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Para ler e assistir

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Capa do filme Malu de bicicleta e capa do livro

Capa do filme Malu de bicicleta e capa do livro

Cinco livros que viraram filmes para você passar as férias em boa companhia

Layse Moraes, no site da TPM

Existe coisa com mais cara de férias do que escolher quais livros levar para a viagem ou a que filme assistir naqueles dias em que nada te faz tirar o pijama?

Não importa se seus planos de fim de ano envolvem praia, campo ou ficar em casa aproveitando a procrastinação sem culpa: livros e filmes são sempre uma boa companhia.

Por isso, uma lista de cinco livros que foram adaptados para o cinema e são uma ótima pedida para as férias. Agora é só decidir: folhear, assistir ou os dois?

Vai lá:

Malu de bicicleta – Editora Objetiva

Um dia – Editora Intrínseca

As vantagens de ser invisível – Editora Rocco


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A delicadeza – Editora Rocco

Extremamente alto, incrivelmente perto – Editora Rocco

Regra do MEC pode liberar vestibular de curso barrado

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Fábio Takahashi, na Folha de S.Paulo

O Ministério da Educação divulgou ontem regras para que cursos superiores punidos no mês passado possam reabrir seus vestibulares. Mais da metade dos atingidos poderão pedir o recurso.

Em dezembro, a pasta divulgou que 200 cursos que tiveram notas baixas em 2008 e 2011 não poderiam abrir vagas para este ano. Destes, 112 poderão pedir revisão, por estarem com “tendência positiva”.

Do grupo, apenas seis mudaram de patamar, de nota 1 para 2, na escala até 5 –que considera a nota dos alunos no Enade e o perfil docente.

Os demais 106 cursos melhoraram apenas as casas decimais. Engenharia ambiental da faculdade Oswaldo Cruz (São Paulo), por exemplo, subiu de 1,90 para 1,91.

Segundo as regras divulgadas ontem, se o curso estiver em instituição com boa avaliação, o processo será mais rápido. Não haverá, por exemplo, visita de comissões in loco.

“Se já vão liberar os cursos de instituições bem avaliadas, por que divulgam a punição a esses cursos? Fica parecendo medida para inglês ver”, afirmou Edgar Gastón Jacobs Flores Filho, consultor de legislação educacional e professor da Universidade Federal de Ouro Preto (MG).

Ele questiona também o critério usado para definir quem está com tendência positiva. “Usar casa decimal pode indicar melhoria insignificante estatisticamente.”

O Ministério da Educação afirmou que divulgou apenas a regulamentação da medida de dezembro. Ou seja, não houve recuo, disse.

Sobre o critério para definir quem está com tendência positiva, afirmou que a intenção é não misturar cursos que estão tendo alguma melhora com os demais. Ressaltou que nenhum desses cursos está automaticamente liberado, pois todos passarão por avaliação.

Livros sobre futebol invadem as prateleiras

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Publicado por Estadão

Nem no Brasil nem no exterior o futebol costuma ser bem tratado pela literatura. Não que não haja livros sobre futebol. Há, e muitos. O raro é que sejam bons. E mais raro ainda que dois ótimos exemplares sejam publicados quase ao mesmo tempo como Páginas Sem Glória, de Sérgio Sant?Anna, e O Barça – Todos os Segredos do Melhor Time do Mundo, de Sandro Modeo. À parte a boa qualidade e terem o futebol como foco, são em tudo diferentes.

Sant?Anna é um dos nossos melhores ficcionistas. Modeo, um jornalista italiano que costuma escrever sobre futebol, mas de maneira toda particular, evitando os clichês dos seus colegas de ofício. Páginas Sem Glória (Companhia das Letras, 184 págs., R$ 29,50), na verdade, é um livro que inclui três relatos, entre eles o mais extenso – e o que nos interessa – e dá título ao volume. É tão superior aos outro dois, os contos Entre as Linhas e O Milagre de Jesus, que mereceria um volume autônomo. Pequeno, também, pois tem apenas 107 páginas. Mas elas estão entre o que de melhor já se produziu neste país tendo o futebol como tema. São, na verdade, páginas gloriosas.

Para traçar o perfil do seu personagem – o jogador José Augusto Fonseca, o Conde -, Sant?Anna se vale de memórias de infância e juventude e de toda a sua experiência como frequentador do assunto. A história – real – do futebol brasileiro é composta de personagens magníficos, desde os ídolos que deram certo, no campo e na vida, como Pelé e Zico, até os trágicos, como Garrincha e Heleno de Freitas. Na figura ficcional de Zé Augusto, vemos um pouco de cada um deles, e de nenhum.

Bem diferente é a narrativa futebolística de Sandro Modeo em O Barça – Todos os Segredos do Melhor Time do Mundo (Qualitymark, 208 págs., R$ 24,90), que escreve para o Corriere della Serra e outros veículos. A bola da vez, digamos assim, é o Barcelona, atual fenômeno mundial do futebol. Na opinião quase unânime, o Barça é o melhor time da atualidade. Mas dizer isso seria pouco. Como chegou a essa “forma perfeita”? Modeo ensaia vários ângulos de abordagem. Desde o histórico, associando-o a determinadas características especiais da Catalunha, até a explicação quântica, que esclareceria como o Barça mostra o suprassumo do “futebol total”, expressão associada à famosa seleção holandesa dos anos 70. Todos atacam, todos defendem, todos atuam de forma integrada. O livro de Modeo é esclarecedor, embora não evite o tom superlativo que acompanha em regra os textos sobre o Barcelona. Admiração é uma coisa; deslumbramento, é outra. Mas os méritos são muitos e a ótica interdisciplinar da abordagem enriquece a leitura do futebol. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

A estatização da escola privada

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MEC

Publicado em O Estado de S.Paulo

O governo do PT e seus movimentos sociais que estão encastelados no Ministério da Educação (MEC) e Secretarias de Educação estaduais e municipais vêm seguidamente invadindo a liberdade de ensinar do povo brasileiro. Por um lado, insatisfeitos por não conseguirem a tão propalada educação pública e gratuita de qualidade e, por outro, vendo o avanço da escola privada no número de alunos.

Enquanto a escola pública perdeu 2% dos alunos em 2011, comparado com 2010, a escola privada cresceu 20%. Uma ofensa para os burocratas do MEC, já que evidencia o reconhecimento da eficiência, da boa gestão e da diversidade da escola privada no Brasil, pois basta melhorar um pouco a renda que o primeiro investimento da família é na educação dos filhos. E educação de qualidade é na escola privada, que se tornou o sonho de consumo da sociedade.

Pelo artigo 209 da Constituição brasileira, a educação “é livre à iniciativa privada”, devendo ser autorizada e podendo ser avaliada pelo poder público. Nos últimos dez anos, o MEC e seus burocratas emitiram milhares de portarias, enviaram grande número de projetos de lei ao Congresso Nacional e alteraram outras tantas, sempre com a desculpa de que a escola privada precisa ser avaliada. Na prática, vêm invadindo a liberdade da escola privada e anulando o direito dos brasileiros de terem uma opção que não seja a escola única e una, ou seja, a escola pública.

A cartada final está no Congresso, com o Projeto de Lei n.º 4.372/2012, que pretende criar mais um órgão público, desta vez sob o nome de Instituto Nacional de Supervisão e Avaliação do Ensino Superior (Insaes). Trata-se da maior aberração jurídico-política dos burocratas do MEC, e com grande risco para a democracia brasileira, caso seja aprovada. Encontra-se na Câmara dos Deputados com prioridade, e o governo tem pressa. Dentre todas as atrocidades, o projeto de lei gasta a maioria dos seus artigos para definir os cargos e o plano de carreira dos seus, mas reserva à escola privada uma verdadeira estatização. Nem as universidades federais, que são mantidas pelo Ministério da Educação com os nossos impostos, sofrem tantas interferências e ingerências, mas para a iniciativa privada a proposta do governo prevê de multas a intervenção, com retoques de perversidade, como o pagamento de altíssimas taxas para sustentar a burocracia e comprometer a gerência financeira das escolas. Tudo isso aliado a um tratamento excessivamente rigoroso dispensado às escolas privadas, diferentemente do que se vê com o ensino público, pois se às escolas públicas se aplicasse o mesmo rigor poderia até melhorar a qualidade de que tanto fala. O campo de atuação do Estado é, no máximo, o de fiscalização dos interesses dos cidadãos.

É incompatível com o Estado Democrático de Direito a possibilidade de que a nova autarquia determine a intervenção na atividade empresarial, até mesmo com a designação de interventor. A iniciativa privada não pode ficar sujeita a esse tipo de ameaça, que traz à memória recentes episódios que se acreditavam varridos da História com a implantação da Nova República.

Entende-se inadmissível a aplicação de penalidade pessoal que implique a proibição de dirigente empresarial e educacional de exercer a sua atividade profissional, ainda que em outros estabelecimentos. Essa conduta, prevista no projeto de lei, confirma a diretriz abusiva, inconstitucional e autoritária da proposta, que chega às raias de uma sanção penal à pessoa do dirigente.

Não vejo urgência na tramitação de uma lei dessa natureza, pois neste momento, em que o País aguarda uma nova regulamentação da educação, especialmente em razão da proposta de uma reforma universitária e do Plano Nacional de Educação, a ideia da criação do Insaes nem sequer é pertinente, muito menos necessária. Pior que isso, entretanto, é dar ao projeto de lei o rito de assunto prioritário para efeitos de tramitação.

Além de todos os fundamentos já externados, não se pode deixar de impugnar a “prioridade” conferida ao projeto do Insaes, que não pode ser aprovado “às pressas”, pois, longe de ser um assunto de política de governo, suas propostas geram uma quebra de conceitos e paradigmas que afeta a política educacional do Estado, o que justifica sua tramitação em conjunto com a reforma universitária e, ao mesmo tempo, após amplo e refletido debate com todos os segmentos da sociedade.

Por outro lado, o que vemos são os grandes grupos do ensino superior disfarçados em diversas associações e num Fórum Nacional trocando a liberdade, a autonomia e o direito de ensinar por um “prato de lentilhas”. Tanto o governo quanto esses grandes grupos não percebem, não entendem, ou não querem entender, que a educação privada é constituída de milhares de pequenas instituições, de educação infantil, ensino fundamental e médio, cursos técnicos e faculdades, espalhadas por este imenso Brasil, as quais, com propostas focadas e segmentadas, contribuem decisivamente para o pouco desenvolvimento que temos nos últimos anos, empregam formalmente milhares de educadores de nível superior e colaboram decisivamente para o desenvolvimento das cidades e do entorno onde atuam, movimentando o comércio, o mercado locatício e o setor de serviços.

A estatização da escola privada está a caminho e corremos um grande risco de entrar para a História por acabarmos com a única escola democrática do Brasil, a escola particular.

Outros países ao redor do globo enfrentaram o mesmo dilema. E onde se preservou o pluralismo de ideias, o respeito à iniciativa privada e o direito à liberdade de escolha venceu a democracia. Essa é a grande lição que os burocratas do MEC se recusam a aprender.

Dica do Chicco Sal

Número de leitores de e-books cresce nos EUA, aponta pesquisa

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Publicado na  Info Online

Nova York – A popularidade dos livros eletrônicos está aumentando nos Estados Unidos, com quase 25 por cento dos leitores norte-americanos lendo e-books, segundo pesquisa divulgada nesta quinta-feira.

O número de pessoas que usam leitores eletrônicos com 16 anos ou mais saltou de 16 por cento em 2011 para 23 por cento neste ano, enquanto leitores de mídias impressas caíram de 72 para 67 por cento em 2012, de acordo com pesquisa feita pela Pew Research Center.

Segundo o levantamento, as pessoas mais inclinadas a ler em e-books têm boa educação, idades entre 30 e 49 anos e vivem em um lar com renda de 75 mil dólares ou mais.

Mais mulheres, 81 por cento, leem e-books, comparado a 70 por cento dos homens, e o número de leitores cai à medida que as pessoas envelhecem.

As descobertas foram baseadas em uma pesquisa por telefone com 2.252 pessoas, com 16 anos ou mais, em todos os Estados Unidos e com uma pesquisa semelhante feita no ano passado. A margem de erro é de 2,7 pontos percentuai

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