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Posts tagged Barra

Autora de ‘Fallen’, Lauren Kate causa furor entre adolescentes, em estreia de filme na Barra

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Lauren Kate | Marcos Ramos

 

Cleo Guimarães, em O Globo

Atriz de séries como “Californication” e “Law & Order”, a americana Addison Timlin (se tiver mais de 30 anos, joga no Google) esteve no Rio para lançar o filme “Fallen”, baseado no best-seller de mesmo nome — uma espécie de “Crepúsculo” com anjos no lugar de vampiros e lobisomens. Lauren Kate, autora do livro, que está em primeiro lugar da lista dos mais vendidos pelo The New York Times, também veio, e as duas causaram comoção quando passaram pelo tapete vermelho do UCI New York City Center, anteontem.

Addison Timlin | Marcos Ramos

Addison Timlin | Marcos Ramos

 

A cena que se viu na aparição das duas foi aquela, clássica do furor adolescente diante de seus ídolos: empurra-empurra, gente se esgoelando para pedir autógrafos e selfies etc. Numa conversa com a coluna, Addison, 25 anos, comparou os Estados Unidos de Trump com o Brasil de Temer. “Acho que vocês estão passando por uma situação muito parecida com a nossa, de muito conservadorismo”, disse, ajeitando a “trança simétrica invertida”, penteado dos mais complexos, que ela mesma fez.

Lauren, a escritora, também estava por dentro do que acontece por aqui e aproveitou para passar uma mensagem típica dos livros de autoajuda. “Os escândalos que têm acontecido aqui são parecidos com os nossos, nos Estados Unidos. É hora de parar para pensar sobre o que é importante para nós e agir em prol de um mundo melhor”. (Adalberto Netto)

Estudantes raspam cabelo para apoiar professora no Rio

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Um grupo de aproximadamente 30 alunos do ensino médio de uma escola particular da Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio, decidiu cortar o cabelo em apoio a uma professora que, aos 38 anos, inicia tratamento contra o câncer de mama.

Norma do Carmo ministra aulas de literatura e língua portuguesa aos alunos da Escola Carolina Patrício, colégio fundado em 1981. Semanas atrás ela contou que estava fazendo exames para diagnosticar uma suspeita de câncer de mama. A doença se confirmou e um grupo de alunos decidiu promover um café da manhã em apoio.

“Nesse dia, alguns estudantes já chegaram à escola com o cabelo rapado. Outros alunos e alunas aderiram e mais de 30 já cortaram”, conta Anselmo Martins, coordenador doensino médio da escola. “Os estudantes têm de 15 a 18 anos. Os meninos cortaram totalmente o cabelo. Algumas meninas cortaram curtinho, e outras cortaram um pedaço dos cabelos. Os fios femininos serão doados para uma instituição que cuida de pessoas com câncer”, afirma Anselmo.

Segundo ele, a escola promove anualmente uma campanha para valorizar a solidariedade, durante a qual são arrecadadas doações para alguma entidade assistencial. Em função do episódio com a professora Norma, nas próximas semanas será lançada uma campanha de apoio a uma instituição que cuide de crianças com câncer.

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Fonte: Educação UOL

Game of Thrones: em abril o Brasil irá receber uma exposição sobre a série

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Publicado no Cinema10

A nova edição do Game of Thrones – The Exhibition já está marcada. Acontecerá entre os dias 5 e 9 de abril, no Shopping Village Mall, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.

Os ingressos serão gratuitos e começam a ser distribuídos no dia 26 de março. Cada pessoa poderá reservar apenas 2 convites, utilizando o CPF. Mais informações serão divulgadas na página oficial da série no facebook.

A quarta temporada da série começa no dia 6 de abril!

gameofexpo

Na série baseada no best-seller As Crônicas de Gelo e Fogo (“A Song of Ice and Fire”), de George R.R. Martin, o Trono de Ferro está em jogo e duas famílias dominantes dos Sete Reinos o querem. Não existem leis, guerreiros lutam ao lado de traidores e renegados. Verões podem durar décadas e invernos até a vida inteira. Quem vencerá essa batalha épica?

Recentemente o ator Kit Harington, que interpreta Jon Snow em Game of Thrones, contou à Variety que existe uma possibilidade da série ser transformada em um longa metragem:

“Acredito que seja uma ideia a ser debatida. Quem sabe? A série pode ser facilmente adaptada aos cinemas, então acredito que existe sim essa possibilidade”

Agora foi a vez de George R.R. Martin, autor do livro em que a série foi baseada, comentar o assunto: “Depende de quanto tempo ficaremos no ar. Vamos durar até a sétima temporada? Talvez a décima? Os livros ficam cada vez mais grandiosos. Pode ser que precise de um filme para juntar tudo, algo com um orçamento em torno de 100 milhões de dólares. Esses dragões ficam cada vez mais complicados, entende?”. Disse ele ao The Hollywood Reporter.

Crianças escrevem livro e conseguem editora para lançar

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História infantil foi escrita sobre supervisão de mãe dos três meninos autores

Márcio Menasce em O Globo

Que a imaginação das crianças é fértil, todo mundo sabe. Mas a engenheira Renata Caruso, moradora da Barra, resolveu transformar em livro uma das histórias engendradas pela criatividade de seus filhos João, de 6 anos; Felipe, de 11; e Pedro, de 12.

Editado pela Outrasletras, o livro “Quinquim e o dragão, diferentes amigos”, escrito pelos meninos sob a supervisão de Renata, conta a história de um menino viking e sua amizade com um dragão.

— A ideia partiu do João. Eu sempre contava uma história com dragão para ele dormir, mas era no improviso, e nunca me lembrava exatamente o que tinha contado na noite anterior. Então ele pediu aos irmãos para escreverem a história da forma como ele gostava, para que eu não inventasse coisas diferentes — conta Renata.

Deste exercício de escrever a história de Renata, os meninos começaram a criar sua própria obra, de forma coletiva.

— Um de nós contava uma parte da história. Se todos gostassem, colocávamos no livro. Se não, ficava de fora — conta João sobre o processo criativo.

O resultado foi agradando tanto à família que Felipe teve a ideia de editar um livro de verdade. Renata mais uma vez aprovou a iniciativa dos filhos. Ela procurou uma amiga editora para oferecer o texto e, assim, a obra nasceu.

dica do Ailsom Heringer

Junky

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Tony Bellotto, no Blog da Companhia

Junk: na gíria dos usuários, droga pesada (morfina, heroína).
Junky: dependente de drogas pesadas.

Acabo de reler Junky, de William Burroughs, na tradução de Reinaldo Moraes para a coleção Má Companhia. Reler não é a palavra certa, pois a leitura anterior foi de uma versão antiga e incompleta, ainda com cortes dos editores da primeira publicação norte-americana, de 1953, e que permaneceu como versão oficial por décadas. A publicação recente é a edição definitiva, com texto original recuperado e introdução reveladora de Allen Ginsberg. Isso explica que eu tenha experimentado só agora a sensação de ler o livro pela primeira vez. Ou então foi a tradução primorosa do Reinaldo que me deu essa impressão.

Junky é fabuloso por vários motivos. O primeiro, a narrativa amoral e distanciada do narrador, um certo Bill (?), nascido de boa família do Centro Oeste americano, que nos informa — com secura literária de deixar Hemingway com cara de mocinha — de sua condição, um junky no final dos anos 1940 e início dos 1950 nos Estados Unidos e no México (para onde Bill foge atrás de junk quando a barra pesa com a justiça americana). Contribuem para a força do texto a ironia agulheada do autor e seu conhecimento prático de drogas químicas, ervas rituais, alucinógenos, barbitúricos e afins.

É sabido que Burroughs, além de grande escritor, foi notório consumidor de drogas e matou acidentalmente (?) a esposa com um tiro na cabeça durante uma bebedeira no México, o que talvez ajude a entender a intrigante — às vezes irritante — misoginia de Junky.

Mas o fato que mais me chamou a atenção na releitura do texto, paradoxalmente, não foi o aspecto literário, ou estético. O que surpreende no livro, e que censores e moralistas nos últimos sessenta anos nunca perceberam, é seu teor, talvez involuntário, antidrogas. Difícil alguém que não seja um dependente terminar a leitura de Junky seco por um pico (ou mesmo por uma cafungada). É claro que o texto transpira revolta contra ações policiais e criminalização de drogas e desperta simpatia pela ideia de que liberdade individual deve prevalecer sobre leis impostas por moralismo e interesses políticos. Mas as descrições cirúrgicas das agruras dos viciados quando privados da droga são de virar o estômago. Junky devia ser adotado em escolas (e tribunais e hospitais) como um livro esclarecedor sobre o uso de drogas pesadas (e de drogas leves também). Ou talvez, numa visão menos otimista, o livro simplesmente revela que não há tratamento para a miséria humana. Numa passagem, Bill admite que em certo estágio do vício, o único “barato” da droga é evitar o desespero da abstinência e a vida do junky se resume a garantir a próxima picada.

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