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Sherlock Holmes | Revelado valor do famoso apartamento na 221b Baker Street

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Luis Aragão, no Spoiler Cultural

Após avaliação da empresa Mortgage Advisers, o apartamento no famoso endereço do detetive Sherlock Holmes, 221b Baker Street, foi estimado no valor de £ 1,7 milhões para compra, com um depósito de £ 425,000.

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Sherlock Holmes, apartamento, 221b Baker Street. Além da 221b Baker Street, outros endereços famosos de Londres foram avaliados.

O apartamento de Derek e Rodney Peckham de Only Fools and Horses custaria em torno de £ 330,000, enquanto o apartamento de Mark e Jez de Peep Show estaria em volta de £ 220.000.

A mansão de The Downton Abbey custaria £ 72 milhões, muito mais do que uma casa de Eastenders (£ 875,000) ou Coronation Street (£ 100,000).

7 livros com participações especiais de Sherlock Holmes

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Foto: Mike Quinn, Creative Commons) Silhueta de Sherlock Holmes na estação de metrô de Baker Street, em Londres

Foto: Mike Quinn, Creative Commons) Silhueta de Sherlock Holmes na estação de metrô de Baker Street, em Londres

 

Bruno Vaiano, na Galileu

Em 7 de julho de 1930 morria, aos 71 anos, o médico e escritor escocês Arthur Conan Doyle. Sua extensa coleção de ensaios, poemas e romances históricos foi ofuscada na história da literatura por sua maior criação: o detetive Sherlock Holmes.

Foram, ao todo, 56 contos e 4 romances protagonizando o personagem. Doyle tinha sentimentos ambíguos em relação à sua própria criação, e em muitos momentos considerou parar de escrever histórias sobre o detetive para se concentrar em outros gêneros. A pressão das editores e o sucesso comercial, porém, fizeram Sherlock acompanhar a vida de seu autor até o final. Os últimos contos com o personagem foram publicados em 1927, apenas três anos antes de sua morte.

Para os fãs, não foi o suficiente. Sherlock Holmes conquistou corações e mentes, e se tornou um visitante (e eventual protagonista) de obras assinadas por incontáveis fãs do autor escocês. Um fenômeno das fanfictions. A GALILEU listou sete livros que não são de Doyle, mas que tem o detetive mais famoso da história no elenco.

O Xangô de Baker Street, por Jô Soares

Em um de seus livros mais famosos do apresentador brasileiro, O Xango de Baker Street, o detetive britânico é chamado pelo imperador D. Pedro II para solucionar um mistério no Brasil das últimas décadas do século 19: um valioso violino Stradivarius dado pela atriz francesa Sarah Bernhardt à baronesa Maria Luíza desapareceu. Ao mesmo tempo, uma prostituta é brutalmente assassinada, e é encontrada pela polícia com as orelhas decepadas e uma corda do instrumento sobre o corpo. Não bastasse a complexidade do caso, Holmes ainda sofre com o calor tropical e problemas intestinais causados por feijoadas e vatapás.

Uma Solução Sete por Cento, por Nicholas Meyer

Nicholas Meyer é mais famoso por ter dirigido dois filmes da franquia Star Trek. Sua obra literária, porém, está bem longe das estrelas. Sua inspiração, no início da carreira, veio de 100% de Baker Street.

O título de seu primeiro livro, de 1974, é uma referência a um dos romances de Doyle, O Signo dos Quatro, que começa e termina com Holmes injetando uma solução de cocaína na concentração de 7%.

Na história, narrada como um relato do Dr. Watson, Sherlock vai à Viena, na Áustria, buscar ajuda de um famoso psicólogo, com que fará reabilitação para se livrar do vício na droga. Chegando lá, o especialista é ninguém menos que Sigmund Freud, o pai da psicanálise. O detetive ainda aproveita para resolver um caso que atrasa a eclosão da Primeira Guerra Mundial. Nada mal para uma só viagem.

Sherlock Holmes vs. Dracula, por Loren D. Estleman

Estleman é um jornalista americano que ainda usa uma máquina de escrever e um prolífico autor de livros Western, mas também fez três histórias estrelando o detetive britânico. Na principal delas, de 1979, o capitão de um navio é encontrado morto em um porto da Inglaterra, e todo seu sangue foi drenado. O responsável é Conde Drácula, que será investigado por Holmes. No caminho, o detetive topa com o caçador de monstros Van Helsing. Imperdível.

Se você está com preguiça de estudar matemática e preferiu enfiar a cara em um dos livros de Sir Arthur Conan Doyle, o físico Colin Bruce oferece um meio termo tentador que irá suprir suas

Novas Aventuras Científicas de Sherlock Holmes, por Colin Bruce

Se você está com preguiça de estudar matemática e preferiu enfiar a cara em um dos livros de Sir Arthur Conan Doyle, o físico Colin Bruce oferece um meio termo tentador que irá suprir suas necessidades acadêmicas. Nas novas aventuras do detetive inglês, casos ardilosos envolvendo empresários, jogadores e vigaristas são desvendados por meio de conceitos da probabilidade, da estatística e da teoria dos jogos. Tudo explicado número por número.

The Mammoth Book of New Sherlock Holmes Adventures, por Vários Autores

Em tradução livre, O Grande Livro de Novas Aventuras de Sherlock Homes, ainda sem edição em português. Essa é uma compilação para viciados em crise de abstinência. Stephen Baxter, H. R. F. Keating, Michael Moorcock, Amy Myers e outros escritores de romances policiais e ficção científica assinam histórias inéditas de Holmes para quem já zerou as 60 narrativas deixadas por Sir Arthur Conan Doyle.

Sherlock Holmes: Biografia não autorizada, por Nick Renninson

Após encarar Drácula, se consultar com Freud e passar mal comendo vatapá, nada mais justo do que dar a Holmes sua própria biografia. O livro de Nick Renninson, publicado em 2006, mistura, com a maior naturalidade possível, episódios reais da história da Inglaterra com os incontáveis casos solucionados pelo detetive. Na mistura, não entra apenas a obra canônica de Doyle, mas várias das incontáveis participações de Holmes em outras obras que são citadas aqui. Depois da leitura, fica até difícil de acreditar que ele não existiu.

Sherlock Holmes no Japão, por Vasudev Murphy

O livro tenta preencher uma lacuna da cronologia oficial de Holmes, enviando-o à terra do sol nascente. O ano é 1893, e o detetive busca conter o maligno professor Moriarty, que tem planos de dominar o mundo. A obra, que faz uma boa ambientação da vida nos países asiáticos no século 19, foi, em geral, bem recebida, mas desagradou leitores mais conservadores por distorcer muitos elementos das histórias originais.

Museu de Sherlock Holmes, em Londres, dá vida ao detetive mais incrível de todos os tempos

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Publicado por Hypeness

Sentado em frente à janela, com um violino nas mãos e um cachimbo na boca, ele observa o movimento da Baker Street. Sherlock Holmes, o maior detetive de todos os tempos, e Dr. Watson formam a dupla que desafiou os mais astutos bandidos da Londres do século XIX. Embora tenham existido somente nas páginas de ficção de Sir Arthur Conan Doyle, tem gente, até hoje, capaz de jurar que eles viveram de verdade. Para alimentar o mito e satisfazer a curiosidade de fãs, foi criado o Sherlock Holmes Museum, um museu que dá vida ao personagem em seu famoso endereço: a Baker Street, 221b.

Na época em que escreveu as histórias, o autor escolheu a rua por ser uma área residencial comum à classe média inglesa. O número 221b não existia até então, mas foi criado na expansão da rua, após a Segunda Guerra Mundial. A casa pertencia a um banco, o Abbey National, que chegou a contratar uma pessoa especial para responder às milhares de cartas que fãs endereçavam a Sherlock naquele endereço. Mas não é lá que fica o museu. O espaço ocupado pelo Sherlock Holmes Museum fica entre os números 237 e 241, em uma casa vitoriana típica, construída em 1815, que replica com perfeição o que poderia ter sido o lar de Sherlock e Dr. Watson.

O museu é gerenciado por uma organização sem fins lucrativos, que adicionou à atmosfera vitoriana da casa uma série de acessórios que fazem parte das aventuras da dupla. Lá é possível encontrar lupas, tubos de ensaio, livros, anotações, cachimbos, o violino e uma coleção de boinas, conforme descrições presentes nos livros. No museu há ainda alguns bonecos de cera bastante impressionantes que retratam personagens como Dr. Watson e o inimigo Moriarty.

Confira as fotos:

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Todas as fotos © OmneSolum

30 livros de autores brasileiros para morrer antes de ler

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Carlos Willian Leite, na Revista Bula

Dando sequência a série de listas polêmicas, pedi aos leitores, amigos do Facebook e seguidores do Twitter — escritores, jornalistas, professores —, que apontassem, entre livros conhecidos de autores brasileiros, quais eram os piores que haviam lido. Cada participante poderia indicar até cinco livros, sem repetir autores, tendo como critério principal o gosto pessoal. 312 pessoas responderam a enquete. Como nas listas anteriores, o objetivo não é zombar ou ofender o gosto alheio, é, sobretudo, uma diversão e reflete apenas a opinião dos participantes consultados. Se podemos ter a lista de nossas preferências, por que não podemos ter a lista daquilo que não gostamos? Na lista, aparecem livros de escritores consagrados como José de Alencar, Ruy Castro, Clarice Lispector e Jorge Amado. O resultado, embora subjetivo, pois se baseia meramente no gosto pessoal e não avaliação crítica dos livros citados, não deixa de ressaltar a validade da célebre frase de Mark Twain: “Aquele que lê maus livros não leva vantagem sobre aquele que não lê livro nenhum”. Eis o resultado baseado na quantidade de citações.

Iracema
José de Alencar

O Guarani
José de Alencar

Marimbondos de Fogo
José Sarney

Saraminda
José Sarney

Animais em Extinção
Marcelo Mirisola

Como Desaparecer Completamente
André de Leones

O Diário de um Mago
Paulo Coelho

Brida
Paulo Coelho

O Alquimista
Paulo Coelho

No Buraco
Tony Bellotto

Mentes Perigosas
Ana Beatriz Barbosa Silva

O Tigre Na Sombra
Lya Luft

O Lado Fatal
Lya Luft

O Crepúsculo do Macho
Fernando Gabeira

O Xangô de Baker Street
Jô Soares

As Esganadas
Jô Soares

Mar Morto
Jorge Amado

Memórias de um Sargento de Milícias
Manuel Antônio de Almeida

Estorvo
Chico Buarque

O Mundo Não é Chato
Caetano Veloso

Triângulo no Ponto
Eros Grau

A Paixão Segundo G.H.
Clarice Lispector

O Inverno das Fadas
Carolina Munhóz

O Dia Mastroianni
João Paulo Cuenca

A Vida Sabe o Que Faz
Zibia Gasparetto

A Escrava Isaura
Bernardo Guimarães

Farewell
Carlos Drummond de Andrade

Rosinha, Minha Canoa
José Mauro de Vasconcelos

Obra Completa
J. G. de Araújo Jorge

Guia-Mapa de Gabriel Arcanjo
Nélida Piñon

Fã de leitura e multicampeão, zagueiro Wallace vive boa fase no Flamengo

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Publicado por Yahoo

Em entrevista à TV FLA, o novo titular da zaga rubro-negra revelou objetivo a alcançar no Brasileirão e falou sobre seu lado “cult”

Wallace no treino do Flamengo (Foto: Site Oficial do Flamengo)

Wallace no treino do Flamengo (Foto: Site Oficial do Flamengo)

Quatro Estaduais, uma Copa do Nordeste, um Brasileirão, uma Libertadores e um Mundial Interclubes. Esses são os títulos conquistados por Wallace em sua breve, porém muito vitoriosa, carreira. Ele tem apenas 25 anos e o Flamengo é o terceiro clube que defende em sua vida. Antes, passou por Vitória e Corinthians. Jogou as últimas três partidas como titular do time de Dorival Junior e foi fundamental para que Felipe não sofresse gol em nenhuma delas. A cabeça do zagueiro está voltada para o Olaria, adversário do próximo sábado, mas ele não esconde que já pensa em desafios maiores vestindo a camisa rubro-negra.

“Minha pretensão é levar o Flamengo ‘pras cabeças’. Temos que entrar para ser campeões. Acho que o time está em uma crescente, mas temos muito o que melhorar porque a equipe ainda está em construção. Não tenho dúvidas que no Brasileirão vamos brigar para estar entre os quatro ou cinco primeiros”, disse o zagueirão do time da Gávea.

Quando o assunto da entrevista passou a ser o lado de fora do campo, Wallace revelou um hobby pouco comum entre jogadores de futebol: a leitura. Ele passou a ter o hábito de ler quando ainda jogava nas categorias de base do Vitória por influência de um psicólogo do time baiano. O primeiro livro que leu é inesquecível para o zagueiro.

“Foi O Homem que Matou Getúlio Vargas, do Jô Soares. Eu me apaixonei pela história. Acabei indo atrás de outro livro do Jô. Chamava-se O Xangô de Baker Street. Li e gostei. Assim foi crescendo o hábito. Já li muita biografia e houve um período em que lia muito livro de auto-ajuda, mas hoje acho isso uma ‘balela’. De filosofia, já li Schopenhauer e algumas coisas sobre Nietzsche. Mas, meu escritor preferido é George Orwell. Busco todos os livros dele”, revelou Wallace.

dica do Chicco Sal

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