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Editora Alta Books lança edição comemorativa de 20 anos da série ‘Pai Rico’

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Publicado no Jornal do Brasil

'Pai Rico', o primeiro best-seller de Robert Kiyosaki

‘Pai Rico’, o primeiro best-seller de Robert Kiyosaki

A Alta Books prepara diversas novidades para a participação na 18ª Bienal Internacional do Livro Rio, de 31 de agosto a 10 de setembro.

Uma delas é o lançamento da versão ampliada e comemorativa de 20 anos da série ‘Pai Rico’, o primeiro best-seller de Robert Kiyosaki. Um dos livros de maior impacto da última década, ‘Pai Rico, Pai Pobre’ revolucionou a maneira de pensar finanças pessoais, deixando para trás os conceitos mais tradicionais para dar origem à série ‘Pai Rico’. A ideia é simples: o poder de resolver os problemas que envolvem dinheiro está em suas mãos, basta desenvolver a inteligência financeira. Além disso, a obra comprova que compartilhar conhecimento é o maior segredo do aprendizado, e que dividi-lo com os filhos é a melhor maneira de prepará-los para o mundo real.

Em janeiro de 2017, a Alta Books fechou um acordo de edição e distribuição exclusiva de mais de 100 títulos da Elsevier Editora, livros consagrados tais como ‘As 4 Disciplinas da Execução’ (Stephen Covey), ‘Design Thinking’ (Tim Brown), ‘Aprenda a Operar no Mercado de Ações’ (Alexander Elder), além de diversos outros autores nacionais e internacionais também consagrados.

Com mais de 15 anos de história e crescimento, a Alta Books tem o compromisso de publicar o melhor conteúdo editorial, em diversas áreas de interesse. Atenta às novidades e assuntos mais recentes no mercado, a editora traz para o leitor obras de autores renomados e conteúdo relevante.

Além disso, é detentora dos direitos de publicação, no Brasil, das séries ‘Para Leigos’ (For Dummies) e ‘Use a Cabeça!’ (Head First) dentre outras.

Caraval: Jogo literário chega ao Brasil e conquista fãs

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Professora universitária, Stephanie sempre criou jogos para ajudar os alunos na escrita criativa

Professora universitária, Stephanie sempre criou jogos para ajudar os alunos na escrita criativa

 

Escritora americana Stephanie Garber conta própria história e como criou universo misterioso lançado em 30 países

Natália Caplan, no A Crítica

Para ajudar a pagar as contas durante a faculdade, ela trabalhou como barista, foi garçonete, barwoman e vendedora de produtos de banho. Hoje, Stephanie Garber está na lista de livros mais vendidos e indicados pelo New York Times, com “Caraval”. O best-seller já chegou a 30 países, inclusive, no Brasil; e teve os direitos comprados pela Twentieth Century Fox, mas ainda sem previsão de estreia nos cinemas.

“Quando não estou escrevendo, eu ensino escrita criativa em uma faculdade privada no Norte da Califórnia, onde fiquei conhecida por transformar tarefas em jogos e levar estudantes em viagens de campo, que envolvem inscrições de livros”, afirma a norte-americana, que também foi voluntária em projetos sociais no México e em Amsterdã. “Mas, de tudo o que fiz, escrever jovens novelas para adultos tem sido meu trabalho favorito”, enfatiza.

O romance de fantasia incentiva que o leitor mergulhe em um jogo saudável na literatura com “uma pitada de Alice no País das Maravilhas”, segundo a crítica do jornal. Na obra, a heroína Scarlett precisa ganhar um jogo de ilusões para salvar a irmã,Donatella, raptada pelo mestre do espetáculo “Caraval”. Misturando magia, encantos e desafios, a protagonista ultrapassa as dificuldades para mostrar que a luta pela vida e pelo amor é a única que vale a pena.

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“Os personagens, a toda hora, ouvem ‘tenha cuidado para não se deixar levar para muito longe’; e esse alerta tem um duplo significado, pois escrevi com a esperança de levar os leitores para um passeio longínquo no livro. Pode-se dizer que esse é o objetivo da obra. Eu leio para me entreter e ser transportada para outros mundos e lugares. É sempre um desejo que meus leitores também tenham esse entretenimento e viagem que eu”, ressalta.

Mistério

A ideia da trama surgiu há pouco mais de um ano, quando Stephanie estava “do outro lado” das páginas. Enquanto lia “Codename Verity”, de Elizabeth Wein, a professora universitária pensou em escrever algo tão intrigante quanto o que estava lendo. Na ficção histórica, uma personagem é piloto durante a Segunda Guerra Mundial e leva um jovem escoltado por dois guardas, sem ter ideia se ele era um perigoso criminoso, ou uma pessoa importante.

“É uma pequena parte do livro, mas essa dúvida da personagem ficou em minha mente. Amei como ambas as respostas poderiam ser verdade, o que me fez pensar que seria muito divertido escrever um livro que centralizasse em grandes e misteriosas questões como esta. Isso se transformou em uma ideia para um jogo que forçava todos os participantes a sempre questionar o que era real e o que era apenas parte do jogo”, afirma.

‘O que é real?’

Atualmente, a escritora trabalha na sequência de “Caraval”, que terá mais um livro. A norte-americana diz que, assim como os leitores, também é rodeada pelos segredos da história. Ela “esconde” o desenrolar da aventura de si mesma, em uma jornada pessoal que compartilha com quem aceitar o “convite para o espetáculo”. E, logo na capa, já deixa um aviso: “Lembre-se é apenas um jogo”.

“A primeira vez que sentei para escrever ‘Caraval’, tentei manter um segredo de mim mesma. Eu não sabia quem estava falando a verdade, ou quem estava mentindo, o que tornou tudo muito eletrizante para escrever”, revela. “Então, minha esperança é que os leitores vão interagir com a história do mesmo modo que eu e constantemente se perguntar: O que é real? O que faz parte do jogo? Quem está mentindo? Quem pode ser confiável?”, enfatiza.

SINOPSE

Scarlett nunca saiu da pequena ilha onde ela e a irmã, Donatella, vivem com o cruel e poderoso pai, o Governador Dragna. Desde criança, Scarlett sonha em conhecer o Mestre Lenda do Caraval e, por isso, chegou a escrever cartas a ele, mas sem resposta. Agora, já crescida e temerosa do pai, ela está de casamento marcado com um misterioso conde. Ela escreve uma carta de despedida a Lenda. Dessa vez o convite para participar do Caraval finalmente chega à Scarlett. No entanto, aceitá-los está fora de cogitação, pois não pretende desobedecer ao pai. Sendo assim, Donattela, com a ajuda de um misterioso marinheiro, sequestra e leva Scarlett para o espetáculo. Mas, assim que chegam, Donattela desaparece, e Scarlett precisa encontrá-la o mais rápido possível. Ela tem apenas cinco dias para encontrar a irmã e vencer essa jornada.

O encontro que ajudou sem-teto a se tornar escritor best-seller após 27 anos nas ruas

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THOMAS SAMSON/AFP/Getty Images Image caption Roughol pedia esmola na avenida Champs-Élysées quando encontrou o político Jean-Louis Debré

THOMAS SAMSON/AFP/Getty Images
Image caption Roughol pedia esmola na avenida Champs-Élysées quando encontrou o político Jean-Louis Debré

 

Jean-Marie Roughol viveu nas ruas de Paris por 27 anos, até que um encontro casual mudou sua vida. De sem-teto, ele se tornou escritor de um best-seller.

Publicado na BBC Brasil

Ele pedia esmola na avenida Champs-Élysées, próximo ao Arco do Triunfo, quando Jean-Louis Debré, ex-ministro do Interior e ex-presidente da Assembleia Nacional da França, chegou de bicicleta.

“Eu estava tomando conta da bicicleta dele”, contou Roughol ao programa Outlook da BBC. “A gente estava conversando, quando ouvimos algumas pessoas dizendo: ‘olha, é aquele político, o Jean-Louis Debré, e ele está conversando com um mendigo'”.

O tom do comentário não agradou o político, que reagiu com uma proposta que abriria um novo capítulo na vida de Roughol.

“Naquele momento, a expressão de Jean-Louis mudou. Ele não gostou da forma que se referiam a mim. Foi nessa hora que ele falou: Jean-Marie, por que você não escreve um livro sobre sua experiência? Aí as pessoas vão ver como é a vida sob sua perspectiva. Vamos publicá-lo”, relembra.

KENZO TRIBOUILLARD/AFP/Getty Images Image caption Jean-Louis Debré, ex-ministro do Interior, encorajou Roughol a escrever o livro

KENZO TRIBOUILLARD/AFP/Getty Images
Image caption Jean-Louis Debré, ex-ministro do Interior, encorajou Roughol a escrever o livro

O livro, intitulado Je tape la manche : Une vie dans la rue (“Eu peço esmola: uma vida na rua”, em tradução livre para o português), já vendeu 50 mil cópias.

“Eu jamais poderia imaginar que o livro seria um sucesso. Achava que se conseguisse vender 50 cópias, seria um milagre. E, de repente, eu estava concedendo um monte de entrevistas”, conta.

Era a primeira vez que Roughol se aventurava no mundo da escrita.

“Não comecei imediatamente. Se passaram 6 meses até eu pegar papel e caneta. Jean-Louis me encorajou a escrever quando eu pudesse, aos poucos. Eu sempre carregava um caderninho comigo e ia preenchendo com a minha história”, relata.

Jean-Louis Debré, que foi um político de perfil conservador e ministro durante a Presidência de Jacques Chirac, fez questão de se envolver pessoalmente na revisão da obra.

“Ele (Debré) achou uma editora para mim e fazia as correções”, relata Roughol. “Eu cometia muitos erros, já que não terminei a escola. Mas ele dizia: ‘não se preocupe, escreva o que você quiser e eu dou uma olhada”, diz.
Infância conturbada

O livro relata a trajetória de Roughol, que tem origem em uma infância conturbada.

“Eu era maltratado. Não tínhamos o suficiente para comer. Natal simplesmente não exisita. Aniversários nunca eram comemorados. Eu chorava no meu quarto. E uma vez, pensei em me matar”, conta.

Aos 12 anos, ele foi morar com o pai. Mas o ambiente tampouco era acolhedor.

“Meu pai era alcoólatra. Quando estava bêbado, me batia muito. Foi quando comecei a fugir de casa e matar aula. Minha infância foi um inferno. Foi uma época terrível. E isso eventualmente me levou a viver nas ruas.”

“Se eu tivesse pais normais e cuidadosos, minha vida seria bem diferente. Meu sonho na infância era ser arqueólogo. Eu era apaixonado por história”, relata.

Ele tinha 19 anos quando dormiu na rua pela primeira vez.

“Foi no dia seguinte que terminei de servir o Exército. Só tinha 200 francos comigo. Passei a noite no metrô. Esperei o último trem partir e passei a noite na estação”, recorda-se.
‘Um dia de cada vez’

Sem endereço fixo, Roughol não conseguia arrumar emprego. E, para completar, teve os documentos roubados.

“Eu pedia esmola então. Há alguns anos, as pessoas eram bem generosas. Eu passava de três a quatro horas por dia pedindo esmola e era suficiente para o dia. Recentemente, ficou mais difícil. Eu tinha que passar 15 horas por dia pedindo dinheiro. Quando se mora na rua, você vive um dia de cada vez”, afirma.

Além de lutar pela sobrevivência, ele convivia constantemente com o medo de ser roubado.

“É muito difícil encontrar lugares seguros para dormir. Você não quer ficar sozinho para não ser um alvo fácil para assaltantes. Já roubaram meus sapatos enquanto eu dormia. Na primeira noite, você dorme com um olho aberto. Na segunda noite, também. Na terceira, você está tão cansado que nada é capaz de te acordar. É nesse momento que os ladrões te atacam e roubam seus pertences”, afirma.

Apesar da fama repentina, Roughol continuou dormindo na rua por um período, até receber o primeiro pagamento pelo livro.

“Eu continuei pedindo esmola por um tempo. As pessoas eram mais generosas. Me viam na TV e vinham me dar dinheiro. Isso foi antes de eu receber os royalties pelo livro. Quando recebi o dinheiro, consegui meu próprio apartamento, onde vivo há um ano”.
Lar, doce lar

Da solidão das ruas para o conforto do lar, houve um processo de adaptação. A primeira noite em casa foi comemorada com uma bela refeição.

“No início, eu andava pelo apartamento, sem saber o que fazer. Na primeira noite, decidi fazer um bife. Nas ruas, você só come comida barata – sanduíche, kebab, pizza… Então na minha primeira noite no apartamento, eu queria comer algo bem bacana. Foi um momento incrível para mim”, diz.

Roughol se dedica agora a escrever seu segundo livro, uma adaptação da obra para o teatro. E espera que sua história inspire uma mudança de comportamento nas pessoas.

“O importante é não julgar as pessoas que vivem nas ruas. Todo mundo pode acabar na rua. Até mesmo CEOs de grandes empresas. Eu só espero que as pessoas se esforcem mais para falar com moradores de rua. Mesmo que você não dê dinheiro, converse com eles”, sugere.

Conheça o livro que foi indicado por Bill Gates, Barack Obama e Mark Zuckerberg

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NEW YORK, NY - SEPTEMBER 24:  Bill Gates, chairman and founder of Microsoft Corp., listens during the Clinton Global Initiative (CGI) meeting on September 24, 2013 in New York City. Timed to coincide with the United Nations General Assembly, CGI brings together heads of state, CEOs, philanthropists and others to help find solutions to the world's major problems.  (Photo by Ramin Talaie/Getty Images)

 (Photo by Ramin Talaie/Getty Images)

Publicado no Preparado pra Valer

É comum encontrar pessoas que deixaram de ler porque começaram a ter muitos afazeres, afirmando que simplesmente não conseguem encaixar um momento de leitura no seu dia a dia. Ainda assim, há um livro que administradores de grande renome indicam: “Sapiens: Uma Breve História da Humanidade”. Entre os leitores mais famosos da obra estão Bill Gates, Barack Obama e Mark Zuckerberg, que a consideraram essencial para qualquer pessoa. Mas afinal, do que trata esse livro de sucesso?

‘Sapiens’ estava no Clube do Livro de Mark Zuckerberg

A obra, escrita pelo israelense e professor de História Yuval Harari, mostra a evolução do homem desde a idade da pedra até o século XXI. No percorrer da narrativa, ele mostra o que fez com que a nossa espécie chegasse ao topo. Além disso, debate temas que vão de capitalismo a religião para mostrar o que diferencia o Homo sapiens dos demais animais.

O livro foi publicado em 2014 e se tornou um best-seller mundial, tendo sido traduzido para 26 idiomas. E a notoriedade aumentou ainda mais quando Mark Zuckerberg, fundador do Facebook, colocou a obra no seu Clube do Livro Online, em 2015. Quando ia começar a leitura, ele chegou a declarar: “Sapiens é uma exploração contemporânea de várias questões similares. Não vejo a hora de ler essas diferentes perspectivas”.

Bill Gates recomendou o livro em seu site

A obra também entrou para o site “Gates Notes”, de Bill Gates. Em uma publicação feita no dia 17 de maio, o fundador da Microsoft colocou “Sapiens” em uma lista de cinco livros para ler no verão do Hemisfério Norte. E destacou que a obra foi lida também por sua esposa, Melinda.

“Tivemos ótimas conversar na nossa mesa de jantar. Harari assume um desafio assustador: contar toda a história da raça humana em apenas 400 páginas. Ele também escreve sobre a nossa espécie hoje e como inteligência artificial, engenharia genética e outras tecnologias irão nos mudar no futuro. Ainda assim, eu discordei de algumas coisas – especialmente quando Harari afirma que humanos eram melhores quando ainda não tinham começado a cultivar. Eu recomendaria ‘Sapiens’ a qualquer um que tenha interesse em história e no futuro de nossa espécie”, declarou Bill Gates em seu site.

Barack Obama considera a obra provocativa

Já o ex-presidente dos Estados Unidos Barack Obama indicou o livro enquanto ainda estava no poder, durante uma entrevista à CNN. “É uma extensa história da raça humana, de 40 mil anos. E parte do que a torna tão interessante e provocativa é que, por ser uma história tão extensa, ele fala sobre algumas coisas fundamentais que nos permitiram construir essa maravilhosa civilização, que nós damos por garantida – mais do que dada. Mas ele nos dá um senso de perspectiva em como estamos há tão pouco tempo na Terra e o quanto coisas como agricultura e ciência são recentes. E por que faz sentido não acharmos que as coisas estão garantidas”.

por Ana Carolina Porto

‘A Passagem’: Livro de Justin Cronin sobre “vampiros” vai virar série de TV

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Matheus Machado no Cine Pop

O ComingSoon (via The Hollywood Reporter) informou que o canal FOX (EUA) encomendou o piloto de ‘The Passage‘, adaptação do best-seller homônimo de Justin Cronin.

A série será produzida por Ridley Scott, que além de estar envolvido com ‘Alien: Covenant‘, também está produzindo a minissérie britânica ‘Taboo‘.

Scott tenta adaptar a trilogia de livros escritos por Cronin desde de 2007.

Em 2011, um filme sobre a história foi anunciado, mas o projeto não vingou. Na ocasião, o roteiro estava sendo escrito por John Logan (‘Penny Dreadful‘) – que também roteirizou ‘Alien: Covenant‘.

O livro ‘A Passagem‘ apresenta uma história que se desenvolve ao decorrer de mais de um século. Na trama, o governo americano conduz uma série de testes com um vírus capaz de curar diversas doenças, mas os teste fogem do controle e soltam uma praga apocalíptica. Os pacientes, em que o vírus foi aplicado, adquirem uma força incrível, aumentam a sua capacidade mental e desenvolvem uma grande sensibilidade ao sol, porém, ao mesmo tempo sentem uma enorme sede de sangue.

Liz Heldens (‘Friday Night Lights‘) escreve o roteiro do piloto.

A imprensa americana rotula a série como “uma nova ‘The Walking Dead“, mas se for fazer comparações, a trama é mais similar com o drama apocalíptico do FX, ‘The Strain‘.

‘The Passage‘ ainda não tem data de estreia.

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