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Dicas que as Livrarias poderiam aprender com as Lojas de Quadrinhos

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Fábio Mourão, no Dito pelo Maldito

Apesar de atrair um público semelhante, as Livrarias e as Lojas de Quadrinhos, sempre preservaram diferenças notáveis entre si. E apesar de hoje em dia os dois ambientes buscarem uma harmoniosa fusão dentro de grandes empresas do ramo, ainda se nota uma desnecessária distância entre ambos.

Considerando que 2016 foi o melhor ano de vendas de HQs desde 1997, é visível que o negócio dos quadrinhos voltou a prosperar com a ajuda inegável das adaptações cinematográficas.
Como todo bom leitor eu amo uma boa livraria, mas creio que sempre há espaço para melhorias, e veremos aqui que muitas delas podem ser aprendidas com sua vertente colorida, superpoderosa, e obcecada por continuidade.

Construa, e eles virão
Antes de decidir me estabelecer definitivamente em São Paulo, eu aproveitava cada visita rápida para percorrer algumas das lojas de quadrinhos mais conhecidas da cidade. Mesmo sem saber me locomover pela metrópole, arriscava me desviar quilômetros do meu roteiro original de viagem, só para perder algumas horinhas na Comix Book Shop, Geek.Etc e outras do tipo que, apesar de trabalharem no mesmo ramo, quem conhece sabe que possuem particularidades únicas. Algumas são especialistas em Mangá, outras perfeitas para se encontrar números antigos, e uma grande parte delas oferece um espaço dinâmico com mesas para RPG, eventos esporádicos, e um point fixo para encontro de fãs do estilo.

Em resumo, as gibiterias aprenderam a agregar valor aos seus produtos. Algo que traga o público à loja por razões alheias aos quadrinhos, tornando-se praticamente um ponto turístico para os leitores de fora. E acredito que algumas livrarias poderiam investir em alguns espaços temáticos nesses modelos, com atrações periódicas e itinerantes em sua rede de lojas.

Algo como o “Mês Stephen King”, por exemplo. Com sessões de filmes baseados no trabalho do autor, oficinas literárias e palestras com autores nacionais do mesmo gênero, concurso de contos, sorteio de kits e brindes e, claro, descontos nos exemplares do mestre do terror durante o evento.

Nem todo evento precisa ser ‘literalmente’ literário

Muitas redes de livrarias já possuem espaços adequados para esses tipos de eventos, algumas portando teatros excelentes, porém, diversas vezes mal utilizados pela falta de variedade e criatividade de temas, deixando o público bocejando ao conferir o calendário de atividades.
Nossa sugestão é usar esses ambientes para hospedar pocket shows de comédia, microfones abertos, aulas de teatro, torneios de Card Game, e outras semânticas que pouco, ou nada, tem a ver com livros. Os eventos trazem as pessoas para a loja, e quando lá estão eles compram coisas pela impulsividade. Isso é matemática simples.

Antecipe os lançamentos

Devido a longevidade e continuidade dos quadrinhos, os seus leitores sempre sabem quais serão os próximos lançamentos das suas séries favoritas, permitindo um planejamento mensal antecipado dos compradores, que podem deixar as edições desejadas pagas e reservadas na loja. Gerando uma pré-venda natural dos exemplares.

As editoras anunciam seus lançamentos com semanas de antecedência na internet através de sites e blogs literários, mas nas livrarias só ouvimos falar deles depois de lançados e expostos nas prateleiras. A ideia aqui é criar o seu próprio boletim de notícias, com capas e sinopses dos próximos livros à venda, incluindo cupons de desconto, e promovendo uma excitação dos frequentadores para retornar a livraria. Como um plus a mais, contrate alguns blogueiros para preencher as páginas com matérias, e tornar o seu boletim irresistível ao público.

Seja um de nós

Faça parte da comunidade dos seus leitores. Isso é importante.
As lojas de quadrinhos já estão acostumadas com frequentadores portando armadura, maquiagem, máscaras e todo tipo de fantasias, e no fundo eles sabem que toda essa indumentária acaba compondo um atrativo a mais para o comércio.

Seus leitores também serão seus divulgadores se sentirem que, de alguma forma, fazem parte daquele ambiente. Promova concursos de cosplay, caças ao tesouro, e outras ações do estilo que deixem o público entretido e interagindo com o ambiente. Isso gerará uma constância na frequência, além de atrair um público todo novo.

4 passos para aprender tudo que você quiser, segundo um Nobel da Física

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Técnica pretende ajudar a compreender qualquer tema

Técnica pretende ajudar a compreender qualquer tema

 

Publicado na BBC Brasil

Na escola, na faculdade e até mesmo no dia a dia, é comum nos depararmos com assuntos que não conseguimos compreender.

Mas Richard Feynman (1918-1988), ganhador do Prêmio Nobel de Física em 1965, garantia que existe uma tática simples que ajuda a entender qualquer tema.

O próprio Feynman sempre foi reconhecido por essa característica entre os colegas: ele tinha muito talento para transformar explicações de coisas muito complexas em algo simples e fácil de entender.

E seu entusiasmo para explicar os conceitos mais difíceis costumava contagiar quem estava por perto.

O que Feynman defende em sua técnica é que existem dois tipos de sabedoria: a que é focada em saber apenas o nome de algo e a que é focada em de fato saber algo.

A receita para a real aprendizagem, segundo ele, é a última – e pode ser aplicada observando os quatro passos a seguir:

Richard Feynman dançando com sua mulher depois de receber o Nobel

Richard Feynman dançando com sua mulher depois de receber o Nobel

 

1) Escolha um conceito

Qualquer um que preferir. Pode ser um de macroeconomia, economia doméstica ou qualquer coisa que vier a cabeça.

Seja química ou culinária, ou primeiro uma e depois a outra. E anote o conceito – o mais importante aí é desenvolver o raciocínio.

2) Escreva-o como se estivesse ensinando uma criança

Redija, então, tudo o sabe sobre esse conceito.

Mas atenção: você precisa fazer isso da maneira mais simples possível. Escreva como se estivesse explicando para uma criança – ainda que isso pareça absurdo e desnecessário, é um passo muito importante.

Assegure-se de que, do início ao fim, você esteja usando uma linguagem bem simples. Além disso, evite jargões e expressões prontas que partam do pressuposto de que você já sabe o conceito delas.

Explique cada detalhe de tudo e não caia na tentação de omitir algo que, na sua visão, está subentendido.

3) Volte no tema e pesquise sobre ele

No passo anterior, provavelmente você encontrou lacunas no seu conhecimento. Coisas que você esqueceu e que não conseguiu explicar.

E esse é o momento em que você começa realmente a aprender. Volte à fonte de informações sobre esse tema e pesquise o que ainda falta entender.

E, quando você achar que cada subtema está claro, tente escrever no papel a explicação para ele de uma maneira que até uma criança entenderia.

Quando você se sentir satisfeito e estiver compreendendo tudo o que antes estava confuso, volte à redação original e continue escrevendo as explicações nela.

4) Revise e simplifique ainda mais

Depois de passar por todas essas etapas, revise o que escreveu e simplifique. Certifique-se novamente de que não usou nenhum jargão associado com o tema que está te intrigando.

Leia tudo em voz alta. Preste atenção para perceber se está tudo exposto da maneira mais clara possível.

Se a explicação não for simples ou se soar confusa, interprete isso como um sinal de que você não está entendendo algo.

Crie analogias para explicar o conceito, porque isso ajuda a esclarecer tudo na sua cabeça e é a prova de que você está realmente dominando aquele tema.

5 motivos pelos quais você não consegue aprender uma língua

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publicado no Babbel

As noites de Ano Novo nos remetem à alegria, aos espumantes e… claro, às resoluções para o ano que começa. Você se lembra dos planos que fez para este ano? Se a resposta é não, é porque provavelmente algo deu errado.

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Entre os planos mais comumente não realizados está, ao lado de se matricular na academia e parar de fumar, aprender um novo idioma. E, por mais variadas que sejam as razões que nos levam a traçar esse objetivo, a dinâmica é quase sempre a mesma.

Após algumas semanas de empolgação total, a motivação começa lentamente a diminuir. Quando chega o Carnaval, você nem se lembra mais onde está aquele livro de gramática comprado com tanto entusiasmo pouco tempo atrás.

Por que isso acontece? Por que achamos que aprender uma nova língua é algo impossível e tentamos sempre encontrar uma desculpa para desistir? Talvez seja por causa de alguns maus hábitos dos quais é bem difícil se livrar.

Vejamos juntos alguns desses vícios mais frequentes e como é possível corrigí-los.

Devagar e sempre

Quando a aventura de aprender um novo idioma começa, o entusiasmo parece não ter limites. Isso é ótimo para o pontapé inicial, mas não é possível depender para sempre dessa empolgação, pois ela vai diminuindo com o tempo. Passadas as fases da novidade e da empolgação, você não sabe mais onde buscar a vontade de estudar. Portanto, é bastante recomendável que essa energia seja gasta aos poucos. Faça as coisas com calma: distribua o entusiasmo ao longo dos meses e faça do estudo do novo idioma uma atividade regular e cotidiana.

Caso contrário, o que pode acontecer? Na primeira semana, você estuda todos os dias. Já na segunda, pula um porque está cansado. E depois outro. E outro. Até que um dia você olha para a pilha de livros em cima da mesa e o que era puro entusiasmo vira frustração.

Nossa dica: canalize o entusiasmo e faça com que o aprendizado se torne parte do seu dia a dia. Estudar dez minutos por dia durante vários meses trará resultados bem melhores do que uma semana de empolgação desenfreada seguida pela desistência.

As vantagens da memória curta

Não, não ficamos loucos. Mas temos uma mensagem para quem acha que decorar é a chave de tudo, que se gabam da sua memória fotográfica e que recitam listas de vocábulos. Não nos entenda mal, uma boa memória é certamente uma aliada… mas é necessário lembrar de usá-la e treiná-la corretamente.

Decorar frases inteiras pode ajudar em situações específicas e que não fujam do roteiro (por exemplo para retirar as malas no aeroporto), mas não ajudará em nada quando o assunto da conversa sair do capítulo do livro que você havia estudado.

Use a memória do jeito certo e faça com que ela se torne sua cúmplice: aprenda frases e palavras por meio de associações e jogos de palavras que ajudem você a lembrar depois. Quando estiver precisando expressar determinada ideia, se a palavra que você busca não vier à mente, uma semelhante virá.

Desse jeito, você não apenas estará estimulando sinapses no seu cérebro, mas lembrará de tudo por muito mais tempo. Tente e você se surpreenderá!

Nossa dica: a memória é sua melhor aliada se utilizada de modo inteligente.

Ninguém é perfeito

Ninguém é perfeito e nem deveria tentar ser.

Um dos primeiros obstáculos que encontramos na busca da “fluência perfeita” em um idioma é a ambição prematura e inatingível de querer dominar a pronúncia e a gramática sem cometer erros. É claro que isso pode acontecer com tempo e prática, mas não deve ser de maneira alguma uma prioridade para a língua que você quer aprender.

Se gastamos muito tempo com uma regra gramatical particularmente complicada ou se queremos começar a falar apenas quando (e apenas se) estamos totalmente seguros de que não cometeremos erros, é muito provável que o interesse diminua depois de poucos dias ou semanas.

“Se não está perfeito, não começo a falar. E se não começo a falar, não melhoro e não posso mais aspirar a ser perfeito!” O círculo vicioso é bem evidente.

Nosso conselho: faça um esforço para perder o medo de errar. Logo você verá que o mundo não acaba quando você erra. Pelo contrário, você aprende muito com os seus erros.

“Muito trabalho e pouca diversão fazem de Jack um cara bobão”

A frase de Jack Torrance, personagem interpretado por Jack Nicholson em “O Iluminado”, se refere às pessoas que, ao trabalhar (ou estudar) demais, se esquecem das outras coisas da vida.

Você estudou com dedicação e disciplina, usou sua memória da melhor maneira possível e aprendeu que cometer alguns erros é muito melhor do que não tentar… e agora? Agora você merece uma recompensa!

Quando traçamos um objetivo complexo, como aprender uma nova língua, é importante, de tempo em tempo, reconhecer nossos progressos e comemorar.

Você conseguiu finalmente entender quase tudo durante uma conversa no novo idioma? Descobriu como pronunciar aqueles sons tão difíceis? Os pronomes não têm mais segredo?

Então chegou a hora de comemorar fazendo aquilo que você gosta! Assista a um filme, cante uma música em voz alta, escute rádio… claro que tudo no idioma que você está aprendendo! Integrar atividades prazerosas ao estudo fará com que a vontade de aprender não desapareça e que o conteúdo aprendido fique na memória por mais tempo.

Nosso conselho: chega de estudar como um louco. É hora de unir o útil ao agradável e de aprender se divertindo. (Afinal, você lembra o que aconteceu com o Jack no filme?)

Saiba o porquê

Aprenda a arte de ter uma meta em vista. Claro, alguém pode dizer que aprender pelo simples fato de aprender é o máximo do enriquecimento cultural.

Mas se você quiser ir até o final do caminho, é interessante saber porque você começou a percorrê-lo.

Por que você está aprendendo uma nova língua?

Por amor? Por um aumento de salário? Por que quer tentar a sorte no exterior? Por que odeia assistir a filmes dublados?

Tenha seu objetivo em vista e, a cada dia, olhe para a parte do trajeto que você já percorreu e repare como o topo da montanha está cada vez mais perto.

Nossa dica: ter um objetivo aumenta a motivação. Antes de começar, defina o seu!

O que podemos aprender com as ocupações das escolas de São Paulo

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É necessário mostrar as atuais condições das instituições de ensino e exigir melhores estruturas e tratamento

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publicado na Galileu

Quem passava pela rua Pires da Mota, no bairro paulistano da Aclimação, via faixas e cartazes colados nos muros do Colégio Caetano de Campos indicando que aquela era uma das escolas ocupadas por estudantes paulistas em protesto contra a reorganização do ensino no estado. Na porta, dois alunos faziam a triagem de quem queria entrar. Eu disse que estava ali para dar uma aula de escrita criativa e me deixaram seguir.

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Lá dentro, fui recebida por um professor que explicou que ele e outros colegas estavam fazendo um rodízio para que sempre houvesse pelo menos dois adultos ali com os estudantes. A intenção era orientá-los caso a Polícia Militar tentasse entrar na marra. O professor pediu que eu ficasse à vontade. Como cheguei antes da hora marcada, decidi andar pela escola, e uma professora me acompanhou. Enquanto caminhávamos, ela me explicava como as coisas estavam funcionando ali durante a ocupação.

Soube que havia reuniões diárias para decidir quem ficaria com a limpeza, quem seria responsável por fazer almoço e jantar, quem cuidaria de tentar conseguir aulas e oficinas gratuitas etc. Soube também que muitos pais, preocupados com seus filhos, iam regularmente até a escola ver como as coisas estavam. Quase todos, ela me disse, entravam receosos e saíam orgulhosos. A escola estava mais limpa do que o usual e havia entre os jovens um clima de camaradagem que antes não era tão facilmente percebido. No dia a dia, antes da ocupação, a limpeza do Caetano de Campos era feita por quatro funcionárias, que se dividiam em dois turnos. Como se trata de um espaço bem grande, pareceu-me evidente que quatro faxineiras jamais dariam conta de limpar tudo, mas talvez a falta de limpeza adequada não seja o maior problema nem dessa e nem de outras escolas estaduais de São Paulo e do Brasil.

Há no Caetano de Campos um laboratório de química que está fechado há anos (embora pareça bastante utilizável), há um museu trancado que virou depósito de entulhos, há salas de aula vazias e lacradas há muito tempo, há material escolar novo empilhado e esquecido, há um teatro e uma quadra coberta que foram cedidos pelo governo do estado à Secretaria de Cultura — que, por sua vez, terceirizou a administração para uma organização chamada Pensarte —, há uma horta cheia de mato, há um espaço onde funcionava o pré-primário e que hoje está abandonado (antigamente, um aluno entrava no Caetano de Campos no pré-primário e saía apenas para a faculdade). Hoje não é mais assim, e com a reorganização que a administração de Geraldo Alckmin tentou impor aos estudantes das escolas públicas de São Paulo o cenário seria ainda mais fragmentado.

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Assim que a notícia da reorganização — que, entre outras coisas, fecharia 93 escolas públicas — chegou aos estudantes eles decidiram pelas ocupações, numa tentativa a princípio desesperada de evitar o que consideravam ser ruim para eles. Muitos falavam em não ter como pagar por condução para se deslocar para uma nova escola, outros explicavam que os pais, que tinham empregos com horários fixos, não poderiam levá-los para uma escola em outro município e que não haveria como lidar com o fato de agora cada filho estar em uma escola diferente.

Por meio das redes sociais e da comunicação imediata, os estudantes de várias escolas ocupadas conseguiram arquitetar estratégias de protestos e novas ocupações. No começo, eles pediam que a reorganização não fosse imposta e que pudessem participar de grupos capazes de avaliar a melhor forma de estruturar o sistema de ensino; os estudantes acreditam que podem ajudar com ideias e informações e, assim, colaborar para a melhoria do ensino público no estado. Pediam tempo para participar do processo. Com o passar dos dias, e diante da violência da polícia sempre que tentavam protestar, entenderam que deviam fazer mais: não era suficiente apenas lutar para que a reorganização deixasse de ser imposta goela abaixo. Era necessário mostrar as atuais condições das escolas e exigir melhores estruturas e tratamento.

No Caetano de Campos, por exemplo, como existem salas vazias trancadas há anos, as abertas funcionam com 50 alunos por aula. Nesse ambiente é impossível educar com qualidade, e fica ainda mais estranho que o partido que gerencia o estado de São Paulo há 20 anos, o PSDB, fale tanto em meritocracia. Como achar que uma criança que estudou a vida toda amontoada com outras dúzias de almas numa sala em escola pública pode ter as mesmas oportunidades na vida que outra cujos pais foram capazes de pagar por ensino privado, proporcionando estudo em ambiente climatizado com, no máximo, outros 19 alunos em sala?

Soa mais descabido alegar que a reorganização do ensino em São Paulo é necessária porque existem escolas ociosas. Como pode estar ocioso um sistema que aglomera alunos em salas de aula, tem menos professores do que o ideal e faz pouco caso de espaços públicos?

2 ótimos canais no YouTube para aprender inglês

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publicado no YouTube

Melhorar o nível de inglês deve ser uma das metas para qualquer pessoa que esteja no mercado de trabalho e, mais ainda, para quem está em transição de carreira(“between jobs”) ou, usando uma expressão mais objetiva, desempregado (“unemployed”).

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Quem já atingiu um nível avançado de fluência também deve se preocupar em mantê-lo.

Mas não basta ter um ótimo domínio do inglês: também é fundamental ter repertório e autoconhecimento para cuidar de seu comportamento no ambiente de trabalho.

A seguir, conheça dois canais no YouTube que conciliam essas duas propostas: prática da língua inglesa e conteúdo útil para a vida:

The School of Life

A “Escola da Vida” foi fundada em 2008 pelo escritor suíço-britânico Alain De Botton e por seus colegas do mundo das artes, educação e cultura. “The School of Life” trata de diversos temas ligados a filosofia, trabalho, comportamento, relacionamentos etc.

Os vídeos são curtos, com duração média de 2 minutos, narrados em inglês britânico. As falas são pausadas, acompanhadas por imagens ilustrativas. O nível mínimo para uma boa compreensão sem legendas é o intermediário. Além do canal no YouTube, a Escola também mantém um site, “The Book of Life”, com 6 capítulos excelentes.

Veja os vídeos do canal

Crash Course

Este é o canal do escritor norte-americano John Green e seu irmão. Green é o nome por trás de vários best-sellers, como “A culpa é das estrelas” (The fault in our stars) e “Cidades de papel” (Paper Towns), que viraram filme. Atenção: ele fala super rápido. Trata-se de um ótimo exercício de compreensão auditiva (“listening comprehension”) para alunos de nível avançado ou professores de inglês.

Se tiver dificuldades, recorra à legenda, desde que seja em inglês. Green aborda temas de História, além de trazer informações relevantes para entender como chegamos ao cenário político e econômico atual. As aulas têm duração média de 15 minutos. Duas das aulas mais vistas são “Money & Debt” e “Obamanation”.

Veja os vídeos do canal

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