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Os 11 livros preferidos de Obama em 2018 – e que todo mundo deveria ler

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Reprodução

Publicado no Infomoney

SÃO PAULO – Um dos hábitos mais comuns entre os nomes de sucesso no mundo todo é a leitura. Como o fundador da Microsoft, Bill Gates, o ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, também elaborou sua lista de livros preferidos de 2018.

Vale a pena conferir a relação de obras para se inspirar e aprender cada vez mais. “Continuo com a minha tradição favorita e compartilho minhas listas de fim de ano. É o momento de fazer uma pausa e refletir sobre o ano através dos livros que achei mais instigantes, inspiradores ou que simplesmente gostei muito”, disse Obama, em um post no Instagram.

Além disso, ele afirmou que sua lista dá a chance para que ele destaque autores talentosos – “alguns são nomes familiares e outros que você pode não ter ouvido falar antes”, escreveu. Nenhum dos livros listados foi publicado em português.

 

American Prison, Shane Bauer (“Prisioneiro Americano”, em tradução livre)

O livro discorre sobre a situação do encarceramento nos Estados Unidos e o uso de prisões privadas. É uma história sobre a lógica de funcionamento e lucro das prisões no país.

Arthur Ashe: A Life, Raymond Arsenault (“Arthur Ashe, uma vida”, em tradução livre)

A obra é uma biografia do tenista negro Arthur Ashe, uma dos maiores atletas americanos da modalidade, que se tornou um ativista dos direitos civis.

Asymmetry, Lisa Halliday (“Assimetria”, em tradução livre)

O livro, dividido em três partes, explora as relações humanas abordando poder, talento, riqueza, fama, justiça, entre outros tópicos. A obra aborda duas principais histórias: a da jovem Alice e do iraquiano Amar. Embora aparentemente não tenham nenhuma relação, as narrativas começam a interagir entre si.

Feel Free, Zadie Smith (“Sinta-se Livre”, em tradução livre)

Organizado em cinco seções (No Mundo, Na Audiência, Na Galeria, Na Estante e Sinta-se Livre), o livro discute questões como: “O que é a Rede Social – e o próprio Facebook?”, “Por que amamos bibliotecas?”, “O que diremos aos nossos netos sobre nosso fracasso coletivo em lidar com o aquecimento global?”, entre outros questionamentos contados por um estudante de Harvard. É uma espécie de narrativa sobre os eventos recentes da cultura e política do mundo.

Florida, Lauren Groff

O livro conta diferentes histórias que se passam no estado americano da Flórida em diferentes momentos da história. São 5 narrativas: as irmãs abandonadas; um garoto solitário; um casal sem filhos; uma mulher sem casa; e a vida conflituosa que uma mãe e esposa leva.

Frederick Douglass: Prophet of Freedom, David W. Blight (Frederick Douglass: Profeta da Liberdade”, em tradução livre)

A obra conta sobre como o jovem Frederick Douglas (1818 -1895) escapou da escravidão em Baltimore, Maryland. Ele foi ensinado a ler pela esposa do dono dos escravos e se tornou umas das maiores figuras literárias de seu tempo.

 

Immigrant, Montana, Amitava Kumar (“Imigrante, Montana”, em tradução livre)

Com uma única mala em mãos, o jovem Kailash sai da Índia e chega aos Estados Unidos pós mandato do presidente americano Ronald Reagan para cursar pós-graduação. Ele começa a se estabelecer, conhece um professor carismático e sua vida é remodelada por uma série de mulheres diferentes com quem ele se relaciona.

The Largesse of the Sea Maiden: Stories, Denis Johnson (“A Generosidade do Mar”, em tradução livre)

A ficção aborda aspectos da velhice, da mortalidade, do passado e discorre sobre mistérios do universo. Foi a última obra escrita por Johnson, que faleceu pouco tempo depois de acabá-la.

Life 3.0: Being Human in the Age of Artificial Intelligence, Max Tegmark (“Life 3.0: Ser Humano na Era da Inteligência Artificial”, em tradução livre)

O livro discute a Inteligência Artificial e seu impacto no futuro da vida na Terra e além dela.

There There, Tommy Orange 

O romance conta a história de 12 índios que vivem na Califórnia (EUA), cujas narrativas vão convergir no Grande Powwow de Oakland (também nos EUA), tradicional evento da cultura indígena que promove a integração por meio da música. O livro retrata as comunidades indígenas urbanas contemporâneas.

Washington Black, Esi Edugyan

George Washington Black, ou “Wash”, um escravo de 11 anos vive em uma plantação de açúcar em Barbados e tem pavor de ser escolhido pelo irmão do responsável pelo negócio como seu criado. Para sua surpresa, o excêntrico Christopher Wilde é um naturalista, inventor e abolicionista. A obra conta a história da vida do menino e como ele cresce em um novo mundo, com cada vez mais tecnologia – além de discutir os limites da liberdade.

Melhores livros e músicas de 2017, segundo Barack Obama

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(Bill Pugliano/Getty Images)

(Bill Pugliano/Getty Images)

“Das músicas que me moveram às histórias que me inspiraram, aqui está minha lista de 2017”, escreveu Obama. veja a lista:

Mariana Desidério, na Exame

São Paulo – O ex-presidente dos Estados Unidos Barack Obama compartilhou com o mundo uma lista dos melhores livros que leu e das melhores músicas que ouviu em 2017.

Em um post no Facebook, o político americano escreveu:

“Durante a minha presidência, comecei uma tradição de compartilhar minhas listas de leituras e músicas. Foi uma ótima maneira de refletir sobre as obras que ressoaram comigo e levantar autores e artistas de todo o mundo. Com algum tempo extra nas mãos este ano para recuperar o atraso, quero compartilhar os livros e músicas que eu mais gostei. Das músicas que me moveram às histórias que me inspiraram, aqui está minha lista de 2017 – espero que vocês gostem e tenham um Ano Novo feliz e saudável.”

Veja a lista a seguir. Infelizmente, nenhum dos livros indicados pelo ex-presidente têm tradução em português.

Livros:

The Power, de Naomi Alderman
Grant, de Ron Chernow
Evicted: Poverty and Profit in the American City, de Matthew Desmond
Janesville: An American Story, de Amy Goldstein
Exit West, de Mohsin Hamid
Five-Carat Soul, de James McBride
Anything Is Possible, de Elizabeth Strout
Dying: A Memoir, de Cory Taylor
A Gentleman in Moscow, de Amor Towles
Sing, Unburied, Sing, de Jesmyn Ward
*Bônus para fãs de basquete: Coach Wooden and Me, de Kareem Abdul-Jabbar e Basketball (and Other Things), de Shea Serrano

Músicas:

Mi Gente, de J Balvin & Willy William
Havana, de Camila Cabello (feat. Young Thug)
Blessed, de Daniel Caesar
The Joke, de Brandi Carlile
First World Problems, de Chance The Rapper (feat. Daniel Caesar)
Rise Up, de Andra Day
Wild Thoughts, de DJ Khaled (feat. Rihanna and Bryson Tiller)
Family Feud, de Jay-Z (feat. Beyoncé)
Humble, de Kendrick Lamar
La Dame et Ses Valises, de Les Amazones d’Afrique (feat. Nneka)
Unforgettable, de French Montana (feat. Swae Lee)
The System Only Dreams in Total Darkness, de The National
Chanel, de Frank Ocean
Feel It Still, de Portugal. The Man
Butterfly Effect, de Travis Scott
Matter of Time, de Sharon Jones & the Dap-Kings
Little Bit, de Mavis Staples
Millionaire, de Chris Stapleton
Sign of the Times, de Harry Styles
Broken Clocks, de SZA
Ordinary Love (Extraordinary Mix), de U2
*Bonus: Born in the U.S.A., de Bruce Springsteen

Obama e Michelle lançarão livros de memórias

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Ex-presidente dos EUA, Barack Obama, e sua mulher, Michelle - PHOTO / CHRIS KLEPONIS AFP

Ex-presidente dos EUA, Barack Obama, e sua mulher, Michelle – PHOTO / CHRIS KLEPONIS AFP

Casal teria assinado um acordo editorial de valor recorde com a editora Penguin Random House, que prevê uma obra de cada um

Publicado no Estadão

WASHINGTON – O ex-presidente dos EUA, Barack Obama, e sua mulher, Michelle, assinaram um acordo editorial de valor recorde com a editora Penguin Random House, que prevê um livro de cada um, de acordo com um comunicado divulgado na terça-feira.

Segundo o jornal Financial Times, a editora, que não falou em números, teria oferecido mais de US$ 60 milhões para garantir os direitos de ambas as obras. Se o montante for confirmado, será um dos contratos mais lucrativos da história.

Em 2009, o autor americano de livros policiais James Patterson assinou um acordo que, segundo jornais e veículos especializados, chegava a US$ 150 milhões para uma série de 17 livros.

O antecessor de Barack Obama na Casa Branca, George W. Bush, recebeu cerca de US$ 10 milhões por suas memórias, segundo vários veículos de imprensa. Antes dele, o ex-presidente Bill Clinton levou US$ 15 milhões por sua autobiografia Minha vida.

Barack Obama já publicou dois livros: A origem dos meus sonhos (Dreams from my father, 1995) e A audácia da esperança (The audacity of hope, 2006). Cada um vendeu mais de três milhões de exemplares apenas nos EUA.

Mesmo antes da publicação de seu próximo livro, o sucesso de suas primeiras duas obras já transformaram-no, de longe, no personagem político americano com melhor desempenho eleitoral.

Michelle Obama já publicou American grown, um livro sobre jardinagem e alimentação em 2012. / AFP

Obama vai lançar autobiografia e poderá se comparar a J.K. Rowling. Tá?

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Barack Obama || Créditos: Getty Images

Barack Obama || Créditos: Getty Images

 

Publicado no Glamurama

Longe do noticiário desde o último dia 20, quando entrou para a galeria dos ex-presidentes dos Estados Unidos, Barack Obama planeja agora seu eventual e inevitável retorno aos holofotes, desta vez como escritor. É que a agente literária dele – a poderosa Esther Newberg, da ICM Publishing Partners – está conversando com as principais editoras americanas sobre os detalhes a respeito do livro de memórias que ele vai escrever sobre os seus anos na Casa Branca, uma espécie de tradição entre os ex-moradores da residência oficial.

Por enquanto, tudo indica que será a gigante Random House a responsável pela publicação da obra, mas nada foi assinado ainda, e uma oferta generosa de última hora feita por outra editora não está sendo descartada por Esther. Ela espera um adiantamento de pelo menos US$ 20 milhões (R$ 62,5 milhões), o maior pago até hoje na indústria de livros e US$ 5 milhões (R$ 15,6 milhões) maior do que o montante recorde embolsado por Bill Clinton para escrever “My Life”, que ele lançou em 2001. Já George W. Bush embolsou US$ 7 milhões (R$ 21,9 milhões) por suas memórias do poder.

Vale lembrar que Obama é autor de vários best-sellers, que venderam mais de quatro milhões de cópias somados e renderam a ele em torno de US$ 10 milhões (R$ 31,2 milhões) em royalties. Considerando o adiantamento e as vendas que a autobiografia dele poderia alcançar, os ganhos dos ex-presidente podem passar de US$ 30 milhões (R$ 93,7 milhões), segundo os cálculos de Esther, cifras que só nomes como J.K. Rowling e James Patterson conseguem movimentar hoje em dia. (Por Anderson Antunes)

Leitor assíduo, Obama diz que livros o ajudaram durante a Presidência

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Barack Obama e sua mulher, Michelle, fazem leitura do livro "Onde Vivem os Monstros" para crianças

Barack Obama e sua mulher, Michelle, fazem leitura do livro “Onde Vivem os Monstros” para crianças

 

Michiko Kakutani, na Folha de S.Paulo via New York Times

Nenhum presidente americano desde Abraham Lincoln moldou sua vida, convicções e visão de mundo tão fundamentalmente na leitura e escritura de livros quanto Barack Obama.

Na sexta-feira (13), sete dias antes de deixar a Casa Branca, Obama sentou-se no Salão Oval para falar do papel indispensável desempenhado pelos livros em sua Presidência e sua vida –desde sua infância solitária e marcada por frequentes deslocamentos, quando “esses mundos portáteis” lhe serviam de companheiros, até sua juventude, quando os livros o ajudaram a entender quem ele era, o que pensava e o que era importante.

Durante seus oito anos na Casa Branca –uma era marcada pela sobrecarga de informações, o partidarismo extremo e as reações instantâneas–, os livros foram uma fonte de ideias e inspiração para o presidente, ajudando a apreciar as complexidades e ambiguidades da condição humana.

“Numa época em que os acontecimentos são tão velozes e tanta informação é transmitida”, ele disse, a leitura oferece a possibilidade de “desacelerar de vez em quando e ganhar uma perspectiva mais ampla”, além da “possibilidade de colocar-se na pele de outra pessoa”. Essas duas coisas, disse Obama, tiveram valor enorme para ele. “Se me fizeram um presidente melhor, não sei dizer. Mas o que posso dizer é que me ajudaram a conservar o equilíbrio ao longo de oito anos, porque este é um lugar que as coisas se sucedem rapidamente, sem parar e sem descanso.”

Os escritos de Lincoln, de Martin Luther King Jr., Gandhi e Nelson Mandela foram especialmente úteis, Obama disse, “quando você busca um senso de solidariedade”, acrescentando: “Nos momentos muito difíceis, a Presidência pode nos isolar muito”. Há uma cópia manuscrita do Discurso de Gettysburg, escrito por Abraham Lincoln em 1863, no dormitório que leva o nome do ex-presidente, e Obama disse que às vezes, à noite, ele saía de sua sala de trabalho para ler o texto.

Como Abraham Lincoln, Obama se ensinou a ler, e também para ele as palavras se tornaram uma maneira de se definir e de comunicar seus ideais e ideias ao mundo. Na verdade, há uma luz forte que liga Lincoln, King e Obama. Em discursos como os proferidos nas cidades de Charleston e Selma, Obama seguiu o caminho desses predecessores, colocando seu domínio da linguagem a serviço de uma visão histórica abrangente que, como a deles, situa nossas lutas atuais contra o racismo e a injustiça em um contínuo histórico que revela o quanto já andamos e o caminho que ainda nos falta percorrer.

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CONTEXTO EM BIOGRAFIAS PRESIDENCIAIS

As biografias de presidentes passados forneceram contexto, ajudando Obama a superar a tendência a pensar que “o que está acontecendo agora é singularmente desastroso, espantoso ou difícil”, ele disse. “É útil pensar em Roosevelt tentando conduzir o país durante a Segunda Guerra Mundial.”

A leitura continua a formar uma parte essencial do cotidiano de Obama. Ele recentemente deu à sua filha Malia um Kindle carregado de livros que quer compartilhar com ela –incluindo “Cem anos de solidão”, “O Caderno Dourado”, de Doris Lessing, e “The Woman Warrior” (“A Guerreira”, em tradução livre), de Maxine Hong Kingston. E, quase todas as noites na Casa Branca, ele passava uma hora lendo tarde da noite –uma leitura profunda e ecumênica, abrangendo desde ficção literária contemporânea –o romance mais recente que ele leu foi “The Underground Railway” (“A Ferrovia Subterrânea”, em tradução livre), de Colson Whitehead)– até romances clássicos e obras inovadoras de não ficção, como “Rápido e Devagar: Duas Formas de Pensar”, de Daniel Kahneman, e “A Sexta Extinção”, de Elizabeth Kolbert.

Para o presidente, esses livros eram uma maneira de ele trocar de marcha mental, para escapar da bolha da Casa Branca. Alguns romances o ajudavam a “imaginar o que se passa na vida das pessoas” em todo o país –por exemplo, Obama achou que os romances de Marilynne Robinson o colocaram em contato emocional com as pessoas que encontrou no Iowa durante a campanha de 2008 e também com seus próprios avós, naturais do meio-oeste americano, e os valores de trabalho árduo, honestidade e humildade, próprios das pequenas cidades do interior.

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AUTOR DE CONTOS

Obama se ensinou a escrever quando jovem, escrevendo um diário e redigindo contos quando era organizador comunitário em Chicago; ele escrevia quando voltava para casa, depois do trabalho, inspirando-se nas histórias das pessoas que encontrava no trabalho. Muitas das histórias eram sobre pessoas mais velhas, sendo inspiradas por sentimentos de decepção e perda. “Nos meus textos não há muita coisa tipo Jack Kerouac, de jovem na estrada, fazendo descobertas”, ele comentou. “São textos mais melancólicos e reflexivos.”

Essa experiência reforçou o poder da empatia. Sendo ele mesmo um “outsider” (com pai queniano, que deixou a família quando Obama tinha 2 anos, e mãe do Kansas, que o levou para morar na Indonésia por algum tempo), Obama sentia empatia com muitas pessoas que conheceu nas igrejas e ruas de Chicago, que se sentiam deslocadas pelo isolamento e as mudanças, e levou a sério a observação de seu chefe de que “o que une as pessoas para compartilharem a coragem de entrar em ação para mudar suas vidas não é apenas o fato de se importarem com os mesmos problemas, mas de terem histórias compartilhadas”.

Essa lição se tornaria uma das bases da visão do presidente de uma América em que as preocupações compartilhadas –sonhos simples de um emprego decente, um futuro decente para os filhos das pessoas– pudessem lançar uma ponte sobre divergências e divisões. Afinal, muitas pessoas enxergavam-se na história de Obama –uma história americana, como ele disse em seu discurso na Convenção Nacional Democrata de 2004, que não seria possível “em nenhum outro país do mundo”.

Obama chegou à Presidência como escritor e em breve voltará à vida de cidadão comum como escritor, com o plano de redigir suas memórias, que serão baseadas no diário que escreveu na Casa Branca (“mas não com a disciplina que eu teria desejado”). Ele possui uma sensibilidade de escritor –a capacidade de estar no momento e ao mesmo tempo colocar-se como observador, o olhar e o ouvido de um romancista, uma voz precisa, mas elástica, capaz de deslocar-se com facilidade entre o lirismo, o vernáculo e o profundo.

Na semana passada, Obama almoçou com cinco romancistas que admira –Dave Eggers, Colson Whitehead, Zadie Smith, Junot Diaz e Barbara Kingsolver–, e não apenas conversou com eles sobre a paisagem política e midiática como também de questões profissionais deles, perguntando como estavam suas turnês de promoção de livros e dizendo que gosta de escrever o primeiro rascunho de seus textos à mão, em blocos amarelos.

Obama diz que espera no futuro utilizar o site de seu centro presidencial “para ampliar o público dos bons livros”, coisa que ele já tem feito com listas regulares de livros recomendados, e incentivar a discussão pública sobre livros.

Ele disse: “Em um momento em que uma parte grande de nossa política consiste em tentar controlar o choque de culturas gerado pela globalização, a tecnologia e a migração, é mais importante que nunca o papel dos livros em unificar em oposição a dividir, engajar em lugar de marginalizar”.

Tradução de CLARA ALLAIN

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