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Alunos da UnB lançam vídeo #EstudaLuciana para rebater argumentos de Luciana Genro pró-socialismo

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Diego Iraeta, no Brasil Post

A entrevista da presidenciável Luciana Genro (PSOL) concedida a Danilo Gentili na semana passada continua repercutindo. Após ser aplaudida nas redes por mandar o apresentador ‘estudar mais’ sobre comunismo, agora ela é alvo de deboche de um grupo de estudantes da Universidade de Brasília (UnB).

 

Os alunos, que participam do Instituto Liberal do Centro-Oeste, gravaram o vídeo acima para rebater um a um os argumentos de Genro pró-socialismo, apresentados no programa The Noite, de Gentili.

Para quem quer um resumo do vídeo, seguem as principais defesas do grupo em prol do #EstudaLuciana:

Taxar as grandes fortunas é pior

Luciana Genro quer a taxação das grandes fortunas — acima de R$ 50 milhões.
Segundo os estudantes, essa medida não deu certo nos países em que foi adotada.

Eles explicam que essa tributação levou à fuga de dinheiro de países como França e Estados Unidos.
Como exemplo, citaram Eduardo Saverin, ex-Facebook, e o ator Gerard Depardieu, que abriram mão das respectivas cidadanias para que o Estado não mexesse em seus cofres.

“É uma ingenuidade achar que milionários vão ficar parados esperando o Estado tomar seu dinheiro”, ironiza um estudante.

Com dinheiro saindo do País, há o risco de cair o nível de empregos.

Investir na Bolsa financia a produção

Os alunos afirmam que é uma falácia Genro dizer que o dinheiro hoje vai para o mercado de capitais, em vez de ir para a produção.
Enumeram uma série de empresas de alimentos e tecnologia que têm ações na Bolsa.
E explicam que investir na Bolsa é financiar a produção dessas companhias.

Também dizem que “não existe dinheiro certo” no mercado financeiro, como defende Luciana Genro.
Ainda alfinetam o pai dela, o governador Tarso Genro (PT-RS), candidato à reeleição, que tem grana em fundo de investimentos.

Países livres e capitalistas são mais tolerantes aos gays

Os jovens do Instituto Liberal do Centro-Oeste defendem que socialismo e liberdade, substantivos que figuram no nome do PSOL, são excludentes.

Lembram que países capitalistas e livres são mais tolerantes aos gays — minoria acolhida pelo PSOL em suas bandeiras fundamentais.

Renda dos pobres é maior em países capitalistas

Os estudantes usam o ranking mundial de liberdade econômica para comparar como está a renda das pessoas mais pobres em países capitalistas e socialistas.

Os dados mostram que, quanto mais empreendedorismo e comércio, os pobres de um país são mais ricos.
Portanto, segundo eles, a renda das famílias pobres é maior em países mais livres.

O socialismo não deu certo

Tratado como “utopia concreta” por Luciana Genro, o socialismo não logrou êxito — defendem os jovens do vídeo.
Para eles, é praxe os militantes socialistas se referirem a ditadores comunistas pelo nome do regime do ditador, na tentativa de mascarar uma experiência de socialismo que deu errado.

É o caso do “stalinismo”, na União Soviética, “castrismo”, em Cuba, e “chavismo”, na Venezuela.

Entenda como Enem cobra a leitura na redação

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Tudo o que você leu poderá e será usado a seu favor na correção da redação

Fonte: Universia Brasil Invista seu tempo em leituras direcionadas para a prova do Enem para conseguir incrementar seu texto

Fonte: Universia Brasil
Invista seu tempo em leituras direcionadas para a prova do Enem para conseguir incrementar seu texto

Publicado por Universia

Engana-se quem pensa que a prova de redação dos vestibulares cobra apenas a escrita dos estudantes. Segundo a professora Andrea Lanzara do Cursinho da Poli, de São Paulo, a leitura também é avaliada pelos examinadores na hora da correção. Não entendeu como? Ela explica: “temos uma competência na matriz que cobra somente como o aluno leu e compreendeu a proposta de redação, enquanto outra analisa como ele soube trabalhar, relacionar, organizar, estruturar as informações que ele retira da coletânea para defender um ponto de vista”, explica.

Além da leitura que o aluno faz da proposta de redação, tudo o que ele leu durante a sua vida também é observado, pois a bagagem cultural de cada um torna-se evidente na argumentação.

Por isso, a professora sugere que “o aluno pegue livros mais gerais, que façam abordagens históricas sobre os principais filósofos, teóricos, políticos e movimentos artísticos” e aproveite-os para embasar a argumentação e analisar as questões objetivas, já que o Enem trabalha com essa contextualização ao longo de toda a prova.

Outra alternativa para ter contato com esse plano de fundo histórico é a internet, uma vez que ela te concede os principais tópicos daquele movimento filosófico, por exemplo, de uma maneira mais dinâmica e rápida. O único cuidado que você deve ter é acessar apenas sites confiáveis para não cometer erros didáticos no decorrer do seu texto.

Por isso, invista seu tempo em leituras direcionadas para a prova do Enem e anote, inclusive, algumas citações que podem incrementar sua redação. Mais do que aumentar sua bagagem cultural, você melhorará sua habilidade de relacionar diversas áreas do conhecimento, um dos aspectos mais cobrados dos candidatos do Enem.

Candidato escreve receita de miojo na redação do Enem e tira nota 560

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Trecho da redação do Enem em que um candidato ensina como preparar miojo

Trecho da redação do Enem em que um candidato ensina como preparar miojo (Editoria de Artes/Agência O Globo)

Publicado por UOL

Um candidato resolveu descrever como preparar um miojo no meio da redação do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2012, que tinha como tema o movimento imigratório para o Brasil no século 21, e recebeu 560 pontos – a nota máxima é 1.000. A informação é do jornal “O Globo”. Ontem (18), o jornal carioca também informou que redações com nota máxima apresentaram erros como “trousse”, “enchergar” e “rasoavel”.

O candidato escreveu dois parágrafos sobre o tema proposto e depois dedicou um parágrafo inteiro ao preparo do macarrão instantâneo “Para não ficar muito cansativo, vou agora ensinar a fazer um belo miojo, ferva trezentos ml’s de água em uma panela, quando estiver fervendo, coloque o miojo, espere cozinhar por três minutos, retire o miojo do fogão, misture bem e sirva”.

Após passar a receita, o estudante voltou a escrever sobre a imigração. Segundo o jornal, o candidato recebeu 120 pontos (de um total de 200) na competência 2 da correção, que avalia a compreensão da proposta da redação e a aplicação de conhecimentos para o desenvolvimento do tema. Já na competência 3, que avalia a coerência dos argumentos, o candidato recebeu metade dos pontos possíveis — 100 de 200.

Em nota enviada ao jornal “O Globo”, o MEC afirmou que “a presença de uma receita no texto do participante foi detectada pelos corretores e considerada inoportuna e inadequada, provocando forte penalização especialmente nas competências 3 e 4”. O órgão disse entender que o aluno não fugiu do tema nem teve a intenção de anular a redação, pois não feriu os direitos humanos e não usou palavras ofensivas.

Candidato não podia recorrer da nota
Os candidatos que fizeram o Enem 2012 puderam acessar a correção de suas redações no início de fevereiro. O aluno devia informar o CPF ou o número de inscrição e a senha no site do Enem. As correções têm apenas finalidade pedagógica, ou seja, não são passíveis de recurso.

O boletim de correção traz as notas por competência e dá direito à vista da redação.

Ao todo, segundo o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais), foram corrigidas 4.113.558 redações, das quais 1,82% estavam em branco e 1,76% obtiveram nota zero.

No início do ano, estudantes de todas as regiões do país recorreram à Justiça para conseguir acesso à correção antes do período de inscrição do Sisu (Sistema de Seleção Unificada), pelo qual instituições públicas de educação superior oferecem vagas a candidatos participantes do Enem.

No entanto, os tribunais regionais federais das diferentes regiões suspenderam as liminares que determinavam a vista antecipada dos espelhos de correção, entendendo que o edital do Enem prevê apenas a vista pedagógica e que leva em conta rigorosamente o previsto no termo de ajustamento de conduta (TAC) firmado pelo Ministério da Educação com o Ministério Público Federal.

Muitos estudantes sentiram-se injustiçados. Thais Bastos obteve a nota 400 na redação do Enem. “No ano passado, tirei 700. Neste ano, estudei muito mais, não posso ter ficado com essa nota”, disse. Além disso, ela comparou o que escreveu com redações disponíveis em revistas e manuais, “As redações que receberiam a nota que eu tirei continham erros de português e um vocabulário infantil”. Ela também levou o caso à Justiça e chegou a ganhar o direito da vista antecipada, até que o ministério recorreu e venceu.

Cotista barrada na UFPI consegue fazer matrícula após quatro anos

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Batalha na Justiça durou quatro anos depois da instituição negar matrícula.
Decisão garante a estudante iniciar o curso ainda neste semestre.

Patrícia Andrade, no G1

Após uma batalha judicial que durou quatro anos, uma estudante conseguiu na Justiça Federal o direito de se matricular e cursar medicina na Universidade Federal do Piauí (UFPI). Ela foi aprovada no sistema de seleção por cotas das instituição, mas teve a matrícula negada. A decisão é da juíza Marina Rocha Cavalcanti Mendes, da 5ª Vara Federal do Piauí.

De acordo com a Defensoria Pública da União, que representou a estudante no judiciário, a jovem foi aprovada no vestibular de 2008, mas teve a matrícula negada sob a alegação de que a situação da candidata não estava de acordo com o que propunha o edital.

A luta da estudande teve início em agosto de 2011, quando a Justiça Federal do Piauí negou o seu pedido. A defensoria, então, recorreu ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), quando obteve a primeira decisão favorável. Porém, mesmo com a decisão, a UFPI teria se negado a fazer a matrícula. No final de 2012, a defensoria ajuizou processo para garantir o cumprimento da decisão judicial, mas a UFPI alegou que não poderia fazer a matrícula porque ela já possuía vínculo com a própria instituição, matriculada e cursando Enfermagem, que seria concluído no final do ano.

Diante dos argumentos, a juíza Marina Rocha Cavalcanti, deferiu o pedido de cumprimento da sentença e determinou à UFPI que realizasse a matrícula da estudante no curso de Medicina, garantindo que a aluna inicie o curso ainda no primeiro semestre de 2013.

Em nota enviada ao G1 Piauí, a Universidade Federal do Piauí, através da Pró-Reitoria de Ensino de Graduação, disse ter acatado o comando judicial que deferiu o cumprimento provisório de sentença e determinou a matrícula da requerente no curso de Medicina, cotas, período 2013.1 na condição de aprovada pelo Programa Seriado de Ingresso na Universidade – PSIU 2008.

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