Contando e Cantando (Volume 2)

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Belas Maldições | Foto inédita da série de TV de Neil Gaiman mostra o visual do Arcanjo Gabriel

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Mensageiro de Deus será vivido por Jon Hamm na adaptação

Arthur Eloi, no Omelete

Belas Maldições, adaptação televisiva da obra de Neil Gaiman, teve uma nova imagem divulgada que mostra o visual do Arcanjo Gabriel, o mensageiro primário de Deus que será vivido por Jon Hamm (Mad Men, Baby Driver) – veja abaixo:

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A trama será ambientada nos últimos dias que antecedem o apocalipse enquanto a raça humana se prepara o julgamento final, acompanhando a procura do anjo enrolado Aziraphale e do demônio Crowley pelo anticristo.

Com David Tennant e Michael Sheen vivendo os protagonistas, o elenco também contará com Jack Whitehall, Michael McKean e Miranda Richardson. Whitehall será Newton ‘Newt’ Pulsifer, um balconista fracassado que torna-se caçador de bruxas; McKean viverá o sargento Shadwell, líder do exército caçador de bruxas; já Richardson será a madame Tracy, uma médium e cortesã que ajuda os dois a salvarem o mundo do apocalipse.

Recentemente a produção também adicionou Anna Maxwell Martin (Philomena) como Belzebu; Mireille Enos (The Killing) viverá Guerra, enquanto Lourdes Faberes (Knightfall) será Poluição.Yusuf Gatewood (The Originals), por sua vez, dará vida a Fome. E o quarto cavaleiro, a Morte? Neil Gaiman brinca: “Torcemos para que a Morte seja interpretada pela Morte”.

Gaiman servirá como roteirista e showrunner dos seis capítulos, que ainda não têm data de estreia definida. A série será uma parceria entre a BCC e a Amazon. O serviço de streaming também abriga Deuses Americanos, outra adaptação da obra do escritor britânico.

Livros de metal encontrados em caverna na Jordânia poderão mudar a versão bíblica

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Cerca de 70 livros de metal podem mudar a história como conhecemos com uma nova visão bíblica do apocalipse.

Publicado no Blasting News

Livros de metal com inscrições bíblicas

Livros de metal com inscrições bíblicas

Uma antiga coleção contendo mais de 70 livros pequenos, cada um com em torno de 5 a 15 páginas de chumbo poderá desvendar alguns dos segredos dos primórdios referentes ao Cristianismo. Segundo Ziad Al-Saad, diretor do Departamento de Antiguidades da Jordânia, talvez ”essa possa ser a descoberta mais importante da arqueologia”.

Embora os pesquisadores ainda estejam divididos quanto a autenticidade dos artefatos, os livros foram descoberto há cinco anos escondidos dentro de uma caverna em uma remota região da Jordânia.

Os testes iniciais confirmam que estes livros datam do primeiro século, esta estimativa está baseada na forma como ocorreu a corrosão do metal, algo que os pesquisadores acreditam que não possa ser reproduzido artificialmente. Após a conclusão dos estudos, os livros poderão entrar para a história como os primeiros registros cristãos antecedendo os escritos pelo apóstolo Paulo.

A maioria das páginas de metal são do tamanho de um cartão de crédito, os textos estão escritos em hebraico antigo, sendo que a maior parte em código. Depois de serem descobertos por um pastor na Jordânia, os artefatos foram adquiridos por um beduíno israelense acusado de contrabandeá-los para Israel, onde encontram-se hoje. O governo da Jordânia tenta reaver os seus artefatos, mas sem sucesso até o prezado momento.

Philip Davies, professor emérito dos estudos bíblicos da Universidade de Sheffield, na Inglaterra, acredita que há fortes indícios de que estes livros sejam de origem cristã. Segundo ele, os artefatos mostram mapas da Jerusalém do primeiro século. Nos livros também encontram-se diversas imagens cristãs, uma cruz em primeiro plano e por trás destas imagens pode-se ver o túmulo de ”Jesus” em uma pequena construção. Atrás estão os muros da cidade a crucificação ocorreu fora dos muros.

A doutora Margaret Barker, ex-presidente da Sociedade de Estudos do Antigo Testamento, explica: “O livro do Apocalipse fala de um livro selado que seria aberto somente pelo Messias. Acredita-se que os cristãos na época fugiram da perseguição em Jerusalém rumando para o leste atravessando a Jordânia perto de Jericó e foram para a região onde esses livros foram achados.”

Segundo ela, o fato do material ser cristão e não judaico está relacionado ao fato destas escritas estarem em formato de livros e não pergaminhos. A religião cristã está associada com escritas em formatos de livros. Os antigos cristãos guardavam estes livros como parte da tradição no início do cristianismo. Caso seja confirmado em análises iniciais, os documentos poderão trazer uma nova compreensão de um período bastante significativo e pouco conhecido até o prezado momento.

A doutora refere-se ao período entre a morte de Jesus e as primeiras cartas do apóstolo Paulo. Segundo ela há referências históricas em alguns trechos destes acontecimentos, mas foram deixados poucos registros por quem realmente vivenciou o surgimento da igreja cristã. Estes registros sanaria e muito a dúvida de quem busca pela veracidade dos relatos sobre a trajetória de Cristo naquela época.

O livro “A Desumanização”, o mais recente de Valter Hugo Mãe, será lançado no Brasil até maio de 2014

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O livro “A Desumanização”, o mais recente de Valter Hugo Mãe, será lançado no Brasil até maio de 2014, afirmou hoje o escritor, durante a conferência de imprensa de abertura do Festival Pauliceia Literária, em São Paulo.

Publicado em Notícias ao Minuto

A Desumanização lançado em 2014 no Brasil em 2014

Título original: Valter Hugo Mãe “A Desumanização” lançado em 2014 no Brasil

O autor disse ter “altas expectativas” em relação ao livro, que chega hoje às livrarias portuguesas, e diz estar “muito vaidoso” com as boas críticas já publicadas.

A questão principal do livro, afirma Valter Hugo Mãe, é a espiritualização e a conquista da solidão. A estória passa-se na Islândia e tem como protagonista uma menina que experimenta o ato de estar só após a morte da irmã gémea.

“Queria transformar aquela ilha numa meditação lenta e profunda. A Islândia remete à pureza, ao lugar onde o mundo começa outra vez”, declarou o autor.

Valter Hugo Mãe está em São Paulo para participar do Festival Pauliceia Literária, no qual integrará uma mesa de debates sobre narrativa, linguagem, ritmo e humor, ao lado do escritor Juan Pablo Villalobos, autor de “Festa no Covil”.

“Aqui no Brasil saiu recentemente o ‘Apocalipse de Mil Homens’, está agora está a sair em Portugal meu sexto romance e eu fico numa mistura de tempos, com a cabeça dividida, entre o apocalipse e a desumanização, algo que faz sentido”, afirmou.

Questionado sobre qual dos seus livros indicaria a alguém que não conhece sua obra, o autor afirmou que cada título combina com uma personalidade diferente. Para alguém sensível, sugeriria “Filho de Mil Homens”; para uma pessoa mais calma e madura, “A máquina de fazer espanhóis”; para um assíduo frequentador de bibliotecas “Balthazar Serapião”; e para mulheres ligadas à questão de género “O apocalipse dos trabalhadores”.

Já “A Desumanização” foi indicada pelo escritor aos leitores com “inspiração estética”, atentos ao “esplendor da expressão literária”.

Valter Hugo Mãe é um dos 12 finalistas do Prémio Portugal Telecom 2013, com o “Filho de Mil Homens”. No ano passado venceu o certame com a “Máquina de fazer espanhóis”. Nesta edição, disse que acha que não vai ganhar.

“Já estou admirado por estar entre os finalistas. Acho que estarei no Uruguai e que não vou [a São Paulo, na data da entrega do prémio] para não ter aquele choque de ver ganhar uma outra pessoa”, concluiu.

 

O fim do mundo em 10 livros

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Veja como o apocalipse foi retratado na literatura por autores como Stephen King, José Saramago e Cormac McCarthy

Publicado no IG

Se a profecia se confirmar e o mundo realmente acabar nesta sexta-feira (21), quantos livros você terá deixado fechados na estante ou empilhados na mesa de cabeceira? Um número considerável, talvez, mas não desanime: se o apocalipse da vida real for minimamente semelhante aos narrados na literatura, há uma chance de você ser o único ou um dos poucos sobreviventes.

Nesse caso, você ainda terá tempo para ler, e personagens criados por autores como Richard Matheson e Cormac McCarthy poderão dar algumas dicas sobre como encontrar alimentos e combater canibais em um planeta destruído.

 

Reprodução

“O Último Homem”, de Mary Shelley

 

 

Pensando nisso, o iG separou uma lista de livros sobre o fim do mundo – que também valem a leitura mesmo se nada acontecer.

“Apocalipse”, livro final do Novo Testamento (45 e 90 d.C.): É intitulado e iniciado pela palavra “apocalipse” que, no grego, significa “revelação”, “descoberta”. O autor, identificado como o apóstolo João, descreve eventos futuros que foram revelados a Jesus Cristo, que passou tal conhecimento aos seus discípulos.

“O primeiro anjo tocou a trombeta. Granizo e fogo misturados de sangue foram jogados sobre a terra. A terça parte da terra virou brasa, a terça parte das árvores e toda erva verde. O segundo anjo tocou a trombeta. Foi lançada no mar como que uma grande montanha ardendo em chamas e a terça parte do mar se converteu em sangue. Morreu a terça parte das criaturas que vivem no mar e foi destruída a terça parte dos navios.”

“O Último Homem”, de Mary Shelley (1826):Da mesma autora de “Frankenstein”, o livro se passa no ano 2100. Lionel Verney, filho de uma família nobre lançada à pobreza, é o único sobrevivente de uma praga que, gradualmente, destruiu a humanidade.

“Enquanto isso, meu pai, esquecido, não conseguia esquecer. Ele lamentava a perda daqueilo que para ele era mais necessário do que ar ou comida – a excitação do prazer, a admiração dos nobres, a vida luxuosa e polida dos grandes. A consequência foi uma febre nervosa, durante a qual ele recebeu os cuidados da filha de um camponês pobre, que lhe ofereceu abrigo.”

“Eu Sou a Lenda”, de Richard Matheson (1954): Adaptado três vezes para o cinema, conta a história do único sobrevivente de uma epidemia de um vírus. Em Nova York, ele continua lutando por sua vida, ameaçada por humanos infectados que se transformaram em criaturas semelhantes a vampiros.

“Ele se deitou na cama e respirou a escuridão, torcendo para conseguir dormir. Mas o silêncio não ajudou muito. Ele ainda podia vê-los lá fora, os homens de rosto branco rondando sua casa, incessantemente procurando um jeito de entrar e chegar até ele. Alguns deles, provavelmente, agachados como cães, os olhos vidrados na casa, os dentes se mexendo devagar; indo e vindo, indo e vindo.”

“Na Praia”, de Nevil Shute (1957): Depois de a Terceira Guerra Mundial devastar a maior parte do planeta com ataques nucleares, alguns sobreviventes na Austrália são ameaçados por nuvens radioativas que se movimentam em sua direção. Quando um capitão de um submarino detecta um sinal vindo da região onde antes se encontrava uma cidade americana, tem início uma busca por possíveis sobreviventes.

“O tenente-comandante Peter Holmes, da Marinha australiana, acordou pouco depois do amanhecer. Ele ficou deitado, sonolento, por um tempo, embalado pelo quente conforto de Mary, que dormia a seu lado. Ele sabia, pelos raios de sol, que era por volta de 5h: muito em breve a luz iria acordar sua filha Jennifer, no berço, e eles teriam de levantar e começar os afazeres. Não havia motivo para começar antes disso; ele podia ficar deitado um pouco mais.”

 

Reprodução

J.G. Ballard, autor de “O Mundo Submerso”

 

“Um Cântico para Leibowitz”, de Walter M. Miller Jr. (1960): Centenas de anos após uma guerra nuclear acabar com a maior parte da Terra, monges em um monastério no deserto americano tentam preservar livros que podem salvar o que sobrou da humanidade.

“Fervorosamente, Paulo rezara para que esse momento fosse como uma ponte sobre o abismo de doze séculos – e para que, através dele, o último cientista martirizado de uma era remota pudesse dar a mão ao porvir. Havia, na verdade, um abismo. Isso era claro. O abade sentiu de repente que não pertencia à era presente, que ficara encalhado num banco de areia ao longo do rio do Tempo, e que nunca houvera uma ponte.”

“O Mundo Submerso”, de J.G. Ballard (1962): A sacada do escritor britânico foi criar um protagonista que, ao contrário dos presentes na maioria dos livros sobre o apocalipse, não se sente perturbado, mas, sim, fascinado pelo caos que se instaurou sobre a Terra após uma catástrofe ambiental.

“Do balcão do hotel pouco após as oito horas, Kerans viu o sol despontar além das densas matas de gigantescas gimnospermas crescendo sobre os telhados das lojas de departamento abandonadas, a quatrocentos metros dali, do lado leste da lagoa.(…) O disco solar já não era há muito uma esfera bem definida, mas uma elipse, saltando no horizonte ocidental como uma colossal bola de fogo, seu reflexo tornava a superfície morta do lago em um escudo brilhante de cobre.”

(mais…)

2012 – O ano das mudanças se aproxima: Veja os livros sobre o tema

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Publicado originalmente em O Girassol

De acordo com o calendário Maia, 2012 é o ano em que o mundo acaba. Mas seria real esta afirmação? Segundo pesquisadores e cientistas, o planeta terra passará por um processo de mudança chamado inversão geomagnética, do qual seus efeitos no planeta seriam irreparáveis, como: maremotos e tsunamis, erupções vulcânicas, radiação solar, falha no sistema de comunicação entre outros.

Na visão popular, essas crenças dão-se ao retorno do apocalipse, ao juízo final, o fim dos tempos pelo dilúvio eterno. Grandes dúvidas ainda nos cercam sobre o que realmente acontecerá em 2012. De acordo com as profecias Maias, grandes mudanças se fazem necessárias no planeta e nos homens e isso vem ocorrendo desde 1999. O ano profético, apesar de seus mistérios, não pode ser ignorado pelos homens, pois as evidências estão em todas as partes como livros, filmes e documentários.

Muitos são os livros que detalham os diversos processos de mudanças no planeta, inclusive a Editora Pensamento-Cultrix têm obras que ajudam a compreender possíveis acontecimentos, como: A Grande Mudança, Projeto Gaia 2012, O Cataclismo Mundial em 2012, Como sobreviver a 2012, O Fator Maia, Serpente de Luz, Oráculo 2013 entre outros vários títulos.

Confira abaixo algumas obras:
A Grande Mudança (206 páginas, Editora Cultrix) – Como participar da criação de um novo mundo a partir de 2012 – Lee Carroll / Tom Kenyon / Patrícia Cori (206 páginas, Editora Cultrix).
A Grande Mudança reúne várias fontes com importantes informações a respeito das mudanças que estão ocorrendo em nosso mundo, em nós mesmos e no processo de evolução da consciência, e que estão nos conduzindo para a virada que ocorrerá em 2012. Os seus autores vêm há muitos anos atuando nessa área e propiciam instruções práticas sobre o que fazer para participar ativamente da criação de uma nova ordem mundial.

Projeto Gaia 2012 – As Grandes mudanças pelas quais passará a Terra – Hwee-Yong Jang (216 páginas, Editora Pensamento).
Você está preparado? A Terra já está passando por um processo de purificação que faz parte de um grande plano cósmico chamado Projeto Gaia. Esse processo, marcado por desastres naturais, doenças, guerras e caos social, terminará com a ascensão do nosso planeta a uma nova dimensão.
Este livro visionário revela como podemos nos preparar para a “Grande Mudança” e tomar parte da expansão universal da consciência. Além de apresentar uma descrição detalhada do propósito do Projeto Gaia, este manual para o futuro inclui uma seção de perguntas e respostas, uma lista de leituras recomendadas e um glossário que proporcionam informações adicionais sobre as mudanças e oportunidades sem precedentes que nos aguardam.

O Cataclismo Mundial em 2012 – A contagem regressiva Maia para o fim do mundo – Patrick Geryl (288 páginas, Editora Pensamento).
Há sólidas evidências, na literatura de antigas civilizações, de que semelhantes desastres já ocorreram no passado e indícios de que elas sabiam quando irão ocorrer novamente. O Código de Dresden dos maias, por exemplo, contém os segredos do ciclo de manchas solares, assunto sobre o qual nossos modernos astrônomos ignoram quase tudo! O Calendário Maia termina em 21 de dezembro de 2012. O Zodíaco astronômico dos egípcios traz as datas exatas dos cataclismos anteriores e também indica 2012 como o momento em que o giro retrógrado de Vênus assinalará outra devastação geral.

Como Sobreviver a 2012 – Locais e Táticas de sobrevivência para enfrentar a Inversão Polar – Patrick Geryl (240 páginas, Editora Pensamento).
Neste livro, o autor ensina como aqueles que pretendem sobreviver a 2012 devem se preparar para as catástrofes. Enumera, em detalhes, os muitos problemas que os sobreviventes terão de enfrentar e o modo de resolvê-los. Ele espera que, munidas dessas informações, pessoas em número suficiente possam escapar para restabelecer a civilização e dar seguimento à vida humana na Terra.

O Fator Maia – Apocalipse 2012 – José Argüelles (232 páginas, Editora Cultrix).
O Fator Maia, pedra seminal do trabalho que Argüelles desenvolve até hoje, e também a mais completa obra numerológica maia para compreender desde a atualidade até o ano de 2012, mostra uma saída, um caminho além da tecnologia material, e nos dá o instrumental necessário para realmente compreender a talvez mais importante profecia de todos os tempos: o Apocalipse Maia de 2012.

Serpente de Luz – Uma Aurora Espiritual após 2012 – Drunvalo Melchizedek (264 páginas, Editora Pensamento).
Guia espiritual e ao mesmo tempo diário de aventuras de viagem, este novo livro de Drunvalo é um relato em primeira mão sobre um processo que só acontece a cada 13 mil anos, quando a energia Kundalini da Mãe Terra – a chamada Serpente de Luz – emerge das entranhas do planeta e desliza como uma serpente até a sua nova morada.
Neste livro, Drunvalo conta histórias dos 35 anos que passou servin¬do à Mãe Terra e à Serpente de Luz. Viaje com ele ao redor do mundo enquanto ele segue a orientação de seus mentores espirituais e do seu próprio e crescente conhecimento interior. As suas histórias são uma cadeia viva de cerimônias para ajudar a curar corações, alinhar energias e corrigir antigos desequilíbrios no planeta – em resumo, aumentar a nossa consciência da indivisibilidade da vida no universo.

Oráculo 2013 – O despertar da Terra para a consciência galáctica após o ano de 2012 – David Carson / Nina Sammons / Arte: Gigi Borri (216 páginas, acompanha cartas coloridas, Editora Pensamento).
Em Oráculo 2013, David Carson reúne esses conhecimentos ancestrais para nos ajudar a sair dos embates e conflitos íntimos desta época e conhecer um mundo de possibilidades infinitas. Os maias, toltecas e outras civilizações nos legaram esse compêndio de sabedoria, que foi entalhado em pedra e incorporado à arquitetura de suas cidades e aos seus calendários.
Este belíssimo kit, composto do livro explicativo, das cartas e do “Cenote Sagrado” (um encarte para disposição das cartas) está repleto de informações esclarecedoras e ilustrações que tornarão muito mais fácil a interpretação dessas mensagens simbólicas e também ajudarão você a encontrar respostas para as suas perguntas mais prementes.

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