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‘Diferente é bonito’, diz o criador da Escola Democrática

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Educação 360: o educador israelense Yaacov Hecht - Adriana Lorete / Agência O Globo

Educação 360: o educador israelense Yaacov Hecht – Adriana Lorete / Agência O Globo

Em palestra no Educação 360, o israelense Yaacov Hecht falou sobre como criou uma instituição em que os alunos decidem como estudar

Bruno Alfano, em O Globo

RIO – O israelense Yaacov Hecht não quer fazer educação fora da caixa. Quer mais: para ele, a caixa precisa ser jogada fora. O criador da Escola Democrática defende uma evolução na sala de aula. Para isso, sugere um rompimento com o modelo tradicional de educação. Assim, disse ele em sua palestra nesta sexta-feira no Educação 360, avançaremos da educação em pirâmide, em que a hierarquia é mais importante que o conhecimento, para um modelo em rede, em que o professor passa 80% do tempo aprendendo com os alunos e 20% ensinando.

– O diferente é bonito. Não quero que todos sejam como eu. Quero que cada um seja como é, cada um tenha a sua singularidade e liberdade para se expressar – diz o educador.

O congresso internacional é realizado pelos jornais O GLOBO e “Extra”, com parceria do Sesc, patrocínio de Fundação Telefônica, colégio pH e Fundação Itaú Social, apoio de Unesco, Unicef e Governo do Estado do Ceará, e parceria de mídia da TV Globo, do Canal Futura, da revista “Crescer”, da revista “Galileu” e do TechTudo.

Hecht criou, do palco, um grupo para a criação de uma Escola Democrática no Brasil depois que uma espectadora perguntou como ela poderia montar uma de suas unidades no país. Ele perguntou se havia mais interessados na plateia e cerca de 50 pessoas embarcaram dando nome, telefone e e-mail.

Para entender melhor essa história, é preciso resgatar as origens do projeto educacional de Hecht. A Escola Democrática foi criada por ele há 30 anos, em Israel. Desde então, já foram criadas outras 2 mil, em 60 países diferentes. A pedagogia do colégio é baseada em quatro pilares: aprendizado personalizado, onde cada aluno escolhe o quê, quando e onde aprender; formação de um microcosmos da sociedade democrática, com a formação de parlamentos e comitês que têm poder de decisão sobre questões como orçamento e planejamento da escola; programa de mentoria no qual o aluno escolhe um professor para ajudá-lo durante sua trajetória escolar; e os conteúdos sempre baseados nos direitos humanos.

– Cada pessoa é diferente. Cada indivíduo é bom em algumas coisas e ruim em outras. Mas todos são bons em aprender. O que acontece é que às vezes a gente decide ensinar aquilo em que essas pessoas não são boas. O principal ponto é descobrir o que cada um quer aprender. Cada pessoa precisa descobrir seu ponto forte – diz o israelense.

O educador, que tem dislexia, criou o modelo por uma frustração pessoal. Ele se sentia invisível na escola, pois não via sentido em ter que estudar todos os conteúdos, pois as pessoas que tinha como referência – pais e professores – eram bem sucedidas, mesmo não sabendo de tudo. Ainda por cima, não aguentava ficar sentado o tempo todo em sala.

– Quando eu saí, tinha uma meta muito clara. Queria construir uma escola para crianças como eu – resume. – No meu último ano na escola, descobri que amo aprender. Meu colégio não lidava com aprendizado. Aprender é fazer perguntas sem resposta. Quando você começa a entender, o universo é incrível. Na minha escola, o professor fazia as perguntas e havia as respostas certas. E eu questionava isso. Não acredito que as perguntas têm sempre uma resposta certa. Essa foi a coisa mais importante da minha vida. Foi o que me fez ser forte o suficiente para dizer: “Tchau, escola”.

A proposta de Hecht é avançada. Ele evoluiu seu método e criou a sala de aula 2.0. Nela, a escola trabalha no que o israelense acredita ser um novo paradigma mundial, que sai da pirâmide e parte para a rede. A pirâmide tem três regras: a hierarquia é mais importante do que o conhecimento; a competição entre alunos é importante; e ideias novas só vêm de cima.

– Na pirâmide, quem pensa diferente de você é uma pessoa burra. Quando você pensa em rede, reage de outra maneira. Se interessa pela forma como a outra pessoa pensa. Isso vem de uma origem muito profunda do judaísmo. No judaísmo, a primeira escola há 2 mil anos tinha a ideia de que você só podia aprender com quem pensa diferente de você. Eu acho que essa é a base do pensamento de rede. Todos aprendendo com todos.

As mudanças, diz ele, implicam também na estrutura física da escola. Hecht acredita ser impossível ficar muitas horas sentado numa sala. A ideia da nova sala de aula é que os alunos se ensinem e ensinem seus professores da mesma forma que aprendem com os docentes.

– O governo pode ter suas metas de aprendizado. E como aprender pode ser escolhido. Isso muda o papel do professor. Primeiro, ele tinha o conhecimento. Agora, cria redes na turma. O professor entende que os alunos também têm o que ensinar.

Aprendendo a aprender: como reprogramar seu cérebro

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(Foto: Pexels)

Veja quatro técnicas baseadas na neurociência que vão  te ajudar a adquirir maior conhecimento em qualquer assunto

Publicado na Época Negócios

O estúdio de um dos mais bem-sucedidos cursos online do mundo fica no porão de Barbara e Phil Oakley. É lá que eles gravam o “Learning How to Learn” (Aprendendo a aprender), assistido por mais de 1,8 milhão de estudantes em 200 países – tornando-se, assim, o mais visto da plataforma Coursera. Os vídeos dão dicas práticas para aprender assuntos difíceis, além de indicações para acabar com a procrastinação. As aulas misturam neurociência e senso comum. O curso foi criado pela Dra. Barbara Oakley, professora de engenharia da Universidade de Oakland, em parceria com Terrence Sejnowski, neurocientista do Salk Institute.

Universidades prestigiadas em todo o mundo investiram milhões e contrataram profissionais com experiência em audiovisual, editores e produtores para criar cursos online. Mas o “Learning How to Learn” é filmado em um estúdio que custou apenas US$ 5 mil. Seus idealizadores descobriram como montá-lo simplesmente buscaram no Google “como montar um estúdio de fundo verde” e “como montar iluminação para um estúdio”. Phil Oakley opera a câmera e o telepronter. Barbara Oakley faz a maior parte da edição. O curso é gratuito (mas, assim como outros do Coursera, há uma taxa de US$ 49 para a emissão do certificado).

É tudo caseiro, mas tem funcionado de forma espetacular, segundo avalia o jornal The New York Times. Os Oakley nunca imaginavam o sucesso que teriam. Barbara não é a única pessoa a ensinar como usar ferramentas da neurociência para melhorar o aprendizado, mas sua popularidade é reflexo de da habilidade em apresentar o “conteúdo com uma mensagem de esperança”. Muitos de seus alunos têm entre 25 a 44 anos e estão enfrentando mudanças em suas carreiras, procurando novas formas de aprender para conseguir melhores posições.

As aulas são cheias de metáforas – que ela bem sabe que ajudam a explicar ideias complexas. A prática tem como base a teoria da reutilização neural, que diz que as metáforas usam os circuitos neurais que já existem no cérebro, o que ajuda o aluno a entender novos conceitos de forma mais rápida. Barbara diz acreditar que qualquer um pode se treinar para aprender. “Os estudantes podem olhar para a matemática, por exemplo, e dizer ‘não consigo entender isso, então eu devo ser muito estúpido’, mas dizem isso porque não sabem como o cérebro funciona”, disse ao The New York Times.

A Dra. Barbara Oakley ministra um dos cursos mais bem-sucedidos da plataforma Coursera, chamado "Learning How to Learn" (Foto: Reprodução/Youtube)

A Dra. Barbara Oakley ministra um dos cursos mais bem-sucedidos da plataforma Coursera, chamado “Learning How to Learn” (Foto: Reprodução/Youtube)

 

Na entrevista, ela apresentou quatro técnicas para te ajudar a aprender qualquer coisa.

Focado/difuso
O cérebro tem dois modos de pensar, que a Dra. Oakley define como “focado”, no qual os estudantes conseguem se concentrar na aula, e “difuso”, um estado de descanso mental em que a consolidação do conhecimento ocorre, ou seja, quando as novas informações se acomodam no cérebro. No modo difuso, as conexões entre informações diferentes e insights inesperados podem acontecer. Por isso, é útil fazer pequenas pausas após um período de foco.

Descanse
Para conseguir esses períodos de mente focada e difusa, Barbara recomenda a chamada técnica Pomodoro, desenvolvida por Francesco Cirillo. Aplicar a estratégia é fácil. Coloque um cronômetro de 25 minutos e durante esse tempo foque no trabalho que você precisa realizar. Passado esse tempo, faça uma pausa para a reflexão difusa e se dê algo de presente. A recompensa pode ser ouvir uma música, fazer uma caminhada rápida ou qualquer coisa que te faça pensar em algo que não a tarefa que você precisa completar. Exatamente porque você não está fazendo absolutamente nada relacionado àquele trabalho, o cérebro consegue consolidar o novo conhecimento.

Além disso, o ritual de programar o cronômetro também pode te ajudar a lidar com a procrastinação. Barbara diz que mesmo pensar em fazer algo que não gostamos ativa os centros de dor no cérebro. A técnica Pomodoro, diz ela, “ajuda a mente a focar e começar a trabalhar sem pensar no trabalho em si”. “Qualquer um consegue manter o foco por 25 minutos, e quanto mais você treinar, mais fácil isso fica”.

Pratique
O cérebro tem um processo de criar padrões neurais que podem ser reativados quando necessário. Pode ser uma equação, uma frase em francês ou um acorde no violão. As pesquisas mostram que ter uma “biblioteca” de padrões neurais bem praticados é necessário para se tornar especialista em algo.

A prática traz a fluência, diz Barbara, que compara o processo ao de estacionar um carro. “Na primeira vez em que você aprende a estacionar um carro, sua memória está cheia de novas informações”. Depois de um tempo “você nem precisa pensar mais do que simplesmente ‘vou estacionar o carro’ ”, e sua mente fica livre para pensar em outras coisas.

Além disso, os padrões neurais são construídos em cima de outros, então essa rede vai aumentando junto com seu conhecimento. “Com o tempo, você vai conseguir se lembrar de partes maiores de uma música, ou de frases mais complexas em francês”. Dominar conceitos básicos de matemática pode te ajudar a fazer cálculos mais complexos. “Você consegue facilmente se lembrar do básico mesmo quando sua mente está ativamente focada tentando entender informações novas e mais difíceis”.

Conheça você mesmo

Barbara sempre pede que seus alunos entendam que as pessoas aprendem de formas diferentes. Há quem consiga aprender novas informações rapidamente, enquanto outros precisam de mais tempo para assimilar um conhecimento novo – mas que vão conseguir perceber mais detalhes durante o processo. Reconhecer as vantagens e desvantagens do seu processo de aprendizado, diz ela, é o primeiro passo para aprender a se aprofundar em temas desconhecidos.

Dica para aproveitar o tempo na faculdade sem perder a motivação

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(iStock/iStock)

(iStock/iStock)

Veja como encontrar tempo para explorar seus próprios interesses

Ana Prado no Guia do Estudante

Benjamin Franklin é um exemplo de produtividade muito citado nos Estados Unidos. Dá para entender o motivo lendo poucas linhas da sua biografia: o cara foi jornalista, escritor, filantropo, político, funcionário público, cientista, diplomata e inventor. Ele fez descobertas importantes sobre eletricidade e meteorologia e entre suas invenções estão o para-raios, as lentes bifocais e o corpo de bombeiros norte-americano.

Uma das práticas atribuídas a ele para dar conta de tudo sem deixar a criatividade de lado é a chamada “regra das cinco horas [semanais]”. Benjamin Franklin costumava investir pelo menos uma hora em cada dia da semana (tirando os finais de semana) para aprender coisas novas e trabalhar em projetos pessoais.

Mesmo que estivesse ocupado no dia, ele sempre usava essa horinha para fazer coisas como ler e escrever, refletir sobre os objetivos que queria atingir e medir seu progresso, fazer experimentos ou simplesmente pensar sobre questões diversas.

Estamos falando sobre o tema neste blog porque a faculdade pode exigir muito do seu tempo e você pode eventualmente se sentir sobrecarregado. E quando a gente fica sobrecarregado pode começar a deixar de ver sentido nas coisas e se desanimar.

Além disso, com o excesso de tarefas, é comum fazer tudo no automático para terminar logo. O ponto principal da regra das cinco horas é ter um tempo de respiro, para refletir sobre o que você tem aprendido e sobre as coisas que lhe são importantes.

Nessa horinha do seu dia, você pode:

– planejar o seu aprendizado. Você vai ter várias matérias para estudar obrigatoriamente, mas a universidade também vai lhe dar a oportunidade de desenvolver interesses que você nem imaginava ter. Pense nos assuntos ou habilidades que você quer explorar mais a fundo e planeje como vai fazer isso. E então use parte desse tempo livre para ir atrás disso.

– praticar o que você tem aprendido – e refletir a respeito. Em vez de só fazer as coisas sem pensar, a ideia é prestar atenção às suas práticas e leituras e avaliar o seu progresso. Identifique seus pontos fortes e fracos, peça a opinião de seus colegas e professores sobre como você está se saindo. Peça dicas para melhorar.

– desafiar-se e testar ideias. Quanto mais a gente aprende, mais quer aprender. Use esse tempo para se desafiar ou fazer experimentos e desenvolver projetos nas áreas em que mais se interessar.

A grande vantagem desse método é constância: você vai ver que pode chegar muito mais longe fazendo um pouquinho a cada dia do que fazendo muita coisa uma vez por ano. É só pensar no processo de leitura daqueles livros enormes que a gente pena para terminar: podemos até passar uns anos tentando ler um monte de páginas a cada seis meses, mas só conseguimos realmente terminar o livro quando assumimos o compromisso de ler um pouquinho a cada dia, mas com regularidade.

(Via Stanford).

Saiba qual é realmente o melhor horário para estudar e aprender muito melhor

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Publicado no Amo Direito

Muitas vezes somos pegos por várias dúvidas cruéis, e muitas delas nos perturbam sem dó, algumas são fáceis de resolver outras realmente temos que descobrir na prática e nesse mundo complicado dos concursos sabemos que se for para descobrir algo na pratica, melhor que seja antes da prova, pois assim da tempo de arrumar, na prova só dá tempo de marcar e torcer para estar certo.

Uma das muitas dúvidas que sempre tive é se existe hora certa para estudar, hoje com a concorrência cada vez maior e bem preparada, com editais cada vez maiores e complexos o tempo parece voar e as horas de estudos ficam insignificantes diante de tanta informação a se apreender. Mas será que existe uma hora certa de estudar? Tirando lógico o fato de que algumas pessoas funcionam melhor durante o dia e outras a noite, acredito que devemos estudar em todo e qualquer tempo que nos sobre, claro você deve ter em sua rotina de estudos um horário certo para se dedicar aos livros e resumos, uma hora do dia só sua de silêncio e concentração para estudar e isso muda de pessoa para pessoa, de acordo com os afazeres e a rotina de cada um, feliz de quem pode estudar no seu melhor horário de rendimento! Agora para que não pode paciência, pois não temos opção, ou estudamos e vamos para a luta, ou ficamos parados esperando a melhor hora e vamos deixando as oportunidades passarem por nossos olhos.

Qualquer hora é de estudar, afinal são inúmeras as matérias e pouco tempo para bater o edital, então por mais que tenhamos nosso ritmo e nosso horário especifico de estudo precisamos apertar o passo e buscar soluções criativas para nossa falta, ou má administração de tempo. Precisamos ter em mente que cada minuto faz diferença e que a questão, ou o a matéria que você deixou de ver cairá na prova e seu concorrente vai acertar, foi o tempo em que bastava decorar alguns artigos saber um pouco de português e matemática que a prova estava garantida, hoje os detalhes das questões estão sendo a verdadeira diferença entre o sucesso e a espera pelo próximo edital veja que não é a diferença entre sucesso e fracasso, pois por mais que você tenha ido mal em uma prova isso não quer dizer que você fracassou, pois cada prova que fazemos, por mais que o resultado não foi agradável nos deixa mais perto do sucesso e do futuro que queremos, aprendemos a cada dia e com cada erro. Eu levei um certo tempo para perceber isso, mas ainda bem que não é tarde, pois o certame que escolhi ainda não foi publicado, mas deve sair em breve, e faz um tempo estou debruçado sobre o edital anterior, fazendo questões e correndo contra o tempo estudando forte, além do tempo que estudo a noite após o dia de trabalho, procuro resolver o máximo de questões no trajeto que faço de casa para o trabalho, pois só nesse trajeto que leva cerca de 40 minutos de ônibus consigo resolver varias questões e depois a noite conferir meu índice de acerto pelo gabarito, é claro ainda não atingi a incrível capacidade de resolver questões de raciocínio lógico no ônibus, mas estou a caminho quem sabe com um pouco mais de prática.

O que importa é que esse tempo que eu perdia e antes me massacrava hoje passa e eu nem vejo, vou ali com um caderninho de questões por dia, e sigo nele até acabar depois faço a correção e vejo o resultado. É claro nem todos os dias dá para fazer isso, pois todos sabemos que transporte publico assim como concursos públicos não é um lugar onde sobram vagas, mas nesses dias de lotação excessiva em que as pessoas não tem espaço nem para seus pensamentos eu ligo meu Mp3, com fone é claro, pois ninguém é obrigado a estudar comigo, e vou ouvindo áudio aulas: direito constitucional, direito administrativo, isso ajuda a revisar o conteúdo e dá mais um gás nos estudos.

Fonte: estudos 10

A escola que fica dentro de uma fazenda orgânica – e não tem salas de aula nem carteiras

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Jéssica Miwa, no The Greenest Post

A ideia de conectar crianças à natureza enquanto aprendem lições fundamentais já é conhecida (e adorada) mundialmente. Lembra da Green School Bali, que é feita de bambu e ensina permacultura aos alunos? Tem também a escola suíça que fica, literalmente, em uma floresta, faça sol ou neve!

É fato: o modelo de aprender brincando tem se espalhado mundo afora. Crianças pequenas têm curiosidade natural com tudo que é relacionado à terra, plantas e animais. Por que não se aproveitar disso para ensiná-las matérias importantes ao desenvolvimento, como química, biologia, matemática e história? De quebra, o amor e respeito ao meio ambiente cresce junto com o pequeno cidadão.

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Foi pensando nisso que Edoardo Capuzzo e alguns outros designers italianos criaram o conceito de “Fazenda Pré-escola” — e ganharam o prêmio de arquitetura AWR International Ideas Competition. Edoardo não quer que a escola simplesmente tenha uma horta, mas que ela seja uma fazenda onde alimentos orgânicos sejam cultivados e animais sejam criados e atraídos.

Além de serem responsáveis pelo cultivo (e aprender tudo relacionado ao assunto), as crianças também têm contato com tecnologias supermodernas de energia solar e eólica, que abastecem a escola-fazenda.

O modelo já chamou a atenção de um psicólogo infantil que reside em Roma e está interessado em tirar o projeto do papel. O nome do moço ainda é mantido em sigilo, mas segundo Capuzzo, o maior desafio será lidar com as regulamentações locais, que assumem que escola precisa ter salas de aulas.

“Nós acreditamos que é muito importante criar espaços verdes onde crianças possam interagir, principalmente em cidades grandes, como Londres e Roma”, comenta o designer.

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