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Menina de quatro anos já leu mais de mil livros

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Uma menina de 4 anos que leu mais de mil livros foi convidada para ser bibliotecária por um dia, na Biblioteca do Congresso norte-americano.

Publicado no JN

Daliyah Marie Arana tinha 2 anos e 11 meses quando leu o primeiro livro de forma independente.

Haleema Arana, a mãe, contou ao jornal “The Washington Post” que quando estava grávida de Daliyah lia, diariamente, para outras crianças e que quando a filha era bebé ouvia o irmão mais velho a ler capítulos de livros em voz alta pela casa, em Gainesville, na Geórgia, nos Estados Unidos da América.

“Ela queria ler sozinha”, afirmou a mãe ao jornal. “Quanto mais palavras aprendia mais vontade tinha de ler”, explicou.

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Agora, com 4 anos, a menina já leu mais de mil livros e alguns textos do ensino superior.

A mãe contactou a Biblioteca do Congresso e perguntou se era possível usufruir de uma experiência no local com a filha. Na última quarta-feira, Daliyah concretizou o sonho de ser bibliotecária por um dia.

A menina visitou a secção de crianças da Biblioteca, leu livros para Carla Hayden, 14ª bibliotecária do Congresso norte-americano, e conheceu alguns funcionários da instituição.

No entanto, quando a equipa lhe pediu algumas recomendações, a criança sugeriu que instalassem quadros brancos nos corredores da biblioteca para que as crianças, como ela, pudessem praticar a escrita.

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Carla Hayden ficou impressionada com a paixão da menina pela leitura e pela literatura e publicou algumas fotografias da visita no Twitter.

Haleema Arana revelou ao “The Washington Post” que a filha estava sempre a dizer que a Biblioteca do Congresso era a sua preferida em todo o mundo.

Daliyah tem um cartão de leitor e frequenta a biblioteca local, em Gainesville, com bastante regularidade. “Eu gosto de verificar os livros todos os dias”, revelou a menina. “Eu quero ensinar outras crianças a ler cedo também”, disse a criança ao jornal “Gainesville Times”.

A mãe teve a ideia de começar a contar o número de livros que a filha lia, através do programa “1000 livros antes do jardim-de-infância”. De acordo com Haleema, a menina, aos 3 anos, já devia ter lido mil obras.

Os pais nunca testaram o nível de leitura da filha. Contudo, a mãe, para atender ao amor da menina por livros, lançou-lhe um desafio e deu-lhe o discurso “The Pleasure of Books” (O Prazer dos Livros), de William L Phelps, considerado de grau universitário, para ler. Acontece que Daliyah leu tão bem o texto e pronunciou tão bem as palavras que a mãe publicou um vídeo da leitura no YouTube.

Daliyah pretende atingir a meta de 1500 livros até entrar, no próximo outono, no infantário e espera ajudar o professor a ensinar outras crianças a ler.

Denzel Washington surpreende bibliotecária no seu 99º. aniversário

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Fotografia: Imgur

Fotografia: Imgur

 

Carolina Morais, no Delas

Apesar da fama e do estatuto de estrela de cinema, Denzel Washington faz questão de manter a humildade e de agradecer a todos aqueles que, de uma forma ou de outra, marcaram a sua vida. É o caso da bibliotecária da sua infância, que esta semana celebrou 99 anos de vida e que, para sua surpresa, recebeu uma visita do ator oscarizado.

A neta da veterana partilhou nas redes sociais uma fotografia enternecedora do reencontro e a história por detrás do mesmo. “A minha avó é de Mt. Vernon, Nova Iorque, onde foi bibliotecária durante 50 anos. Ela conta sempre a história de como deu ao Denzel Washington o seu primeiro cartão da biblioteca e de como ele era amoroso”, lê-se na publicação.

Várias foram as pessoas que, ao longo dos anos, tentaram contactar Denzel, mas só recentemente, com o aproximar desta data especial, o lar onde a norte-americana vive foi bem-sucedido. “Ela falou com ele ao telefone e ele disse que estaria próximo da zona em dezembro, por isso passou por aqui para dizer olá”, explicou ainda a neta.

A ex-bibliotecária, que gosta de passar os dias a tricotar, aproveitou ainda visita do seu pupilo para lhe oferecer três cachecóis feitos por si.

Um livro foi devolvido a uma biblioteca, 67 anos depois da data limite de entrega

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Na Nova Zelândia, uma mulher atrasou-se 67 anos a devolver um livro à biblioteca. A multa atingiu os 24.000 dólares, mas foi perdoada. “Eu queria devolver o livro há anos”.

Publicado no Observador

Uma mulher neozelandesa devolveu um livro à biblioteca local 67 anos depois da data limite de entrega. O livro”Myths and Legends of Maoriland“, de AAW Reed, foi requisitado por uma menina em 1948 e nunca mais foi visto até que, esta quinta-feira, Zoe Cornelius, uma bibliotecária de Auckland, recebeu o livro de volta.

A ficha de empréstimo do livro Twitter

A ficha de empréstimo do livro
Twitter

 

A mulher que entregava o livro perguntou quanto devia pelos 24.065 dias de atraso. Zoe respondeu-lhe que devia 24 mil dólares australianos.

Ela disse-me que leu o livro imensas vezes e que este lhe deu grandes momentos de prazer, ao longo das décadas em que o tinha tido, o que me fez bastante feliz”, afirmou Zoe. A mulher também lhe disse que quis devolver o livro durante anos.

A bibliotecária afirmou que não foi aplicada nenhuma multa à mulher, já que tinha requisitado o livro ainda em criança e que não eram aplicadas multas monetárias a crianças, na biblioteca.

O exemplar de “Myths and Legends of Maoriland”, um livro bastante popular quando foi editado pela primeira vez, deverá ir para a secção de livros especiais da biblioteca. O nome da mulher que devolveu o livro não foi revelado.

Quando Zoe perguntou o porquê de devolver o livro passados tantos anos, a mulher terá respondido que vivia fora de Auckland e que tinha aproveitado o facto de ir visitar familiares para o devolver.

Rússia prende bibliotecária ucraniana por estocar livros ‘extremistas’

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Busto de poeta ucraniano exposto na Biblioteca de Literatura Ucraniana em Moscou (Foto: Maxim Shemetov / Reuters)

Busto de poeta ucraniano exposto na Biblioteca de Literatura Ucraniana em Moscou (Foto: Maxim Shemetov / Reuters)

 

Processo foi aberto para investigar se ela incitava ódio étnico.
Natalya Sharina, de 58 anos, é diretora da biblioteca.

Publicado no G1

Investigadores russos disseram nesta quinta-feira (29) ter detido a diretora de uma biblioteca de Moscou especializada em literatura ucraniana e aberto um processo criminal para determinar se ela era culpada por incitar o ódio étnico.

A prisão de Natalya Sharina, de 58 anos, ocorreu depois de uma revista na biblioteca, na qual os investigadores disseram ter descoberto material impresso contendo “propaganda anti-russa” e escritos extremistas de Dmytro Korchinskiy, um autor nacionalista ucraniano.

O incidente deverá agravar as relações já precárias entre a Rússia e a Ucrânia, que estão definhando, em seu pior momento depois da dissolução da União Soviética em decorrência da anexação da península ucraniana da Crimeia pela Rússia, no ano passado, e seu apoio aos separatistas armados no leste da Ucrânia.

O Kremlin nega que suas forças ajudem os rebeldes.

Os investigadores disseram que Sharina, encarregado da biblioteca de literatura ucraniana em Moscou desde 2011, tinha distribuído os escritos de Korchinskiy, apesar de as autoridades russas o terem banido e classificado como extremista.

“A investigação continua”, disse em um comunicado o Comitê de Investigação da Rússia.

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