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Confira uma lista com 7 ótimas características para uma apresentação arrasadora

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Apresentação

Publicado no Amo Direito

Quer fugir da monotonia e encantar a sua plateia? Veja o raio X de uma apresentação instigante, de acordo com especialistas.

Uma exposição de qualidade vai muito além de um slide bonito. Segundo especialistas, o sucesso advém da combinação de um roteiro cuidadoso, atenção ao perfil da plateia e harmonia entre fala e imagem.

Para isso, você precisa ter um briefing preciso, definir seu roteiro, elaborar o apoio visual da sua fala – e, claro, treinar, treinar e treinar.

Para sintetizar algumas características básicas de uma apresentação de alto nível, ouvimos Eduardo Adas e Rogerio Chequer, sócios da SOAP, consultoria especializada em apresentações. Confira:

1. Visual
Quanto menos textos e mais imagens, melhor. Segundo Eduardo Adas, um dos sócios da SOAP, o slide ideal é aquele completamente sem texto. “Quanto mais visual for a sua apresentação, mais foco o palestrante terá sobre si mesmo”, diz ele.

2. Minimalista
A sua apresentação deve ter palavras ou frases curtas, para facilitar a compreensão e manter a atenção da plateia no que é essencial. “Quanto mais enxuta for a sua comunicação, melhor”, diz Adas.

3. Apoiada em storytelling
“Tente não pensar em slides, mas sim em cenas de uma história que você está contando”, recomenda Adas. De acordo com ele, um roteiro com um bom fio narrativo ajuda na compreensão e na retenção do conteúdo.

4. Tangível e próxima do público
Ingredientes de comédia, suspense e até drama contribuem para captar emocionalmente o público. Procure humanizar ao máximo sua comunicação e trazer referências do cotidiano.

5. Customizada
“Apresentações de qualidade são adaptadas o máximo possível ao perfil do público”, diz Adas. Para construir um conteúdo personalizado, conheça a sua plateia com antecedência e prepare um roteiro feito especialmente para ela.

6. Complementar à fala
Segundo Rogerio Chequer, sócio da SOAP, as imagens do slide não repetir a informação dos textos. É importante investir em imagens metafóricas, capazes de instigar e engajar a plateia.

Se você está falando de um navio, é redundante expor a imagem de uma embarcação, por exemplo. “Os melhores slides são os que acrescentam informação à fala, ampliando seus significados”, explica Chequer.

7. Sincronizada com o conteúdo
Deixar exposto na tela apenas o conteúdo que você está abordando naquele momento é outro conselho dos especialistas. “Conseguir essa harmonia entre visual e oral ajuda a conter a dispersão da plateia”, diz Adas.

Por exemplo, se você está falando sobre cinco destaques de um relatório, projete um de cada vez, à medida que for avançando na sua exposição oral. Isso garante uma cadência agradável e amplia o poder didático do seu conteúdo.

Fonte: Exame

57% dos alunos de 8 anos têm nível baixo em leitura

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Dados, aos quais o ‘Estado’ teve acesso, constam em apresentação realizada neste ano para o Conselho Nacional de Educação

alunoo

Publicado em Estadão

Mais de 57% dos estudantes de 8 anos não conseguiram superar os dois primeiros níveis, em uma escala de quatro, de aprendizado em leitura na Avaliação Nacional de Alfabetização (ANA) de 2013. Em matemática, o porcentual foi de 58%.

Os dados, aos quais o Estado teve acesso, constam em apresentação realizada neste ano para o Conselho Nacional de Educação (CNE). No ano passado, o governo federal não divulgou os resultados sob o argumento de que aquele ainda era o primeiro diagnóstico. As informações referentes à prova de 2014 devem ser liberadas em agosto.

A ANA traz provas de matemática, leitura e também escrita. Nesta última parte, 41,5% dos estudantes não atingiram os dois níveis superiores.

Para cada área, o Inep construiu uma escala de quatro níveis, localizando a pontuação dos alunos nesses intervalos. O Inep não elaborou um indicador unificado, como forma de evitar ranqueamentos.

Segundo o presidente do Inep, Francisco Soares, o governo trabalha, agora, com os dois resultados disponíveis, para definir o que se considera como adequado em termos de alfabetização. “Não tínhamos comparação. Por isso estamos construindo isso com muito cuidado, porque, dependendo da definição, pode ter mais ou menos crianças alfabetizadas”, diz ele.

No caso de leitura, por exemplo, a maioria dos alunos (57%) não consegue localizar informação explícita, situada no meio ou final do texto, em gêneros como lenda e cantiga folclórica. Em escrita, 41,5% dos alunos nos não teriam competência de escrever textos narrativos com mais de uma frase a partir de uma situação dada. Já em matemática, a maior parte (58%) dos alunos não sabe associar valor monetário de um conjunto de moedas ao valor de uma cédula.

A distribuição dos alunos por nível varia por Estado e região. Norte e Nordeste têm 74% dos estudantes nos dois primeiros níveis em matemática. Alagoas, por exemplo, tem 48% dos alunos no primeiro nível, enquanto Santa Catarina concentra 39% dos estudantes no mais alto.

A ANA compõe o Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (PNAIC). O programa envolve União, todos os Estados, 98% dos municípios e 39 universidades públicas, que coordenam as formações. O objetivo é assegurar que todas as crianças estejam alfabetizadas até os 8 anos. Entre 2013 e 2014, o governo investiu R$ 1,7 bilhão no PNAIC.

Exposição apresenta fotos de escritores feitas por Daniel Mordzinski em hotéis

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Entre os retratados na mostra que tem entrada gratuita estão Vargas Llosa, Borges, Saramago e Verissimo; veja galeria de imagens

Maria Fernanda Rodrigues, no Estadão

Mario Vargas Llosa deitado fazendo anotações. Agustina Bessa-Luís passando batom no banheiro. José Eduardo Agualusa sentado na cama, com a mala pronta. Salman Rushdie dentro da banheira, de roupa e comendo frutas. Essas cenas foram presenciadas, ou montadas, pelo fotógrafo Daniel Mordzinski ao longo de sua trajetória profissional – recheada de encontros com célebres escritores.

Uma exposição em São Paulo vai apresentar cerca de 50 fotografias tiradas por ele exclusivamente em hotéis. Quartos de Escrita – Retrato de Escritores em Hotel, que já passou pelo festival Fliaraxá em 2014, fica em cartaz no Sesc Bom Retiro até o dia 8 de março. A curadoria é de Afonso Borges, idealizador do Sempre um Papo – série de encontros realizados com escritores em Belo Horizonte e também em São Paulo.

EXPOSIÇÃO QUARTOS DE ESCRITA – RETRATO DE ESCRITORES EM HOTEL

Daniel Mordzinski/Divulgação > O escritor Mario Vargas Llosa, colaborador do Estado, foi agraciado com o Nobel em 2010

Daniel Mordzinski/Divulgação
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O escritor Mario Vargas Llosa, colaborador do Estado, foi agraciado com o Nobel em 2010

Daniel Mordzinski/Divulgação > O escritor argentino Jorge Luis Borges; livros escritos por ele com o amigo Adolfo Bioy Casares acabam de chegar às livrarias brasileiras

Daniel Mordzinski/Divulgação
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O escritor argentino Jorge Luis Borges; livros escritos por ele com o amigo Adolfo Bioy Casares acabam de chegar às livrarias brasileiras

Daniel Mordzinski/Divulgação > Prêmio Nobel de 1998, José Saramago deixou um romance inacabado ao morrer, em 2010; Alabardas, Alabardas, Espingardas, Espingardas foi publicado no Brasil em 2014

Daniel Mordzinski/Divulgação
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Prêmio Nobel de 1998, José Saramago deixou um romance inacabado ao morrer, em 2010; Alabardas, Alabardas, Espingardas, Espingardas foi publicado no Brasil em 2014

Daniel Mordzinski/Divulgação > Cronista do Caderno 2, o escritor Luis Fernando Verissimo é um dos brasileiros retratados por Daniel Mordzinski

Daniel Mordzinski/Divulgação
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Cronista do Caderno 2, o escritor Luis Fernando Verissimo é um dos brasileiros retratados por Daniel Mordzinski

Daniel Mordzinski/Divulgação > O angolano José Eduardo Agualusa é autor de Nação Crioula, entre outras obras; A Rainha Ginga, seu mais recente trabalho, será lançado no Brasil em abril

Daniel Mordzinski/Divulgação
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O angolano José Eduardo Agualusa é autor de Nação Crioula, entre outras obras; A Rainha Ginga, seu mais recente trabalho, será lançado no Brasil em abril

Daniel Mordzinski/Divulgação > Salman Rushdie, autor de Versos Satânicos, que lhe rendeu uma ameaça de morte e anos de reclusão

Daniel Mordzinski/Divulgação
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Salman Rushdie, autor de Versos Satânicos, que lhe rendeu uma ameaça de morte e anos de reclusão

Daniel Mordzinski/Divulgação > Um dos principais nomes da literatura portuguesa, Agustina Bessa-Luís é tema de outra exposição em São Paulo; até março, sua vida e obra estão em destaque no Museu da Língua Portuguesa

Daniel Mordzinski/Divulgação
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Um dos principais nomes da literatura portuguesa, Agustina Bessa-Luís é tema de outra exposição em São Paulo; até março, sua vida e obra estão em destaque no Museu da Língua Portuguesa

Daniel Mordzinski/Divulgação > A reclusa escritora Herta Müller, romena homenageada com o Nobel em 2009

Daniel Mordzinski/Divulgação
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A reclusa escritora Herta Müller, romena homenageada com o Nobel em 2009

Há retratos, ainda, de Eric Hobsbawm, Nadine Gordimer, Umberto Eco, Jorge Luis Borges, José Saramago, Gabriel García Márquez, Eduardo Galeano, Herta Müller e de brasileiros, como Luis Fernando Verissimo, cronista do Caderno 2, e João Paulo Cuenca, entre outros autores.

Daniel Mordzinski, também conhecido como o fotógrafo dos escritores, nasceu em Buenos Aires, mas vive em Paris há quase quatro décadas. Suas fotos já foram publicadas em veículos como Le Monde e El País e foram tema de exposição na Itália, Espanha, Portugal, Alemanha, Inglaterra, Grécia, França, México, Colômbia, Argentina e outros países.

Exposição – Quartos de Escrita – Retrato de Escritores em Hotel
Sesc Bom Retiro ( Alameda Nothmann, 185, tel. 3332- 3600)
Até 8 de março
De terça a sexta, das 9h às 20h30; sábados e domingos, a partir das 10h
Grátis

Livro apresenta 101 escritores contemporâneos

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Amos Oz, Coetzee, Haruki Murakami e Milton Hatoum estão entre os autores que tiveram a obra analisada por especialistas

Maria Fernanda Rodrigues, no Estadão

Um livro lançado agora pode ajudar o leitor a encontrar as boas novidades literárias nas livrarias – que só no ano passado receberam mais de 20 mil novos títulos e onde os espaços principais de exposição costumam ser comercializados. Por Que Ler Os Contemporâneos? – Autores Que Escreveram o Século 21 traz uma seleção de 101 nomes do mundo todo com pelo menos um livro publicado a partir de 2000 – e, claro, editados no Brasil. A organização é de Léa Masina, Daniela Langer, Rafael Bán Jacobsen e Rodrigo Rosp.

Cada autor ganhou duas páginas do volume e o resenhista escalado teve de escrever uma breve biografia, indicar as principais obras e fazer uma – também breve – análise de sua obra. Trata-se de um livro interessante para estudantes, mas, sobretudo, para quem quer ler e não sabe o que ou então para quem já ouviu falar de um autor, mas não conhece sua obra e seus temas. Entre os 101 estão nomes já consagrados, como J. M. Coetzee, Cormac McCarthy, Amos Oz, Philip Roth e Roberto Bolaño, e outros que começaram seu caminho mais recentemente, como Jonathan Safran Foer, Ondjaki e Chimamanda Ngozi Adichie, os mais jovens da lista que conta com 14 mulheres, 10 prêmios Nobel e sete autores já mortos. Os brasileiros escolhidos foram Bernardo Carvalho, Chico Buarque, Cristovão Tezza, João Gilberto Noll, Luiz Ruffato, Marcelino Freire, Milton Hatoum e Sérgio Sant’Anna.

Mia Couto. Moçambicano está entre os autores analisados

Mia Couto. Moçambicano está entre os autores analisados

A ideia do livro surgiu com outra publicação, Guia de Leitura – 100 Autores Que Você Precisa Ler, também organizada por Léa Masina e publicada pela L&PM em 2007. Mas tratava-se de uma obra mais voltada aos clássicos. Foi feita, então, uma nova lista e os organizadores perceberam que ficavam nos mesmos autores. A partir daí, foram perguntar a escritores, jornalistas e professores o que eles estavam lendo, pesquisaram em jornais, descobriram muitos outros autores e foram checar a relevância deles. E surgiram as discórdias. “Por que não entraram J. K. Rowling, Stieg Larsson ou Paulo Coelho? Teve uma polêmica incrível. Tivemos que pensar qual era o tipo de literatura que estávamos querendo dar o nosso aval”, conta Rodrigo Rosp, um dos organizadores. Depois surgiu o desafio de encontrar os resenhistas – escritores, pesquisares, professores e jornalistas. O processo levou mais de dois anos.

A resposta à pergunta estampada na capa do livro só surgiu a Rosp com a obra quase pronta e depois de uma série de palestras sobre humor na literatura que ele fez para alunos de 14 e 15 anos. Ele levava textos de autores contemporâneos e os jovens adoravam. “Fui construindo essa resposta: porque os contemporâneos estão falando a nossa língua, falando do nosso tempo, dos nossos anseios, estão mais próximos seja pela linguagem ou pela temática.”
Talvez o leitor sinta falta de alguns escritores – para além de Rowling, Larsson e Coelho. Gabriel García Márquez, José Saramago e Julian Barnes, por exemplo, não estão no livro. Um dos motivos para não lermos sobre o russo Gary Shteyngart foi logístico. “É difícil encontrar alguém que parta do zero da obra de um autor e tenha tempo de ler quatro, cinco, às vezes 10 livros para fazer o texto”, explica o organizador. No caso de Saramago e García Márquez, a exclusão foi porque eles não escreviam o século 21, como o subtítulo indicava, e eram mais identificados com o século anterior.

Sobre os autores contemporâneos que podem virar clássicos, Rodrigo Rosp arrisca um palpite. “É difícil imaginar que Mia Couto não vai continuar sendo referência daqui 50, 100 anos. E também o Michel Houellebecq e o Ian McEwan. Muitos têm potencial, mas talvez seja mais fácil apostar nos que não têm, como James Ellroy e Don DeLillo – não sei se ele é forte agora só porque conversa com os temas de hoje.” Ele vai além: “Há a ilusão da permanência. Mesmo os clássicos de hoje podem não ser os clássicos no futuro. Tratamos os clássicos como uma rocha solidificada, mas eles são completamente volúveis e às vezes o que coloca um autor entre os que estão sendo lembrados pode ser a crítica, o quanto as pessoas e os veículos de informação estão falando sobre ele e, às vezes, a reedição de uma obra que ficou esgotada e que faz ressurgir o grande autor.”

POR QUE LER OS CONTEMPORÂNEOS? – AUTORES QUE ESCREVEM O SÉCULO 21
Org.: Léa Masina, Daniela Langer, Rafael Bán Jacobsen e Rodrigo Rosp
Editora: Dublinense (224 págs.,R$ 37,90)

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