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Universidade de Londres terá Angelina Jolie em seu quadro de professores

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Cast member Angelina Jolie poses at the premiere of "Kung Fu Panda 3" at the TCL Chinese theatre in Hollywood, California January 16, 2016. The movie opens in the U.S. on January 29.  REUTERS/Mario Anzuoni - RTX22PDS

Publicado no Hypeness

Mais do que um rostinho bonito de Hollywood, Angelina Jolie é reconhecida por seu ativismo em diversas causas, entre elas, a igualdade de gêneros. Agora, ela irá acumular mais um cargo para seu já extenso currículo, que inclui experiências como atriz, diretora e roteirista: será também professora na London School of Economics, na Inglaterra.

No ano passado, ela havia criado na universidade o Centro para a Mulher, Paz e Segurança, em conjunto com o então secretário britânico de Relações Exteriores, William Hague. Agora ela deverá participar também como professora no curso de mestrado oferecido pelo centro, que abordará temas como igualdade de gêneros, paz e segurança mundial, segundo comunicado realizado pela instituição.

Angelina irá trabalhar como professora durante um ano, tempo em que será responsável por ministrar aulas e palestras, promover leituras e desenvolver pesquisas, projetos, workshops e eventos. “Eu estou ansiosa para ensinar e aprender com os estudantes e também compartilhar minhas experiências trabalhando com governos mundiais e as Nações Unidas”, declarou.

Fotos © REUTERS/Mario Anzuoni

Fotos © REUTERS/Mario Anzuoni

Emma Watson dará aulas na Universidade de Oxford

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Fonte: Shutterstock

Fonte: Shutterstock

 

A intérprete da bruxinha Hermione foi convidada para lecionar, dar palestras e conduzir seminários

Publicado no Universia Brasil

Quem leu os livros e assistiu aos filmes da série Harry Potter com certeza se lembra da bruxinha nerd Hermione Granger, interpretada pela atriz inglesa Emma Watson.

A novidade é que, após anos se dedicando aos estudos da magia e lendo os grossos livros de feitiço durante as cenas dos filmes, Emma, que é formada em Literatura Inglesa pela Universidade de Brown, foi convidada para atuar como professora no Lady Margaret Hall, uma fundação da Universidade de Oxford dedicada à inclusão de mulheres no ensino superior.

Um dos motivos da intérprete de Hermione ter sido convidada para o cargo foi sua posição de embaixadora da Boa Vontade pela ONU Mulheres, que já proporcionou a atriz outros momentos marcantes, como uma entrevista com a ativista paquistanesa Malala Yousafzai, famosa por lutar pelo direito à educação.

Além de Emma Watson, mais 10 nomes célebres, das mais diferentes áreas de atuação, também foram convidados para ensinar e palestrar na instituição. Entre eles está o ator britânico Benedict Cumberbatch, famoso por interpretar o lendário detetive Sherlock Holmes em uma série do canal BBC, além do seu papel no filme O Jogo da Imitação, de 2015.

Para o diretor da faculdade, Alan Rusbridger, a participação de Emma, Benedict e outros convidados irá enriquecer culturalmente as aulas da instituição, por meio de conversas, performances, palestras e seminários. “Eles são pessoas dos mais diferentes campos de atuação e podem nos ajudar a fazer uma ponte entre a nossa comunidade acadêmica e os mundos que habitam”, explica Rusbridger, em entrevista à revista norte-americana Vanity Fair.

Em sequência de ‘Harry Potter’, Hermione será interpretada por atriz negra

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A peça ‘Harry Potter e a Criança Amaldiçoada’ vai estrear em junho em Londres. Atriz foi alvo de comentários racistas

Publicado no Correio 24Horas

Os fãs da saga do bruxinho ‘Harry Potter’ têm mais uma novidade sobre a peça que servirá como sequência dos livros da série – os três atores principais, que interpretam Rony Weasley, Hermione Granger e o protagonista da franquia foram escolhidos.

A peça ‘Harry Potter e a Criança Amaldiçoada’ vai estrear em junho de 2016 nos palcos de Londres. Os atores Jamie Parker, 36 anos, Paul Thornley, 40 anos, e Noma Dumezweni, 45 anos, tiveram a identidade revelada nesta segunda-feira (21).

Parker será Harry adulto Dumezweni viverá Hermione Thornley será o amigo Rony

Parker será Harry adulto           Dumezweni viverá Hermione     Thornley será o amigo Rony

 

A escolha foi recebida com surpresa por alguns fãs, porque a atriz escolhida para viver a Hermione adulta é negra, ao contrário de sua intérprete nas telas do cinema. A nova Hermione se tornou alvo de comentários racistas de algumas pessoas.

A escolha de Noma foi aprovada pela autora da série, J.K. Rowling: “O que é dito nos livros: olhos castanhos, cabelos crespos e muito inteligente. Nunca foi especificado se a pele dela era branca. Rowling ama a Hermione negra”, escreveu a autora no Twitter.

Nos cinemas, a atriz Emma Watson deu vida à Hermione (Foto: Divulgação) Rowling defendeu escolha e diz que cor de pele de Hermione nunca foi dita nos filmes (Foto: Divulgação)

Nos cinemas, a atriz Emma Watson deu vida à Hermione
(Foto: Divulgação)
Rowling defendeu escolha e diz que cor de pele de Hermione nunca foi dita nos filmes (Foto: Divulgação)

 

No Site Pottermore, Rowling demonstrou felicidade com a escolha: “eu estou muito empolgada com a escolha deste atores para a peça ‘Harry Potter e a Criança Amaldiçoada’. Eu mal posso esperar para ver Jamie, Noma e Paul darem vida ao Harry, Hermione e Rony adultos no próximo verão”, disse.

Matthew Lewis, o ator que deu vida a Neville Longbottom nos cinemas, também apoiou a escolha ao ser questionado sobre Noma no Twitter: “E nos livros, Neville era loiro. Eu realmente não me importo [com a cor da pele dela]. Boa sorte a ela”, escreveu.

 

O novo trio que vai viver os personagens adultos em sequência da franquia Harry Potter (Foto: Divulgação/Twitter)

O novo trio que vai viver os personagens adultos em sequência da franquia Harry Potter
(Foto: Divulgação/Twitter)

Livro revela a vida doméstica de Audrey Hepburn

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No anos 70, na Sardenha - Foto do livro "Audrey, minha mãe"

No anos 70, na Sardenha – Foto do livro “Audrey, minha mãe”

 

Filho caçula da atriz diz que a mãe adorava ser dona de casa

Fernanda Massarotto, em O Globo

MILÃO – Audrey Hepburn não dirigia. Adorava se deitar no sofá de casa, em Roma, de calça jeans e camiseta, e comer penne com catchup. Fumava de vez em quando. Não pulava jamais o café da manhã e não perdia um capítulo da série “Casal 20”, do amigo Robert Wagner. A atriz era uma grande fã da bossa nova e passava horas escutando Astrid Gilberto, João Gilberto e Sérgio Mendes.

— Minha mãe era tudo isso. Uma pessoa normal que vivia para a família, adorava ser uma dona de casa, cozinhar e comer junk food — revela (com o sorriso de quem sabe que está surpreendendo o interlocutor) o designer gráfico Luca Dotti, filho de Audrey Hepburn com o psiquiatra italiano Andrea Dotti. Ele acaba de lançar na Europa o livro “Audrey mia madre” (Ed. Mondadori Electa), em que conta um tanto dos anos em que a atriz viveu na Itália.

Nascida na Bélgica, com pai inglês e mãe holandesa, Audrey Hepburn virou ícone de estilo graças à elegância inata (além do guarda-roupa basicamente composto por peças do amigo Hubert de Givenchy). O seu lado doméstico, porém, jamais tinha sido explorado. Sinal de um tempo passado, sem internet e smartphones e com, talvez, paparazzi menos ávidos.

Nos últimos seis anos, Luca Dotti mergulhou em lembranças, histórias e depoimentos que revelassem um pouco mais dessa mãe famosa. Conseguiu construir um retrato pessoal ilustrado por mais de 250 fotografias e 65 receitas. Sim, ele conta que Audrey adorava cozinhar e que o fazia muito bem. Não à toa, ela se adaptou facilmente à rotina de mulher romana.

— Minha mãe fazia parte dessa cidade. Como europeia, gostava de andar pelas ruas, viver o dia a dia, fazer compras e, muitas vezes, ficava sem graça quando lhe davam privilégios no açougue — conta Luca, que encara a mãe como a mulher normal que fazia as compras de casa, mas que, durante a sua infância e adolescência, precisou responder aos pais de seus amigos como era ser filho de uma diva. Para ele, Audrey era a “mamma” que o levava e buscava na escola, passava horas ao seu lado ajudando nos estudos e lhe preparava pratos deliciosos na casa no bairro de Parioli, na capital italiana.

— O sucesso era algo do qual minha mãe tinha muito orgulho. E ela sempre se dedicou muito. Levantava cedo para estudar os seus personagens e sempre chegava pontualmente no set. Ela tinha medo de não estar a altura de seus colegas — afirma Luca, que tem 45 anos e é o filho caçula de Audrey, morta em 1993, aos 63 anos.

A vida romana da atriz aconteceu 17 anos após sua estreia no filme “A princesa e o plebeu”, que curiosamente se passava em Roma e lhe rendeu um Oscar em 1953. Após a separação do primeiro marido, o ator americano Mel Ferrer, pai de Sean, seu primogênito, Audrey estava de férias em Roma quando recebeu um convite para ir à Turquia com amigos. Em menos de dois anos, já estava casada com o psiquiatra Andrea Dotti e dava à luz Luca. Foi amor à primeira vista entre o italiano e a atriz de Hollywood. “É como se um tijolo caísse na sua cabeça,” costumava dizer a estrela de “Bonequinha de luxo” para explicar a paixão entre ela e o psiquiatra. O casamento durou 13 anos.

Amor por comida e jardins

Audrey vivia as tarefas domésticas com prazer. Quando podia (e a cozinheira Giovanna lhe dava permissão), ela se aventurava na panelas. O caderno de receitas revela seu interesse não só por comida mas pelas reuniões com os amigos e a família ao redor da mesa. O cardápio incluía espaguete com molho de tomate fresco, torta de chocolate ao creme de leite, tortilha de batata e cebola, robalo assado e molho pesto com nozes e iogurte.

No caderno, junto a cada receita, ela anotava o nome da pessoa que lhe havia ensinado e a procedência. Nos inúmeros jantares oferecidos na casa de Parioli, os Dotti recebiam amigos italianos e astros de Hollywood, como a atriz Julie Andrews, o cineasta Blake Edwards, a cantora Diana Ross e os atores Roger Moore e Yul Brynner.

— Foi justamente esse caderno de receitas que me inspirou a contar um pouco de minha mãe, principalmente para meus três filhos, que não tiveram a oportunidade de conhecê-la. Além da falta que faz sua presença, o que mais me entristece é pensar que ela não conheceu os netos — emociona-se Luca, que, pessoalmente, tem o mesmo olhar encantador da mãe, de quem herdou a paixão pela boa comida e pela jardinagem.

Da Itália para a Suíça

Comer bem era parte da rotina da atriz, que regularmente fazia (mais…)

Natalie Portman dá conselhos a formandos em Harvard e lembra passado “difícil”

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Natalie Portman durante discurso em Harvard (Foto: Reprodução / YouTube)

Natalie Portman durante discurso em Harvard (Foto: Reprodução / YouTube)

A atriz falou sobre os momentos depressivos e obscuros que passou na universidade americana

Publicado na Revista Monet

Natalie Portman retornou ao seu tempo de estudante para dar um discurso inspirador em Harvard na quarta-feira, 27 de maio, e revelou que seu tempo na universidade não foi um passeio fácil. A atriz ganhadora do Oscar incentivou os alunos prestes a se formarem a usar seu entusiasmo juvenil para assumir riscos e traçar o seu próprio caminho na vida.

“Quando eu entrei como uma caloura em 1999, senti como se tivesse havido algum engano. Que eu não era inteligente o suficiente para estar nesse lugar, que cada vez que eu abrisse minha boca, teria que provar que não era apenas uma atriz boba”, disse à multidão de alunos.

E continuou: “É fácil agora romantizar o meu tempo aqui, mas tive alguns momentos muito difíceis também. Uma combinação de ter 19 anos, lidar com meu coração partido pela primeira vez, tomar pílulas anticoncepcionais que foram tiradas do mercado por seus efeitos colaterais depressivos, e passar muito tempo sentindo saudade da luz durante os meses de inverno, me levaram a viver alguns momentos muito obscuros, particularmente durante o segundo ano. Tiveram várias ocasiões em que eu comecei a chorar em reuniões com professores, preocupada com o que eu deveria ser, quando eu mal conseguia sair da cama pela manhã”.

A atriz ainda disse que aprendeu algumas lições importantes durante a sua experiência acadêmica e levou essas lições com ela para a sua vida como atriz. “Você nunca pode ser o melhor. A única coisa na qual você pode ser o melhor é em desenvolver seu próprio eu. Faça uso do fato de você não duvidar muito de si mesmo agora. Quando envelhecemos, ficamos mais realista, e esse realismo não nos faz nenhum favor”, acrescentou.

Assista ao discurso completo de Portman no vídeo abaixo:

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