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Posts tagged biblioteca comunitária

Funcionária descobre “mistério” em livro de biblioteca na Escócia

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Foto: Pexels

Por uma razão curiosa, diversos livros de uma biblioteca comunitária tinham os números das páginas 7 tracejados com uma caneta

Publicado na Galileu

O pequeno vilarejo de Charleston, localizado na cidade de Dundee, na Escócia, é tão escondido no norte-europeu e tão pouco habitado (a população da região está estimada em 4.323 pessoas) que parece até um destino perfeito para quem busca por calmaria e distância de grandes centros urbanos. E também por uma grande história de mistério – que, felizmente, foi desvendada.

Tudo começou quando a bibliotecária Georgia Grainger, funcionária da Biblioteca Comunitária de Charleston, foi questionada por uma senhora, que lhe perguntou: “Por que todas as páginas 7 dos livros que eu peguei emprestado têm o número 7 sublinhado com caneta?”. “Isso parece estranho”, adicionou a mulher.

Instigada com a pergunta, Grainger foi conferir os livros e, de fato, todos traziam a marcação estranha. Devido à sua imaginação fértil, ela começou a imaginar o que poderia motivar aquela ação: grupos de espionagem, histórias secretas de amor ou até a atuação de serial killers foram hipóteses cogitadas , escreveu a bibliotecária em sua conta do Twitter.

A marcação da página 7 de um dos livros da Biblioteca Comunitária de Charleston, na Escócia (Foto: @green_grainger/ Twitter)

Quando foi buscar pela mesma marca em outros livros da biblioteca, Grainger percebeu que não eram todas as obras que tinham o tracejado no número 7, mas apenas grande parte das histórias antigas para o público feminino – ou seja, romances ambientados em períodos de guerra, que são particularmente populares entre pessoas idosas na biblioteca de Charleston.

Apesar da descoberta, o mistério continuava firme e forte. Foi aí que a bibliotecária decidiu conversar com sua gerente sobre o bizarro padrão nos livros e descobriu que a marcação era, na verdade, um código que pessoas idosas tinham criado para marcar os livros que elas já haviam lido.

O método era uma prática utilizada ainda antes dos computadores e sistemas de empréstimo de livros existirem. Alguns dos adeptos tracejavam números de certas páginas, outros, desenhavam estrelas ou escreviam a inicial do nome em algum lugar do livro. Como esses livros costumam ter enredos muito parecidos, o método era uma forma dos leitores evitarem de ler o mesmo livro outra vez.

Estudante cria biblioteca comunitária com 5 mil livros para ajudar crianças

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Publicado no CoNews

Um estudante de psicologia criou uma biblioteca comunitário com cerca de 5 mil livros para atender crianças do Setor Marista Sul, onde mora, em Aparecida de Goiânia, Região Metropolitana da capital. Segundo Johnatan Felipe Ferreira da Silva, a ideia surgiu depois que ele foi assaltado por um adolescente e constatou que devia agir de alguma forma para tentar evitar outros garotos pudessem entrar no mundo do crime.

“Levaram meu telefone. Foi uma criança de 11, 12 anos e colocou uma faca na minha barriga e pediu para eu passar o telefone para ela. Vieram dois sentimentos: um de frustração mesmo e outro de agora eu preciso fazer alguma coisa”, conta.

O espaço foi montado em dois cômodos – além de um banheiro – um em frente à casa dele, cedidos pela mãe. Por dia, chegam a passar cerca de 80 crianças pela biblioteca. Ele diz que, pouco a pouco, está tentando mudar a realidade dos pequenos do setor. “Esses efeitos vêm com o tempo, a médio e longo prazo. O que eu quero fazer é contribuir”, diz.

O local é todo enfeitado com itens que reforçam boas ações como amor e respeito, assim como o hábito da leitura. Dos frequentadores, o jovem recebe somente elogios. Um deles, Wisley Júnior, de 8 anos, comemora a construção da biblioteca.

“Se não tivesse aqui, eu ficar lá em casa fazendo o que? Nada. Venho aqui e leio, brinco, pinto, um monte de coisa”, afirma.

Já para Sabrina Ribeiro do Nascimento, de 9 anos, as visitas ao local serviram como um reforço na escola. “Aqui eu aprendo mais, onde aprendi a ler maus um pouco. Antes, eu não estava conseguindo ler quase nada”, revela.

Apaixonada por livros, menina monta biblioteca comunitária dentro de casa

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Aos 11 anos, estudante de Monte Aprazível (SP) já leu mais de 300 livros. Exemplo de dedicação e força de vontade, ela incentiva a leitura.

Publicado na Tribuna Hoje

lexssandra mostra biblioteca para amiga

Alexssandra mostra biblioteca para amiga

Aos 11 anos, uma estudante de Monte Aprazível (SP) já leu mais de 300 livros e criou uma biblioteca comunitária dentro de casa. Os livros são catalogados por temas e idade. Alexssandra Borges Alves é um exemplo de dedicação e força de vontade, além de ser uma grande incentivadora da leitura.

Todas as crianças do bairro Copacabana, onde mora, têm acesso aos livros. Em princípio, as obras dividem espaço com o tanque e a máquina de lavar, mas ficam à disposição para quem deseja ler. “Quando eu tinha 3 anos, minha mãe me incentivava a ler. A minha mãe pegava um livro e começou me dar. Eu começava a rabiscar, a pintar, mas quando eu comecei a ler surgiu essa ideia de que eu não conseguia mais parar de ler. Fiquei com paixão pelos livros”, conta.

Muitos livros, que poderiam estar esquecidos, foram doados para a biblioteca, que aproxima alguns moradores da leitura. “A única biblioteca que tem em Monte Aprazível fica no Centro Municipal, que fica muito longe. Para quem mora para esses lados, ir até a biblioteca dela é mais fácil”, diz Maria Eduardo Lombarde de Oliveira, de 10 anos.

A professora de Alexssandra, Elaine Aparecida Balsamão, diz que ela chamou a atenção por gostar de ler. “Só tenho coisas boas para falar dela. É uma menina dedicada. Ela vai crescer muito, vai crescer muito na vida”, acredita.

Um dos colegas de classe da estudante, Emanuel Átila da Silva, de 11 anos, afirma que aprendeu muito com a amiga. “Muita coisa que eu aprendi com ela foi bom para mim hoje. Desde quando a conheci, ela fez muita coisa boa pra mim.”

Alexssandra organiza toda a retirada e a devolução de cada exemplar pelo computador, que também ganhou. Se alguém não devolver na data certa, ela vai de bicicleta até a casa da pessoa para saber o motivo do atraso. Para a mãe dela, Diene Borges Alves, saber ler traz conquistas.

“É uma coisa que ninguém tira de você. É o aprendizado. Falar de uma filha assim é muito emocionante, É um orgulho”, diz.”Quero incentivar as pessoas a ler. Quem não gosta de ler pode começar a ler um pouqinho porque é muito legal. Ler traz bastante esperança. Se você está triste, fica alegre. Depende dos livros”, afirma.

Menina de 12 anos cria biblioteca comunitária no sertão baiano

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Com quase 68 mil habitantes, Conceição do Coité está a 210 km de Salvador

Com quase 68 mil habitantes, Conceição do Coité está a 210 km de Salvador

 

Quem lê, viaja: com apenas 12 anos, jovem estudante de Conceição do Coité (BA) arrecadou acervo por meio de campanha no Whats App; confira esta história

Publicado no Catraca Livre

Na cidade de Conceição do Coité, no interior da Bahia, uma menina de só 12 anos construiu uma biblioteca popular, inspirada pelo desejo de espalhar o prazer da leitura.

O que era um antigo posto telefônico se transformou num promissor espaço de leitura na cidade de quase 70 mil habitantes, a 210 quilômetros da capital Salvador.

Para dar vida ao projeto, lançou uma campanha de arrecadação de livros pelo aplicativo WhatsApp. A iniciativa garantiu um acervo que conta com desde de livros didáticos a populares clássicos da literatura brasileira.

Exemplo de cidadania e consciência social, a jovem teve no apoio do avô, Guiofredo Pereira, presidente da associação de moradores local, o principal incentivo para tornar seu sonho realidade. E com a ajuda da diretora da escola municipal, Simone Nascimento, tem ajudado a transformar a realidade da população local, plantando sabedoria e conhecimento.

‘Crianças precisam ler’, diz menino de MT que arrecadou mais de 2 mil livros

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Jefferson Gabriel da Silva Melo, de 12 anos, sentado na pilha de livros arrecadados (Foto: Maria Anffe/GcomMT)

Jefferson Gabriel da Silva Melo, de 12 anos, sentado na pilha de livros arrecadados (Foto: Maria Anffe/GcomMT)

 

Criança de 12 anos quer montar biblioteca para a comunidade onde mora.
Ele também já ganhou um computador e materiais para construir o local.

Denise Soares, no G1

Desde que teve a ideia de construir uma biblioteca comunitária, Jefferson Gabriel da Silva Melo, de 12 anos, já conseguiu arrecadar mais de dois mil livros. O garoto mora com os pais no Distrito de Bonsucesso na cidade de Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá. No começo deste ano Jefferson começou a arrecadar os livros para permitir que as crianças e moradores da comunidade possam ter acesso à leitura, já que a única escola da região não tem biblioteca.

No Dia das Crianças, comemorado nesta segunda-feira (12), Jefferson vai participar de atividades com outras crianças e eventos em comemoração ao Dia de Nossa Senhora Aparecida, na comunidade onde mora.

“As crianças precisam ter alguma atividade, precisam ler”, comentou o garoto. Todos os livros que Jefferson ganhou ficam estocados na casa e na área da residência da família. Segundo o ele, não há mais espaço na área para colocar os livros, que não param de chegar na casa.

Jefferson sonha em construir uma biblioteca para a comunidade onde mora (Foto: Maria Anffe/GcomMT)

Jefferson sonha em construir uma biblioteca para a comunidade onde mora (Foto: Maria Anffe/GcomMT)

 

Pessoas que souberam da iniciativa de Jefferson se comoveram e decidiram doar materiais para a construção da biblioteca. A ideia é aproveitar o espaço de um centro comunitário e construir a biblioteca no mesmo local. Um empresário decidiu doar um computador para a futura biblioteca de Jefferson.

“Na minha casa não tem mais espaço. A área está cheia de livros. Ganhei um computador e vou usá-lo na biblioteca que vamos construir. Continuo juntando os livros até conseguirmos o local”, disse.

A casa de Jefferson está cheia de livros didáticos, enciclopédias, atlas, gibis, dicionários e romances. Enquanto a biblioteca não começa a funcionar, os moradores e estudantes visitam a casa do adolescente para consultar os livros.

Exemplo
A família ajuda o menino a conseguir mais livros e materiais que serão usados na biblioteca.

“Estamos correndo atrás. Conseguimos pessoas que vão doar os materiais e reformar o centro comunitário. Várias pessoas doaram livros, uma estudante de Santa Catarina veio visitar a mãe em Cuiabá e deixou diversos livros do curso de direito e livros de concursos para estudo”, lembrou a mãe de Jefferson, Janice Ferreira da Silva.

O adolescente cursa o 6º ano do ensino fundamental no período da manhã na Escola Maria Barbosa Martins. A ideia do menino é que a futura biblioteca funcione à tarde, para que ele possa ajudar a cuidar do local após os estudos.

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