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10 recomendações de livros de quem já ganhou na vida

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Fonte: Shutterstock

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Conheça os livros que pessoas de sucesso como Barack Obama, Steve Jobs e Bill Gates leram antes de chegar no sucesso

Publicado no Universia Brasil

Quer saber o que pensam bilionários, líderes globais e gente que mudou o jogo? Leia o que eles leem. Não importa quanto sucesso pessoas como Elon Musk, Steve Jobs ou Barack Obama conquistaram, eles adquiriram a experiência necessária para isso com o tempo. E eles concordam que os livros foram uma grande parte da sua jornada. Para a nossa sorte, eles compartilharam que livros foram esses.

A seguir, veja a lista de livros que influenciaram algumas grandes mentes da atualidade, e quem sabe, você seja influenciado por eles também:

A Revolta de Atlas – Ayn Rand
Recomendado por: Steve Jobs and Mark Cuban
Tópico: Política e negócios
Resumo em uma frase: “Resolva os problemas do mundo com soluções empreendedoras”

Competindo Contra o Tempo – George Stalk
Recomendado por: Tim Cook
Tópico: Negócios, economia e produtividade
Resumo em uma frase: “O tempo agora entra na lista de fatores cruciais para se manter competitivo no mercado junto com dinheiro, produtividade e qualidade”

Aventuras Empresariais – John Brooks
Recomendado por: Warren Buffet e Bill Gates
Tópico: Negócios e finanças
Resumo em uma frase: “Uma história clássica sobre a vida coorporativa e financeira dos EUA”

Influência – Robert Cialdini
Recomendado por: Charlie Munger e Guy Kawasaki
Tópico: Psicologia, persuasão e marketing
Resumo em uma frase: “Métodos bancados pela ciência para persuadir qualquer um que você quiser”

A Vida é o que Você Faz Dela – Peter Buffett
Recomendado por: Bill Clinton
Tópico: Vida, propósito, autobiografia
Resumo em uma frase: “Ao invés de escolher o caminho mais fácil, escolha o com maior satisfação”

A Conquista da Felicidade – Jonathan Haidt
Recomendado por: Tony Hsieh
Tópico: Felicidade, cultura, filosofia
Resumo em uma frase: “Dar e servir são o caminho para a felicidade”

Os Quatro Compromissos – Don Miguel Ruiz
Recomendado por: Oprah Winfrey e Jack Dorsey
Tópico: Espiritualidade, vida e felicidade
Resumo em uma frase: “Mantenha sempre a sua palavra, não leve nada para o pessoal, não presuma nada, sempre faça o seu melhor”

A Confiança em Si, a Natureza e Outros Ensaios – Ralph Waldo Emerson
Recomendado por: Barack Obama
Tópico: Individualismo, não-conformidade e independência
Resumo em uma frase: “Mantenha suas convicções, mesmo que a sociedade e as pessoas queiram que você acredite em outra coisa”

Benjamin Franklin – Uma Vida Americana – Walter Isaacson

Recomendado por: Elon Musk
Tópico: Autobiografia, empreendedorismo, Benjamin Franklin
Resumo em uma frase: “A ascensão de Benjamin Franklin do ponto baixo até o mais alto”

Os Vestígios do Dia – Kazuo Ishiguro

Recomendado por: Jeff Bezos
Tópico: História, segunda guerra mundial, vida e arrependimento
Resumo em uma frase: “O retrato de um perfeito cavalheiro britânico e da sua limitada Inglaterra pós-guerra”

Casa Branca divulga lista de livros que Obama lerá no verão

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 (AP Photo/Pablo Martinez Monsivais)

(AP Photo/Pablo Martinez Monsivais)

 

Publicado no UOL

SÃO PAULO, 12 AGO (ANSA) – Um dia após o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, ter publicado na sua conta no Twitter a sua já tradicional playlist para o verão norte-americano, a Casa Branca divulgou a lista de livros que o mandatário pretende ler durante as suas férias na ilha de Martha Vineyard, em Massachusetts, que já estão quase na metade.

A seleção conta com cinco obras, entre romances best-sellers e livros de memórias. Um deles é “The Underground Railroad”, de Colson Whitehead, que conta a história de Cora, uma escrava em uma plantação de algodão nos Estados Unidos, e da sua fuga, onde ela passa a encontrar vários universos e personagens diferentes.

Já “Barbarian Days: A Surfing Life” se trata de um livro de memórias do escritor Wlliam Finnegan sobre sua paixão pelo surfe e suas experiências sobre o esporte.

Em “H for Hawk”, outro livro de memórias, a autora Helen Macdonald conta como foi treinar um filhote de gavião, sendo que a ave de rapina era uma modo para a escritora superar a morte súbita e inesperada do seu pai, o famoso fotojornalista Alisdair Macdonald.

A lista ainda conta com “Seveneves”, um livro de ficção-científica publicado no ano passado que aborda os esforços que são feitos para salvar a espécie humana após uma série de eventos apocalípticos, como a desintegração da Lua, acontecerem.

E por fim, a seleção também conta com “The Girl on the Train”, de Paula Hawkings, que conta a história de Rachel, uma mulher que se vê fisicamente e emocionalmente envolvida em uma investigação de assassinato por causa das coisas que viu durante sua viagem diária de trem. (ANSA)

Michelle Obama visita Japão para defender educação de meninas

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Primeira-dama dos EUA chegou a Tóquio nesta quarta (18).
Ela se encontrará com jovens e faz campanha por fundos para a educação.

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Publicado no G1

A primeira-dama dos Estados Unidos, Michelle Obama, chegou nesta quarta-feira (18) a Tóquio para uma visita de vários dias ao Japão, sua primeira viagem ao arquipélago desde que seu marido, Barack Obama, foi eleito presidente.

Um dos objetivos da visita de Michelle é reafirmar a importância acordada pelos dois países à educação, especialmente das meninas, em todo o mundo.

A capital japonesa é o primeiro destino de uma viagem pela Ásia que a levará a Kioto (oeste) para visitar famosos locais de culto, a Osaka, para se encontrar com funcionários diplomáticos americanos, e ao Camboja, onde estará nos dias 21 e 22 de março.

Barack Obama viajou ao Japão em abril do ano passado, mas sem Michelle, que ficou em Washington com as filhas do casal.

A primeira-dama, que aterrissou às 17h locais (5h de Brasília) no aeroporto de Haneda, se reunirá em Tóquio com o primeiro-ministro Shinzo Abe, e posteriormente com sua esposa, Akie Abe, para participar de um encontro com estudantes japoneses.

A primeira-dama americana está envolvida em uma campanha pública para arrecadar fundos e apoiar o ensino de adolescentes nos países nos quais as meninas têm dificuldades para ter acesso à educação.

“O escritor não transcreve a vida, inventa a vida”

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Simone Duarte, no Público

Milton Hatoum com o poeta sírio Adonis na Gulbenkian daniel rocha

Milton Hatoum, o escritor brasileiro de origem libanesa, veio a Lisboa conversar com o poeta sírio Adonis na Gulbenkian. Falaram de política, mas sobretudo como a literatura e a poesia podem fazer a ponte entre Ocidente e Oriente

Aos 61 anos, o escritor brasileiro Milton Hatoum não tem pressa. Na era em que os livros parecem ser fabricados em série, publicou apenas seis em quase 25 anos de carreira – e escreve-os à mão.

Vencedor dos prémios Jabuti e Portugal Telecom de literatura defende que o escritor tem de ter coragem para escrever e mais ainda para ficar em silêncio.

Ele, que acredita nos bons leitores, diz que é assustador ver um presidente culto como Barack Obama em visita ao Brasil citar Paulo Coelho e não Machado de Assis ou Clarice Lispector.

Sobre o Brasil e o futuro do país do futuro? Votou em Dilma Rousseff – “as outras opções eram assustadoras” – e acha que ela vai ganhar de novo. As manifestações nas ruas da cidades brasileiras eram contra tudo: “O que a imensa maioria queria era uma política pública mais eficaz, porque há dinheiro para isso.”

Costuma dizer que “um dos enigmas da literatura é a passagem da experiência para a linguagem” – justamente o tema da conferência que veio fazer na Fundação Gulbenkian, em Lisboa. É possível desvendar este enigma?

O enigma nunca é decifrado. Na literatura, o estético, como disse o Borges [o escritor argentino Jorge Luis Borges], é o lugar do enigma. O que é fascinante na literatura é justamente esta possibilidade de inventar aquilo que poderia ter existido ou aquilo que pode existir. O enigma que nunca é decifrado irradia possibilidades de leitura e de interpretação. Esta é a verdade da literatura, é a verdade das relações humanas, não é uma verdade científica nem das respostas definitivas. Ao contrário, ela coloca questões o tempo todo. No meu romance Dois Irmãos (lançado há 12 anos com mais de 140 mil cópias no Brasil e que agora vai ser adaptado para a televisão), o grande enigma é saber quem é o pai do narrador.

O grande desafio do escritor é transformar a sua experiência em linguagem. Todo mundo tem uma experiência, que pode ser mais rala, mais livresca, que pode ser uma experiência de leitura, de vida aventureira ou não. A questão da literatura é como isto se transforma em linguagem. A imaginação, que é o que para mim dá força à literatura, tem que traduzir esta experiência. O valor da arte está ligado à força da imaginação.

Escreve todos os seus livros à mão. Não usa o computador. Porquê?

Tem a ver com os gestos, com algo corporal, com o hábito do arquitecto de fazer desenhos. Eu fui arquitecto [é formado em Arquitectura pela Universidade de São Paulo] muito antes dos programas de computador. Na minha época, para entrar numa faculdade de Arquitectura, você tinha que dominar o desenho. E eu me acostumei a escrever à mão – com aquilo que a gente ligava o projecto ao desígnio, ao desejo. O Roland Barthes tem um texto bonito sobre isso, sobre os manuscritos dos escritores franceses, compara o manuscrito do Balzac a uma espécie de fogo-de-artifício onde há muitas correcções, uma coisa meio arbórea. Eu me sinto mais livre escrevendo à mão. Acho que meu pensamento flui. As ideias também fluem mais com a caneta do que na tela. Eu posso passar horas escrevendo e não cansa porque também não escrevo copiosamente. Em 25 anos – o meu primeiro romance, Relato de Um Certo Oriente, vai fazer 25 anos em Abril do ano que vem – eu publiquei seis livros.

Afirmou em algumas entrevistas que um escritor tem de ter coragem de escrever e também coragem de silenciar para não escrever asneiras. A sua coragem para silenciar é maior do que a de escrever?

Não vejo nenhuma importância em publicar coisas supérfluas. O leitor é esperto. Há bons leitores. O leitor percebe quando a coisa não é trabalhada, quando você não diz uma verdade íntima. Isso é muito claro. Se eu fosse mais rápido, teria publicado mais coisas de que gosto. E não prejudiquei ninguém com isso.

Agora é impressionante a quantidade de livros. É curioso, quando eu morava na França, ouvi uma conversa sobre literatura entre o Maurice Nadeau e o Roland Barthes (que depois foi publicada – Sur la Littérature). O Nadeau perguntou ao Barthes sobre a crise da literatura. “Não há crise da literatura” – disse o Barthes. “Há excesso de livros.” Isso em 1980. Então hoje a literatura virou outra coisa.

O Presidente Obama, um homem culto, que se formou em Harvard, uma das melhores universidades americanas, quando visitou o Brasil não falou do Machado de Assis, da Clarice Lispector, do Guimarães Rosa, do Graciliano Ramos. Ele citou Paulo Coelho. Então é um desprestígio enorme para a literatura brasileira. Uma coisa assustadora, a assessoria do Presidente culto – vamos dizer assim -, uma assessoria que não conseguiu transmitir o básico. Ainda bem que ele não falou Isabel Allende [risos]. Se fosse o Bush… teria dito qualquer asneira. Na literatura a quantidade não interessa. Há dois grandes exemplos de escritores que publicaram pouco e não precisam publicar mais. O mexicano Juan Ruffo, que só escreveu um romance, e o brasileiro Raduan Nassar, que escreveu o Lavoura Arcaica, O Copo de Cólera e um livrinho de contos. Isso é coragem.

Está a trabalhar num novo romance?

Estou escrevendo um romance há quatro anos, que são dois volumes. Na verdade, eu não sei se vou juntar num só. É um romance que tem muito a ver com a minha experiência. O leitor comum pensa que você transcreve a vida. Não é verdade. Você inventa a vida ou transcende a vida. Este é um romance que acompanha de perto a minha trajectória: desde que eu saí de Manaus, fui sozinho para Brasília, em Dezembro de 1967. Tem algo de autobiográfico, mas a partir do momento em que a vida é incorporada ao texto, a vida se torna texto, se torna literatura.

O romance é muito inventado, claro, mas tem uma parte em Brasília onde eu presenciei o biénio de horror [época da ditadura militar]. Eu tinha 15, 16 anos. Morei dois anos em Brasília. Entrei de cara no movimento estudantil. Não aguentei a barra em Brasília e fui para São Paulo. Entrei na Faculdade de Arquitectura, fiz uma revista de poesia com amigos.

E quando é que decidiu largar a arquitectura e ser escritor?

Escrevi alguns contos nos anos 1970. Rasguei todos. Uma editora do Rio leu e gostou, mas eu era muito inseguro (ainda sou). Achei que foi generosa de mais e não acreditei. Desconfio de todo o tipo de elogio rasgado. Eu queria muito ser poeta. Publiquei um livro de poesias naquela época, 1978, com fotos do Amazonas de amigos meus. Chamava-se Amazonas, um Rio entre Ruínas (está esgotado).

Mas eu só comecei a escrever o primeiro romance aqui na Europa. Foi na Espanha.

Este novo romance tem título?

Tem um título provisório que é O Lugar mais Sombrio. Está ficando muito grande… não sei quando vou acabar.

Veio a Lisboa para o programa Futuro Próximo da Gulbenkian em que conversa com o poeta sírio Adonis. O que é que Adonis tem que o Milton não tem?

O que ele tem e eu invejo é o domínio pleno e íntegro da língua árabe. Eu sou filho de libanês. Meu pai era libanês, morreu, e minha mãe era brasileira – filha de libaneses -, mas era uma brasileira amazonense típica. E não falava árabe comigo. A língua materna era a língua portuguesa. É incrível que estes 12 milhões de brasileiros de origem árabe não falem árabe. Isso também aconteceu com os italianos, os filhos não falam italiano. O Brasil é peculiar. Os imigrantes queriam que os filhos se integrassem. Isso facilitou a mestiçagem. Na minha família ninguém se casou com filho de árabe. Ninguém. É fantástico isso.

Agora o Adonis é um dos grandes poetas vivos. Ele foi e é uma figura central na poesia árabe contemporânea. Saiu de Damasco, foi para o Líbano ainda jovem e se exilou. Renovou a poesia árabe e trabalhou com versos livres. Mostrou ao Oriente e ao Ocidente a ponte que já existia e que estava oculta entre a poesia destes dois mundos. O Adonis recuperou muita coisa da poesia árabe que estava escondida: a poesia pré-islâmica, ele fez uma bela antologia, a poesia sufi.

Tem um livro que relaciona o surrealismo, Rimbaud, e a poesia sufi. E tem tudo a ver. Há ligações profundas, como se fossem correntes subterrâneas da imaginação livre, solta. O Adonis procurou estas confluências da poesia árabe e da poesia do Ocidente. A questão do duplo, dos sonhos, desta imaginação solta, do êxtase do Rimbaud, o êxtase dos poetas sufi.

O Adonis é uma inspiração?

É. Ele, o Edward Said. Pessoas que não separam uma cultura da outra. Uma cultura morre quando você a separa ou se você dá um status para ela, um significado de superioridade falsa. Não há culturas superiores.

Se pudesse ter uma conversa imaginária com o seu pai, como explicaria o que está a acontecer no Médio Oriente?

Acho que ele é que me explicaria. Ele viveu o período colonial francês em Beirute. Era funcionário do Ministério da Justiça. Ele diria que o mundo árabe é um mundo desagregado. Era o que ele dizia para mim, que a colonização deixou este mundo desagregado. E com o agravante de que o mundo árabe não alcançou a modernidade talvez pelas próprias condições do colonialismo, como a África não alcançou, menos ainda. O sentido do clã, das religiões, o sectarismo, isso tudo é uma loucura.

E como vê a Primavera árabe?

É um processo que está começando. Seria muito difícil dizer “a Primavera Árabe aconteceu naquele mês de Julho”. É um processo longo. Vai demorar muito porque os anos, as décadas de autoritarismo, de ditaduras praticamente em todo o mundo árabe, este tempo longo criou também mentalidades arcaicas, conservadoras, com o agravante de que o país mais conservador, mais autoritário do mundo árabe, a Arábia Saudita, é o maior aliado político e militar dos Estados Unidos. Por que não se diz isso? Por que o Obama – ou o Bush – não tenta democratizar a Arábia Saudita? Esta é uma pergunta interessante. Por que levar a democracia só ao Iraque? A que custo? Todas estas intervenções foram criminosas.

Eu não tenho esperança. Também não sei qual é a importância de ter esperança. Também não sou religioso. Acho que as pessoas devem lutar por causas mais justas. Isso não me dá esperança, mas me dá uma vontade de viver. Agora é difícil ter esperança quando você vê o que está a acontecer na Síria, os bilhões que são gastos em armas.

O Saramago dizia que a democracia acabou. De certo modo ele tem razão. Tudo está contaminado pelo poder económico.

(mais…)

Para os pequenos poliglotas

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Edison Veiga, no Estadão

Com 11 mil títulos, abre no dia 9/8 a Biblioteca Infantil Multilíngue. São livros, DVDs, revistas e gibis em oito idiomas: português, espanhol, japonês, inglês, italiano, francês e alemão. Entre os livros está o ‘Of Thee I Sing: A Letter to My Daughters’ (foto), do presidente americano Barack Obama. Criada por Duda Porto, a biblioteca já funcionava parcialmente desde novembro (quando foi capa do Divirta-se) e integra o Centro Universitário Belas Artes de São Paulo. O acesso é grátis e aberto ao público.

R. Álvaro Alvim, 90, V. Mariana. 8h/19h (sáb., 9h/16h, fecha domingo).

dica do Chicco Sal

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