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Quer um ano sossegado na escola? Professores contam como

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Ano novo, vida escolar nova: planeje sua rotina de estudos

Ano novo, vida escolar nova: planeje sua rotina de estudos

Publicado em UOL Educação

Aproveite o começo do ano para implantar uma nova rotina de estudos. Planeje, revise, treine. Parece papo de professor? É mesmo. São conselhos de profissionais que, ano após ano, veem seus alunos ficarem desesperados com os períodos de prova.

Para começar, é preciso acabar com a mania de deixar tudo para a última hora. Essa é a opinião de Marco Antônio Barbosa, coordenador pedagógico do Colégio Magnum, de Belo Horizonte. “O jovem, normalmente, tende a resolver só quando aperta. A orientação tem que ser exatamente para romper esse ciclo”, afirma.

Com base na programação de aulas dadas, planeje sua rotina. Estipule quantas horas diárias vai-se dedicar para revisar os conteúdos e tente sempre segui-las à risca. “Depois de quinze dias sempre é mais difícil lembrar a matéria. Por isso é importante revisar todos os dias”, diz Barbosa.

Carla Litrenta Todaro, professora do 5º ano da Escola Internacional de Alphaville (SP), orienta que os estudantes devem também aproveitar ao máximo o momento da aula, prestando atenção no professor e deixando as conversas de lado: “Assim, o aluno já economiza tempo de estudo em casa.”

Acostume-se a fazer anotações das aulas. Elas podem se tornar um guia de estudos na hora das revisões. “Tem aluno que aprende mais por meio das imagens e outros pelas notas”, lembra Barbosa. Por isso, abuse também de esquemas. Em casa, faça exercícios para fixação e antecipe as próximas aulas, lendo sobre o tema que será abordado.

Outra boa maneira de estudar é ensinando. “Quando você está ensinando alguma coisa que você sabe, está organizando todo o seu pensamento e raciocínio, e é uma forma de revisão”, lembra Carla. Por isso, participe de algum grupo de estudo.

Para relaxar, realize atividades extracurriculares, como aulas de música, esportes ou voluntariado, e não deixe de descansar. “Ter boas horas de sono é fundamental. As pesquisas já garantem que sua memória vai trabalhar muito melhor quando você está bem descansado”, diz a professora Carla, de Alphaville.

Novos autores apostam na autopublicação

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Fernanda Reis, na Folha de S.Paulo

O bancário aposentado Toshio Katsurayama, 71, quis escrever um livro sobre a história de sua mãe. Procurou editoras, mas não houve interessados. Juntou “um dinheirinho” e o publicou por conta própria, para realizar um sonho e “brincar de escritor”.

Como Toshio, outros autores que não encontram editoras dispostas a lançar suas obras optam pela autopublicação, às vezes contratando empresas para auxiliá-los em cada etapa do processo.

Para publicar seu livro, Toshio contratou a consultoria Tire Seu Livro da Gaveta, criada por Cássio Barbosa em 2012. A empresa faz um orçamento e cuida de todas as etapas da produção: da revisão ortográfica à impressão.

Cássio Barbosa, dono da consultoria Tire Seu Livro da Gaveta, que faz orçamentos e ajuda autores  - Davi Ribeiro/Folhapress

Cássio Barbosa, dono da consultoria Tire Seu Livro da Gaveta, que faz orçamentos e ajuda autores
– Davi Ribeiro/Folhapress

Barbosa, dono da editora Reino Editorial, que publica livros e revistas técnicas, diz que percebeu a existência de uma grande quantidade de pessoas interessadas em imprimir pequenas tiragens de seus livros, para venda ou distribuir entre os amigos.

“Se o autor publica seu próprio livro e o vende diretamente, fica com a margem da editora, da distribuidora e da livraria”, diz Barbosa. Segundo ele, os palestrantes, que vendem livros em eventos, e líderes religiosos, que os vendem em igrejas, são alguns dos maiores beneficiados.

Para publicar um livro, ele passa por uma revisão —ortográfica e de incoerências. Depois, o texto deve ser diagramado, enquanto um capista cuida da capa. A última etapa é a impressão.

Para imprimir 300 exemplares de seu livro, Toshio desembolsou cerca de R$ 5.000. “Ainda tenho condições de gastar para ter o prazer de ter meu livro publicado”, diz ele, que não quer vender a obra.

Há autores que optam pela publicação totalmente independente. Foi a escolha do jornalista Junior Bellé, 29, ao lançar seu primeiro livro de poesias, “O Sonhador que Colhe Berinjelas na Terra das Flores Murchas”, em 2010, com tiragem de 200 exemplares.

“Uma amiga fez a diagramação, um amigo fez a capa, banquei a gráfica e saí por aí vendendo por R$ 5”, diz.

A artista plástica Estela Miazzi, 24, também teve a ajuda de amigos para publicar seu “Maria”, em 2012. A designer Lila Botter participou de todas as escolhas, “desde o papel, a capa, até a gráfica”, diz. Para publicá-lo, arrecadou R$ 13 mil no site de financiamento coletivo Catarse.

EDITORAS PEQUENAS

Outra opção para autores iniciantes é buscar editoras menores, como a Patuá, que lançou o segundo livro de Bellé, “Trato de Levante”.

O editor Eduardo Lacerda é o único funcionário fixo da empresa, que recebe em média 150 originais e lança de oito a dez livros por mês.

“Percebi que dá para fazer tiragens pequenas com a qualidade de uma editora grande sem cobrar de autores”, diz. A tiragem inicial de seus livros é de cem exemplares.

Templos da leitura: Confira bibliotecas espetaculares ao redor do mundo

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Publicado no UOL

biblioteca1Biblioteca do Monastério Real de San Lorenzo de El Escorial (Espanha) – Localizado nas proximidades de Madri, o monastério existe desde 1584. Fundada pelo rei Filipe 2°, a biblioteca foi idealizada para guardar o acervo real. Hoje tem mais de 40 mil volumes impressos, além de cerca de 1.300 manuscritos latinos. Na foto, o salão principal, com 54 metros de profundidade, 9 metros de largura e 10 metros de altura, tem o teto coberto por afrescos Jose Maria Cuellar/Flickr

 

biblioteca2Biblioteca de livros raros e manuscritos Beinecke da Universidade de Yale (EUA) – Um dos maiores edifícios do mundo inteiramente dedicado aos livros e manuscritos raros, a biblioteca tem espaço na torre central para 180 mil volumes e nas estantes de livro subterrâneos para mais de 600 mil volumes. Hoje o edifício contém cerca de 500 mil volumes Lauren Manning/Flickr

biblioteca3Biblioteca do Mosteiro de Admont (Áustria) – Esse é um mosteiro beneditino localizado na cidade de Admont. Contém a maior biblioteca monástica no mundo. A abadia é conhecida por sua arquitetura barroca, arte e manuscritos. O teto é adornado por afrescos feitos por Bartolomeo Altomonte entre 1775 e 1776. Eles mostram imagens do juízo final, céu e inferno. O acervo da biblioteca é composto por cerca de 200 mil volumes. Os tesouros mais valiosos são os mais de 1.400 manuscritos (o mais antigo do século 8) e os 530 incunábulos (livros impressos antes de 1500) Ognipensierovo/Flickr

biblioteca4Biblioteca Geral Histórica, da Universidade de Salamanca (Espanha) – A origem da biblioteca data do século 13, quando nasceu o centro de estudo Salmantino. Já como biblioteca universitária, o prédio recebeu no século 18 a maior parte do acervo do Colégio Real da Companhia de Jesus de Salamanca Divulgação/Universidade de Salamanca

biblioteca5Biblioteca Joanina da Universidade de Coimbra (Portugal) – Criada em 1513, a biblioteca tem cerca de 1,5 milhão de obras. Dentre elas, há volumes raros como a primeira edição do poema épico “Os Lusíadas”, de Camões, e a Bíblia Hebraica Ilustrada. O edifício de estilo barroco foi construído com madeiras exóticas e ouro Wikimedia Commons

biblioteca6Biblioteca do Monastério de Strahov (República Tcheca) – A biblioteca histórica conserva mais de 200 mil volumes entre os quais 3.000 manuscritos. A biblioteca de Strahov é composta por duas salas e uma grande galeria. O destaque é para a ornamentação do teto na sala teológica Rafael Ferreira/Flickr

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Biblioteca Mitchell ou Biblioteca Pública de New South Wales (Austrália) – Construída em 1910, a maior parte do acervo da biblioteca (mais…)

Jabuti divulga lista de indicados em todas as categorias

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Publicado no UOL

Luíz Fernando Veríssimo concorre na categoria Contos e Crônicas

O resultado da apuração da primeira fase do 55º Prêmio Jabuti, reconhecimento literário mais importante do país, já foi divulgado pela Câmara Brasileira do Livro (CBL). Nesta primeira fase, foram classificados 10 finalistas de cada uma das 27 categorias integrantes dessa edição. A lista foi validada pelo Conselho Curador e pela Auditoria Parker & Randall.

O júri, formado por especialistas de cada categoria, foi indicado pelo Conselho Curador do Prêmio, composto por José Luiz Goldfarb, Antonio Carlos Sartini, Frederico Barbosa, Luis Carlos Menezes e Márcia Ligia Guidin.

A segunda fase (e última) avaliará e atribuirá notas a todas as obras finalistas da primeira fase. As três obras que receberem a maior pontuação dos jurados serão consideradas vencedoras em sua respectiva categoria, em primeiro, segundo e terceiro lugar.

A cerimônia de entrega aos vencedores do Prêmio Jabuti 2013 acontecerá dia 13 de novembro, na sede da CBL, em São Paulo.

Jovens autores

Luisa Geisler e Rafael Gallo, vencedores do Prêmio Sesc de Literatura 2011/2012, estão entre os finalistas do Jabuti 2013 nas categorias Romance e Conto/Crônica. Os jovens autores foram indicados com as obras Quiçá e Réveillon e Outros Dias, respectivamente. Os escritores aparecem ao lado de nomes como Daniel Galera, Zuenir Ventura, Luís Fernando Veríssimo e Sérgio Sant’Anna, entre outros.

Prêmio Jabuti 2013 recebe mais de duas mil inscrições

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Publicado no Bem Paraná

O Prêmio Jabuti, a mais importante premiação editorial do país, encerrou suas inscrições da edição 2013 com 2.107 participações, em 27 categorias. Foram aceitas obras inéditas, editadas no Brasil, entre 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2012, inscritas no ISBN e que apresentavam ficha catalográfica. O Prêmio Jabuti é organizado pela Câmara Brasileira do Livro (CBL).

Uma nova categoria integra a lista do regulamento deste ano: Melhor Tradução de Obra de Ficção Alemão-Português, em função da homenagem do Brasil na Feira do Livro de Frankfurt, que acontece em outubro próximo.

Os laureados em todas as categorias que compõem o prêmio receberão o troféu Jabuti e o valor de R$ 3,5 mil. Os vencedores do Livro do Ano – Ficção e Livro do Ano – não Ficção serão comtemplados, individualmente, com o prêmio de R$ 35 mil, além da estatueta dourada.

Um júri formado por especialistas de cada categoria – indicado pelo Conselho Curador do Prêmio, cujos membros são José Luiz Goldfarb, Antonio Carlos Sartini, Frederico Barbosa, Luis Carlos Menezes e Márcia Ligia Guidin – escolherá os vencedores. Os nomes dos jurados serão divulgados em ordem alfabética, somente na cerimônia de premiação. Até essa ocasião, os jurados igualmente desconhecerão a identidade uns dos outros.

O Conselho Curador também ficará responsável pelo acompanhamento de todas as etapas do prêmio.
Na primeira fase das apurações, os jurados deverão ler e avaliar os livros inscritos em sua categoria, de acordo com os quesitos especificados no Regulamento, atribuindo notas entre oito e 10 a cada um deles (sendo permitido o fracionamento em apenas meio ponto). Cada jurado escolherá dez livros, em cada categoria. Os selecionados nesta etapa de apuração serão conhecidos no próximo dia 17 de setembro, na CBL, localizada na Avenida Ipiranga, 1.267, 10o andar, São Paulo, Capital.

A segunda fase (e última) avaliará e atribuirá notas a todas as obras finalistas da primeira fase. As três obras que receberem a maior pontuação dos jurados, nesta fase, serão consideradas como vencedoras do prêmio em sua categoria, em primeiro, segundo e terceiro lugar. A cerimônia de entrega aos vencedores do Prêmio Jabuti 2013 acontecerá dia 13 de novembro, na Sala São Paulo.

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