Contando e Cantando (Volume 2)

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Estante com livros virados para a parede faz blogueira de decoração receber ameaças de agressão

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Uma estante de livros nunca causou tanta raiva Foto: Pixabay / @Free-Photos

Publicado no Estadão

Lauren Coleman adotou a tendência para dar aparência mais neutra à sua estante e a apresentou a ideia a uma revista de design de interiores

Uma tendência em decoração de casas gerou polêmica no Reino Unido e levou uma blogueira de moda a ser ameaçada. Lauren Coleman foi humilhada e recebeu promessas de agressão porque deixou os livros de sua estante com as lombadas viradas para a parede.

“Eu posso aceitar uma piada, mas não previa esse nível de abuso. E de pessoas que dizem amar livros tanto quanto eu. A coisa toda foi ridícula”, contou Lauren ao The Times. Ela disse que foi xingada e que internautas ameaçaram ir até sua casa para agredi-la.

Ela falou que tomou a decisão após ver a ideia na internet. “Eu só queria criar um fundo bom para as outras coisas da minha estante”, disse. A intenção era criar um fundo neutro, pois muitos livros de cores variadas podem deixar a aparência carregada.

Sua casa foi fotografada para uma revista de design de interiores, a Ideal Home. Lauren escreveu em seu blog que os comentários violentos começaram a surgir quando um comediante postou a foto da estante dela e a chamou de “completa idiota”.

Os piores comentários chegaram através do Facebook e a blogueira reclama que não recebeu apoio da empresa, mesmo após reportar a situação. “Recebi uma mensagem automática dizendo que minha reclamação não cumpria os critérios requeridos e que eu deveria bloquear os usuários”.

Confira a foto que originou tudo:

Venda de livros de youtubers cresce 120% no País, aponta pesquisa

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Sessão de autógrafos com Evelyn Regly na Leitura do Shopping Nova América (Divulgação)

Sessão de autógrafos com Evelyn Regly na Leitura do Shopping Nova América (Divulgação)

 

Esse e outros dados foram apresentados pela GFK na Convenção Nacional de Livrarias, que discutiu, na quarta-feira, 24, o futuro do negócio

Maria Fernanda Rodrigues, no Babel

Se em 2015 o livro de colorir salvou o mercado de um ano que poderia ter sido catastrófico, em 2016 a aposta é nos livros derivados de canais do YouTube. Segundo a GFK, que acompanha o varejo de livro no País, a oferta de obras escritas por youtubers duplicou em comparação com o ano passado e o faturamento com o gênero cresceu 120%. É um refresco, mas outro dado preocupa: a venda de exemplares de livros em livrarias caiu 15,5%.

Dois gêneros registraram crescimento em 2016: Direito, por causa das atualizações dos códigos, cresceu 26% e HQ, que se beneficiou do cinema, 21%. Literatura brasileira registrou queda de 8,4% e literatura estrangeira, com 15,6% do mercado, é o segmento com melhor desempenho. Ainda de acordo com o levantamento da empresa, o e-commerce representa 29,7% do faturamento das redes.

Os dados foram apresentados na Convenção Nacional de Livrarias nesta quarta-feira, 24, em São Paulo, que reuniu livreiros de todo o País em conversas sobre o futuro do negócio. Confira outros destaques do evento.

A livraria do futuro

O painel com representantes das livrarias Travessa, Leitura e Curitiba era para discutir a livraria do futuro, mas a crise econômica e como o setor está tentando sobreviver a ela tomaram conta das discussões. A Travessa, do Rio, já enxugou 20% de seu quadro de funcionários. A Leitura está abrindo algumas lojas e fechando outras – mas a rede diz que ainda está no azul. A rede Livrarias Curitiba está otimista com a capacidade dos padres e dos youtubers de atrair um público diversificado para as lojas. Mas ninguém vê claramente o que vem pela frente.

Benjamin Magalhães, da Travessa, reforçou que é preciso pensar no mercado editorial como um todo. Ou seja, que livrarias e editoras revejam seu relacionamento e, no caso das editoras, que elas acertem suas dívidas.

Há quem defenda a diversificação de produtos como uma forma de chegar melhor lá no futuro, há quem prefira a ideia de especialização em alguma área. “Vamos ficar enchendo as lojas com bichinhos de pelúcia? É por aí?”, questiona Magalhães Mais adiante, Marcos Telles, da Leitura, disse: “Não queremos ser livraria de bombom, mas se ele está ali no caixa o cliente leva”. À propósito, hoje, livros respondem por 50% das vendas da Leitura.

Uma das reclamações dos palestrantes foi a impossibilidade de competir com as livrarias ponto com, que querem ser a Amazon e aceitam perder dinheiro para oferecer o livro mais barato até que a gigante americana. Esse modelo é irracional. Imagino que em algum momento essa maluquice acaba”, disse Marcos Pedri, da Curitiba. Magalhães aproveitou a deixa e reclamou do fato de os programas de compras governamentais negociarem direto com as editoras, tirando as livrarias da jogada.

A lei do preço fixo do livro, a nova (velha) bandeira do mercado, apareceu discretamente no debate.

Jabuti nas livrarias

A Câmara Brasileira do Livro quer o Prêmio Jabuti mais presente nas livrarias e aproveitou a convenção para pedir o apoio dos livreiros. A ideia é que ele funcione como uma espécie de curadoria dentro das lojas. Ou seja, que as livrarias dediquem um espaço especial para as obras premiadas. Vai haver uma promoção para motivar os livreiros, mas isso ainda será anunciado. Além disso, ela vai mandar um selo para que eles coloquem nos livros finalistas.

BIENAL DO LIVRO: 10 coisas para não fazer

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Soluções para não falhar na missão e ter a Bienal que você sempre quis! 🙂

Via Mudando de Assunto

Autora do sucesso “Não se apega, não” dá dicas para desapego e conquista leitores

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Com 23 anos, Isabela Freitas acaba de lançar o romance Não se Apega, Não (Foto:Divulgação/Leo Aversa)

Com 23 anos, Isabela Freitas acaba de lançar o romance Não se Apega, Não (Foto:Divulgação/Leo Aversa)

Jovem mineira Isabela Freitas começou a escrever no microblog Twitter. Seus conselhos e dicas fizeram tanto sucesso que ela foi convidada a lançar seu primeiro livro

Giulia Marquezini, no Correio da Bahia

Mineira, 23 anos, e dona dos melhores conselhos sobre relacionamentos. Isabela Freitas tinha apenas 19 anos quando, em 2011, atingiu mais de 25 mil pessoas no Twitter e resolveu criar o blog isabelafreitas.com.br.

Seus conselhos amorosos faziam sucesso em 140 caracteres e ela quis expandir, já que seus fãs pediam textos mais longos e diziam que gostariam de dividir suas histórias com a moça. O blog atualmente já soma mais de 60 milhões de visualizações e conta com outros colaboradores.

A plataforma, que serviria inicialmente para colocar seus sentimentos para fora e se expressar, alcançou um sucesso inesperado e os conselhos de Isabela foram parar no livro Não se Apega, Não (Intrínseca/R$ 14,90/256 páginas).

No livro, a blogueira cunhou as 20 regas do desapego, tema central da publicação de auto- ajuda. Em uma das passagens, Isabela é clara ao definir a palavra. “Desapego não é indiferença, covardia ou desinteresse. O desapego é se libertar de tudo aquilo que faz mal e causa sofrimento […] É sinônimo de se libertar”.

Não se Apega, Não conta a história da personagem Isabela, que decide terminar o namoro de dois anos com Gustavo. Mas a Isabela da ficção sempre namorou sério desde a adolescência e permanecer solteira é um enorme desafio na sua busca pelo autoconhecimento.

A coincidência com o nome, inclusive, foi uma jogada publicitária para que o leitor se sentisse mais próximo da história e da autora. E deu certo. O romance conquistou o público jovem, mais especialmente as meninas, fãs ansiosas que se espelham em Isabela e interagem com ela nas redes sociais na busca de um conselho amoroso sobre suas vidas.

As conclusões sobre amor e relacionamento que a personagem chega no decorrer da história foram embasadas nas experiências que os leitores do blog enviavam.

Em Entrevista ao CORREIO, a jovem autora se diz feliz com o sucesso das vendas, o feedback positivo do público, responsável pela façanha de colocar Não se Apega, Não na lista dos livros mais vendidos durante a 23ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, superando o best-seller A Culpa É das Estrelas, do americano John Green. Confira.

Como surgiu a ideia do blog e depois do livro?

O blog surgiu a pedido das minhas seguidoras no Twitter, que na época, novembro de 2011, contavam mais de 25 mil pessoas. Decidi entrar nessa de cabeça, e criei!. Nunca imaginei que fosse dar tão certo, ou que fosse fazer sucesso. Só me senti bem por ter um lugar onde podia me expressar, e colocar para fora meus sentimentos. Escrever um livro sempre foi um sonho, veja bem, eu, uma leitora assídua desde muito nova, escrevendo um livro? Só em sonho! Até que um dia recebo um e-mail despretensioso me convidando a escrever um livro. Era a editora Intrínseca, e eles estavam acompanhando o blog, e gostaram do meu trabalho. Foi inacreditável, ainda é.

A Isabela do livro é realmente você?
Não, eu nunca disse isso. A Isabela é uma personagem – ponto. Coloquei nela algumas de minhas experiências e as transformei em ficção. A brincadeira com o nome foi uma jogada, porque queria que o leitor se sentisse próximo, como se fôssemos amigos.

Isabela Freitas em entrevista no Encontro com Fátima Bernardes (Foto: Reprodução)

Isabela Freitas em entrevista no Encontro com Fátima Bernardes (Foto: Reprodução)

Como seu ex-namorado encarou essa exposição?

Exposição? Mas ele nem é citado no meu livro! O ex-namorado do livro só existe no livro.

Escrever funcionou como uma espécie de terapia para curar decepções amorosas?

Escrever é terapia para tudo, na real. Decepção amorosa, tristeza, insatisfação, angústia, ressentimento. Todos esses sentimentos ruins se esvaem quando os colocamos em palavras. Escrever funcionou – para mim – como um processo de autoconhecimento, através da escrita percebi meus defeitos, erros, e mudei muita coisa que não estava certa na minha vida.

O que significa desapegar pra você?

Se livrar de coisas ruins que só te retém e te fazem mal. É isso que o desapego deve tratar. Deixar para trás o que é negativo, e levar consigo somente o que te faz bem.

Qual a diferença da Isabela de antes do livro e a de depois?

Como escritora, a diferença foi gritante. Como foi minha primeira obra, me sentia muito insegura ao escrever. Não sabia o que o leitor queria de mim, e se ele ia gostar do que foi apresentado. Escrevia, apagava, escrevia, apagava. Sou extremamente perfeccionista, e acho defeito em tudo. Então dá pra imaginar como foi esse processo de escrever o primeiro livro. A Isabela de depois do livro se viu feliz com o sucesso das vendas, o feedback positivo do público, e ganhou uma confiança para escrever o próximo. Parece que agora as palavras fluem com muito mais naturalidade.

Você está namorando. Esse novo amor veio de forma distraída, como você afirmou em seu livro? Como vocês se conheceram?

Ah, sim, sim. O Leonardo, meu namorado, é irmão do meu melhor amigo, Leandro. Já conhecia o Leandro há algum tempo, mas nunca tinha sido apresentada ao irmão. Quando o conheci, logo vi que tínhamos coisas em comum, mas nada mais do que isso – afinal, eu namorava outro garoto na época. Quando terminei meu namoro, nós percebemos tudo que estava ali, e nós nunca percebemos. A química era inegável, e nós, distraídos, nunca notamos.

Como seu namorado lida com a exposição dos seus pensamentos no blog?

Ele acha o máximo, de verdade. Fico até espantada. Ele me apoia em tudo que faço, e isso é essencial, sabe? Não podemos ter ao lado uma pessoa que tudo desconfia, afinal, um escritor é uma pessoa que imagina muitas histórias, e se você for levá-las todas a sério, não há relacionamento que aguente. Além de que ele se diverte, vai nos meus lançamentos, me cobra quando esqueço de postar alguma coisa, posso dizer que ele é meu assessor.

O blog tem colaboradores que escrevem além do público que sempre comenta. Como surgiu a ideia dessa colaboração?

Surgiu da necessidade de sempre produzir novos posts, afinal, é difícil conseguir manter o blog atualizado sozinha. Então, selecionei algumas pessoas das quais gosto do trabalho, e eles colaboram uma vez por semana, com textos novos.

Você pretende lançar outro livro? Ou alguma continuação desse?

O Não se Apega, Não vai ter uma continuação, sim. Estou escrevendo neste momento! A Isabela ainda vai se encrencar muito nos seus relacionamentos…

Meninas que se identificaram e que dizem que o seu livro mudou a vida delas. Qual a sensação, como escritora, desse retorno?

Diria que perfeita. Escrever é libertador, você coloca para fora tudo que sente, e espera que alguém sinta a mesma de volta. E quando me dizem frases como essas, nossa! Tenho vontade de abraçar bem forte a pessoa, e nunca mais soltar. Para um escritor, é como ganhar um Grammy. Mudar a vida das pessoas é algo que sempre quis, mas nunca soube ao certo como fazer. Agora sei, com palavras.

Não se Apega, Não esteve na lista dos mais vendidos da Editora Intrínseca durante a 23ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, realizada em agosto, desbancando A Culpa É das Estrelas, do americano John Green. Como você encara essa conquista?

Olha, tem certeza disso aí? Não, é sério? Ainda acho que é pegadinha, rs. Brincadeira. Eu encarei dessa forma: sem acreditar. Afinal, John Green é um gênio o qual admiro e muito! Um dia chego na unha do dedo mindinho dele, sabe? Agora é sério, acho que ver o Não se Apega, Não na lista dos mais vendidos mostra que o jovem brasileiro está cada vez mais interessado na leitura, e isso é algo prazeroso de se ver. Espero que esses leitores continuem comigo, me acompanhando a cada novo livro.

Em sua descrição no livro você diz que pretende cursar Jornalismo. Como andam esses planos? Dá pra relacionar um curso na universidade com a literatura?

Tranquei a faculdade de Direito no oitavo período para terminar de escrever Não se Apega, Não, então eu pretendo primeiro concluí-la, para depois pensar na faculdade que farei em seguida. Não posso desperdiçar quatro anos de estudos, mesmo que o Direito não seja mais uma opção para mim. As pessoas mudam, eu mudei. O Jornalismo está dentro dos meus objetivos e, com certeza, cursar essa faculdade ajudaria e muito na literatura. Sempre quis escrever um romance sobre uma jornalista, rs… Não sei por quê, mas jornalistas sempre me dão uma inspiração a mais.

Saiba como Bruna Vieira transformou o blog ‘Depois dos Quinze’ em livros de sucesso

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Bruna Vieira

Foto: Divulgação / Divulgação

Blogueira, hit entre os adolescentes, falou com o Kzuka sobre suas publicações

Marilia Dolce, no Zero Hora

Foi querendo dividir seus sentimento e opiniões (e também o bullying que sofria na escola) que Bruna Vieira, 20 anos, descobriu a internet:

– Sempre gostei de criar coisas. Antes de minha mãe comprar um computador, eu customizava caixinhas, pintava e fazia colagens. Depois, passei a usar a criatividade nos textos.

Assim nasceu, em 2008, o blog Depois dos Quinze. Lá, Bruna se sentia segura dividindo sentimentos. A timidez e a vergonha que a acompanhavam no dia a dia desapareciam atrás do computador. A internet era seu porto seguro. Desde então, coleciona textos e crônicas sobre comportamento, moda, viagem e, claro, meninos.

Bruna Vieira

Hoje, 130 milhões de acessos depois, o espaço virou negócio e ela, celebridade no mundo jovem. Tem mais de 500 mil fãs no Facebook e, no Instagram, cada foto postada soma pelo menos 30 mil likes. Com isso, Bruna acumula não só leitores, mas colaboradores que a ajudam a manter o conteúdo do blog sempre atualizado. E não é apenas do blog que vive esta jovem escritora. Desde 2012, um novo desafio
conquistou a mineira:

– Uma professora do colégio me indicou numa editora. O pessoal viu os textos no blog e me convidou para publicar o primeiro livro, o Depois dos Quinze, um compilado de crônicas que escrevi quando tinha entre 15 e 16 anos.

Confira agora nossa entrevista com essa jovem escritora que já é sucesso no mundo on-line.

Como é um dia “normal” pra você?
Eu trabalho em casa, então acordo tarde e ligo o computador. De manhã, resolvo a parte burocrática do blog. À tarde, fico nas redes sociais e, à noite, produzo os textos. Quando tem evento ou algum compromisso comercial, fico fora. Mas sempre deixo tudo agendado quando não estou.

Qual sua relação com seus pais?
Eu não tinha vontade de sair da casa deles. Sofri muito na adaptação, passei um monte de aperto e fui percebendo o valor da minha família. Agora, eles vêm morar comigo. Acho que só seria feliz perto das pessoas que eu amo.

O que você lia quando tinha 15 anos?
Eu não tive uma base de leitura. Quando comecei a ficar mais na internet, comecei a pesquisar mais. Gostava muito da Tati Bernardi, mas na época ela escrevia sobre amor. Gostava também da Martha Medeiros, que achava um pouco motivacional. Eu queria compartilhar aquilo que ela falava.

Você tem vergonha de alguma coisa?
Perdi muito a timidez. Os vídeos me ajudaram a superar muitas coisas. Passei boa parte da minha vida me privando porque achava que as pessoas não me aceitariam. Hoje, sei que posso ser quem eu realmente sou e tem um monte de gente que me acompanha e me admira. Já postei foto mostrando como sou estrábica e acabei motivando as leitoras a falar sobre o assunto, e a postar fotos também.

De onde vêm as ideias para os livros?
Sou muito instrospectiva e sentia necessidade de conversar com alguém sobre o que eu passava no colégio. Não aceitava meu cabelo crespo, por exemplo, e sofria um pouco com os comentários. Então, resolvi conversar pelos textos.

A ideia é escrever cada vez mais?
Gosto muito do blog, que é minha principal fonte de renda. Com ele, tenho um contato mais direto com as leitoras. Mas tenho plena consciência de que preciso estudar mais e fazer faculdade, se quiser continuar nessa área. Agora, estou conciliando tudo, agarrando tudo o que aparece porque tem oportunidades que eu não sei se aparecerão outras vezes. Já tenho mais uns quatro projetos editoriais contratados, e é tão gostoso fazer! Estou me ocupando com o meu sonho.

Já dá pra se sentir famosa?
Procuro manter a minha vida parecida com o que era antes. O legal de ser blogger é que a gente tem que continuar com a simplicidade, porque as pessoas gostam do que eu estou fazendo. Quero mostrar que a minha vida é real. Nunca tentei glamorizar. Falo a verdade sobre o meu dia a dia e quero que a leitora se identifique comigo. Procuro passar isso no blog. Não fico impondo nada. Quero que elas façam o que quiserem e usem o que quiserem.

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