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Aos 40, Drew Barrymore vai lançar nova autobiografia

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Atriz, que completou quatro décadas em fevereiro, pretende publicar obra com casos mais leves de sua conturbada vida pessoal

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Se tem uma celebridade de Hollywood que tem muitas histórias para contar, certamente ela é Drew Barrymore. Aos 40 anos, celebrados no último dia 22, com direito a post fofo e discreto em seu Instagram, a atriz se prepara para lançar outra autobiografia.

Segundo informações exclusivas da revista People, Drew já está em negociações com a editora Dutton para publicar uma coletânea de memórias sobre sua vida. “Amo histórias que são bem humoradas, emocionantes e atrativas, e este é meu objetivo com este livro”, disse ela em comunicado à publicação.

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Famosa desde que estrelou E.T. – O Extraterrestre, um clássico de Steven Spielberg, Drew teve uma infância e adolescência conturbadíssimas. Aos 9 anos já era alcóolatra e viciada em cigarros e, aos 10, já consumia cocaína. Presença constante em festas, encarou a reabilitação pela primeira vez aos 13 anos e tentou se matar aos 14. Em 1990, esta fase obscura de sua vida foi retratada no livro Little Girl Lost. Em 1996, fez uma pequena participação em Pânico e, a partir daí, voltou em doses homeopáticas a Hollywood, alternando entre filmes de sucesso (como Nunca Fui Beijada, Afinados no Amor e a franquia As Panteras) e alguns filmes menores.

Ainda sem título definido, a obra vai falar de sua emancipação aos 15 anos (quando deixou para trás as drogas e o álcool ao se mudar para seu próprio apartamento e nunca mais teve uma recaída), a despedida do pai “de modo que só ele entenderia” e outras aventuras bem específicas da loira. Isso, claro, sem faltar seu papel mais importante: o de mãe. Casada com Will Kopelman, ela tem dois filhos: Olive, 2, e Frankie, de apenas 10 meses.

Trecho da biografia de Taylor Swift fala sobre caso com Gyllenhaal; leia

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Cantora pop e atriz de 24 anos ganha sua ‘história completa’.
Livro do jornalista Chas Newkey-Burden será lançado na Bienal de SP.

Publicado no G1

Capa da biografia de Taylor Swift (Foto: Divulgação)

Capa da biografia de Taylor Swift (Foto: Divulgação)

“Ela é deslumbrante de um jeito óbvio, uma bela loira de pernas longas que ainda assim costuma brincar com o papel de esquisitinha e desajeitada”, descreve o jornalista Chas Newkey-Burden, na introdução de seu livro “Taylor Swift: A história completa”. A biografia da cantora e atriz de 24 anos será lançada durante a 23ª Bienal de São Paulo.

Newkey-Burden, autor de biografias de Amy Winehouse, Justin Bieber, Adele e Michael Jackson, narra a infância e o início da carreira de Taylor Swift – sua relação com os pais e os primeiros passos no mundo da música como cantora em igrejas. A narrativa passa pela adolescência, a consolidação como cantora pop, aos 17 anos, até o sucesso do seu quarto álbum, “RED”, de 2013.

O jornalista também aborda algumas polêmicas que envolvem Swift, como os conturbados namoros com John Mayer, Harry Styles e Jake Gyllenhaal, e o episódio com Kanye West durante o MTV VMA, quando o rapper subiu no palco e interrompeu o seu discurso de agradecimento pelo prêmio de Melhor Vídeo Feminino.

Leia, a seguir, vários trechos de capítulos diferentes do livro “Taylor Swift: A história completa”:

“Não era para Taylor Swift ter se transformado em cantora e compositora; era para ela ter sido corretora de ações. Seus pais até mesmo escolheram seu nome de batismo já tendo em vista a carreira nos negócios. A mãe, Andrea, quis um nome neutro para sua filha, que servisse tanto para um menino quanto para uma menina, justamente para que, quando crescesse e fosse procurar emprego na área de finanças, predominantemente masculina, ninguém soubesse de antemão se ela era homem ou mulher. Embora fosse um plano nascido do puro amor maternal, não viria a se tornar realidade.”

“Taylor então percebeu que não era tão “legal” quanto as outras crianças por causa da sua individualidade. Sofrendo a pressão dessas provocações e já antecipando a possibilidade de ser deixada de lado, ela resolveu ir contra sua natureza individualista e começou a tentar se misturar mais com os colegas. Foi nesse momento, entretanto, que aprendeu uma lição valiosa. Descobriu que quanto mais ela tentava parecer bacana aos olhos do pessoal da escola, menos eles a respeitavam. “Foi então que eu vi que tentar ser como todo mundo simplesmente não dá certo”, conclui. Houve um dia particularmente desagradável em que sugeriu a um grupo de conhecidas que se encontrassem no shopping mais próximo. Parecia um programa divertido. Ela ficou bem desapontada, no entanto, quando todas recusaram, alegando ter outros planos. Decidiu ir assim mesmo com a mãe. Chegando lá, elas então descobriram que o grupo de meninas estava no tal shopping. “Me lembro disso como se fosse ontem”, disse Andrea à revista Elle Girl. “Taylor e eu entramos em uma loja e lá estavam as seis menininhas que tinham dito a ela que estariam ‘muito ocupadas’.”

Taylor ficou abismada e muito magoada naquele dia. Andrea rapidamente a pôs no carro e foi para outro shopping bem longe dali para fazer suas compras. Quando se recorda daquele dia tão triste, Taylor diz que a lembrança “é daquelas bem dolorosas, das quais a gente nunca se recupera totalmente”. Ela é bastante grata à atitude que Andrea tomou naquele dia. Ao ir para outro shopping e se divertir por lá, elas deram uma boa resposta às meninas que a tinham ignorado. O shopping King of Prussia ficava a uma hora e meia de carro dali, mas a viagem valeu muito a pena.”

“Ainda que ‘White Horse’ estivesse programada para aparecer no terceiro álbum, ela foi incluída em Fearless depois que os produtores do sucesso televisivo Grey’s Anatomy ligaram para Taylor e perguntaram se poderiam incluir a faixa no episódio de abertura da quinta temporada. Receberam um ‘É claro que sim!’ da cantora, já que Grey’s Anatomy é seu programa de televisão preferido. Foi fácil dizer “sim”, mas também foi um momento muito emocionante, como ela disse depois. ‘Você deveria ter visto as lágrimas escorrendo pelo meu rosto quando eu recebi aquela ligação dizendo que eles queriam usar minha música’, ela diz.
‘Eu não poderia ter ficado mais empolgada. Esse é o sonho de uma vida inteira, ver minha música tocando em ‘Grey’s Anatomy’. Meu amor por essa série nunca diminuiu. É o meu relacionamento mais duradouro até hoje’. Ela mal podia acreditar em sua sorte.”

“Além de suas atividades como ator, Gyllenhaal também é muito badalado tanto por sua beleza quanto pela vida amorosa. Namorou as atrizes Kirsten Dunst e Reese Witherspoon. Foi escolhido pela revista People como uma das “50 pessoas mais bonitas” em 2006 e eleito pela mesma publicação como um dos “solteiros mais cobiçados” naquele mesmo ano. Também já esteve em diversas listas de “mais desejados” do mundo gay. Ele tinha terminado seu romance com Witherspoon dez meses antes de conhecer Taylor. Quando ela o encontrou pela primeira vez nos bastidores do SNL, já estava bem familiarizada com a história do rapaz. Uma fonte muito cautelosa da revista People disse que os dois “tomaram muito cuidado para não serem vistos muito juntos enquanto passeavam pelos bastidores”. A mesma fonte concluía: “Era difícil dizer se estavam gostando um do outro”. Há uma diferença de idade considerável entre eles, já que Gyllenhaal é nove anos mais velho que a cantora.”

“Muitos jornalistas, em especial do sexo masculino, já descreveram Taylor como uma mulher que jamais será feliz. Afinal, ela reclama dos homens com tanta facilidade que, alegam esses críticos, nunca haverá um pretendente que obedeça aos exigentes critérios que ela estabeleceu. Em vez disso, especulam, ela está destinada a ter uma vida de relacionamentos apenas temporários, todos fadados a terminar rápido e se transformar em música. É um veredito um pouco pesado, mas ela própria não discordaria totalmente dele, como podemos ver em “The Way I Loved You”. Nessa faixa, ela reclama de como, mesmo em um encontro com um cara legal, ela deseja secretamente estar com um bad boy. O rapaz na frente dela é bem mais sensato, o que de imediato causa inveja em suas amigas, mas ela se vê almejando todo o drama e a volatilidade de um relacionamento com um homem menos perfeito.”

Divulgada nova cena de Daenerys Targaryen em “Game of Thrones”

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Desirée Soares, no Cabine Literária

A atriz Emilia Clarke, intérprete da personagem Daenerys Targaryen na série “Game of Thrones”, foi ao programa Tonight Show para promover a nova temporada da série. Durante a entrevista, foi mostrada uma nova cena de Daenerys na quarta temporada. Confira o vídeo (em inglês):

A atriz ainda contou ao apresentador Jimmy Fallon como foi o teste para a personagem. “Tinha muita gente da HBO lá. Eu estava super ansiosa, fiz todas as cenas e, no final, perguntei a David Benioff, um dos roteiristas, se ele gostaria que eu fizesse algo a mais, tipo um chá. Ele sugeriu que eu dançasse. E aí eu dancei”.

Outra atriz que também divulgou a série em um talk-show foi Lena Headey, que interpreta Cersei Lannister. Ela foi ao programa Late Night with Seth Meyers e fez a propaganda da série. “Venham para o incesto e dragões”, disse a atriz, se referindo ao relacionamento de sua personagem com o irmão, Jamie Lannister.

Livro de Cameron Diaz reacende polêmica sobre pelos pubianos

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Um livro recém-lançado pela atriz americana Cameron Diaz vem gerando debates acalorados ao defender que as mulheres mantenham seus pelos pubianos.

Loja de vestuário nos Estados Unidos expôs manequins com pelos pubianos à mostra

Loja de vestuário nos Estados Unidos expôs manequins com pelos pubianos à mostra

Publicado por BBC

O manifesto da estrela de Hollywood, conhecida por filmes como O Máscara e As Panteras, aparece em apenas uma página, dentro de um capítulo da obra chamado “Praise of Pubes” (“Louvor aos pelos pubianos”, em tradução livre), mas foi suficiente para causar polêmica, sobretudo nas redes sociais.

Nele, Diaz, de 41 anos, divaga sobre os benefícios dos pelos pubianos e critica procedimentos estéticos que os eliminam em caráter definitivo.

“Os pelos púbicos servem como uma linda cortina àquele que talvez esteja cortejando a sua sexualidade. Eles mantêm os seus tesouros privados, o que pode atiçar um amante a dar uma olhada no que você tem para oferecer”, filosofa a atriz.

“Ouvi falar um dia desses que há uma moda entre as mulheres mais jovens de depilar totalmente suas partes íntimas com laser (…) Pessoalmente, eu acho que esse procedimento permanente soa como uma ideia maluca”, completa, já que o procedimento seria irreversível.

Lançado no fim do ano passado, o livro de autoajuda de Diaz, intitulado The Body Book: Feed, Move, Understand And Love Your Amazing Body (editora Harper Collins, 263 páginas) (“O Livro do Corpo, Alimente, Movimente, Entenda e Ame o seu Corpo Perfeito”, em tradução livre), traz dicas da atriz sobre nutrição, exercícios físicos e saúde mental.

Controvérsia
A polêmica gerada pelo livro da atriz não é nova. Ocasionalmente o assunto reaparece no noticiário, polarizando opiniões de conservadores e feministas.

Na edição desta segunda-feira do jornal liberal britânico The Guardian, a escritora Emer O’Toole fez uma defesa apaixonada do tema, creditando a eliminação dos pelos à sede por lucro da indústria de beleza.

Citando dados estatísticos, O’Toole afirma que, antes da Primeira Guerra Mundial, praticamente nenhuma mulher depilava as pernas. Já em 1964, acrescenta ela, mais de 64% já retiravam os pelos.

“O ímpeto capitalista de nos convencer que o pelo no corpo feminino é antinatural e anti-higiênico vem sendo alarmantemente bem-sucedido. A indústria de depilação movimenta milhões, e um sem número de mulheres se sentem envergonhadas e aflitas com o seu pelo pós-puberdade. Mas a indústria é gananciosa. Ela tem de convencer o mundo que o pelo púbico feminino também é sujo. Agora, tenta convencer as pessoas de que o pelo no corpo do homem também é igualmente inaceitável.”

Nos Estados Unidos, a loja de roupas American Apparel também aderiu à polêmica, ao expor manequins femininos com pelos pubianos à mostra.

Brasil

Atriz americana Cameron Diaz criticou a depilação definitiva de partes íntimas

Atriz americana Cameron Diaz criticou a depilação definitiva de partes íntimas

Recentemente, o Brasil viveu controvérsia semelhante. No ano passado, a depilação da atriz Nanda Costa, que posou nua para a Playboy brasileira, roubou a cena, provocando uma enxurrada de comentários nas redes sociais.

Na década de 80, a atriz Cláudia Ohana passou pela mesma sabatina pública devido ao excesso de pelos também em ensaio nu para a mesma revista.

Segundo alguns estudos sobre saúde da mulher, a depilação total dos pelos pubianos pode aumentar o risco a infecções vaginais, mas não há um consenso entre especialistas sobre o quanto deve ser cortado ou depilado.

Carioca coordena 2 mil voluntários que gravam livros para cegos

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Atriz Analu Palma é personagem do quadro ‘Os Cariocas’ do RJTV. Veja como se tornar voluntário do projeto Acessibilize-se.

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O quadro “Os Cariocas” do RJTV mostra semanalmente gente do bem que contribui para fazer do Rio uma cidade solidária, boa de se viver. Neste sábado (28), a série mostra o trabalho da atriz Analu Palma, que coordena o projeto Acessibilize-se e, com 2 mil voluntários, grava livros para levar cultura aos deficientes visuais. Analu e os amigos dos cegos são os “ledores” dos livros falados.

A voz da atriz são os olhos de muita gente. Carioca de Inhaúma, ela decidiu partilhar o prazer da leitura com quem não consegue ler, por gosto ou necessidade. O estudante Júlio César Careira, por exemplo, faz faculdade de psicologia. Estuda graças à iniciativa de Analu. De tanto ler no ônibus, ele sofreu um deslocamento de retina e perdeu a visão. As publicações em braile não são suficientes.

“As pessoas que são voluntárias não fazem ideia do quanto nos ajudam”, diz Júlio. “Aqui encontramos todo o necessário para ter um futuro melhor”

A programadora de computador Rita também tem deficiência visual. Para ela, é mais fácil entender de linguagens complicadas e números quase indecifráveis do que simplesmente ter acesso a um livro.

Analu começou o projeto por conta própria. Gravava os livros e publicava na internet. Depois, percebeu que, sozinha. seria difícil ajudar o tanto de gente que precisava.Criou uma metodologia e formou voluntários. “Ledores”, como ela chama. Ao todo, 2 mil já fizeram o curso pelo país todo e mais de 600 títulos já foram gravados.

Os alunos aprendem as partes do livro, a lidar com um programa de computador para gravar a narração e têm aulas de colocação da voz. A psicóloga Monique Leal, é voluntária do projeto há três meses e pretende ficar ainda por muito tempo. Cada minuto livre é usado para gravar os livros. “A gravação faz parte do meu dia a dia”, conta.

A voz e o gesto de Analu vêm corrigindo injustiças. Discreta e serenamente, Analu e sua turma vão espalhando palavras preciosas para quem está ansioso por ouvi-las.

Veja como se tornar voluntário do projeto no site http://www.livrofalado.pro.br. Se você conhece alguém que ajuda a melhorar a vida de quem mora no rio, conte para a gente. Envie sua sugestão para o quadro “Os Cariocas”.

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