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Posts tagged Bebida

Cerveja traz nos rótulos textos inéditos de escritores brasileiros

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Cerveja Epistolar (Foto: Divulgação)

Cerveja Epistolar (Foto: Divulgação)

Porque boemia e literatura têm tudo a ver

Publicado na QG Brasil

Uma cervejaria que funciona como editora, uma editora que é também uma cervejaria. Essa é a proposta da Cerverbaria, marca de cervejas paulistana que traz nos rótulos de suas bebidas textos inéditos, e de estilos variados, de escritores brasileiros.

Criada pela escritora e publicitária, Caroline Freire, e pelo escritor e historiador, André Rosemberg, a cervejaria quer divulgar boa literatura em combinação com cervejas artesanais.

São três linhas de cervejas que se distinguem não apenas pelo sabor, mas pelos estilos literários.

A Poética (R$ 18) é uma LAGER, puro malte. Sua 1ª edição traz poemas de Angélica Freitas, Bruna Beber, Joca Reiners Terron e Marcelino Freire.

Cerveja Capotão (Foto: Divulgação)

Cerveja Capotão (Foto: Divulgação)

Já a Capotão (R$ 22) é uma IPA acobreada, não filtrada, com amargor moderado, que utiliza lúpulos herbáceos em sua composição. A cerveja conta “causos” de futebol, assinados pelos escritores André Sant’Anna, Maurício Barros e André Rosemberg.

A Epistolar (R$ 22) que começa a ser comercializada agora em outubro é uma cerveja tipo WEISS, feita à base de malte de trigo e com notas cítricas, que revela cartas trocadas entre os cronistas Antonio Prata, Tati Bernardi e Fabrício Corsaletti.

Um clube do livro para… ‘bebuns’?

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Relaxing with snack and book outside

Publicado no Brasil Post

Literatura e álcool. Aí estão duas coisas que você pode achar que não combinam, mas combinam, sim. Duvida? Você precisa conhecer o Clube do Livro para Bebuns, Meetup organizado pela publicitária e designer Ana Luiza, de 28 anos.

“Hoje em dia, os perfis estão bem separados. Tem uma galera intelectual que defende uma vida saudável e o pessoal que vai pro bar e só quer aproveitar a vida!”, diz a organizadora do grupo, questionada sobre a possibilidade de reunir os diferentes estereótipos.

Mas ela lembra que não foi sempre assim. “Isso era diferente antigamente. Grandes escritores tinham uma vida boêmia e bebiam (MUITO). Acho que isso os ajudava a se soltar mais para escrever melhor”, completa.

Você pode ter imaginado grandes filósofos gregos em noites boêmias há milênios atrás, certo? Não, não precisa ir tão longe. Pense em Nelson Rodrigues. Pense em Mario Quintana. Reza a lenda que a relação de ambos com os livros e com os copos eram igualmente… digamos… intensa!

Mas por enquanto, os escritores bebuns brasileiros não estão na pauta do Clube do Livro para Bebuns, marcado para um sábado, 24 de outubro (veja o local e outros detalhes aqui). O autor em debate será Nick Hornby, com a obra “Funny girl”.

Bebuns, mas… não tanto!

Apesar da pegada álcool-friendly, a criativa organizadora adverte: “Não estamos fazendo apologia a encher a cara. O importante deste grupo é juntar essas pessoas, discutir as visões e se divertir”, explicou. “Até deixamos claro que você não precisa ler o livro em questão nem ficar bêbado no encontro”.

E tudo isso, em um ótimo clima de amizade e descontração. Nada de barracos! “As pessoas ultimamente estão tão ligadas em defender seus partidos e opiniões que esquecem que a troca de conhecimentos e percepções é uma das maiores riquezas”. Alguém discorda?

Se você ainda não se inscreveu para a première do Clube do Livro para Bebuns, inspire-se nas palavras de Ana:

“O Meetup é maravilhoso por aproximar pessoas. Acho que isso melhora o nosso conhecimento. Tem de se encontrar, trocar ideia e aprender com isso. A experiência é sempre única”. Pronto, agora clique AQUI  e boa bebedeir… quer dizer, leitura! <3

Hotéis criam áreas de leitura para reter hóspedes e ganhar mais

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Livros estão sendo colocados em áreas de destaque, como lobbies e bares, para deixar o ambiente mais confortável para seus clientes, principalmente os mais jovens

Publicado no iG

Em muitos quartos de hotel materiais para leitura se tornaram extremamente raros – abra a gaveta da escrivaninha e talvez encontre uma bíblia, ou uma edição das Páginas Amarelas. Porém, alguns hotéis estão começando a ver os humildes livros sob um novo ponto de vista, à medida que buscam novas formas de convencer os hóspedes, especialmente os mais novos, a passar mais tempo nos lobbies e bares.

Cada vez mais, os hotéis guardam livros em áreas de destaque, realizando encontros e leituras com a presença dos autores. Embora a tendência tenha surgido em hotéis-butique, hotéis como o Library Hotel, em Nova York; o Heathman Hotel, em Portland, Oregon; e o Study at Yale, em New Haven, Connecticut estão espalhando a ideia pelas redes.

Daniel Rosenbaum/The New York Times
Hóspedes em um espaço reservado para leitura com livros sobre presidentes e esportes no hotel Renaissance, em Washington

Para essas redes, uma biblioteca – ou, ao menos, a impressão de uma – permite que o lobby passe de um lugar formal para uma atmosfera mais caseira, algo que clientes mais jovens sempre procuram. Adam Weissenberg, vice-presidente dos grupos de viagem, hospitalidade e lazer da Deloitte, afirma: “Minha impressão é a de que isso está relacionado a uma mudança no público”. E acrescenta que “viajantes mais jovens querem fazer parte da comunidade”.

Assim como qualquer outra mudança em um hotel, sempre existe a questão financeira. A receita com os quartos subiu 6,3% em 2012, comparada com o ano anterior, mas o faturamento com comida e bebida subiu apenas 2,3%, de acordo com a PKF Hospitality Research Trends.

Para os hotéis, o desafio é convencer os hóspedes a gastar mais tempo – e dinheiro – nos restaurantes e bares, ao invés de se aventurarem do lado de fora. O hotel Indigo Atlanta-Midtown, por exemplo, tem um espaço separado no lobby chamado de Biblioteca, com livros, jornais e café. O Indigo Nashville Hotel também possui uma área similar a uma biblioteca.

A Country Inns and Suites, que conta com 447 hotéis na rede, fechou um acordo exclusivo com a Penguin Random, conhecido como “Read It and Return Lending Library” (Biblioteca ‘Leia e Devolva’, em tradução livre), que permite que os hóspedes emprestem um livro em um endereço e devolvam em outro, quando voltarem a se hospedar na rede. Scott Meyer, vice-presidente sênior do Country Inns, explica que o objetivo é dar aos hóspedes – 40% dos quais estão viajando a negócios – “algo que eles não esperam”.

Desde o início de julho (uma versão desse programa havia estreado em 2001), o hotel oferece romances de Dean Koontz, Steve Berry e outros autores da Random House, além de livros infantis. Um blog corporativo mostrava um trecho do último de Koontz, “Deeply Odd”, publicado em março. Os livros de ambos os autores à disposição na rede fazem parte dos títulos mais antigos do catálogo. Berry ficou entusiasmado com a nova divulgação de seu trabalho. Ele se referiu ao método como “a forma mais simples, eficiente e despojada de colocar livros nas mãos dos leitores”.

Daniel Rosenbaum/The New York Times
Redes de hotéis estão apostando em espaços para leitura para atrair hóspedes jovens aos ambientes comuns

Em junho, o Hyatt Magnificent Mile, em Chicago, terminou uma reforma completa que inclui um bar cheio de livros e revistas, além de alguns computadores. Marc Hoffman, COO da Sunstone Hotel Investors, proprietária do hotel, conta que também levou o conceito da biblioteca para outros hotéis da rede, incluindo o Renaissance Washington, D.C., Downtown Hotel, que tem livros sobre presidentes e esportes; para o Newport Regency Beach Hyatt, na Califórnia; e o Boston Marriott Long Wharf, onde afirmou que livros sobre os Boston Celtics, sobre pesca e baseball são os mais populares. “Estamos criando espaços onde as pessoas possam relaxar”, diz.

Livrarias e sites que vendem livros para hotéis relatam um crescimento nos negócios. A livraria Strand, em Nova York, por exemplo, vende livros para o Library Hotel e o Study at Yale, bem como para hotéis em Dallas, Houston, Nova Orleans, e Filadélfia, entre outros. Jenny McKibben, chefe das contas corporativas da loja, estima que 60% das vendas para clientes corporativos são feitas para hotéis e empresas de design que trabalham para hotéis.

Segundo Jenny, antes da recessão, entre 15 e 20 hotéis ligavam todos os anos para encomendarem livros. Agora, com os hóspedes mais interessados e novas tecnologias que permitem que os hotéis confiram fotos e listas de títulos, o número de hotéis que fazem encomendas subiu para 40 ao ano. “Esse é o novo item de luxo”, afirma a respeito dos livros.

Enquanto isso, hotéis-butique tornam a experiência nas bibliotecas ainda mais personalizada. No Library Hotel, em Nova York, onde cada andar tem um número designado de acordo com o sistema decimal de Dewey e os quartos têm livros que acompanham essa classificação, foi realizado um concurso de haicais em abril para celebrar o Mês Nacional da Poesia.

Steven Perles, advogado internacional que trabalha em Washington e figurinha carimbada no hotel, não participou do concurso, mas durante uma temporada recente, refletiu sobre a escolha de local. “Os livros são parte importante do que chama a atenção”, diz, embora tenha ficado no quarto designado para as línguas eslavas e não entendeu nada do que os livros diziam. Ainda assim, ele dá uma nota alta ao hotel pelos serviços prestados

A Powell’s Books, em Portland, Oregon, fornece livros para o Heathman Hotel, que fica na cidade. Os autores que se apresentam na biblioteca ou no Arlene Schnitzer Concert Hall, e que ficam no hotel, sempre passam pelo ritual de assinar a obra mais recente e acrescentá-la à coleção do hotel. O hotel tem quase 2.100 obras assinadas pelos autores, incluindo Saul Bellow, Stephen King e Greg Mortenson. Os hóspedes podem entrar na biblioteca todas as noites.

Alguns hotéis passaram a realizar leituras com os autores. Pouco antes da segunda posse do presidente Obama, Lewis Lapham, editor da Lapham Quarterly e ex-editor da Harper’s Magazine, leu trechos do livro “A Presidential Miscellany”, de sua autoria, no Saint Regis Hotel, em Washington.

O Algonquin Hotel, em New York, deseja tirar proveito de sua rica história literária, enchendo uma das suítes com livros da editora Simon & Schuster. Em uma noite recentemente, mais de 125 pessoas se reuniram no lobby principal do hotel para ouvir Chuck Klosterman, jornalista, ensaísta e colunista de ética do “The New York Times”, para a leitura do livro ” I Wear the Black Hat “, publicado pela Simon & Schuster.

Hoffman conta que os livros do hotel poderiam se tornar souvenires. Ele explica que todos os livros tinham o nome do hotel e admitiu que alguns dos hóspedes os levavam para casa. “Desejamos que eles se lembrem da viagem, de como se divertiram, e que voltem para cá”, diz.

Cerveja para jornalistas desempregados é lançada nos EUA

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cerveja_unemployed Nova bebida foi criada por um repórter americano após ser demitido de um semanário no estado de Connecticut.

Publicado no Jornalistas da Web

Uma cerveja preta “tão obscura quanto o futuro do jornalismo americano”. É como o próprio criador define a Unemployed Reporter Porter (Repórter Desempregado), uma cerveja criada especialmente para jornalistas desempregados. A bebida foi lançada por Jon Campbell, um jornalista americano (desempregado, diga-se de passagem) que decidiu se dedicar à produção da nova cerveja, em vez de tentar seguir carreira em algum veículo.

Campbell passou sete meses trabalhando no Hartford Advocate, um semanário de Connecticut, antes de ser demitido em uma leva de cortes de pessoal, em 2011. Agora, o mesmo veículo publicou uma nota divulgando o produto, que traz no rótulo um jornalista chorando diante de uma máquina de escrever. O lema escrito na garrafa é tão tragicômico quanto: “A primeira cerveja feita por um jornalista de papel para jornalistas de papel”.

As ironias não param por aí. Segundo o criador da nova bebida, Porter foi uma cerveja escura muito popular entre os marinheiros do século XIX. Logo, a Unemployed Reporter Porter é, ainda de acordo com o rótulo, “feita à mão, na mesma antiga tradição, em homenagem a uma profissão igualmente condenada ao declínio e à irrelevância”, fazendo uma referência ao jornalismo impresso. JW.

Via Clases de Periodismo, CT.com.

dica do Tom Fernandes

Helen Fielding lançará terceiro livro sobre Bridget Jones

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“A autora inglesa disse que o livro irá explorar ”um etapa diferente da vida de Bridget”

Publicado na revista Exame

Filme O Diário de Bridget Jones

                                        Filme O Diário de Bridget Jones: A escritora não revelou o título que do novo livro

 

Londres – A escritora Helen Fielding anunciou nesta sexta-feira que publicará um novo romance sobre as peripécias da solteira favorita do Reino Unido, Bridget Jones, 13 anos após a publicação do segundo livro da saga.

A autora inglesa disse em entrevista para rádio ”BBC” que o livro irá explorar ”um etapa diferente da vida de Bridget” e que a história será desenvolvida em Londres, embora não tenha contado muito sobre seu conteúdo.

Helen assinalou, no entanto, que ”havia coisas que gostaria de contar”, como a nova obsessão da famosa solteira por seus seguidores no Twitter, embora o tabaco, o álcool e as calorias ingeridas continuam sendo as causas das maiores preocupações da protagonista.

”Minha vida continuou e a sua também. Ela seguirá tentando deixar a bebida, o tabaco e continua com a dieta. Ela estará melhor, mas nunca vai mudar realmente”, disse a autora.

Adquirido pelo editorial Jonathan Cape, a obra com as novas peripécias de Bridget deve sair à venda em outubro de 2013, segundo assegura nesta sexta-feira o site do ”The Telegraph”.

A escritora não revelou o título que do novo livro e nem ao menos comentou se os personagens Mark Darcy e Daniel Cleaver, os dois homens com os quais Bridget tentou encontrar o amor nos livros anteriores, aparecerão nessa nova fase da protagonista.

”Alguns personagens permanecem e outros desaparecem. Como acontece na nossa vida, há amigos que duram e permanecem a vida inteira, mas todo mundo segue adiante”, comentou a escritora de 54 anos, que começou a escrever sobre Bridget Jones em 1995, em uma coluna semanal do jornal britânico ”The Independent”.

Um ano depois, em 1996, o primeiro romance apareceu nas livrarias, e em 1999, foi lançado o segundo livro sobre a personagem.

Ambos os livros viraram best-sellers (venderam um total de 15 milhões de cópias, em mais de 40 países) e foram adaptados ao cinema em 2001 e 2004, com Renée Zellweger no papel de Bridget Jones, Hugh Grant como Daniel Cleaver e Colin Firth como Mark Darcy.

Atualmente, Helen trabalha no terceiro filme da saga Bridget Jones, que não se baseia em nenhuma romance, sendo um musical sobre as aventuras da solteira.

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