da adolescência de Duras: sua iniciação sexual, aos 15 anos e meio, com um chinês rico de Saigon.

“Ele lhe arranca o vestido, joga-o longe, arranca a calcinha branca de algodão e a leva nua para a cama. Então, vira-se para o outro lado e chora.”

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5 – Pequenos pássaros
Anais Nin

As 13 histórias presentes no livro trazem pessoas – sobretudo mulheres – que dão vazão à paixão sob todas as formas e encaram seus mais variados anseios sexuais.

“Depois, me tocava devagar, como se não quisesse me despertar, até que eu ficava molhada. Aí, seus dedos passavam a se mover mais depressa. Ficávamos com as bocas coladas, as línguas se acariciando.”

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6 – Pornopopeia
Reinaldo Moraes

Zeca é um cineasta marginal e obcecado por drogas, bebidas e mulheres. Sem dinheiro, ele se mete em um rolo atrás do outro.

“A certa altura, dando uns tiros de olho ao redor, flagrei-me num dos espelhos mágicos com a cara lambuzada de rouge-xoxotte.”

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7 – A filosofia na alcova
Marquês de Sade

O romance se passa em um quarto e trata da educação sexual de uma jovem apresentando, além do erotismo, posições ideológicas que discutem os ideais republicanos e as submissões de uma maneira geral.

“Aos vinte e seis anos, já deveria ser uma beata e não passo da mais devassa de todas as mulheres. (…) Acreditava que, me limitando às mulheres, conseguiria tranquilidade; que meus desejos, uma vez concentrados em meu sexo, não transbordariam sobre o seu.”

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8 – O Sofá
Crébillon Fils

Condenado por decreto divino a reencarnar sucessivas vezes como um sofá, o narrador tem de sustentar e dar apoio, literalmente, a diversos tipos de aventuras amorosas e sexuais.

“Enrubecendo pelo que sentia, queimava de vontade de sentir mais; sem imaginar novos prazeres, desejando-os…”

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9 – O amante de Lady Chatterley
D. H. Lawrence

Repleto de palavrões e sexo explícito, o livro conta a história de um homem da classe trabalhadora e uma mulher da burguesia que se apaixonam intensamente.

“(…) Até que, de súbito, numa delicada convulsão, o mais vivo do seu espasmo foi alcançado; ela o sentiu alcançado – e tudo se consumou: seu ‘eu’ esvaiu-se; Constance não era mais Constance, e sim apenas mulher.”

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Aos 22, jovem de periferia passa em medicina na Unifesp e na UFTM

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Bruna Souza Cruz, no UOL

Edivando de Moura Barros, 22, é calouro de medicina da Unifesp e da UFTM

Edivando de Moura Barros, 22, é calouro de medicina da Unifesp e da UFTM

Edivando de Moura Barros, 22, é só alegria. E não tem a ver com a folia do Carnaval que se aproxima. Ele foi aprovado no tão concorrido curso de medicina em duas instituições públicas, a Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) e a UFTM (Universidade Federal do Triângulo Mineiro).

Mas, para chegar a esse resultado, o percurso foi longo. No total, Edivando, que estudou sempre em escola pública, passou quatro anos se preparando após a conclusão do ensino médio.

Em alguns períodos, como em 2012, ele se dedicou completamente ao vestibular chegando a 10 horas diárias de leituras e exercícios, além das aulas no cursinho popular da Unifesp (Cuja – Cursinho Pré-Vestibular Jeannine Aboulafia). Em outros, ele precisou dividir o tempo de estudo com alguns bicos como cobrador de lotação para completar a renda familiar (de um salário mínimo e meio, cerca de R$ 1.000).

Sonho de infância

Quando era pequeno, Edivando precisou conviver com muitos médicos e estava sempre em tratamento por causa de um problema no esôfago. “Tinha 10% de chance de sobreviver e precisei ser operado com cinco dias de vida”, conta. Desde então, sonha em ser médico.

Residente do bairro Pedreira, localizado na periferia da zona sul de São Paulo, e tendo como única fonte de renda a pensão de seu pai (morto quando tinha 16 anos), Edivando diz ter passado  por muitas provações durante o preparo para o vestibular.

Logo no primeiro ano de cursinho, passou cinco meses com o braço imobilizado. Depois, passou por dificuldades financeiras e acabou fazendo bicos para completar a renda. “Uma época, nem dinheiro para comprar um tênis eu tinha. Foi bem no ano que eu pensei mais firme que não podia desistir. Minha luta tinha que continuar”, diz. Morador de uma área pobre em região de manancial, Edivando e a família vivem também com o fantasma da remoção por parte da prefeitura.

O jovem não se queixa ao contar sua história. Ele apenas aponta as dificuldades e as superações. E é grato pela ajuda que apareceu pelo caminho — de professores, monitores, das bolsas de estudo que obteve em todos esses anos. Acrescenta que as políticas afirmativas também foram importantes para que ele alcançasse seu objetivo.

Não sabia regra de três

O primeiro ano de cursinho, em 2010, foi só “para pegar o jeito”, conta Edivando. “Nas primeiras aulas não sabia fazer nem fazer uma regra de três”, lembra. “Eu até ficava quieto quando perguntavam, por exemplo, o que era um verbo. Eu não sabia.” Ao final do ano, ele não passou em nenhum vestibular.

Em 2011, o rapaz optou por um cursinho perto de casa e a rotina era puxada mesmo nos finais de semana, quando ficava em cima dos livros das 9h às 18h. Foi nesse ano que ele conseguiu a aprovação em agronomia na Unesp (Universidade Estadual Paulista) e chegou perto dos pontos necessários para ir para a segunda fase da Fuvest, que seleciona alunos para a USP (Universidade de São Paulo).

Quando o dinheiro apertou, em 2012, o estudante arrumou um emprego. Nos vestibulares de 2013, ele foi aprovado em ciências e tecnologia na UFABC (Universidade Federal do ABC), que começaria em julho. Mas a vontade de fazer medicina ficava “martelando sua cabeça” e ele largou a graduação.

No segundo semestre do ano passado, ele conseguiu outra bolsa de estudos e se dedicou novamente ao projeto de passar em medicina. Ele pensou que o ano estava “perdido”. Mas não estava. Ele passou em medicina na UFTM por meio do Sisu (Sistema de Seleção Unificada). “Nossa, fiquei muito feliz. Um dia eu estava dentro do ônibus e bateu aquela emoção. Caíram umas lágrimas e acho que todo mundo que olhou pra mim deve ter achado estranho”, diz o rapaz em meio a risos.

Na última terça-feira (25), Edivando recebeu a notícia que mais esperava: havia sido aprovado na lista de espera no curso de medicina da Unifesp — sua “opção desde sempre”.

Primeira na UnB passou 4 vezes em engenharia e 9 em medicina

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‘Não me julgo inteligente. Julgo-me esforçada’, diz jovem.
Aos 18 anos, Isadora escolheu área de saúde, na USP.

Isadora Santos Bittar, primeira colocada no PAS da UnB e aprovada nove vezes em medicina e quatro vezes em engenharia (Foto: Isadora Bittar/Arquivo pessoal)

Isadora Santos Bittar, primeira colocada no PAS da UnB e aprovada nove vezes em medicina e quatro vezes em engenharia (Foto: Isadora Bittar/Arquivo pessoal)

Raquel Morais, no G1

Primeira colocada no Programa de Avaliação Seriada (PAS) da Universidade de Brasília, Isadora Santos Bittar, de 18 anos, chama a atenção pela humildade: ela afirma não se julgar inteligente e diz que se sentiu aliviada com o bom resultado. Mas a lista de conquistas da menina, que começaram ainda no 1º ano do ensino médio, não para por aí: são quatro aprovações para engenharia e nove para medicina em diversas universidades públicas.

Eu sonhava com os bons resultados, mas não tinha certeza de que iria consegui-los. Senti-me feliz e aliviada com eles. Eu não me julgo inteligente, conheço pessoas tanto mais quanto menos inteligentes do que eu, então vejo como algo relativo. Julgo-me esforçada”
Isadora Santos Bittar, estudante de 18 anos aprovada nove vezes em medicina e quatro vezes em engenharia

A primeira delas ocorreu no final do 1º ano do ensino médio, quando ela ficou em primeiro lugar em engenharia no campus de Catalão da Universidade Federal de Goiás, pelo Sisu. No ano seguinte, ela foi aprovada para o mesmo curso na UFG (no meio do ano) e na Universidade Federal de Ouro Preto e para medicina na Universidade Federal do Ceará, na UniRio e na UFG (final de 2012).

Já no 3º ano, Isadora conquistou o primeiro lugar em engenharia na UFG e o terceiro em medicina na Universidade Federal Fluminense na metade do ano, e o quarto lugar em medicina na Universidade Federal de Minas Gerais, o quarto lugar em medicina na Universidade Estadual de São Paulo, o terceiro na Universidade de São Paulo, o primeiro na UnB e uma vaga na Universidade Federal de São Paulo no final do ano.

Ciente de que obteve desempenhos admiráveis, a menina não se deixa impressionar. “Eu sonhava com os bons resultados, mas não tinha certeza de que iria consegui-los. Senti-me feliz e aliviada com eles”, afirma.

“Eu não me julgo inteligente, conheço pessoas tanto mais quanto menos inteligentes do que eu, então vejo como algo relativo. Julgo-me esforçada. Acho que os bons resultados vieram do esforço; do hábito de leitura que tenho desde criança – ajudou na interpretação dos enunciados, assimilação do conteúdo e elaboração de respostas. Além disso, o contato com professores e amigos críticos, conscientes”, completou a jovem.

A preparação, segundo Isadora, aconteceu ao longo de todo o ensino médio. Ela estudava entre três e quatro horas por dia no primeiro ano, fazendo listas de exercícios e revisando a matéria do dia. Na série seguinte, a jovem passou a resolver provas de vestibular de anos anteriores e a ler sobre as matérias em que tinha dificuldade. Na última etapa, ela incluiu ainda leituras sobre assuntos diversos nas tardes e noites em que não tinha aula.

Meu tempo de estudo variou muito. Em um domingo conseguia estudar mais de sete horas, mas durante a semana às vezes eram menos de quatro. Fazia mais exercícios do que lia. Para mim exercitar é o mais importante na preparação”
Isadora Santos Bittar, estudante de 18 anos aprovada nove vezes para medicina e quatro para engenharia

“Nessa fase meu tempo de estudo variou muito. Em um domingo conseguia estudar mais de sete horas, mas durante a semana às vezes eram menos de quatro. Fazia mais exercícios do que lia. Para mim exercitar é o mais importante na preparação. No primeiro e segundo anos sobrava muito tempo para o lazer, no terceiro reduziu bastante, mas eu continuei reservando um tempo para ler, ver um filme ou conversar com os amigos, pois o estresse é um dos piores inimigos”, lembra.

Além disso, a jovem fazia caminhada e corrida para controlar a ansiedade e conversava com o namorado, amigos e professores para se sentir mais confiante. E, para as provas, levava suco, bolacha e chocolate.

Ansiosa em relação à nova etapa, a garota, que se prepara para deixar Goiânia, se diz feliz. “A partir de agora eu espero ter mais tempo para atividades extracurriculares. Creio que a rotina será um pouco pesada, pois a grade do meu curso é bem densa, mas menos cansativa do que no ensino médio, pois há menor pressão e vou estudar coisas pelas quais me interesso bastante.”

Escolha

Motivada pelos incentivos à pesquisa e intercâmbio, qualidade do corpo docente, infraestrutura e tradição, Isadora optou por cursar medicina na USP. Ela afirma que ainda não se decidiu em relação à especialidade, mas garante já ter cogitado cirurgia-geral, obstetrícia, genética e saúde da família.

Já a escolha do curso aconteceu no 2º ano, depois de ela se ver inclinada para jornalismo, direito, química, física médica, engenharias civil e elétrica e biotecnologia. “Sempre gostei muito de biológicas e exatas, mas percebi que não queria me aprofundar em matemática e física (estudando cálculo, por exemplo). Já sobre biologia eu queria conhecer cada vez mais, principalmente nas áreas de citologia, genética e fisiologia. Além disso, comecei a me interessar pela atuação médica na cura, no alívio da dor, pela medicina humanizada. Então optei pelo curso”, explica.

Isadora não esconde as expectativas para a nova fase. “Espero aprender bastante, envolver-me em projetos de pesquisa e trabalhar tanto pelo progresso científico quanto por uma medicina humanizada, cujo foco seja auxiliar o paciente, e não possibilitar enriquecimento ou status ao profissional.”

Aos 80, USP vai discutir mudanças no vestibular

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Fábio Takahashi e Sabine Righetii na Folha de S.Paulo

Ao completar 80 anos, a USP vai discutir mudanças na forma de entrada na universidade, a principal do país. O modelo de vestibular pode até perder peso.

Quem levantará a discussão será o novo reitor da instituição, Marco Antonio Zago, que assume no sábado -data que coincide com o 80º aniversário da escola.

Veja cronologia da história da USP

Em entrevista à Folha, Zago apontou dois problemas no atual modelo de vestibular da Fuvest, iniciado em 1977. O primeiro é que as provas (1ª e 2ª fases) podem ser insuficientes para definir quais são os estudantes que devem ingressar na USP.

“Quero que sejam analisadas maneiras alternativas ou adicionais, que podem ser combinadas”, afirmou Zago.

Ou seja, podem ser criadas outras formas de ingresso ou o exame pode ganhar etapas.

Um dos exemplos a serem estudados, disse o novo reitor, é o da Unicamp, que utiliza apenas o Enem para ingresso em um de seus programas de graduação (Profis).

Zago, porém, afirma que não tem um modelo ideal. Pedirá às unidades que discutam o tema, antes de se chegar um modelo a ser votado.

“Não é porque a Fuvest funciona bem que ela não precisa ser revista”, disse.

No último vestibular, foram 170 mil inscritos, que disputaram 11 mil vagas. Foram aplicadas duas fases de provas, a primeira com testes; a segunda foi dissertativa.

No ensino superior do Brasil e do exterior há diferentes modelos de seleção.O curso de direito da FGV-SP não possui prova com testes e, numa das etapas, os candidatos são avaliados por meio de exame oral, após discussões em grupo. Universidades americanas usam a nota em prova nacional, análise de currículo e entrevistas.GIGANTEDe sua parte, a USP tem um problema adicional: seu tamanho. Como fazer uma seleção justa e equânime para mais de 150 mil candidatos?Apesar do desafio, o presidente do sindicato das escolas particulares, Benjamin Ribeiro da Silva, afirma que a USP acerta em tentar mudar.”Hoje, os alunos exigem que ofereçamos um treino pesado para o vestibular. O empreendedorismo de cada um, por exemplo, fica de lado.”Coordenador da ONG Educafro, frei David Santos destaca que alunos cotistas entram com notas mais baixas no vestibular, mas se formam no mesmo patamar dos demais. “A USP está perdendo hoje esses talentos de escolas públicas, pobres.”

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