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Vaso sanitário que imita trono de Game of Thrones é a nova sensação de uma Bar nos EUA

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Publicado no Cinema10

Sempre existe alguém para nos surpreender. O bar Complex, localizado em Glendale, na Califórnia, EUA, agora possui um banheiro em homenagem a série Game of Thrones.

A criação é do designer Tim Baker e os frequentadores do bar fazem fila para sentar literalmente no trono. Confira a imagem:

tronogame
A quinta temporada de Game of Thrones estreou em 12 de abril, na HBO. O programa é uma criação de David Benioff e D.B. Weiss, e é baseado na série de livros de George R. R. Martin.

Em São Carlos, castigo de escola chegava a 4 horas sem ir ao banheiro

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Eduardo Schiavoni, no UOL

A Prefeitura de São Carlos abriu sindicância para apurar a denúncia de que alunos do Centro da Juventude do bairro Cidade Aracy cumpriam castigos como não poder beber água, comer ou ir ao banheiro por períodos de até quatro horas. Pais de alunos confirmam a denúncia e o Conselho Tutelar da cidade também investiga o caso.

Os fatos vieram a público por meio do ex-chefe da Divisão de Infância e Juventude da cidade Leandro Amaral. Ele publicou, nas redes sociais, videos onde as crianças aparecem sentadas, de castigo. As imagens foram gravadas entre maio de dezembro do ano passado. De acordo com a assessoria de imprensa da prefeitura, o caso foi enviado à corregedoria e está sendo investigado. O prazo para resolução é de 30 dias.

Alunos ficavam até 4 horas sem água e comida em São Carlos (SP)

Indignados, pais de alunos afirmaram à reportagem do UOL que os filhos relataram que foram impedidos de beber água e ir ao banheiro por períodos de até quatro horas. “Meu filho, que tem sete anos, me contou que, por não ter feito a lição de casa, foi impedido de beber água, comer e ir ao banheiro por três horas. Achei um absurdo”, diz a mãe de um dos alunos da escola, que preferiu não ter o nome divulgado.

Um dos alunos atendidos pela escola, de dez anos, afirmou que nada era capaz de tirar os alunos do castigo. “Eles diziam que, se estivesse muito apertado, poderia fazer na calça mesmo. Tenho dois amigos que fizeram”, disse.

Apurações
O Conselho Tutelar foi notificado sobre as denúncias e informou que irá enviar ofício ao Ministério Público para pedir que a situação seja apurada. De acordo com a coordenadora do Conselho, Marisa Demarzo, informações apontam que pais de alunos confirmaram as denúncias sobre os castigos.

“Estamos elaborando um relatório para pedir informações à prefeitura e oficiar o Ministério Público. Vamos à escola e verificar a situação e tentar entender o método pedagógico utilizado”, informou Demarzo.

Procurada, a direção da instituição afirmou que só iria se pronunciaria através da assessoria de imprensa. A assessoria informou que a situação está sendo investigada, mas reiterou a confiança na capacidade dos profissionais da educação da cidade. O Ministério Público confirmou o protocolo de um pedido de investigação, feito por Amaral hoje, mas afirmou que o caso ainda não foi analisado pelos promotores.

Exoneração
Segundo Amaral, ele resolveu tornar os vídeos públicos depois de denunciar o caso à prefeitura da cidade que, segundo ele, não tomou providências. “Eu tive uma reunião com o prefeito, no começo de novembro, e coloquei todos os problemas. Denunciei os castigos e problemas de estrutura no prédio da escola”, conta.

Segundo ele, a administração pediu dois meses para resolver o problema, mas, desde então, nada foi feito. Ele informou ainda que resolveu publicar o vídeo, enquanto ainda era funcionário, na primeira semana de janeiro, justamente por conta do descumprimento do prazo. Assim que o material foi ao ar, ele afirma ter recebido uma ligação da administração exigindo que o material fosse retirado do ar, colocando como consequência a exoneração.

“Eu disse que eles podiam me mandar embora, mas que as crianças precisavam ter aqueles problemas resolvidos”, conta. A exoneração dele foi publicada no Diário Oficial na terça-feira passada.

Pré-escola: IBGE aponta acesso desigual e diferença na qualidade

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Entre os 20% mais pobres, 29% estão fora da educação infantil; nos colégios públicos, apenas 44% têm banheiro adequado

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Antônio Gois em O Globo

RIO — A desigualdade na educação brasileira começa desde cedo, e não se resume apenas ao acesso à escola. O IBGE comparou a frequência à escola de crianças de 4 e 5 anos por nível de renda. No grupo que concentra os brasileiros que estão entre os 20% mais ricos da população, apenas 7,5% das crianças estão fora da escola. Já entre os 20% mais pobres, este percentual cresce para 29%.

Não bastasse o acesso desigual, uma vez matriculados numa pré-escola, estabelecimento que atende a este grupo etário, a diferença na qualidade já é sentida desde cedo. A partir de dados do censo escolar do MEC, o IBGE identificou que a maioria das crianças matriculadas em pré-escolas públicas estuda em estabelecimentos sem parque infantil e banheiro adequado à educação infantil. Enquanto na rede pública a proporção de matrícula em estabelecimentos com esses equipamentos é de, respectivamente, de 47% e 44%, na rede privada, essas proporções crescem para 86% e 79%, respectivamente.

Como em quase todos os indicadores sociais do país, quando os dados de acesso à pré-escola são comparados ao longo do tempo, há melhorias significativas. De 2002 a 2012, o número de crianças de 4 e 5 anos fora da escola caiu de 43% para 22%, e os avanços foram maiores no grupo mais pobre. Até 2016, a matrícula nessa faixa etária será obrigatória, o que indica que ainda há um esforço a ser feito para se adequar à nova legislação.

— Houve avanço no acesso do grupo de quatro e cinco anos à escola, mas para universalizar ainda é preciso um esforço grande — disse Barbara Cobo, pesquisadora do IBGE.

O aumento do acesso à escola nessa faixa etária depende não apenas da oferta de escolas, mas também de questões culturais, explicou a presidente do IBGE, Wasmalia Bivar:

— O acesso de crianças de 4 e 5 anos à escola regionalmente ainda é muito desigual. Isso tem a ver não apenas com acesso, mas também com questões culturais. A região com menor acesso é a Sul, que é também a mais rica. Aí se vê a questão cultural.

Se a média brasileira é de 78,2% das crianças de 4 e 5 anos na escola, no Sul essa taxa é de 71%, frente a 84% no Nordeste, 82% no Sudeste, 63% no Norte e 70,6% no Centro-Oeste.

Wasmália citou a educação como uma das áreas de maior avanço nos últimos dez anos e de redução da desigualdade. Ela destacou, no entanto, que é preciso ampliar a oferta de creches públicas, para facilitar o acesso de mulheres com filhos ao mercado de trabalho, e também criar incentivos para manter os jovens nas escolas, que hoje se sentem atraídos pelo mercado de trabalho.

— O adolescente é atraído pelo mercado de trabalho, pela renda, e é preciso manter esse jovem na escola — disse Wasmália.

Escolaridade média de 7,6 anos

Considerando a população adulta com mais de 25 anos de idade, os dados da Síntese dos Indicadores Sociais do IBGE mostram que o brasileiro ainda não atingiu sequer a média de oito anos de estudo, o que significa que não completou o ensino fundamental. Em 2012, a escolaridade média do brasileiro era de 7,6 anos. Dez anos antes, era de 6,1. Neste caso, no entanto, também houve redução da desigualdade. Entre os brasileiros que estão entre os 20% mais pobres, o avanço foi de 3,3 anos médios de estudo (nível que pode ser classificado como analfabeto funcional) para 5,2. Entre os mais ricos, o avanço foi de 9,7 anos de estudo para 10,7. Mesmo nesse grupo, no entanto, em média, o brasileiro não chega a completar 11 anos de estudo, o que significa ter completado o ensino médio.

Jovens de 15 a 29 anos: 9,6 milhões não estudam nem trabalham

Em 2012, de acordo com dados do IBGE, 9,6 milhões de jovens de 15 a 29 anos — um em cada cinco — não frequentavam a escola e não trabalhavam. Nesse grupo, um terço (32,4%) não havia completado o ensino fundamental. Entre os que tinham de 15 a 17 anos, 56,7% não completaram essa essa etapa escolar. Além disso, a pesquisa mostrou que a maioria dos “nem-nem” é mulher (70.3%) e que 58,4% delas têm um ou mais filho.

Coordenadora de escola se passa por Mulher de Algodão para que alunos se comportem

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O episódio teria ocorrido no início do ano, de acordo com relato de alunos. Desde então, estudantes têm medo de ir ao banheiro

Publicado na Gazeta Online

Reprodução / Google Maps

Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Heloísa Abreu Judice de Mattos, no bairro Bela Vista, em Vitória

A coordenadora de uma escola municipal de Vitória encontrou um meio no mínimo polêmico para evitar que os alunos pedissem para ir ao banheiro: com um algodão e “sangue” no nariz, ela se passou por Mulher de Algodão, para tentar evitar as saídas frequentes dos estudantes da sala de aula.

O episódio teria acontecido no início deste ano, de acordo com relato de alunos aos pais, na Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Heloísa Abreu Judice de Mattos, no bairro Bela Vista, em Vitória. Desde então os alunos do terceiro ano estão com medo de ir ao banheiro. A coordenadora nega e diz que tudo não passa de boato.

A denúncia foi feita pela mãe de uma aluna que estuda no terceiro ano na escola. “Minha filha começou a ficar estranha. Por uma semana, ela só conseguia dormir se fosse comigo. Não ia ao banheiro, também. Quando perguntei o motivo, ela disse que a coordenadora colocou um algodão no nariz, com algo parecendo sangue, e disse para ninguém ficar pedindo para ir ao banheiro. Caso contrário, iria aparecer a mulher de algodão”, conta Fabiana Agostinho da Silva Lourenço, 34, mãe da estudante, que tem 9 anos.

Fabiana, que é professora, conta que, inicialmente, não deu muita importância ao método utilizado pela coordenadora. “No começo, pensei que era mais uma brincadeira de criança”. Entretanto, ao perceber a mudança de comportamento da filha e o medo que permanecia com o passar do tempo, ela foi à escola e reclamou com a coordenadora, que teria se desculpado e dito que corrigiria a falha. Mas a mãe também perguntou a outra criança o motivo da agressividade da filha em casa, e descobriu outro problema.

“A menina me contou que, depois da minha reclamação, a minha filha foi ameaçada. Ela e a minha sobrinha foram trancadas em uma sala. E foram avisadas que se elas contassem em casa o que acontecia na escola, ficariam sem recreio”.

Mãe de outra estudante, Fernanda Portilho também ficou revoltada ao ver a filha em pânico não conseguir explicar o que aconteceu durante o período escolar. A menina tem deficiência mental e chegou em casa chorando. Depois de ser acalmada, pela mãe, ela contou o que havia acontecido.

“Achei que ela havia apanhado de um coleguinha. Ela estava gaguejando, não falou o que aconteceu. Depois, explicou que a coordenadora ficou no banheiro fazendo medo nas crianças, se vestindo de mulher de algodão. No outro dia fui à escola para ‘quebrar o pau’. E ela me confirmou que fez isso, mas que foi boa intenção”, diz Fernanda.

A mãe reclama do tratamento dado aos alunos. “É um absurdo. Minha filha não dormiu por um bom tempo, tendo pesadelos. A coordenadora, como funcionária de uma escola e que se especializou para isso, fingir que é uma mulher de algodão é um absurdo”, questiona.

Crianças ficam sem recreio ou merenda como castigo

Outro aluno, da mesma turma, também chegou em casa com medo da Mulher de Algodão. A mãe dele, Eliana Benevitz, de 32 anos, informou que ficou assustada ao perguntar o motivo do medo do filho. “Nós sempre temos problemas com a escola. Meu filho chegou em casa com medo e disse que as crianças pediam muito para fazer xixi. Então uma coordenadora assustava os alunos com algodão no nariz. Só que isso gerou um medo grande e o assunto se espalhou. As mães reclamaram e a coordenadora ficou aborrecida”.

Eliana disse, ainda, que só não retira o filho da unidade de ensino pela dificuldade em conseguir vaga em outra escola. A mãe denuncia castigos constantes às crianças, que ficariam proibidas de participar do recreio. “Ninguém resolve nada lá. Às vezes eles deixam a criança sem merenda, ou sem recreio. Eles têm dado castigo de não participar de recreio e da Educação Física”.

“Eu acredito no meu filho. Isso aconteceu sim. Tanto que o meu filho começou a me pedir para sair da escola. E disse que assim que o problema ficou maior, a coordenadora pediu desculpa aos alunos e disse que não aconteceria novamente”, diz a mãe.

Pais fazem abaixo-assinado para mudar coordenação

Com os problemas enfrentados na escola, pais de alunos se reuniram e fazem um abaixo-assinado pela mudança na coordenação da escola Heloísa Abreu Judice de Mattos. Fabiana Agostinho diz que demorou a perceber a gravidade do problema. Mas que o problema ainda traz consequências.

“Quando vi o comportamento da minha filha mudando, percebi que era realmente era muito grave. Eu mesma não tinha ideia do tamanho do problema. E uma advogada me mostrou no Estatuto da Criança e do Adolescente que um episódio como esse interfere na vida da criança”.

Fabiana procurou o Conselho Tutelar em Vitória, e também pretende comunicar oficialmente a Prefeitura de Vitória, por meio da Secretaria Municipal de Educação, para informar sobre o problema. “Vou até o fim. Pois estou precisando obrigar minha filha a ir estudar, já que ela não tem vontade nenhuma de ir para a escola”.

Coordenadora e PMV negam acusações

A coordenadora da unidade de ensino, que preferiu não se identificar, negou que tenha colocado pedaços de algodão com líquido semelhante a sangue no nariz. Ao atender a ligação da reportagem, ela informou apenas que o assunto já foi superado e que houve um boato que partiu dos próprios alunos.

“Ocorreu uma situação sobre isso aqui na escola, mas foi no começo desse ano. E essa situação já foi resolvida. Foi uma conversa que surgiu entre os próprios alunos. Não teve nada de me vestir de mulher de algodão ou assustar as crianças”, resumiu.

A Secretaria Municipal de Educação de Vitória (Seme) informou, por meio de nota, que fez mediação junto à escola e não só a coordenadora de turno negou a ocorrência do episódio, como os colegas de trabalho também afirmaram que esse episódio não existiu.

Sobre uma possível conduta inadequada por parte da coordenadora com relação a restrições do horário do recreio e aulas de educação física condicionadas ao rendimento escolar, “a Seme já fez o contato com a servidora e orientou sobre as atribuições do cargo”, informa a nota.

Divulgação

Imagem do filme “Mulher de Algodão”

Por fim, a prefeitura informou que a orientação é que casos como esses não aconteçam, embora os colegas de trabalho da coordenadora confirmem que ela não adota os comportamentos descritos nas denúncias.

Mulher de algodão

A história da Mulher de Algodão é famosa desde a década de 70 e, segundo diz a lenda, o fantasma feminino assombra o banheiro de escolas. A aparição seria de uma mulher vestida de branco e com algodão na boca, no nariz e nos ouvidos, e suja de sangue.
Versão de lenda urbana de uma mulher que assombra os banheiros de escolas

A história da lenda chegou a ser abordada por um curta-metragem capixaba, dirigido por Mauricio Junior, em 2004. O filme fez sucesso e chegou a receber vários prêmios em uma mostra competitiva de cinema. 

Fonte: GAZETA ONLINE

dica da Rina Noronha

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