Canal Pavablog no Youtube

Posts tagged Auto Ajuda

Professora de Porto Velho lança livro sobre autoajuda infanto-juvenil, em RO

0

Autora analisa discursos utilizados por autores de obras de autoajuda.
Lançamento acontece sábado, 19, no Colégio Dom Bosco em Porto Velho.

img_2075

Gaia Quiquiô

A professora doutora de línguas vernáculas Marília Pimentel lança neste sábado (19) o livro “Livros de autoajuda adaptados ao público infanto-juvenil intitulado ‘Estratégias Linguístico-Discursivas’, no auditório do Colégio Dom Bosco, em Porto Velho. A ideia surgiu a partir de uma pesquisa realizada em 2012 durante o doutorado da autora, com a proposta de investigar a literatura de autoajuda destinada a crianças e adolescentes.

Marília afirma que é primeira pesquisadora a realizar um estudo sobre adaptações de livros de autoajuda para o público infanto-juvenil no Brasil. Segundo ela, pesquisas evidenciam um discurso dos autores que se propõem a dar um saber ao leitor de ser bem sucedido e ganhar dinheiro. Entretanto, ela diz que se questionou sobre o foco dos temas voltados para as crianças, sem o lado fantasioso e imaginativo, e estudou o comportamento da sociedade para entender as estratégias que muitos autores utilizam para despertar o interesse no leitor.

O livro analisa quatro autores e livros de autoajuda infantis, que são ‘Quem mexeu no meu queijo – para crianças’, ‘Pai rico, pai pobre – em quadrinhos’, ‘Os sete hábitos dos adolescentes altamente eficazes’ e ‘Pai rico, pai pobre – para jovens’. A autora pretende expor uma competência para que a criança seja moldada desde pequena ao mundo adulto, corporativo e de negócios, mostrando quais são estratégias usadas na construção de obras destinada ao público infanto-juvenil.

“Espero que meu livro seja lido por professores, educadores e pais, para que possam alertar as pessoas que indicam as leituras para crianças, sobre os discursos adotados nos livros, que tentam moldar as crianças à maturidade precoce, dentre outros efeitos que esses discursos resultam”, disse Marília. A autora convida os leitores que se interessam pelo comportamento da sociedade contemporânea a dialogar, por meio das formas de leitura.

A autora
Marília Pimentel atualmente é chefe do Departamento de Línguas Vernáculas da Universidade Federal de Rondônia (Unir), professora e pesquisadora desde 1998, e lecionou durante 11 anos no ensino fundamental e médio da rede pública e privada, com as disciplinas de português, redação e literatura. A professora se especializou em Linguística Aplicada, fez mestrado em Teoria Literária e doutorado em Linguística e Língua Portuguesa.

Fonte: G1

Livrarias não vendem cultura

0

Publicado no Blog do Orlando

causou espanto a muita gente as recentes demissões na livraria cultura e fico me perguntando o porquê.
livrarias vendem livros como farmácias vendem analgésicos e camisinhas, como padarias vendem pães e cigarros.
livrarias tratam os livros como produtos e não estão erradas nisso. estão erradas em tentar convencer seus clientes que estão só preocupadas com o saber ou com a informação.
nas vitrines, os mais vendidos, os mais bem relacionados na lista da veja ou ainda os de futebol na época de copa, os fofinhos para o dia das mães, meiguinhos para o dia dos namorados. e muita auto ajuda, claro!
o livro é um produto e como tal é tratado.
tempos atrás liguei para um livreiro oferecendo um livro independente que havia acabado de produzir. ele disse: claro, com prazer! trabalhamos com 50%.
seco assim, sem beijinho, abraço, vaselina ou ver do que se tratava.
50% é o quanto ele fica do preço de capa.
se eu ou a editora pagamos pela produção, pela impressão, pela entrega na loja, não importa. o fato de ele colocar meu livro em algum lugar perdido em suas prateleiras já vale os 50tinhas.
se vc quiser seu livro na vitrine, num totem, num destaque qualquer o que acontece?
claro, vc paga.
e livraria não compra. recebe tudo em consignação, vende e acerta depois.
negocião!
livrarias, as grandes livrarias, foram para os shoppings, servem café e pãozinho de queijo. têm espaços para pequenas palestras, lançamentos e para crianças folhearem livros espreguiçados em almofadas coloridas nos sábados de manhã quando pais não sabem o que fazer com elas.
espaços assim o macdonalds também tem mas livrarias atraem pessoas que acreditam ainda no poder das palavras escritas umas atrás das outras. acreditam que livros podem fazer a diferença e têm uma fé cega neles como os hipocondríacos que visitam farmácias numa crença quase religiosa.

posso estar sendo um pouco injusto. eu mesmo adoro livrarias e freqüento esses carrefours dos livros onde vc encontra tudo. às vezes, compro. às vezes, anoto os nomes, editoras e encomendo pela amazon pela metade do preço. tem que esperar um pouco mas nem tudo é como a gente quer…
e pra quem gosta de livros, bacana são as pequenas livrarias e, em especial, os sebos. aqueles onde o dono te atende e fala dos livros que vende porque os leu. conhece autores, conhece o vendedor da editora, sabe de edições anteriores, vai direto com a mão no exemplar que vc pediu porque sabe onde está.
continua sendo livro, continua sendo produto, continua sendo negócio mas é como bolo de vó cheio de um carinho que vc merece.

Títulos de livros de auto-ajuda contêm arte

0

1

Márcia Lira, no – 1 na estante

Tem quem junte os livros e pinte, tem quem monte cenários com eles, tem quem use as capas para fazer bolsas e os artistas que fazem até bancos e cadeiras. A arte a partir de livros físicos é um mundo à parte da leitura. Inclusive, muitas dessas criações são bem questionáveis (apesar de visualmente impressionantes) porque simplesmente acabam com a função primordial de um livro, que a de é ser lido.

Nesta série fotográfica de Kent Rogowski, a matéria-prima são os títulos dos livros, especialmente os de auto-ajuda. Uma narrativa é construída a partir da colagem de títulos. O resultado é interessantíssimo, e o melhor, não deixa os livros inutilizáveis.

1

2

3

Fã de leitura e multicampeão, zagueiro Wallace vive boa fase no Flamengo

0

Publicado por Yahoo

Em entrevista à TV FLA, o novo titular da zaga rubro-negra revelou objetivo a alcançar no Brasileirão e falou sobre seu lado “cult”

Wallace no treino do Flamengo (Foto: Site Oficial do Flamengo)

Wallace no treino do Flamengo (Foto: Site Oficial do Flamengo)

Quatro Estaduais, uma Copa do Nordeste, um Brasileirão, uma Libertadores e um Mundial Interclubes. Esses são os títulos conquistados por Wallace em sua breve, porém muito vitoriosa, carreira. Ele tem apenas 25 anos e o Flamengo é o terceiro clube que defende em sua vida. Antes, passou por Vitória e Corinthians. Jogou as últimas três partidas como titular do time de Dorival Junior e foi fundamental para que Felipe não sofresse gol em nenhuma delas. A cabeça do zagueiro está voltada para o Olaria, adversário do próximo sábado, mas ele não esconde que já pensa em desafios maiores vestindo a camisa rubro-negra.

“Minha pretensão é levar o Flamengo ‘pras cabeças’. Temos que entrar para ser campeões. Acho que o time está em uma crescente, mas temos muito o que melhorar porque a equipe ainda está em construção. Não tenho dúvidas que no Brasileirão vamos brigar para estar entre os quatro ou cinco primeiros”, disse o zagueirão do time da Gávea.

Quando o assunto da entrevista passou a ser o lado de fora do campo, Wallace revelou um hobby pouco comum entre jogadores de futebol: a leitura. Ele passou a ter o hábito de ler quando ainda jogava nas categorias de base do Vitória por influência de um psicólogo do time baiano. O primeiro livro que leu é inesquecível para o zagueiro.

“Foi O Homem que Matou Getúlio Vargas, do Jô Soares. Eu me apaixonei pela história. Acabei indo atrás de outro livro do Jô. Chamava-se O Xangô de Baker Street. Li e gostei. Assim foi crescendo o hábito. Já li muita biografia e houve um período em que lia muito livro de auto-ajuda, mas hoje acho isso uma ‘balela’. De filosofia, já li Schopenhauer e algumas coisas sobre Nietzsche. Mas, meu escritor preferido é George Orwell. Busco todos os livros dele”, revelou Wallace.

dica do Chicco Sal

Joaquim Barbosa condena frases atribuídas a Clarice Lispector no Facebook

0

Joaquim Barbosa condena frases atribuídas a Clarice Lispector no Facebook

Barbosa anunciou pena de dois anos de reclusão para aqueles que postarem fotos de refeições no instagram

Publicado impagavelmente no site da Piauí

BRASÍLIA – Após julgar o Fim do Mundo inconstiucional, o presidente do STF, Joaquim Barbosa, anunciou punição severa para quem atribuir frases de efeito a Clarice Lispector no Facebook. “Pelos poderes de Macabéa, condeno aqueles que difamam a obra de Clarice com frases de auto-ajuda a ler em voz alta Marimbondos de Fogo, de José Sarney”. Assim que concluiu a sentença, houve certo tumulto entre os ministros. Ricardo Levandowski tirou um livro de baixo da mesa e leu, elevando a voz: “Até cortar os próprios defeitos pode ser perigoso. Nunca se sabe qual é o defeito que sustenta nosso edifício inteiro”. Ao saber da decisão, Ayres Britto divulgou imediatamente uma mensagem pelo twitter: “Renda-se, como eu me rendi. Mergulhe no que você não conhece como eu mergulhei. Não se preocupe em entender, viver ultrapassa qualquer entendimento.” “Causa-me espécie”, reagiu Barbosa.

Uma senhora da plateia que havia sussurrado a frase “vencer não é competir com o outro, é derrotar seus inimigos interiores” foi levada pela Polícia Federal para prestar esclarecimentos. Dois estagiários desligaram seus iPhones imediatamente.

Luís Fernando Veríssimo, Arnaldo Jabor e Dalai Lama entraram com representação no STF para que seus nomes sejam considerados por Barbosa.

Ao saber da decisão do ministro, o advogado de José Dirceu, José Luis de Oliveira, convocou uma coletiva às pressas. Diante de uma centena de repórteres, abriu o romance Perto do Coração Selvagem e declamou: “Liberdade é pouco. O que eu desejo ainda não tem nome”. A seguir, encerrou a entrevista: “José Dirceu deseja um Feliz Natal a todos”.

Minutos depois que a decisão entrou em vigor, o tráfego do Facebook caiu 97,9%. “Ninguém quer se arriscar”, disse um especialista em direito penal que não quis se identificar.

Go to Top