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Bar dedicado a Sherlock Holmes é inaugurado na Inglaterra: veja as fotos

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Ana Paula Laux, no Literatura Policial

SUCESSO ELEMENTAR – Foi inaugurado em Asburton, na Inglaterra, um pub inspirado num dos casos mais famosos de Sherlock Holmes, o detetive criado por Arthur Conan Doyle. O bar temático é uma homenagem a O Cão dos Baskervilles, romance policial publicado em 1902 onde Holmes e seu parceiro Watson investigam a morte do Sir Charles Baskerville e a lenda de um cão demoníaco nas redondezas da propriedade.

Os novos do bar possuem também uma licença para vender produtos sobre os personagens do livro. Segundo os proprietários, o pub oferece uma experiência literária completamente única para todos os fãs do detetive e da clássica história.

The Hound of the Baskervilles oferece aos clientes um tipo exclusivo de jantar, incluindo menus temáticos e uma área para sentar que lembra um transporte ferroviário, inspirada no trem que aparece no livro.

Há também várias peças em exibição como cartazes originais de filmes, fotografias, armários com decorações dedicadas a Sherlock, chapéus de caçador (a marca registrada do personagem junto ao cachimbo) e um violino. Enquanto as pessoas se divertem, vários episódios de Sherlock Holmes são reproduzidos na TV constantemente.

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‘O Cão dos Baskervilles’ teve mais de vinte adaptações para o cinema, tornando-se um dos livros mais famosos da série detetivesca de Arthur Conan Doyle. Para quem quiser conhecer o pub, fica o endereço.

Dartmoor National Park, 5 East St, Ashburton, Newton Abbot
TQ13 7AD, Reino Unido

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(Fonte: Daniel Clark – Devonlive.com)
(Imagens: Página oficial no Facebook)

Benedict Cumberbatch é parente de criador de Sherlock Holmes

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Martin Freeman (esq.) e Benedict Cumberbatch em cena da série "Sherlock"

Martin Freeman (esq.) e Benedict Cumberbatch em cena da série “Sherlock”

 

Publicado na Folha de S.Paulo

Pesquisadores especializados em genealogia descobriram que o ator Benedict Cumberbatch, que vive Sherlock Holmes em série produzida pela inglesa BBC e exibida no Brasil pela TV Cultura, é um parente distante de sir Arthur Conan Doyle, escritor que criou o personagem do famoso detetive.

Cumberbatch seria primo de 16º grau de Conan Doyle (1859-1930), segundo o site Ancestry.com.

Segundo o porta-voz do site, Dallin Hatch, a pesquisa não foi encomendada, os pesquisadores investigaram porque gostam da série e de desafios que envolvam história.

O ancestral em comum dos dois seria um dos filhos do rei Eduardo 3º, que viveu no século 14.

Aniversário de Agatha Christie: conheça a história do desaparecimento da escritora

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"Sra. Agatha Christie como ela foi vista pela última vez (centro), e (na esquerda e na direita) como ela pode ter se disfarçado alterando o penteado e os óculos. O Coronel Christie diz que a esposa delarou que desapareceria se ela tivesse vontade, e, levando-se em consideração que ela é autora de histórias de detetive, seria bastante natural que ela adotasse alguma forma de disfarce para levar adiante a ideia" (foto: Hulton Archive/Getty Images/Reprodução)

“Sra. Agatha Christie como ela foi vista pela última vez (centro), e (na esquerda e na direita) como ela pode ter se disfarçado alterando o penteado e os óculos. O Coronel Christie diz que a esposa declarou que desapareceria se ela tivesse vontade, e, levando-se em consideração que ela é autora de histórias de detetive, seria bastante natural que ela adotasse alguma forma de disfarce para levar adiante a ideia” (foto: Hulton Archive/Getty Images/Reprodução)

 

Hoje, ela completaria 126 anos. Há 80, desapareceu durante quase duas semanas

Publicado no UAI

Um relatório de 1926 da polícia inglesa reporta o desaparecimento de uma mulher: “35 anos, 1,70m, cabelo avermelhado e anelado, pele clara. Boa forma, vestida com um casaco cinza-escuro, pequeno chapéu verde, um anel de platina com uma pérola, mas sem anel de casamento”. Esse poderia ser o início de um livro de mistério escrito por Agatha Christie, mas, na verdade, foi a vida dela própria.

Hoje, a escritora inglesa completaria 126 anos, e, há 80, protagonizou um conto de suspense da vida real.

Em 1926, seu casamento com o militar aposentado Archibald Christie completava 12 anos, e incluía uma filha de sete. A essa altura, Agatha já tinha escrito seis livros e alcançado algum reconhecimento. O casal, porém, ainda lutava para conciliar as diferenças.

A gota d’água para a paciência de Agatha foi o anúncio do marido de que ele passaria um final de semana “com amigos”. A suspeita da escritora, que afinal conhecia tudo sobre intrigas, era que um desses amigos seria Nancy Neele, amante de Archimbold.

Agatha Christie e o marido, em 1919 (foto: Rex Features/Reprodução)

Agatha Christie e o marido, em 1919 (foto: Rex Features/Reprodução)

 

Foi o suficiente para a escritora arrumar as malas e desaparecer sem aviso. Não era o caso de uma fuga do marido, já que ela recusava o divórcio que ele supostamente tinha sugerido. Na verdade, não se sabe exatamente por que ela resolveu sumir. Fato é que durante 11 dias ela foi a personagem central de uma história tão boa quanto poderia ter escrito.

Dos jornais londrinos ao The New York Times, vários veículos de comunicação cobriram de perto as buscas por Agatha. Uma manchete de 9 de dezembro de 1926 do The New York Times, seis dias após a fuga, aponta que “500 policiais e aviões procuram pela Sra. Christie; o terrier [cachorro com bom faro] favorito dela também participa das buscas pela escritora inglesa desaparecida”.

Até o criador do detetive Sherlock Holmes, Arthur Conan Doyle, se envolveu no caso, e entregou uma luva da escritora a uma médium, para que ela contatasse espíritos que ajudassem a localizar Agatha.

"Beagles foram utilizados ontem na busca renovada ao redor das Newlands Corner pela Sra.Agatha Christie, a escritora desaparecida, cuja última fotografia aparece acima. À direta, está Rosalind, a filha de sete anos da autora, fotografada nas terras da casa em Sunningdale" (foto: Hulton Archive/Getty Images/Reprodução)

“Beagles foram utilizados ontem na busca renovada ao redor das Newlands Corner pela Sra.Agatha Christie, a escritora desaparecida, cuja última fotografia aparece acima. À direta, está Rosalind, a filha de sete anos da autora, fotografada nas terras da casa em Sunningdale” (foto: Hulton Archive/Getty Images/Reprodução)

 

Fãs temiam que ela pudesse ter sido assassinada, e as suspeitas recaíam sobre o marido. A tensão aumentava quando, finalmente, um admirador, que tocava música em um spa, reconheceu a escritora entre os hóspedes. Ela se hospedeu usando o nome Tereza Neele – curiosamente, o mesmo sobrenome da amante do marido.

Ela não deu explicações públicas sobre o sumiço, e assinou o divórcio dois anos depois, em 1928. Andrew Norman, um dos biógrafos da escritora, levanta a hipótese de que o caso tenha sido um episódio de “estado de fuga”, uma breve amnésia causada por estresse.

7 livros com participações especiais de Sherlock Holmes

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Foto: Mike Quinn, Creative Commons) Silhueta de Sherlock Holmes na estação de metrô de Baker Street, em Londres

Foto: Mike Quinn, Creative Commons) Silhueta de Sherlock Holmes na estação de metrô de Baker Street, em Londres

 

Bruno Vaiano, na Galileu

Em 7 de julho de 1930 morria, aos 71 anos, o médico e escritor escocês Arthur Conan Doyle. Sua extensa coleção de ensaios, poemas e romances históricos foi ofuscada na história da literatura por sua maior criação: o detetive Sherlock Holmes.

Foram, ao todo, 56 contos e 4 romances protagonizando o personagem. Doyle tinha sentimentos ambíguos em relação à sua própria criação, e em muitos momentos considerou parar de escrever histórias sobre o detetive para se concentrar em outros gêneros. A pressão das editores e o sucesso comercial, porém, fizeram Sherlock acompanhar a vida de seu autor até o final. Os últimos contos com o personagem foram publicados em 1927, apenas três anos antes de sua morte.

Para os fãs, não foi o suficiente. Sherlock Holmes conquistou corações e mentes, e se tornou um visitante (e eventual protagonista) de obras assinadas por incontáveis fãs do autor escocês. Um fenômeno das fanfictions. A GALILEU listou sete livros que não são de Doyle, mas que tem o detetive mais famoso da história no elenco.

O Xangô de Baker Street, por Jô Soares

Em um de seus livros mais famosos do apresentador brasileiro, O Xango de Baker Street, o detetive britânico é chamado pelo imperador D. Pedro II para solucionar um mistério no Brasil das últimas décadas do século 19: um valioso violino Stradivarius dado pela atriz francesa Sarah Bernhardt à baronesa Maria Luíza desapareceu. Ao mesmo tempo, uma prostituta é brutalmente assassinada, e é encontrada pela polícia com as orelhas decepadas e uma corda do instrumento sobre o corpo. Não bastasse a complexidade do caso, Holmes ainda sofre com o calor tropical e problemas intestinais causados por feijoadas e vatapás.

Uma Solução Sete por Cento, por Nicholas Meyer

Nicholas Meyer é mais famoso por ter dirigido dois filmes da franquia Star Trek. Sua obra literária, porém, está bem longe das estrelas. Sua inspiração, no início da carreira, veio de 100% de Baker Street.

O título de seu primeiro livro, de 1974, é uma referência a um dos romances de Doyle, O Signo dos Quatro, que começa e termina com Holmes injetando uma solução de cocaína na concentração de 7%.

Na história, narrada como um relato do Dr. Watson, Sherlock vai à Viena, na Áustria, buscar ajuda de um famoso psicólogo, com que fará reabilitação para se livrar do vício na droga. Chegando lá, o especialista é ninguém menos que Sigmund Freud, o pai da psicanálise. O detetive ainda aproveita para resolver um caso que atrasa a eclosão da Primeira Guerra Mundial. Nada mal para uma só viagem.

Sherlock Holmes vs. Dracula, por Loren D. Estleman

Estleman é um jornalista americano que ainda usa uma máquina de escrever e um prolífico autor de livros Western, mas também fez três histórias estrelando o detetive britânico. Na principal delas, de 1979, o capitão de um navio é encontrado morto em um porto da Inglaterra, e todo seu sangue foi drenado. O responsável é Conde Drácula, que será investigado por Holmes. No caminho, o detetive topa com o caçador de monstros Van Helsing. Imperdível.

Se você está com preguiça de estudar matemática e preferiu enfiar a cara em um dos livros de Sir Arthur Conan Doyle, o físico Colin Bruce oferece um meio termo tentador que irá suprir suas

Novas Aventuras Científicas de Sherlock Holmes, por Colin Bruce

Se você está com preguiça de estudar matemática e preferiu enfiar a cara em um dos livros de Sir Arthur Conan Doyle, o físico Colin Bruce oferece um meio termo tentador que irá suprir suas necessidades acadêmicas. Nas novas aventuras do detetive inglês, casos ardilosos envolvendo empresários, jogadores e vigaristas são desvendados por meio de conceitos da probabilidade, da estatística e da teoria dos jogos. Tudo explicado número por número.

The Mammoth Book of New Sherlock Holmes Adventures, por Vários Autores

Em tradução livre, O Grande Livro de Novas Aventuras de Sherlock Homes, ainda sem edição em português. Essa é uma compilação para viciados em crise de abstinência. Stephen Baxter, H. R. F. Keating, Michael Moorcock, Amy Myers e outros escritores de romances policiais e ficção científica assinam histórias inéditas de Holmes para quem já zerou as 60 narrativas deixadas por Sir Arthur Conan Doyle.

Sherlock Holmes: Biografia não autorizada, por Nick Renninson

Após encarar Drácula, se consultar com Freud e passar mal comendo vatapá, nada mais justo do que dar a Holmes sua própria biografia. O livro de Nick Renninson, publicado em 2006, mistura, com a maior naturalidade possível, episódios reais da história da Inglaterra com os incontáveis casos solucionados pelo detetive. Na mistura, não entra apenas a obra canônica de Doyle, mas várias das incontáveis participações de Holmes em outras obras que são citadas aqui. Depois da leitura, fica até difícil de acreditar que ele não existiu.

Sherlock Holmes no Japão, por Vasudev Murphy

O livro tenta preencher uma lacuna da cronologia oficial de Holmes, enviando-o à terra do sol nascente. O ano é 1893, e o detetive busca conter o maligno professor Moriarty, que tem planos de dominar o mundo. A obra, que faz uma boa ambientação da vida nos países asiáticos no século 19, foi, em geral, bem recebida, mas desagradou leitores mais conservadores por distorcer muitos elementos das histórias originais.

3 livros clássicos para ler no fim das férias

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Aproveite os últimos dias de descanso para ler um dos livros a seguir

Publicado no Universia Brasil

Os livros clássicos mostram aos leitores a realidade de uma época muitas vezes distante, tal como hábitos e organização social ou até mesmo o tipo de ficção produzido naquele momento histórico. No entanto, é comum que as pessoas tenham dificuldade de escolher em qual livro desejam se debruçar e aprender mais. Pensando nisso, confira 3 livros clássicos que você deve ler ao longo da vida:

1 – Sherlock Holmes

A obra escrita por Arthur Conan Doyle teve sua primeira publicação em 1887 e é lida por milhares de pessoas ainda nos dias de hoje. A primeira aparição de Sherlock Holmes aconteceu na novela Um Estudo em Vermelho. Devido ao sucesso de Sherlock Holmes, Doyle escreveu sobre ele até 1927. Nenhuma das histórias escritas é repetitiva, fazendo com que a leitura seja leve e envolvente. O enredo de cada um dos textos trata sobre Sherlock Holmes, um detetive que tem habilidades incríveis, que beiram o fantástico. Além disso, a personalidade de Holmes faz com que os leitores sintam-se atraídos pela obra, sempre querendo conhecer mais um dos casos resolvidos pelo detetive.

2 – O Senhor das Moscas

Escrito por William Golding, a obra foi publicada em 1954 e tornou-se um grande sucesso ao longo dos anos, consagrado como uma literatura pós Segunda Guerra Mundial. O enredo fala sobre um grupo de garotos que sofre um acidente de avião e ficam presos em uma ilha deserta. Na tentativa de sobreviverem, criam uma sociedade própria, com um líder, e baseada nos recursos que tinham disponíveis na natureza. É uma leitura que faz refletir sobre a organização social e também a capacidade do homem de construir um mundo melhor. No entanto, Golding cria a obra com um tom bem pessimista.

3 – Uma Mulher Perdida

A obra foi publicada em 1923 e escrita por Willa Cather, americana que recebeu o Prêmio Pulitzer de Ficção pela obra One of Ours. Uma Mulher Perdida é um texto que entretém o leitor por meio da escrita de Cather. Dividida em duas partes, a obra fala sobre a ascensão da família Forrester, bem como a do West. Em um segundo momento, retrata o declínio de ambos. Com uma leitura simples e rápida, a obra torna-se complexa por meio do enredo que aborda.

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