Posts tagged autodidata

Como eu busco conhecimento?

0

blog_conhecimento

Como você faz para se atualizar profissionalmente? Esta reflexão não tem o intuito de refletirmos sobre quais meios estamos buscando novos conhecimentos.

Marcelo Castilho, no Administradores

Como você faz para se atualizar profissionalmente? É por meio da educação formal ou por meio de cursos livres? Quantos livros e artigos você lê por ano? Quantas palestras você assistiu até hoje?

Segundo a 4ª edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, realizada pelo Ibope, a pesquisa nos mostra que o brasileiro lê, em média, 2,54 livros, e que o país tem cerca de 104,7 milhões de leitores, o que representa 56% da população. Isso demonstra que temos muitas pessoas excluídas da leitura e que também lêem muito pouco, ou seja, estão excluídas do conhecimento.

Esta reflexão não tem o intuito de discutir os motivos do baixo acesso à leitura, mas sim de refletirmos sobre quais meios estamos buscando novos conhecimentos, seja para a nossa vida pessoal, seja para a nossa vida profissional.

Nós podemos buscar conhecimento de várias maneiras. Uma delas é por meio de um curso técnico, graduação, pós-graduação, cursos livres de curta duração, entre outros. Fora dos ensinos tradicionais, podemos utilizar o YouTube, por exemplo, onde tem muitas pessoas dispostas a ensinar algo. Podemos encontrar treinamentos sobre programação de computadores, gestão, concurso público, idiomas, etc. Podemos acessar o Coursera, por exemplo, que é um site onde podemos assistir aulas de universidades nacionais e internacionais de alta credibilidade, e que de outra forma talvez não teríamos acesso. Outra maneira de obtermos mais conhecimento é por meio de palestras, sejam elas presenciais, sejam elas à distância. Há uma infinidade de palestras disponíveis no universo online, por exemplo, no YouTube ou no site da Endeavor. Outra forma de aprendermos é por meio de livros. Podemos adquirí-los de forma física em livrarias tradicionais, mas também podemos adquirí-los em livrarias que vendem livros usados, as chamadas “sebos” ou ainda adquirí-los em formato digital, os famosos e-books. E ainda uma outra forma bastante interessante é se propor a ensinar outras pessoas. Isso pode nos motivar a aprofundarmos ainda mais no tema proposto e estaremos ajudando outras pessoas a crescerem.

Enfim, não importa o meio pelo qual iremos aprender novas coisas, mas saber qual o meio se encaixa mais com o nosso perfil facilitará no processo de aprendizagem. O que importa é que tenhamos a iniciativa de buscar sempre novos conhecimentos. Consequentemente, manteremos nossa motivação sempre elevada, seremos pessoas mais inteligentes, seremos mais competitivos profissionalmente e estaremos cada vez melhores para prestarmos serviços de maior qualidade, ou seja, estaremos servindo melhor às pessoas.

Você quer aprender de forma independente? 15 dicas para se tornar um melhor autodidata

0

amo-direito-post-estudante

Publicado no Amo Direito

Curiosidade e força de vontade são as principais características de quem gosta de aprender de forma independente. Confira 15 dicas para se tornar um melhor autodidata.

De certa maneira, todos somos aprendizes independentes ou autodidatas. Temos a capacidade de aprender diversas coisas sem a necessidade de um professor ou mestre ao nosso lado e conseguimos, pela lógica e esforço particular, assimilar os mais diversos assuntos e questões. É claro, não há necessidade alguma de se isolar dos outros quando a colaboração mútua ajuda você a aprender. Mesmo assim, é importante manter a motivação e conferir as seguintes dicas para que você possa se tornar um melhor autodidata:

Quando você deseja aprender algo que realmente gosta e transformar um hobby em algo mais sério ou profundo, mantenha expectativas realistas.

1 – Aproveite as oportunidades online
Você conhece o movimento OpenCourseWare? Ele já reúne mais de 200 universidades por todo mundo, entre elas, Harvard, Stanford, MIT e Yale, que disponibilizam vídeos-aula e outros conteúdos educacionais online e gratuitos. Para conhecer mais essa iniciativa e saber como ela ajuda você a se tornar um autodidata melhor, confira aqui.

2 – Estabeleça metas claras e alcançáveis
A educação independente não possui nenhuma estrutura pré-estabelecida ou formalizações, pelo contrário, é você quem toma essas decisões. Esse aspecto pode ser tanto positivo quanto negativo dependendo, é lógico, de como você irá lidar com ele. Para isso, estabeleça metas e objetivos realistas, sólidos e claros, mas seja responsavelmente flexível.

3 – Bibliotecas
Ser membro de uma biblioteca é essencial para autodidatas. A internet pode trazer milhares de informações ao alcance de um clique, mas ainda assim, as bibliotecas são extremamente úteis para quem deseja mais conhecimento. Não só pelos livros e outros materiais, mas também pelo ambiente que auxilia você a se concentrar.

4 – Auto-avaliação
Estudantes independentes bem sucedidos precisam saber como avaliar suas habilidades antes de passar para as próximas etapas. Você pode encontrar maneiras de fazer isso em cursos opencourse oferecidos por universidades ou desenvolver os métodos que melhor se encaixam com seu perfil.

5 – Seja realista
Quando você deseja aprender algo que realmente gosta e transformar um hobby em algo mais sério ou profundo, mantenha expectativas realistas. Algumas vezes emergências e desilusões podem surgir e é necessário que você não deixe que isso se torne uma fonte de estresse e ansiedade desnecessários.

6 – Tenha consciência de si mesmo
Essa dica se encaixa com a de cima, mas de uma maneira mais introspectiva. Você precisa ter consciência de suas fraquezas e pontos positivos e prevenir que possíveis problemas e obstáculos desanimem e prejudiquem seu desempenho.

7 – Administração do tempo
Aprender de forma independente exige do autodidata o maior comprometimento de tempo que ele se permitir ou conseguir alcançar, seja esse período minutos ou horas por dia. Manter-se comprometido a um cronograma e minimizar as distrações vai ajudar você a se manter mais eficiente. Listas, calendários e outros materiais podem ajudar você com essa tarefa.

8 – Desafie-se
Uma das estratégias mais eficientes para aprender e se manter motivado é estar se desafiando constantemente. Procure informações novas, pessoas que podem motivar você a seguir em frente, exemplos de superação e quaisquer outras ferramentas que podem ajudá-lo.

9 – Descanse
Relaxar – não necessariamente dormir – fortalece o cérebro e facilita o processo de retenção de informações. Quando uma sessão de estudos é muito extensa, faça pausas e envolva-se em alguma atividade mais simples.

10 – Seja mobile
Se sua condição financeira permitir, é claro, você pode usar os momentos em que está longe de casa para estudar usando seu celular ou tablet. Há diversos aplicativos especialmente desenvolvidos para ajudar você a aprender mais e melhor.

11 – Tenha uma alimentação equilibrada
Assim como o resto de seu corpo, seu cérebro precisa de nutrientes e substâncias específicas para funcionar bem. A memória, raciocínio, capacidade de concentração e tantas outras habilidades dependem de hábitos alimentares saudáveis. Evite o uso de estimulantes, como café e energéticos e evite alimentos gordurosos e com muito açúcar.

12 – Pratique exercícios físicos
Participar de alguma atividade física ajuda você a manter seu cérebro saudável, já que o ajuda a processar melhor os estímulos e informações recebidas externamente. As atividades aeróbicas, especialmente, ajudam a moldar as habilidades cognitivas, muito necessárias para o aprendizado.

13 – Motivação
O fato de que você está engajado em uma atividade de aprendizado independente já demonstra certo grau de motivação, porém, mesmo assim, ela deve ser sempre mantida e alimentada. Manter um padrão, regras ou cronograma de estudos ajuda você a perseverar mesmo quando os objetivos parecem estar longe demais para serem alcançados.

14 – Estude ao ar livre
Pensar “fora da caixa” nunca fez tanto sentido. Saia de espaços confinados e métodos ortodoxos de aprendizado e experimento outros ambientes de estudo, ao ar livre, com paisagens e maior visibilidade do que as paredes do seu quarto.

15 – Bloqueie a negatividade
Se você começou esse curso sozinho, nada pode exigir de você que o finalize. Se perceber que não está conseguindo conciliar todas as suas responsabilidades com o curso, interrompa o processo e retome quando tiver o tempo disponível. O importante é que tudo seja feito com uma mentalidade positiva, sem cobranças exageradas ou expectativas fantasiosas.

Autor: Universia Brasil

Autodidata que deixou a escola aos 14 anos ganha prêmio de Stanford

0
Rogerio entrou na UFSCar pelo Enem, que também certifica a conclusão do Ensino Médio (Foto: Javier Ceballos)

Rogerio entrou na UFSCar pelo Enem, que também certifica a conclusão do Ensino Médio (Foto: Javier Ceballos)

Rogerio Pedrosa Ruivo hoje cursa engenharia de computação na UFSCar.
Ele achou falha em “The Art of Computer Programming”, de Donald Knuth.

Stefhanie Piovezan, no G1

Um estudante da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) foi premiado pelo professor Donald Knuth, da Universidade de Stanford, por encontrar um erro no volume I da série de livros “The Art of Computer Programming”. A recompensa, um cheque simbólico de 0 x $ 1,00 do fictício Bank of San Serriffe, é umas mais desejadas no mundo da computação, área que sempre atraiu o autodidata Rogerio Pedrosa Ruivo e sobre a qual ele se debruçou depois dos 14 anos, quando deixou a escola.
“Sempre gostei de estudar, mas nunca tive afinidade com a escola convencional. Considerava perda de tempo o conteúdo e a forma como eram ensinadas as matérias. Isso desde criança. Quando tomei a decisão de não ir mais à escola, minha família ficou chocada, mas depois entendeu que eu segui um caminho alternativo como autodidata e me apoiou”, contou o jovem de 29 anos, aluno de engenharia de computação em São Carlos (SP).

Foi justamente pela família que ele ficou sabendo que tinha recebido o prêmio. “Foi uma baita surpresa quando minha mãe me telefonou dizendo que havia um envelope de Stanford na caixa de correio”. Sem conter a ansiedade, Ruivo pediu para o pai abrir a carta com todo o cuidado, mas a ficha só caiu com o tempo. “Não entenderam nada. Só depois que a notícia foi divulgada pela universidade que eles perceberam a importância. Fui parabenizado por vários professores”.

Cheque do professor Knuth é um dos prêmios mais almejados da área  (Foto: Rogerio Ruivo/Arquivo Pessoal)

Cheque do professor Knuth é um dos prêmios mais almejados da área (Foto: Rogerio Ruivo/Arquivo Pessoal)

A divulgação e as congratulações tinham motivo: o prêmio já foi oferecido a pesquisadores como Thomas Cormen, do MIT, e é concedido sobre uma obra listada pela revista “American Scientist” entre as melhores do século, juntamente com títulos como “The Meaning of Relativity”, de Albert Einstein.

“Essa obra me fez ingressar na universidade. Eu fiquei sabendo sobre ela na internet e fiquei intrigado pelo que diziam dela, até Bill Gates reverenciava esse livro”, disse Ruivo. Curioso, ele adquiriu a série e, em 2014, descobriu a falha, que passou despercebida desde 1968, quando foi lançada a 1ª edição.

“O erro localizado diz respeito a uma inconsistência na descrição das convenções da linguagem de programação conhecida como ‘MMIXAL’, que é uma linguagem adotada para um computador teórico, que não foi construído fisicamente, mas apenas utilizado como modelo no livro”, explicou. “Na programação é assim, às vezes, uma pessoa detecta um erro num programa que já foi verificado mil vezes por outras pessoas. Por ser muito complexo, um olhar de outro ângulo pode revelar erros que muitos não perceberam antes”, completou.

Da percepção da falha à postagem do cheque, cerca de um ano se passou e, nesse período, Ruivo sabia que sua colocação estava sendo verificada criteriosamente, daí a surpresa com a chegada da carta. “Fiquei muito feliz, pois sou fã do Knuth”, contou o futuro engenheiro, que já definiu que vai enquadrar o prêmio, seu “tijolo” no “edifício” da computação.

Autodidata, professor se destaca com aulas criativas de física e é convocado pelo Google

0

Publicado no Boa Informação

Aulas de Idelfrânio Moreira farão parte de uma sessão dentro do site Youtube sinalizada pelo Google como as melhores videoaulas em língua portuguesa. (FOTO: Chico Célio)

“Você sabe Física, só não sabe que sabe!” É assim que Idelfrânio Moreira convence seus alunos a estudarem a disciplina, sem resistência ou preconceito. Mesmo sem ter cursado faculdade, ele leciona há 20 anos e desenvolve um novo método de estudar a Física. Com a divulgação de vídeoaulas criativas no Youtube há cinco anos, ele foi um dos 40 educadores selecionados em todo o Brasil para participar de um treinamento em tecnologias educacionais no Google.

Em seu canal, é possível acessar sessões específicas para Escolas Militares, Academia Enem, Fenômenos Físicos e Vestibulares tradicionais. Além de explicar o conteúdo, ele também responde a questões de Física e comenta o resultado, como estão nas sessões: “Eu sei o que vocês erraram na questão passada”, “Simulando Enem”, “Se essa questão fosse minha”, “Plantão da física marginal” e “As questões (de Física) mais legais do mundo”.

Uma das sessões mais irreverentes é nomeada pelo jargão do professor: “Você sabe física, só não sabe que sabe”. Nela, Idelfrânio utiliza cenas do cotidiano para mostrar que a Física é aplicável e que na maioria das vezes o aluno entende o processo físico, mas não parou para pensar nos termos técnicos. Além de explicar, ele costuma usar frases da literatura brasileira para contextualizar os assuntos.

Convite do Google

A publicação dos vídeos na internet chamou a atenção de uma das maiores empresas multinacionais de serviços online, o Google, que convidou o professor a fazer parte daseleção de um time de 40 educadores do Brasil para participar de um treinamento na sede do Google no Brasil, onde eles seriam capacitados para utilizar o potencial de seu canal no Youtube e acelerar o processo de tecnologia educacional via internet.

“Eu fiquei muito feliz e surpreso, pois eu persisto muito na Física Marginal. Meus vídeos nem tinham tanta repercussão assim, eu tinha, no máximo, 300 assinantes. Isso prova que a curadoria da Fundação Lemann não escolhe pela quantidade, e sim pelo conteúdo. Ratifica o trabalho que eu tô fazendo e mostra que estou indo no caminho certo”, conclui.

Todos os 40 educadores selecionados explicaram como trabalham, e receberam treinamento do Google para aprimorar educação e tecnologia via internet. Eles farão parte de uma sessão dentro do site Youtube sinalizada pelo Google como as melhores videoaulas em língua portuguesa.

“Eu queria ser Einstein, descobrir várias coisas. Buscava entender a teoria e tinha que explicar na prática pro meu pa. A ciência popular que eu aprendi em casa me fez estudar a física de forma contextualizada, e assim eu passei a ensiná-la contando histórias”.

Escolha da profissão

Antes mesmo de cursar o ensino médio, período em que a Física é inserida na grade curricular, Idelfrânio já estudava a disciplina. Recebeu livros doados por sua prima e começou a estudar e resolver exercícios sozinho. “Quando era mais novo, assistia aquele seriado do MacGyver e lembrava do meu pai e meu avô, que trabalhavam consertando objetos. Aquilo que eu via no seriado justificava tudo que o meu pai e meu avô faziam, então passei a me interessar pela Física. Mas além da prática, eu também queria entender a teoria”, relembra.

Ao cursar o ensino médio, aprimorou os conhecimentos e ganhou uma bolsa de estudos em uma escola particular de Fortaleza. Lá, participou da 1ª Olimpíada Cearense de Ciências e obteve nota 10. Logo, os diretores da escola perceberam o seu potencial e o convidaram para ser monitor da disciplina. Também dava aula particular aos colegas de sala que tinham dificuldade em resolver os exercícios.

Devido ao seu desempenho, foi contratado pela escola para ser professor substituto e depois como professor oficial da disciplina para turmas especiais e pré-vestibular. Em seus 20 anos de carreira já ensinou em três grandes escolas de Fortaleza e em cursos preparatórios para concursos. “Eu acho que o meu diferencial é ensinar a Física contando histórias. E isso vem do meu pai, porque à medida em que eu explicava a teoria, ele pedia que eu ensinasse como funcionava na prática. Então, eu tentava explicar de uma forma mais didática e próxima do universo dele”.

Física marginal

Professor utiliza a literatura e cenas do cotidiano para ensinar Física. (FOTO: Arquivo pessoal)

Professor utiliza a literatura e cenas do cotidiano para ensinar Física. (FOTO: Arquivo pessoal)

Apesar de ter alunos campeões de olimpíadas cearense, brasileira e mundial, Idelfrânio decidiu avançar. Em 2009 começou a desenvolver seu conceito de Física Marginal, que busca estudar a disciplina de forma dinâmica, contextualizada e interdisciplinar. Saiu de seu emprego, onde era professor exclusivo, e dedicou-se à educação pela internet. Criou um canal no Youtube, onde há cinco anos dá aulas, e possui um site com questões de sua autoria que seguem todos os padrões do Enem.

A resposta foi imediata: os alunos passaram a acompanhar as aulas e manter contato com o professor. “Eles usam momentos do seu cotidiano e me enviam dizendo: ‘Professor, isso aqui dá uma questão, dá uma aula’. E a ideia é justamente essa, fazer com que a pessoa se encante pela Física”. Como estava desempregado, e as videoaulas eram de iniciativa própria, ele teve que vender alguns bens materiais, por ter diminuído seu padrão de vida, e pediu ajuda aos amigos que possuíam estúdio para gravar as aulas.

Futuro

Após voltar a dar aula em escolas particulares, Idelfrânio segue com as videoaulas da Física Marginal. Está desenvolvendo uma adaptação em seu site para que possa rastrear o tempo que o aluno passou online e quais questões foram resolvidas, para dar um retorno a esse aluno avaliando o seu desempenho. Também apresenta a Física Marginal em palestras e através de desafios, como o LiterArte, evento organizado pelo Sesc Fortaleza, que tem o objetivo de mostrar quando a arte dialoga com o Enem.

Para participar do projeto, o professor se propôs a falar sobre a Física Marginal contada, cantada e ilustrada por Roberto Carlos, Patativa do Assaré, Lulu Santos, Michael Jackson, João Ubaldo Ribeiro, Shakespeare, Seu Jorge, Geraldo Amâncio, Ary Barroso e Clarice Lispector. Na próxima apresentação pretende falar sobre Período Barroco, Bel Canto e os Castratti. E ainda pretende dar uma aula contextualizando os 50 anos da Ditadura Militar com a Física. Antes de qualquer estranhamento, ele garante: “Tem Física nisso sim!”.

 

Go to Top