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Veja livros e frases para conhecer Stephen Hawking

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Físico Stephen Hawking (Dan Kitwood / Equipa/Getty Images)

“Meu objetivo é simples. É ter uma compreensão completa do universo, por que ele é como é e por que existe“, chegou a dizer o cientista

Ana Prado, no Guia do Estudante

Considerada uma das mentes mais brilhantes do mundo, o cientista britânico Stephen Hawking morreu nesta quarta-feira (14), aos 76 anos. Curiosamente, ele nasceu no aniversário de 300 anos da morte de Galileu (8 de janeiro de 1942) e morreu no aniversário de Albert Einstein, nascido há exatos 139 anos.

Hawking superou em mais de 5 décadas a expectativa de vida que os médicos lhe haviam dado aos 21, quando o diagnosticaram com esclerose lateral amiotrófica (ELA) e lhe disseram que viveria mais alguns poucos anos. A doença paralisou os músculos do seu corpo, mas não comprometeu suas funções cerebrais – nem sua vontade de compreender o universo.

“Meu objetivo é simples. É ter uma compreensão completa do universo, por que ele é como é e por que existe“, disse ele em uma entrevista em 1985.

Na verdade, Hawking não queria “apenas” entender o universo. Ele também trabalhou para tornar o conhecimento que possuía acessível a todos, como provam os vários livros que escreveu. A linguagem era tão simples e fluida que fazia com que coisas complexas como a teoria da relatividade parecessem simples.

Abaixo, separamos algumas das nossas frases preferidas do cientista. E, depois, você encontrará uma lista com alguns dos seus livros para poder mergulhar mais fundo no seu pensamento.

“Uma das regras básicas do universo é que nada é perfeito. perfeição simplesmente não existe. Sem imperfeição, nem você nem eu existiríamos”.

Into The Universe with Stephen Hawking (2010)

A vida seria trágica se não fosse engraçada.

Entrevista ao The New York Times Magazine, 2004

“Nós somos apenas uma raça avançada de macacos em um pequeno planeta, mas nós podemos entender o universo. isso faz de nós seres especiais”.

Entrevista à revista Der Spiegel, 1988

Um, lembre-se de olhar para as estrelas e não para os seus pés. Dois, nunca desista do trabalho. O trabalho lhe dá sentido e propósito e a vida está vazia sem ele. Três, se você tiver a sorte de encontrar amor, lembre-se de que ele está lá e não o jogue fora “.

Entrevista a Diane Sawyer/ABC News, junho de 2010

Minhas expectativas foram reduzidas a zero quando eu tinha 21 anos. Tudo desde então foi um bônus”.

Entrevista ao New York Times, dezembro de 2004

Eu não tenho ideia [de qual é o seu Q.I.]. Pessoas que se vangloriam do I.Q. são perdedoras “.

Entrevista ao New York Times, dezembro de 2004

Nasci no dia 8 de janeiro de 1942, exatos trezentos anos após a morte de Galileu. Calculo, porém, que cerca de duzentos mil outros bebês também nasceram naquele dia e não sei se algum deles posteriormente se interessou por astronomia.”

Minha Breve História (2013)

“Acredito que pessoas com deficiências devem se concentrar nas coisas que a desvantagem não as impede de fazer, e não lamentar as que são incapazes de realizar.”
Minha Breve História (2013)

Livros escritos por Stephen Hawking

Uma Breve história do Tempo (lançado originalmente em 1988)
Editora Intrínseca
No livro, que se tornou um best-seller, Stephen Hawking discute algumas das maiores dúvidas da humanidade: Qual a origem do universo? E o tempo? Sempre existiu, ou houve um começo e haverá um fim? Existem outras dimensões? O que vai acontecer quando tudo terminar?

O Universo numa Casca de Noz (lançado originalmente em 2001)
Editora Intrínseca
Com a ajuda de ilustrações, fotos e esquemas detalhados, Hawking explica grandes descobertas no campo da física teórica de um jeito amigável e bem-humorado.

Minha Breve História (2013)
Editora Intrínseca
Diferentemente dos outros livros, aqui Hawking conta a sua própria história, desde a infância em Londres no pós-guerra até o reconhecimento científico internacional, incluindo os desafios que precisou enfrentar após ser diagnosticado com esclerose lateral amiotrófica aos 21 anos. Tudo com bom humor, como era a sua marca.

10 livros essenciais para a formação do professor

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Publicado em Revista Escola

Aqui na redação, nós sempre recebemos mensagens de leitores com pedidos de livros. Daí, surgiu a ideia de elencar aqui no blog as leituras que são essenciais para a formação docente. Para tanto, pedimos ajuda a Gisela Wajskop, doutora em Educação pela Universidade de São Paulo (USP), que fez uma lista com 10 livros que vão auxiliar tanto quem está se preparando para embarcar na rotina escolar como quem já vive nela. Confira:

1- As cem linguagens

1. As Cem Linguagens da Criança: Reggio Emilia – Vol. 1 e 2
Carolyn Edwards, Lella Gandini e George Forman, 296 págs., Ed Penso, tel.: 0800 703 3444, 78 reais

“Clássico mundial a respeito do trabalho com a Educação Infantil na cidade italiana Reggio Emilia, aclamada como a melhor do mundo há 50 anos. Oferece importante reflexão sobre como as crianças são concebidas e suas aprendizagens baseadas nas relações, no contexto social e cultural e aponta para a importância da documentação pedagógica.”

 

 

 

2- alfabetização em processo

2. Alfabetização em Processo
Emilia Ferreiro, 136 págs., Ed Cortez, tel.: (11) 3611-9616, 31,90 reais

“Escrito há vinte e cinco anos, contribui para que os aprendizes de professores compreendam os caminhos percorridos pelas crianças no processo de aquisição da representação escrita da linguagem e da representação por escrito de quantidades e operações.”

 

 

 

 

3- Afinal, o que o bebes fazem no berçario

3. Afinal, O Que Os Bebês Fazem no Berçário? – Comunicação, autonomia saber-fazer de bebês em um contexto de vida coletiva
Paulo Fochi, 160 págs., Ed Penso, tel.: 0800 703 3444, 54 reais

“Registro da pesquisa desenvolvida no mestrado pelo jovem autor sobre quais ações dos bebês emergiam de suas experiências em contextos de vida coletiva e que impactos as mesmas criam nas práticas docentes dos adultos responsáveis. Coloca em evidência uma etapa infantil pouco valorizada nos cursos de Pedagogia.”

 

 

4- Professora sim, tia não

4. Professora Sim, Tia Não – Cartas a Quem Ousa Ensinar
Paulo Freire, 128 págs., Ed Olho d’Água, tel.: (11) 3673-9633, 25,70 reais

“Paulo Freire deve estar presente em toda biblioteca de nossos futuros professores. E este título, em especial, discute a profissionalidade docente, reflexão tão necessária nos dias de hoje.”

 

 

 

 

 

5 - o trabalho docente

5. O trabalho Docente – Avaliação, valorização, controvérsias
Bernadete A. Gatti, 256 págs., Ed Autores Associados – Fundação Carlos Chagas, tel.: (19) 3789-9000, 59 reais

“Bernardete Gatti é o principal nome da pesquisa nacional que revela, denuncia e defende as condições da profissão docente no Brasil. Todo professor precisa conhecê-la e pensar sobre as importantes questões que suas pesquisas revelam.”

 

 

 

6- Organização do currículo por projetos de trabalho

 

6. A Organização do Currículo por Projetos de Trabalho – O conhecimento é um caleidoscópio
Fernando Hernández e Montserrat Ventura, 200 págs., Ed Penso, tel.: 0800 703 3444, 70 reais

“Ainda que possa ser complementado por textos mais recentes, o livro mantém atualidade ao contribuir com uma discussão sobre a organização do currículo por meio de projetos que estimulam a resolução de problemas em equipe, a fim de estimular o pensamento crítico e a produção autoral e ofertar uma alternativa concreta para a pedagogia informativa e memorizadora.”

 

 

7 - o dia a dia das creches e pré-escolas

7. O Dia a Dia das Creches e Pré-Escolas – Crônicas brasileiras
Ana Maria Mello (org.), 241págs., Ed Artmed, tel.: 0800 703 3444, 61 reais

“Histórias possíveis de práticas pedagógicas realizadas em diferentes creches e pré-escolas brasileiras podem servir de modelo afirmativo para aqueles estudantes que ainda desvalorizam o trabalho com a primeira infância. Fácil de ler, mas profundos por dar a voz a outros professores.”

 

 

 

 

8 - a matématica em sala de aula

8. A Matemática em Sala de Aula – Reflexões e propostas para os anos iniciais do Ensino Fundamental
Katia Stocco Smole e Cristiano Alberto Muniz (orgs.), Penso 172 págs., Ed Penso, tel.: 0800 703 3444, 63 reais

“Smole é uma pesquisadora brasileira que propõe uma reflexão importante sobre como ensinar Matemática a partir das salas de aula e escolas brasileiras. Sua leitura é um importante ponto de partida para desconstruir os mitos negativos em torno do ensino da disciplina.”

 

 

 

9- a prática educativa - como ensinar

9. A Prática Educativa – Como Ensinar
Antoni Zabala, 224 págs., Ed Artmed, tel.: 0800 703 3444, 74 reais

“Este livro também é um clássico da Pedagogia ativa e construtivista baseada na prática intencional e organizada do professor. Bom começo para que os aprendizes de docentes possam compreender seu papel como planejadores e organizadores dos conteúdos de ensino, assim como da gestão do tempo e do espaço da sala de aula por meio de pautas e orientações justificadas pela função social do ensino e pela concepção dos processos de aprendizagem.”

 

 

 

10- itinerários pela educação

10. Itinerários pela Educação Latino-Americana – Caderno de viagens
Rosa María Torres, 341 págs., Ed Artmed, tel.: 0800 703 3444, 69 reais

“Esse título visa contextualizar o ensino brasileiro em relação a outros países, ajudando os aprendizes de docentes a compreender a profissão quanto questões nacionais numa perspectiva comparativa com a América Latina.”

A importância de ler para o bebê desde a barriga

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Quando realizada em um ambiente tranquilo, a leitura induz o desenvolvimento de partes importante do cérebro do bebê (Foto: Shutterstock)

Quando realizada em um ambiente tranquilo, a leitura induz o desenvolvimento de partes importante do cérebro do bebê (Foto: Shutterstock)

Mesmo na fase intrauterina, o bebê é estimulado pelas vibrações produzidas durante a leitura

Juliana Malacarne, na Revista Crescer

Além de divertir e ampliar horizontes, a leitura estimula o desenvolvimento e o raciocínio. Se você quer incentivar seu filho a ter esse hábito, a dica é começar o mais cedo possível, quando ele ainda estiver na barriga. Já nesse momento, ele é capaz de captar as vibrações emitidas. “Estudos mostram que, mesmo antes de o feto nascer, ele já consegue identificar a emoção das palavras”, afirma a fonoaudióloga Sueli Yoko Nakano, do Hospital Sepaco (SP). Além disso, contatos sonoros dos pais com a criança, em tom harmonioso, como conversar, cantar e ler historinhas, ajudam a estabelecer um laço entre o bebê, a família e o ambiente externo.

Depois do nascimento, é importante dar prosseguimento à atividade, pois apesar de a criança ainda não compreender o significado das palavras, elas servem como estímulo para o desenvolvimento. “Na fase inicial, não importa o tipo de conteúdo”, explica Sueli. Segundo ela, pode-se recorrer à própria leitura do cotidiano, como jornais e revistas, desde que seja empregado um tom de voz cadenciado e melodioso.

Após o quarto mês de vida, a leitura pode ser associada a estímulos visuais, como figuras coloridas. Nessa fase, que dura até cerca de 2 anos de idade, quando a criança começa a falar, é recomendado dar aos pequenos livros de pano ou de plástico, que podem ir à boca sem problema. O ideal é que eles tenham diferentes texturas, cores e até cheiros, que são um ótimo estímulo às funções sensoriais.

Quando realizada em um ambiente tranquilo, a leitura induz o desenvolvimento de partes importante do cérebro do bebê e o acalma ao reconhecer o timbre e a cadência da voz. Em junho deste ano, uma pesquisa apresentada no encontro anual da Pediatric Academic Societies (PAS) mostrou que o estímulo precoce muda a maneira como o cérebro processa as histórias, aumentando as chances de formar um leitor ávido. O estudo contou com a participação de 19 crianças em idade pré-escolar, de 3 a 5 anos, sendo que 37% delas vieram de famílias de baixa renda.

Os resultados mostraram que, quanto mais consistente era a exposição à leitura em casa, mais áreas cerebrais que suportam o processo semântico (isto é, de atribuição de significado a frases e palavras) foram ativadas pela narrativa.

A pesquisa concluiu ainda que a ação tem forte influência no desenvolvimento das áreas cerebrais ligadas à elaboração de imagens mentais, que permitem à criança enxergar a história dentro de sua própria cabeça. Quanto maior essa capacidade, maior costuma ser o prazer ao ler. Ou seja, se você pretende fazer da leitura um hábito na sua família, comece agora mesmo!

Livro reúne fotos de bebês debaixo d’água

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Eduardo Vanini, no Catavento

Depois de fazer sucesso no mundo inteiro com as séries em que clicou cães e filhotes debaixo d’água, o fotógrafo americano Seth Casteel volta a pipocar na web com um trabalho irresistível: bebês submersos. Assim como as produções anteriores, as fotos foram reunidas em um livro. “Underwater Babies”, inclusive, será lançado no Brasil no segundo semestre deste ano pela editora Intrínseca.

Para produzir o ensaio, ele fotografou 750 bebês e produziu mais de 10 mil imagens, das quais cerca de 70 foram publicadas no livro. Alguns “modelos” ganharam acessórios, como equipamentos de mergulho e até uma cauda de sereia, que deixam o clima ainda mais divertido.

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Crianças de 1 ano já têm contato com tablets em escolas

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Publicado no Diário de Pernambuco

Mal deram os primeiros passos e os bebês já dominam tablets e smartphones. Mas os pais ainda têm dúvidas sobre a influência dos cliques no desenvolvimento infantil. Algumas escolas, de olho nas potencialidades pedagógicas, usam os aparelhos com alunos desde 1 ano de idade.

A bancária Vanessa Brandani deu um tablet de presente para a filha Isabela, que acabou de completar 3 anos. No aparelho, a criança curte brincadeiras tradicionais em versão high-tech, como jogo da memória e quebra-cabeça. “Mesmo novinha, ela manuseia com muita facilidade. Aprendeu quase sozinha. Parece que estava conectada desde a barriga”, brinca.

Para a mãe, há vantagens. “Ela identifica o próprio nome na tela. Tem aplicativos de pintar, desenhar. Desenvolve a coordenação motora”, disse. “Sei que alguns especialistas são contra. Mas no restaurante é um santo remédio. Ela se distrai”, afirma Vanessa, de 36 anos. “Controlo tudo o que ela acessa e não deixo usar por tempo demais.”

Em classe

No Colégio Mater Dei, no Jardim Paulista, zona oeste da capital, os games e a internet entraram na rotina dos alunos pequenos. O bebê, de só 1 ano, desliza o dedo pela tela em um teclado virtual. Em outro jogo, escuta o ruído de um animal ao clicar na foto correspondente. “É tudo adaptado para cada faixa etária, com planejamento e limite de horário”, explica Lucila Cafaro, coordenadora de educação infantil.

Os aplicativos ajudam na identificação de cores e formas, para os mais novos, e na grafia de letras ou quantificação de números na fase de pré-alfabetização. “E não são apenas joguinhos: eles também veem vídeos e fazem tour virtual por museus”, exemplifica. Mas a ideia, reforça Lucila, não é substituir as atividades físicas e manuais, mas complementar.

Mesmo antes de entrar em classe, a tecnologia tem efeitos. As crianças da era digital têm perfil diferente daquelas do passado. “Têm mais conhecimento prévio. E, por causa da tecnologia, são mais criativas”, descreve Lucila. “A maior dificuldade é o contato com o próximo. São mais individualistas.” Outra demanda, disse ela, é por dinamismo: têm ainda menos paciência para ficar muito tempo na mesma atividade.

Paola Carone, de 5 anos, está entusiasmada com os tablets em sala de aula. O uso da tecnologia começou no ano passado na Escola PlayPen, no Cidade Jardim, zona oeste. “É legal porque a gente pode escolher o jogo. Só não pede o que precisa escrever porque a gente não sabe ainda”, contou ela. Cada turma tem um pacote próprio de games para evitar contato precoce com alguns conteúdos.

Em casa, Paola usa o tablet dos irmãos, mas quer um próprio. Gabriel Penalva, de 5 anos, colega de Paola, já tem um aparelho. E a intimidade com o teclado faz o menino preferir escrever o nome na tela ao papel. “Às vezes eu não lembro como faz a letra ‘e’. Na tela, já aparece e aperto.”

Segundo Glaucia Rosas, coordenadora de tecnologia da PlayPen, os equipamentos facilitam um trabalho mais personalizado. “A professora consegue ficar com o grupo de alunos que precisa de atenção individual. Enquanto isso, pode deixar um grupo mais avançado sozinho porque o iPad já dá o feedback que o aluno precisa”, afirmou.

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