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Malhe o cérebro e garanta neurônios mais fortes, sem whey

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publicado no TaoFeminino

Musculação para definir os músculos, corrida e bike para eliminar gordurinhas. Já lemos muito sobre isso. Mas, e para o órgão que comanda tudo isso? Segundo especialistas, exercitar o cérebro é tão importante quanto praticar exercícios físicos.

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O cérebro é um sistema complexo e que funciona perfeitamente, realizando diversas atividades a cada segundo. Os vasos, veias e artérias sanguíneas, que irrigam cada parte dele, transportam oxigênio e nutrientes essenciais para que continue o trabalho, a todo vapor. Com a massa cinzenta já abastecida e cheia de energia, as células do sistema nervoso cerebral (neurônios) processam as informações e estímulos do organismo. Temos cerca de 100 bilhões destas células que trabalham sem descanso e fazem milhares de conexões com tantas outras células – as chamadas sinapses. São elas que garantem que informações, aprendizados e os circuitos da memória sejam compartilhados e “armazenados” no cérebro.

Porém, diversos fatores tais como estilo de vida, alimentação, consumo excessivo álcool e até o passar dos anos podem comprometer o desempenho das sinapses cerebrais. Para que sua performance não seja afetada, é preciso exercitar o cérebro tanto quanto os músculos na academia. “Quando estimulamos o cérebro, obtemos, naturalmente, melhorias significativas em quesitos como memória, capacidade de concentração e raciocínio”, avalia Mauro Atra, neurologista do HCor – Hospital do Coração (SP).

O psicólogo Massimo Mazzoni, de São Paulo, disse em sua mais recente palestra “Ginástica para o Cérebro” realizada no Hospital e Maternidade São Cristóvão, que o cérebro muitas vezes trabalha como se estivesse em “piloto automático” diante da rotina. “Tire seu cérebro da zona de conforto: crie outros caminhos para chegar no seu trabalho, viaje para lugares diferentes, procure desafios novos. ”

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Quais exercícios fazer?
– Memorize informações úteis, como endereços ou números de telefone, exercícios de memorização cumprem muito bem com a função de fazer o cérebro trabalhar.

– Leia. A leitura certamente está entre os exercícios mais importantes para o cérebro. Além de aliviar a tensão e o estresse, a atividade traz conhecimento e estimula tanto o raciocínio, quanto a imaginação. Mais: procure ler sobre assuntos diferentes daqueles que já domina ou está acostumada.

– Uma alimentação saudável e balanceada também é importante para a saúde do cérebro. Entre as principais recomendações estão frutas frescas, vegetais, peixe, entre outros alimentos com Omega-3.

– Já para cama! O neurologista Mauro Atra explica que é durante o sono que as células cerebrais se regeneram, toxinas são removidas e nos renovamos emocionalmente. Ou seja, quanto mais qualidade tiver o nosso sono, melhor o cérebro funcionará. Estudos indicam que o estágio mais profundo do sono – e que ocupa cerca de 25% do tempo que dormimos -, o REM (rapid eye moviment), é um dos mais importantes e também um dos mais prejudicados quando não dormimos bem.

Dona de casa que estudou até 4ª série, vence os “nãos” e vira escritora aos 80 anos

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Ela tinha o sonho de ser missionária e de escrever livros e só foi realizá-los 60 anos depois

Maressa Mendonça, no Correio do Estado

Bárbara lançou o primeiro livro quando tinha 80 anos (Foto: Maressa Mendonça/Portal Correio do Estado)

Bárbara lançou o primeiro livro quando tinha 80 anos
(Foto: Maressa Mendonça/Portal Correio do Estado)

Ela adiou os sonhos por mais de sessenta anos, depois de ouvir o “não” do pai dela e o conselho do marido. Aos 13 ela queria levar aos desconhecidos as palavras de vida e esperança que tinha aprendido com missionários evangélicos, mas não teve autorização. Queria escrever livros também, mas disseram que ela não tinha conhecimento suficiente para isso.

As vontades dela acabaram se concretizando na construção de uma igreja em Aporé (GO) e em três publicações, todas escritas em Campo Grande (MS), onde mora atualmente.

Nascida e criada em fazenda, Bárbara Cândida e Silva, de 85 anos, estudou até a 4ª série. Nessa época ela deu início ao hábito que manteria durante toda a vida: de anotar acontecimentos importantes e impressões sobre o cotidiano em um caderno.

FATOS MARCANTES

Dentre as anotações, a história do doloroso “não”, dito pelo pai. Ele havia revelado a ele o sonho de estudar e ser missionária, deixando a fazenda para morar em um internato em São Paulo. “Filha, eu te amo muito, mas se você for, não conta mais comigo, nunca mais! Vou deixar de ser seu pai!”, ouviu como resposta.

Naquele momento, o sonho parecia ter chegado ao fim. Ela não questionou, só chorou muito.

Três anos depois, com 16, Bárbara se casou com o homem que a presenteou com um broche em forma de telefone. Antes do matrimônio, os dois se conversavam por cartas e o romance foi tomando forma e laços cada vez mais fortes.

Já casada, Dona Bárbara tentou buscar apoio do marido amado para concretizar esse projeto de vida. A opinião dele não agradou tanto. ​

Ele tentou convencê-la a esquecer desse sonho e ainda disse que se fosse adiante poderia se frustrar por não ter capacidade e ficar envergonhada pela falha. “Os erros de ortografia não seria perdoados pelos leitores”, dizia.

O marido já é falecido. A separação física aconteceu há 38 anos, mas o sentimento de união perpetua. E o símbolo desse amor é justamente aquele broche recebido como presente, guardado com muito carinho até hoje.

Com o marido Ronan Rezende, ela teve seis filhos: Alvacir, Daniel, Lídia, Ester, Sarah e David. Mãe e dona de casa em tempo integral, ela ainda organizava o tempo para exercer outras atividades como a de costureira, confeiteira e até professora de crianças em uma escola de Cassilândia, a 425 km de Campo Grande, onde morou durante 62 anos.

Somado ao “não do marido”, a rotina de Bárbara era cheia, mas não era suficiente para apagar a vontade de escrever um livro, que como ela descreve era um sentimento “indomável”.

OS LIVROS

Os filhos cresceram, a viuvez chegou e ela se viu com tempo suficiente para organizar os pensamentos rabiscados em cadernos.

As histórias da infância se transformaram no livro “Pegadas que Falam”, o primeiro lançado pela escritora, quando tinha 80 anos. Depois, veio “A voz que aquece o coração”, com mensagens bíblicas comentadas pela autora. O último foi “A Ponte”, obra que reúne a história do município de Aporé (GO), onde ela nasceu.

Ao contrário do que ela pensava, os livros foram bem aceitos pelos leitores. “Não imaginava, não. Tinha vontade, mas não tinha esperança. Achava que, porque eu não tinha estudado, não tinha cultura, era impossível”.

Sobre os erros de ortografia, ela descobriu que não são publicados. “A gente escreve errado, mas o computador corrige. Depois vem a editora e coloca em ordem, mas a ideia da gente vai, está toda ali”, declara Bárbara, que ainda mantém o hábito de escrever rascunhos no caderno, antes de passar para o computador.

Ela conta que já tem outro livro em andamento. Desta vez, será sobre gastronomia. “Enquanto tiver condições, vou escrever”, diz.

Referência no mercado por livros de arte de luxo, Cosac Naify fecha as portas

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Antonio Gonçalves Filho, no Estadão

Quase 20 anos após seu nascimento, a editora Cosac Naify chega ao fim por decisão de seu fundador, o editor Charles Cosac. Ele comunicou seu fechamento em entrevista exclusiva ao Estado, nesta segunda-feira, 30, à tarde, em sua casa, justificando-o não por causa da crise econômica atual – que também pesou, mas nem tanto como as dificuldades em seguir adiante no caminho traçado por ele em 1996. “Só o meu desejo de que ela existisse não justificaria a manutenção da editora, cujos projetos culturais se encontram ameaçados neste momento”, resume. Com 1.600 títulos no catálogo, de clássicos como Tolstoi a monografias de artistas, passando por romancistas estrangeiros como Enrique Vila-Matas e Valter Hugo Mãe, a Cosac Naify surgiu como editora com o livro Barroco de Lírios, de Tunga, e vai encerrar sua história também com um livro do artista pernambucano, ainda em preparo.

Cosac comunicou nesta segunda-feira, 30, sua decisão aos funcionários da empresa, após conversar com seu sócio, o empresário norte-americano Michael Naify, que apoiou sua iniciativa. Em situação deficitária pelo alto investimento que demandam seus projetos editoriais, alguns com produção gráfica sofisticada e sem garantia de retorno financeiro, a Cosac Naify tentou, segundo seu fundador, criar fórmulas que cobrissem os prejuízos dessas edições especiais, mas a situação do mercado não ajudou. “Somos uma editora cult, cujos livros são destinados a professores acadêmicos e estudantes de arte, e não gostaria de ver nossa linha editorial desvirtuada”, justificou.

Uma dessas fórmulas foi criar coleções de literatura com obras que estão em domínio público, como as de Tolstoi, até hoje um dos best-sellers da editora. “Mas não queria fazer o que outras editoras já fazem.” Seu interesse inicial, como um editor que estudou e coleciona obras de arte, era produzir monografias para divulgar a produção contemporânea brasileira, como a mais recente, dedicada à artista carioca Elizabeth Jobim, lançada há um mês, cuja produção foi pessoalmente cuidada pelo editor.

“Eu vejo a editora se descaracterizando, se afastando daquilo que fez dela tão querida, e prefiro encerrar as atividades a buscar uma solução que possa comprometer seu passado”, diz, referindo-se a uma possível fusão com grupos editoriais poderosos, como tem sido frequente no mercado. Como exemplo de uma coleção difícil de ser considerada por editoras mais comerciais, ele cita a dedicada ao crítico Mário Pedrosa, que só teve três volumes lançados dos sete planejados com a obra crítica e ensaística daquele que é considerado uma referência da arte brasileira.

Cosac lembra que teve dificuldades para manter outras coleções, como as de Murilo Mendes e Jorge de Lima. Para publicar títulos de difícil consumo, ele tentou investir ainda mais nos clássicos de literatura, lançando recentemente as Novelas Exemplares de Cervantes, obras que, a exemplo dessa, poderiam, eventualmente, permitir a publicação de outras, de interesse restrito. “Como disse, não criei a editora para recauchutar obras em domínio público”, observa. “Quero que ela termine como começou, não gostaria que ela entrasse em decadência.”

Desde os primeiros anos da Cosac Naify, o editor valorizava a reimpressão de obras que considerava de interesse acadêmico, mesmo sem retorno financeiro. Publicou, por exemplo, os principais títulos de Lévi-Strauss e do antropólogo Eduardo Viveiros de Castro, mantendo-os em catálogo. No momento em que declara o fechamento da editora, ele afirma que pretende “perpetuar” de forma generosa essa tradição. “Não podemos deixar que esse legado morra e, naturalmente, vamos fazer o possível para que esses livros sejam publicados por outras casas editoriais.” Será como uma contribuição pessoal sua. “Não vou tentar dizer que essas séries são minhas”, adverte. “Não estou vendendo aquilo que a gente construiu.”

Quando Cosac fala no plural, ele está se referindo aos editores e colaboradores que contribuíram para o êxito da editora, cujos autores aparecem sempre nas listas dos principais prêmios literários do Brasil, entre eles o São Paulo de Literatura, que premiou ontem como melhor romance de 2014 o livro de Estevão Azevedo, Tempo de Espalhar Pedras, desbancando autores veteranos como Chico Buarque (leia mais na página C7). “Esse esforço não morre com o fechamento da editora, que não consegue viver da literatura que publica, apesar dos nomes que estão em nosso catálogo, como Zambra, Tabucchi e tantos outros.” Há exceções que, chegam a ser considerados best-sellers diante do fraco desempenho dos títulos de arte e arquitetura no mercado, edições luxuosas dirigidas a estudantes ou especialistas. Dois autores dos quais a editora lançou quase toda a obra são o espanhol Vila-Matas e o português Valter Hugo Mãe, amigo pessoal do editor, ambos com público cativo no Brasil

Cosac esclarece que pretende tratar cada caso individualmente ao encerrar as atividades da editora. “Cada livro é um livro e falaremos com cada autor”, adianta, valendo o mesmo para fornecedores e demais pessoas envolvidas no processo. A editora, que mantinha 110 pessoas em sua equipe no começo do ano, foi reduzida à metade com os cortes realizados por causa do ajuste à realidade do mercado. “Tínhamos uma estrutura caseira e a editora cresceu demais.” Ele diz que sempre deu liberdade aos editores, que não concordava com todos os títulos publicados, mas que incentiva projetos mesmo nesses casos. “Ela deixou essa estrutura caseira e se tornou acadêmica, sobretudo após a entrada do Augusto Massi, que criou escola.”

A editora não está em processo de falência, garante Cosac. “Do capital investido, cerca de R$ 70 milhões, nunca recebi um tostão de volta”, revela. Ao contrário. As perdas, diz, somam o dobro disso. “Mas não estou culpando ninguém, nem a Dilma nem a alta do dólar”, acrescenta. Apenas não se pode manter uma editora, segundo ele, vendendo meia dúzia de títulos como foi o caso da coleção de arte da Yale University, que lançou logo no início, quando não tinha experiência como editor, ou as edições experimentais, múltiplos de luxo numerados que não deram certo num país sem essa tradição.

“Para mim, o balanço foi positivo, pois conheci autores que não conhecia, publiquei outros que amava, como Goncharov, mas lamento não ter editado a obra de Bataille a Artaud.” Quem sabe alguém ainda o convença a fazer isso.

Por que se divertir pode ajudar na preparação para o vestibular

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Fazer atividades que gosta pode prepará-lo melhor para as provas. Confira como

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Publicado em Universia Brasil

Conforme a data dos vestibulares se aproxima, é natural que a tensão e o nervosismo aumentem. Alguns alunos costumam pensar que, nesse momento, o mais importante é focar a atenção apenas na revisão final, estudando as matérias que possuem mais dificuldade. Contudo, apesar de ser uma tarefa importante, não é a única forma de se preparar. Treinar o emocional também é imprescindível para ter um bom desempenho nas provas. Para isso, é necessário equilibrar os estudos com a vida pessoal.

Foi pensando nisso que a separamos 4 passatempos que podem melhorar o seu desempenho no vestibular. Confira:

1 – Faça uma atividade física

Praticar algum esporte ou exercícios físicos pode ser uma ótima maneira de aliviar a tensão e o estresse acumulado durante o período pré-vestibular. Além disso, essas atividades podem ajudar a manter o desempenho cerebral ativo, estimulando até mesmo o desenvolvimento do potencial criativo. Por isso, é importante reservar algum momento do dia para movimentar o corpo.

2 – Escute música

Tocar um instrumento musical ou o simples hábito de escutar música já pode ser muito útil para manter o controle emocional antes das provas. Além de acalmar, essa atividade pode despertar a imaginação e a criatividade.

3 – Faça um curso de idiomas

Aprender uma nova língua pode ser uma ótima forma para descontrair antes das provas, fazendo que você distribua a sua atenção em outras atividades, diminuindo a ansiedade. Além disso, estudar um idioma estrangeiro pode estimular a memória, o vocabulário e a escrita e o raciocínio.

4 – Jogue videogame

Algumas pesquisas comprovam que jogar videogames pode aumentar a capacidade de memorização, a noção espacial, o raciocínio, entre outras habilidades. Por isso, se você é apaixonado pelos games, não deixe de jogá-los. Só preste atenção para não exagerar e se atrapalhar com os estudos.

Mais Educação não tem impacto em matemática, português e evasão, diz estudo

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Marcelle Souza, em UOL

Uma pesquisa divulgada nesta segunda-feira (5) pelo Itaú Social e o Banco Mundial aponta que as atividades do Programa Mais Educação, do MEC (Ministério da Educação), não têm impacto a curto prazo nas notas das escolas em matemática, português e nos índices de abandono.

O estudo levou em consideração 600 escolas que aderiram ao programa em 2008 e cerca de 2.000 que entraram em 2010. Os resultados dessas unidades, localizadas em vários Estados do país, foram comparados aos de escolas com o mesmo perfil (tamanho, estrutura, desempenho no Ideb etc.), mas que não realizam atividades do Mais Educação.

O desempenho dos alunos em matemática e português na Prova Brasil e os dados de evasão foram medidos em 2009, 2011 e 2013. Os resultados mostram que as escolas com o Mais Educação não tiveram melhores notas nem registraram queda no abandono se comparadas às que não recebem verba do programa.

O Mais Educação foi implantado em 2008 e repassa verbas para escolas interessadas que atendam a uma série de requisitos, entre elas que tenham mais de 50% dos alunos no Bolsa Família. As unidades que participam do programa oferecem, no contraturno e de maneira não obrigatória, atividades de reforço escolar, culturais, esportivas, de educação ambiental, de promoção à saúde, cultura digital e de direitos humanos.

Para Antonio Bara Bresolin, da Fundação Itaú Social, os dados da pesquisa são um indicativo que melhorias devem ser feitas no programa, mas que não são suficientes para avaliá-lo de modo completo. “De fato, é pouco tempo para avaliar o impacto das atividades no desempenho dos alunos na Prova Brasil”, disse.

“Por falta de dados, não conseguimos avaliar a efetividade do Mais Educação em outros aspectos, como redução do trabalho infantil, da exploração sexual infantil, e no desenvolvimento de competências socioemocionais”, diz.

A pesquisa também fez um estudo de caso em quatro redes municipais e duas estaduais (DF e GO).

A coordenadora do Cenpec, Maria Amábile Mansutti, afirmou que o estudo mostra que o programa precisa olhar mais para a qualidade das atividades oferecidas.

“O estudo de caso mostra que as escolha das atividades estão mais ligadas às possibilidades da escola [de estrutura e pessoal] do que aos interesses dos alunos”, afirma. “Os monitores muitas vezes não dialogam com o resto da escola. Mas o contraturno não pode ser um passatempo, tem que ser de fato uma atividade pedagógica.”

Procurado, o MEC afirmou que o novo ministro da Educação, Aloizio Mercadante, definiu que uma de suas prioridades é rever o Programa Mais Educação, “priorizando os conteúdos com maior foco na melhoria do aprendizado, especialmente português e matemática”.

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