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Confira 10 estratégias para melhorar o seu desempenho em matemática

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Carolina Vellei, no Guia do Estudante

A aula de matemática é a que você mais detesta na escola? Vamos com calma! Nós sabemos que as pessoas não aprendem no mesmo ritmo. Cada uma tem a sua história, as suas dificuldades… Uma sala de aula, principalmente se for em escola pública, é quase sempre super lotada. O professor de matemática precisa ensinar a matéria para 40 pessoas diferentes e isso é praticamente impossível no atual formato de aula. Não xingue seu professor, ele muitas vezes é um herói por se dedicar à profissão. Quem sabe no futuro tudo isso melhore, mas o que podemos tentar fazer agora é remediar a situação.

Sabendo de todas as dificuldades para se aprender matemática, é importante levantarmos um ponto aqui: VOCÊ É CAPAZ (não acredite em ninguém que te diga o contrário). Não é porque um assunto parece impossível de entender que você não tenha capacidade para isso. Vamos trabalhar essa sua confiança, ok? Como dissemos no começo do texto, cada um tem um ritmo e basta você ter paciência e dedicação para descobrir qual é o seu. Acredite no seu potencial!

Respire fundo e vamos às estratégias:

1) Pratique muito.

Só aprende matemática quem pratica. Não dá para aprender essa matéria igual história, só lendo ou ouvindo o professor. E vale aquela máxima: quanto mais você pratica, mais você aprende. Cada problema tem suas próprias características e sempre que você resolve um você descobre um novo jeito de fazer as contas. Não existe um jeito rápido de aprender, então é bom ter paciência. Se você tem muita dificuldade em matemática, comece do começo. Domine conceitos básicos antes de pensar em equações complicadas. Não tenha vergonha de aprender frações ou contas mais simples. É do simples que se chega ao mais complexo.

2) Aprenda o vocabulário de matemática.

Você vai perceber ao pegar um livro de matemática que muitas palavras você nunca tinha visto na vida. É aí que entra a sua coleção de vocabulários. Crie um caderninho para anotar conceitos e palavras específicas (vale colocar pontos chave e até mesmo alguns exemplos para ficar fácil de consultar). Essas palavras servirão de dicas para você resolver um problema quando elas aparecerem nos enunciados. O conhecimento em vocabulário de matemática será uma ferramenta bem útil. Com o tempo você nem vai mais precisar recorrer ao seu caderninho para se lembrar dos conceitos.

3) Reveja seus erros e entenda as suas dúvidas.

Essa é uma das dicas mais importantes da lista. Você só deve passar para o tópico seguinte depois de dominar o que já está estudando. Fez a lista de exercícios e acertou sete de dez questões? Parabéns! Mas e as três que você errou? Pare e reveja onde não conseguiu acertar. Boa parte dos livros de matemática é montada em uma sequência lógica que faz com que cada tópico seja importante para as lições seguintes. Desprezar seus erros fará com que muitas dúvidas surjam nas próximas sessões de estudo. Você não vai entender as outras lições, vai se frustrar e isso vai virar uma bola de neve. Dá preguiça refazer um exercício? Dá. Mas você quer aprender, não é?

4) Trabalhe com exemplos.

Assista a videoaulas no YouTube. É só digitar o tópico que você está estudando na caixinha de busca. A chance de aparecer algum professor explicando é grande e isso é essencial principalmente se você estiver estudando sozinho. No site do GUIA você confere algumas videoaulas. Fora isso, pegue livros que já tenham exercícios resolvidos para ver exemplos de como começar os problemas. Ver como se faz vai facilitar quando você for resolver os outros problemas e fará com que você fique mais confiante.

5) Ajude outras pessoas com dificuldades em matemática (e faça sessões de estudo em grupo).

Você só domina um assunto de verdade quando é capaz de explica-lo para outras pessoas. Se algum amigo procurá-lo com dúvidas, não negue ajuda, nem ache que só porque você está começando a estudar que não será capaz de fazer isso. Muitas vezes a gente sabe mais do que o colega e, além de ser legal estender a mão, vai ser uma boa oportunidade para você treinar seus conhecimentos e ver onde também tem dúvidas. Sessões em grupo são legais justamente porque um pode ajudar o outro. Mas não dá para estudar sempre com a galera, porque matemática é um assunto que requer concentração e a gente sabe que quase sempre vira bagunça quando estamos com os amigos. 😉

6) Mantenha as suas respostas completas.

Quando resolvemos equações, é comum a gente pular algumas etapas que fazemos de cabeça e colocar na linha de baixo uma versão mais simplificada da conta antes de passar para o próximo passo (ou até já colocar o resultado direto). Para quem está começando, isso não é recomendado. Você precisa entender o seu próprio raciocínio e ver (mais…)

Escolas privadas brasileiras também têm baixas taxas de aprendizado e altos percentuais de reprovação

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Antônio Gois, em O Globo

Imagine um sistema educacional em que dois terços dos alunos terminem o ensino médio sem aprendizado adequado em matemática; com mais de um terço dos professores do antigo segundo grau atuando sem formação adequada para a disciplina lecionada; que tenha taxas de reprovação muito superiores ao que é tolerado em nações desenvolvidas; e que, na comparação com países ricos e considerando alunos de mesmo perfil, fique sempre nas últimas posições em rankings internacionais de aprendizado. Parece que estamos falando da educação pública brasileira, mas esses dados são todos da rede privada, que atende a apenas 15% dos estudantes, especialmente os de famílias de maior renda.

É claro que, comparados com indicadores do sistema público, o setor privado no país ainda aparece melhor na fotografia. Essa vantagem, porém, é explicada, em primeiro lugar, pelo perfil de aluno atendido, variável que explica de 60% a 80% dos resultados de uma escola. Também é preciso considerar que há dentro da rede privada muita discrepância entre estabelecimentos que atendem alunos de maior ou menor renda. Reportagem de Fábio Vasconcellos no Globo mostrou na segunda-feira que este fator, além da formação do professor e das taxas de evasão, diferenciam escolas de maiores e menores médias no Enem.

Há alguns indicadores, porém, em que a vantagem da rede particular nem mais existe, quando se comparam as médias dos dois setores. É o caso do salário dos professores, que já são, em média, maiores na rede pública do que nas particulares, como mostram dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios do IBGE.

A análise dos indicadores da rede privada do país foi facilitada com a recente postura do Inep (instituto de pesquisa e avaliação do MEC) de disponibilizar novos dados do setor, com algumas informações disponíveis inclusive por escola. Os números permitem constatar, por exemplo, que 35% dos professores em colégios pagos dão aulas no ensino médio sem formação adequada para a disciplina que lecionam, percentual não muito diferente dos 39% registrados nas redes estaduais.

Outra contribuição do Inep está na divulgação das taxas de reprovação. No setor privado, a média é de 5,5% de alunos reprovados no ensino médio, taxa que sobe a 9,1% quando considerado apenas o primeiro ano do antigo segundo grau. Ainda que esses dados não sejam perfeitamente comparáveis com as taxas de repetência calculadas pela Unesco por país, é possível ter algum parâmetro internacional e constatar que esse percentual é inaceitável para padrões de países ricos. Na Europa, a proporção de repetentes no ensino médio é de 2,7%, e nos países com melhores resultados educacionais essa taxa costuma ser simplesmente zero.

A cultura da reprovação é uma praga que assola até mesmo colégios de elite com altas médias no Enem. No grupo dos 20 com melhores resultados no Rio, por exemplo, há escolas que reprovam em média 26% dos seus alunos no ensino médio.

Esse tema, raramente abordado, foi estudado em profundidade pela educadora Diana Mandelert na tese de doutorado na PUC-Rio “Repetência em Escolas de Prestígio”. Ao entrevistar pais, professores e diretores, ela identificou nesses atores uma cultura de aceitação da reprovação. Um dos motivos para isso é que a prática seria considerada uma maneira de separar aqueles que podem seguir adiante daqueles que não se esforçaram o suficiente e devem ficar para trás, valorizando assim o diploma dos que conseguem chegar ao final. “A escola deixa de ser um direito de todos e passa a ser algo para quem merece, apenas para quem tem mérito.” E os colégios de elite também se beneficiam dessa mentalidade pois podem, com isso, selecionar apenas os jovens de melhor desempenho, o que garantirá ao final uma boa média no ranking do Enem, ao custo da reprovação e expulsão de vários alunos.

Um modelo educacional excludente, baseado em altas taxas de repetência, pode dar a falsa sensação a alguns pais de que seus filhos estão protegidos da má qualidade do ensino por estarem matriculados em colégios de elite onde poucos se formam. A conta desse equívoco, porém, acaba chegando para todos. Basta ver os pífios resultados dos jovens mais ricos brasileiros quando comparados no Pisa (exame internacional da OCDE) com estudantes de mesmo nível socioeconômico em outras nações.

7 “fatos” científicos que você aprendeu errado na escola

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O que você viu no colegial não vale mais para os cientistas

Fabio Marton, na Superinteressante

Não é segredo que a educação científica no Brasil é problemática. A triste verdade é que a maioria dos brasileiros não aprende direito, não ganha gosto pela ciência e acaba esquecendo o pouco que aprendeu, para acabar se apegando a velhas crenças que são fáceis de explicar.

O problema talvez esteja mais no método que no conteúdo. Porque nosso currículo não é muito diferente do resto do mundo. E aí a gente topa em outros probleminhas: a ciência avança mais rápido que os livros didáticos, que tendem ao que é “seguro” e acabam refletindo consensos de décadas atrás.

Então, mesmo se você não está na maioria, e gosta e entende ciência, talvez ainda acredite em algumas coisinhas passadas na escola que nenhum cientista defende hoje. Veja só:

1. Os cinco sentidos

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Tato, olfato, visão, audição, paladar. O clássico quinteto existe, mas você já ouviu falar em propiocepção? É nossa capacidade de saber onde está cada parte do corpo, sem precisar ver ou tocar. Dor e temperatura, outros sentidos óbvios, ficam na pele, mas não tem nada a ver com tato. Equilíbrio fica na orelha interna, mas não é audição. Você também tem sensores diferentes para notar que o pulmão, bexiga, estômago e intestinos estão cheios e percebe quando seu sangue está com pouco oxigênio, quando prende a respiração. Temos até mesmo um GPS no nariz.

Então, quantos sentidos existem? Bom, aí a porca torce o rabo. Na verdade, não é tão fácil assim definir o que é um sentido. Podemos chamar nossa percepção da passagem do tempo, sem nenhum órgão associado a ela, de sentido? No fim das contas, há quem fale em mais de 20 sentidos.

A certeza é que são mais de 5. Isso foi ideia de Aristóteles, há mais de dois milênios. Aristóteles é um pai da ciência, mas já passou da hora dos livros didáticos procurarem seu próprio apartamento.

2. A língua tem áreas diferentes para sabores, e eles são quatro?

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Ainda nessa de sentidos, talvez você se lembre do famoso mapa da língua, mostrando que o órgão tem partes separadas para detectar quatro sabores: salgado, doce, azedo e amargo.

Pra começo de conversa, são cinco. Também existe o umami (algo como “delicioso” em japonês), descrito em 1908 pelo cientista Kikunae Ikeda. Faz todo sentido, porque não tem outro nome: é aquela sensação de água na boca vinda do queijo, tomate, bife e – a inspiração de Ikeda – o dashi, caldo japonês de peixes e algas usado em ensopados. O sabor indica a presença de glutamatos, produzidos por seres vivos, e também vendido, na forma sintética, no Aji-No-Moto, criado um ano depois da explicação de Ikeda.

Os cinco sabores são percebidos da mesma forma na língua inteira. Não existem as áreas. O erro vem de 1901 por meio de um estudo falho que, por algum motivo, colou mesmo assim. Desde 1974 está provado que não tem nada a ver.

Outra coisa: o que chamamos de sabor (veja lá atrás a controvérsia dos sentidos) é mais percebido pelo nariz do que pela língua. Laranja e maçã tem tanto doce como azedo, mas parecem completamente diferentes, graças às suas propriedades químicas detectadas no nariz. E também à sua textura, percebida pelos sensores de pressão (tato) na língua.

3. As cores primárias são amarelo, vermelho e azul?

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Segundo as aulinhas de educação artística, misturando amarelo, vermelho e azul, podemos obter todas as cores. E você não pode obtê-las misturando nenhuma outra cor. Pura balela.

As verdadeiras cores primárias são ciano, magenta e amarelo. Simplesmente não dá para fazer qualquer cor com vermelho e azul. E dá para fazer azul com ciano e magenta e vermelho com amarelo e magenta. Qualquer um que já recarregou uma impressora deve ter percebido: as tintas vêm nessas três cores, e não nas do guache com que você sujou os dedos na terceira série.

Só que isso não é tudo. Essas são as cores primárias substrativas. Mas existe outro tipo de cores primárias, as aditivas.

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Quando a gente fala em tintas, misturá-las é remover cores. Como ensinado na escola, a luz branca contém todas as cores. Quando ela reflete num material pintado, volta com menos cores (que percebemos como uma só). Quando você pinta uma parede branca de azul, o que está fazendo é impedir que ela reflita as outras partes do espectro luminoso. Misturando tintas, você reduz quais partes da luz branca são refletidas. O resultado é que, se você juntar as três cores primárias subtrativas, o resultado é preto, e não branco.

O branco é a união de todas as cores de forma aditiva. E podemos produzir cores dessa forma emitindo luz. Se você acender uma luz vermelha e outra verde, o resultado é amarelo, e não o marrom desagradável produzido ao se misturar tintas da mesma cor. Isso porque estamos ampliando o espectro luminoso ao adicionar mais partes dele à uma emissão de luz. Dessa forma, as cores primárias aditivas são azul, vermelho e verde. De fato, é assim que seus olhos funcionam: eles tem receptores para essas três cores.

As cores primárias erradas vem da Renascença, quando os pigmentos eram limitados. Desde o século 19 sabemos que não é assim.

4. Existem 3 estados da matéria

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Sólido, líquido e gasoso, certo? Mas o que dizer do plasma, em que os elétrons se separam de seus núcleos, criando algo que parece gás, mas conduz eletricidade e pode ser controlado por campos magnéticos? Ou o cristal líquido, com propriedades tanto de sólido quanto de líquido, que também está na sua TV, mas não nos livros didáticos? E ainda o superfluido, um material que tem zero viscosidade, e corre para cima quando posto num recipiente?

Assim como no caso dos sentidos, existem muitos outros estados (mais…)

A Educação Waldorf cresce no Brasil

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Brincando, as crianças aprendem sobre seu mundo

Brincando, as crianças aprendem sobre seu mundo

 

A filosofia Waldorf, baseada a Antroposofia, tem crescido no Brasil com o aparecimento de novas escolas que usam essa metodologia de ensino.

Publicado no Blasting News

A filosofia Waldorf de ensino, baseada nos conceitos da Antroposofia, tem crescido no Brasil, devido ao surgimento de novas escolas que utilizam dessa metodologia de ensino e educação.

Mas o que é a Educação Waldorf? É uma filosofia educacional baseada na Antroposofia, de Rudolf Steiner, que dá ênfase ao papel da imaginação no aprendizado, buscando integrar os desenvolvimentos intelectuais, práticos e artísticos das crianças de maneira holística.

Antroposofia é uma filosofia cientifica espiritualmente orientada que reflete as questões espirituais básicas da humanidade, nossas necessidades artísticas, a necessidade de relacionamento com o mundo fora de uma visão científica exclusiva e a necessidade de relacionamento com o mundo em completa liberdade baseada no julgamento e decisões individuais de cada pessoa. Primariamente definida por seus métodos de pesquisa e depois pelas possibilidades de conhecimento e experiências a que essas pesquisas individuais levam.

Para uma criança, ou bebê no caso de berçários, que parte para uma educação Waldorf, música, dança, theatro, escrita, literatura, lendas e mitos não são apenas assuntos para serem estudados com leituras, mas são experimentados no dia a dia da escola. O objetivo principal dessa metodologia é cultivar o amor pelo aprendizado tanto quanto as capacidades intelectuais, físicas, emocionais e espirituais pela vida afora, para que cresçam como indivíduos que saibam qual seus caminhos para que estejam a serviço de um mundo melhor.

Quando se conhece uma Escola Waldorf, algumas primeiras impressões são marcantes, talvez a mais importante seja o entusiasmo e comprometimento de seu corpo docente. Os professores estão interessados nos estudantes como indivíduos, não como números. “Como conseguiremos orientar cada criança em seu caminho único para atingir sua excelência em níveis acadêmicos?” “Como criarmos entusiasmo para o aprendizado e trabalho, um auto conhecimento saudável, cuidado e interesse por outros seres humanos e respeito pelo mundo em que vivem?” “Como ajudar aos alunos a descobrirem sentido e significado em suas vidas?” – essas são perguntas que professores Waldorf se fazem no dia a dia de seu trabalho.

A dedicação em gerar um entusiasmo interior pelo aprendizado nas crianças é alcançada de várias maneiras, temas são apresentados de uma forma pictórica e dinâmica, eliminando assim a necessidade de testes competitivos, colocações acadêmicas e recompensas para a aprendizagem comportamental.

O currículo Waldorf é amplo e compreensivo, pensado para trabalhar as três fases de desenvolvimento das crianças, chamadas de setenios. Do nascimento a aproximadamente 6 ou 7 anos, dos 7 aos 14 anos, e dos 14 em diante.

A compreensão e habilidade em prover às crianças um apoio significativo dentro de cada fase em que ela se encontra e de oferecer conteúdo apropriado a elas irá possibilitar um crescimento físico, mental e intelectual saudável das crianças.

Escolas Waldorf nunca se instalam em prédios de concreto, buscam uma relação com a natureza. Muitas vezes estão em áreas rurais, sítios ou pelo menos em imóveis que tenham áreas verdes para acesso das crianças. O convívio com a natureza é fundamental para o desenvolvimento do ser humano de acordo com a Antroposofia, e as escolas Waldorf sempre proporcionam isso a seus alunos.

5 segredos para aprender inglês mais rápido (e melhor)

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* Escrito por Rosangela Souza, fundadora e sócia-diretora da Companhia de Idiomas e da ProfCerto

Claudia Gasparini, na Exame

Independentemente do método, escola ou professor, existem alguns fatores que aceleram o aprendizado do estudante de inglês.

Como pouca gente aprende a estudar, vale a pena repassar de forma bem simples algumas teorias de aprendizagem que podem ajudá-lo a acelerar o processo.

De forma geral, é importante manter sempre uma atitude positiva para o aprendizado, ou seja, buscar conteúdos e mídias dos quais você gosta para aprender um pouco todos os dias. O prazer – e uma certa disciplina – levam ao hábito, e ele leva ao domínio do idioma.

Veja a seguir 5 segredos para impulsionar o seu aprendizado da língua inglesa:

1) Aprendemos quando fazemos perguntas

Por quê? Exercitar a capacidade de fazer perguntas é uma ótima técnica para aprender, pois você sai da posição de ouvinte, da passividade, e interage com o conteúdo.

Dica: Sempre que estudar inglês, faça uma pergunta. Mas quem vai responder? Se tiver um professor, ele. Se não tiver, pergunte para aquele amigo que é fluente, consulte sites de sua confiança. Aos poucos, você terá uma grande rede de pessoas e fontes ajudando você a dominar o idioma. Quem precisa de dinheiro para aprender quando se tem amigos, interesse e disciplina?

2) Aprendemos quando enxergamos significado

Por quê? Não há espaço para explicar o conceito de heurística (mas você pode pesquisar a respeito, se quiser). Vale dizer, no entanto, que o seu cérebro precisa encontrar um porquê para dar comandos à memória e criar o hábito de aprender. Então, responda para você mesmo, com sinceridade: por que você estuda inglês?

Dica: É fácil encontrar desculpas para não investir em inglês – como a clássica “falta de tempo”. Mas e se amanhã a sua empresa disser que você tem 6 meses para dominar a língua, porque será promovido e transferido para Nova York? De forma mágica, você certamente encontrará tempo, vontade e disciplina para isso. Então, por que não dar significado a esse aprendizado agora? Imagine que você só tem seis meses para ir morar no exterior. Estabeleça metas, identifique como, onde e como gosta de estudar em inglês e…comece!

3) Aprendemos quando organizamos as informações

Por quê? Você pode aprender com qualquer detalhe da rotina se souber captar, armazenar e consolidar conteúdos. Por exemplo, você quer ampliar seu vocabulário, é importante atenção a palavras que você lê no noticiário todo dia. Em cinco minutos lendo artigos de negócios, é possível encontrar expressões como joint venture, split, swaps cambiais, commodity e stakeholders. Você sabe mesmo o que essas palavras significam?

Dica: Sempre que se deparar com qualquer palavra em inglês que não conheça, abra seu bloco de notas, cole a palavra lá, com a frase em que ela estava. Assim que puder, busque o significado, criando seu próprio glossário. E releia o glossário periodicamente.

4) Aprendemos quando nos aprofundamos

Por quê? Profundidade é essencial para a retenção. Por isso, vá além do superficial se não quiser deixar a informação passar e ser esquecida no fim do dia.

Dica: Colocou uma palavra nova na lista, com a frase onde ela foi encontrada? Agora, mesmo que mentalmente, crie uma pequena história, integre o aprendizado a outros contextos. A dica aqui é aplicar a informação nova. Se puder ensinar a outra pessoa o que acabou de aprender, melhor ainda. Que tal já encontrar um aluno para suas descobertas?

5) Aprendemos quando diminuímos a carga cognitiva

Por quê? De forma bem resumida e simples, o conteúdo tem de ser relativamente fácil, mas sempre trazer um pouco de desafio.

Dica: Não se imponha conteúdos muito complexos, porque você pode desanimar. Se estiver em uma escola de idiomas, não fique em uma turma que fala muito melhor que você. Isso pode comprometer sua autoestima e você pode não ter a coragem de se expor. Por outro lado, nunca fique em turmas muito abaixo do seu nível. Você não perceberá que desacelerou o ritmo e vai gostar do conforto de saber tudo. Sua carreira não pode esperar. Um pouco de desafio precisa existir sempre.
Rosangela Souza é fundadora e sócia-diretora da Companhia de Idiomas e da ProfCerto. Também é professora de técnicas de comunicação, gestão de pessoas e estratégia no curso de Pós-Graduação ADM da Fundação Getulio Vargas.

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