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O ‘pollo’ pulou no poleiro: tudo em casa

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Sérgio Rodrigues, na Veja

“A palavra puleiro – apoio de galinhas no galinheiro ou de aves em suas gaiolas – tem algo a ver com ‘pular’ ou é derivada do espanhol ‘pollo’ (galinha)?” (Kirsten Woltmann)

A consulta de Kirsten é tão boa que acerta até quando erra a ortografia: a palavra é “poleiro”, mas existe mesmo certo grau de parentesco entre ela e o verbo pular. Assim como entre ela e o pollo (“frango”) da língua espanhola e outras palavras que à primeira vista nada deveriam ter a ver com isso – como pimpolho e repolho.

Repolho? Sim, quem diria: frango com repolho pode ser ou não ser um bom prato, mas é certo que guarda uma medida de redundância etimológica.

O que todos esses vocábulos têm em comum é um ancestral latino de grande fecundidade: o substantivo pullus, “cria, rebento”, palavra que a princípio era usada para designar tanto “criança queridinha, galantinha, bochechuda, gordinha” quanto “burrico, jumentinho” e “pintainho, patinho, filhinho de águia”, nas palavras do dicionário Saraiva. Filhotes de espécies variadas, como se vê.

De todas as acepções clássicas, é legítimo supor que a de filhote de ave – em especial de galinha – fosse a que se conservava mais viva no latim vulgar, pois foi ela que passou às línguas neolatinas: além do já citado pollo espanhol, existe o poule francês (“galinha”) e o “pôlo” português, regionalismo açoriano que o Houaiss registra com o sentido de “falcão ou gavião com menos de um ano”.

Mas o velho pullus não se contentou com esses descendentes diretos. Também cresceu para os lados e, ainda no latim, deu origem ao verbo pullare, “brotar, germinar”, matriz do nosso pular, “saltar”. O que a princípio parece estranho, mas só até pensarmos na explicação oferecida pelo filólogo brasileiro Antenor Nascentes: ora, a planta que germina salta para fora da terra, não?

Estendida ao reino vegetal a ideia original de pullus, “rebento”, por tal caminho se fizeram em espanhol dois termos que o português importou: repollo e pimpollo, este destinado a retornar ao reino animal na acepção figurada de “criança pequena”.

17 livros picantes para adolescentes

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Temática amorosa e pitadas de erotismo podem aproximar adolescente da boa literatura

Aproveite os hormônios fervilhantes dos adolescentes para incentivar a leitura (Foto: Nana Sieviers)

Aproveite os hormônios fervilhantes dos adolescentes para incentivar a leitura (Foto: Nana Sieviers)

Ava Freitas, no Educar para Crescer

Fomentar o gosto pela leitura tem de começar na infância, mas como lidar com o adolescente que não adquiriu esse hábito quando criança? Um bom recurso pode ser apresentá-lo a bons títulos da literatura brasileira e mundial com pitadas de erotismo.

1“Relações amorosas e sexo são temas que fervilham na cabeça do adolescente. Toda vez que usei, em sala de aula, livros que tocam de alguma forma na questão do amor, foi sucesso total. Com passagens mais picantes, então, gerava muita discussão boa”, afirma Claudio Bazzoni, professor de literatura do Colégio Santa Cruz, em São Paulo, e assessor de língua portuguesa da Prefeitura de São Paulo.

João Luís Ceccantini, professor de literatura da Unesp (Universidade Estadual Paulista), no campus da cidade de Assis (SP), também endossa essa tese. “Só que é importante a atuação dos pais, de um professor ou bibliotecário para apresentar o título para o jovem.”

A sugestão de leitura do mediador é, claro, tem de passar pela avaliação da maturidade do adolescente, pontua João Luís Ceccantini.

A convite do EDUCAR PARA CRESCER, o professor Bazzoni elaborou uma lista em que mesclou sugestões mais “light” com outras com sexualidade mais explícita. Confira!

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1. Dom Casmurro

Autor: Machado de Assis

Clássico da literatura brasileira, a obra gira em torno do romance de Bentinho – narrador da história – e Capitu e o ciúme doentio que decorre desse amor. O professor Claudio Bazzoni destaca o capítulo A Mão de Sancha, em que Bentinho se pega desejando loucamente a mulher do melhor amigo, Escobar. O sentimento o faz a começar a duvidar da sua fidelidade e a dos outros.

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2. Missa do Galo

Autor: Machado de Assis

No conto, o sr. Nogueira, já adulto, relata um acontecimento de quando tinha 17 anos. Morando na casa do senhor Meneses para estudar, o jovem se vê seduzido pela mulher de seu protetor, dona Conceição. Sabidamente traída pelo marido, ela premedita um encontro com o adolescente na noite da Missa do Galo. “É um texto carregado de sensualidade”, comenta Bazzoni.

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3. Uns Braços

Autor: Machado de Assis

Com o mesmo tom de Missa do Galo, nesse conto, Inácio, um garoto de 15 anos, fica fascinado pelos braços de dona Severina, mulher de seu padrinho. Em conflito com o desejo proibido, um dia na rede, o adolescente sente a aproximação de sua amada e deixa os leitores na dúvida se a beijou ou não.

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4. As Ligações Perigosas

Autor: Choderlos de Laclos

Na sociedade aristocrática de antes da Revolução Francesa, a marquesa de Merteuil e o visconde de Valmont, ex-amantes, mostram por meio de uma intensa troca de cartas que seus passatempos favoritos são manipular pessoas e colecionar aventuras sexuais.

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5. Na Alcova – Três Histórias Licenciosas

Autores: Denon e Guilleragues e Crébillon

O livro reúne três novelas de ficção escritas – todas com um tom sensual – por três autores franceses diferentes. O professor Bazzoni destaca Por uma Noite, na qual uma mulher adúltera leva seu amante para a “câmara secreta de prazeres” na propriedade rural de seu marido.

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6. Vestida de Preto

Autor: Mário de Andrade

O conto está no livro Contos Novos. Nele, Juca relembra o clima de descoberta das primeiras experiências amorosas com a prima Maria e a frustração de ter sido interrompido por Tia Velha. Os personagens voltam a se encontrar na maturidade.

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7. Vestido de Noiva

Autor: Nelson Rodrigues

Peça de teatro que se desenrola em três planos: realidade, alucinação e memória. Alaíde é atropelada e está entre a vida e a morte. Enquanto os médicos tentam salvá-la, ela entabula uma conversa com Madame Clessi, sua heroína, que foi assassinada vestida de noiva. Alaíde rememora uma discussão que teve com a irmã, Lúcia, no dia em que se casou com Pedro. Lúcia a acusa de roubar seu amor. Apesar da concretização do casamento, Alaíde descobre que é vítima de uma conspiração de Pedro e Lúcia, que querem matá-la para ficarem juntos. “Ao explicitar desejos reprimidos dos personagens, o texto provoca no leitor afetos intensos”, diz Bazzoni.

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8. Livro das Mil e Uma Noites

A tradução feita a partir dos originais pelo arabista brasileiro Mamede Mustafa Jarouche, para a Editora Globo, sepulta a ideia comum de que este é um livro para criança. A obra – que tem quatro volumes – começa contando a história de dois príncipes irmãos. Depois de um tempo separados, um deles resolve deixar seu reino e viajar para visitar o outro. No meio do caminho, o príncipe que viajou sente muita saudade da mulher e volta para casa. Ao retornar, encontra-a com o amante e a mata. O jovem, então, retoma a viagem para o reino do irmão. Este, por sua vez, para alegrá-lo, organiza uma caçada. O visitante decide não ir e presencia uma orgia da cunhada com os empregados do castelo. Tudo isso antes de chegar na história de Sheherazade que para evitar ser morta emenda uma história na outra, o que justifica as mil e uma noites do título.

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9. Laila & Majnum

Autor: Nizami

A história do amor proibido dos jovens Laila e Majnun é considerada o Romeu e Julieta do mundo Persa. O livro trata do sentimento avassalador entre os dois personagens e tudo o que conspira para que ele não se realize.

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10. O Banquete

Autor: Platão

Antes de torcer o nariz para esse título, é preciso contextualizar para o jovem que leitor que a obra nada mais é do que a discussão sobre como o amor é gerado, na qual cada convidado do encontro coloca a sua visão do sentimento. Aristófanes, por exemplo, fala do amor heterossexual e homossexual.

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11. Cem Anos de Solidão

Autor: Gabriel Garcia Marquez

Considerada uma das obras-primas da literatura latino-americana moderna, o livro narra a história de Macondo, uma cidade mítica, e a dos descendentes de seu fundador, José Arcadio Buendía, durante cem anos. “O livro tem passagens muito sensuais e eróticas”, comenta o professor Claudio Bazzoni.

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12. Máscaras

Autor: Menotti del’Picchia

No poema lírico escrito em forma de peça, a Colombina está apaixonada pelo Arlequim, enquanto este, na verdade, está obcecado por roubar dela um beijo. Para completar o triângulo amoroso, o Pierrot sofre por não ser correspondido pela Colombina.

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13. Amor Natural

Autor: Carlos Drummond de Andrade

“É um conjunto de poemas de tirar o fôlego”, diz o professor Claudio Bazzoni. Entre as poesias, títulos como “A Língua Lambe”, “O Chão é Cama” e “A Bunda, que Engraçada”, carregados de descrições minuciosas de partes do corpo e do ato sexual.

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14. A Casa dos Budas Ditosos

Autor: João Ubaldo Ribeiro

CLB, uma mulher de 68 anos, conta com detalhes sua intensa e longa vida sexual. A história foi transformada em peça de teatro de sucesso tendo Fernanda Torres como protagonista.

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15. Porcos com Asas

Autores: Marco L. Radice e Lidia Ravera

O professor Claudio Bazzoni classifica como “explosivo” o começo desse livro em que são citados um sem número de nomes para os órgãos reprodutores masculino e feminino. O fio condutor é a história de amor de dois adolescentes e a descoberta da sexualidade.

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16. Noite na Taverna

Autor: Álvares de Azevedo

Reunidos em uma taverna, um grupo de amigos conversa sobre noites passadas em estado de embriagues e no meio de orgias, com histórias surreais como atos sexuais com cadáveres. Publicada após a morte de seu autor, em 1855, em dois volumes, a obra é representante da escola byroniana do Romantismo no Brasil.

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17. Decamerão

Autor: Giovanni Boccaccio

Para fugir da peste negra, no ano de 1348, sete moças e três rapazes resolvem fugir de Florença, na Itália, em direção de um castelo. Para passar o tempo, eles inventaram uma brincadeira que, a cada dia, um deles seria rei ou rainha e teria de contar dez contos. Nas histórias, com um tom de comédia, temas como violência e sexo.

10 Lugares que nós lemos – e porquê nós lemos neles!

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Monique Almeida, no Literatortura

A leitura é um prazer que nos é transmitido por meio dos pais, professores, mestres, bibliotecários, enfim, todos aqueles que de uma maneira ou outra aproximam o nosso contato com o sentimento de folhear páginas lotadas de letras e, às vezes, imagens.

Chega um nível, porém, em que o hábito atinge tamanha proporção que não se restringe mais a lugar nem hora, então ler se torna uma necessidade sem fronteiras. Nisso, precisamos adaptar diferentes locais para satisfazer o vício, mas você sabe quais são os 10 lugares preferidos dos leitores e o motivo da escolha?

Provavelmente o que mais te agrada está nessa lista, se não, coloque nos comentários abaixo os “cantinhos de leitura” que te acompanham no dia-a-dia.

Bem, a divisão é feita entre locais “públicos” e “privados”.

PÚBLICOS:

Parques: Os parques com seu aspecto de calmaria, o sol no rosto e a brisa suave, com certeza não poderiam deixar de integrar essa lista. Seja por causa de um piquenique com a família, ou apenas para se divertir num final de semana à tarde, a leitura no parque é sempre boa por relaxar e deixar os ares abertos para imaginação, além de, nas pausas, possibilitar que você tente encontrar seus personagens favoritos nos contornos das nuvens.

Livrarias/Bibliotecas: Um lugar clássico, onde o silêncio é lei. Nas bibliotecas a leitura te devora, afinal, quem não sente aquele estímulo de folhear um bom livro quando rodeado de tantas obras? A energia do lugar já é propícia, sem contar que se você estiver numa livraria, pode aproveitar e levar o seu “mais novo amigo” consigo para casa.

Cafeterias: Um lugar aclamado por hipsters, a cafeteria é sempre uma ótima opção, principalmente em dias frios. Lembro-me de um dia na Paulista entrar no Starbucks para comprar chocolate quente e aqueles sofás, junto ao calor do ambiente, implorarem para que eu sentasse e abrisse um bom livro. Quem nunca teve essa sensação, não sabe o que está perdendo.

Ônibus/Trens: Apesar de às vezes ser difícil manter a concentração, por causa daquela senhora que decidiu fazer todas as suas lamentações por telefone ou de algum mal humorado querendo discutir com o cobrador, os transportes públicos são sempre um lugar mágico para a leitura. Eles podem complementar o cenário dos livros, além da diversão em olhar o rosto das pessoas e imaginar se elas parecem ou não com os personagens daquela página. Quantas vezes já não foi encontrada “aquela (ou aquele) inspiração” apenas numa viagem de ônibus?

Praças: Mais comuns no interior dos estados, as praças também fazem parte dos lugares públicos preferidos. A atmosfera é tomada por lazer, com jovens conversando e senhores jogando xadrez ou damas, o que torna as praças bem parecidas com os parques, só que em uma versão reduzida. Além do mais, sentar nos bancos brancos ou acinzentados e apreciar uma grande obra é um sentimento renovador.

PRIVADOS:

Cama: Se você é daqueles que consegue se manter acordado quando opta por ler nesse local, então com certeza a cama é um dos seus lugares preferidos para leitura. A versatilidade com que podemos nos mover para encontrar a posição mais confortável e a sensação de um lugar seguro com o qual já estamos familiarizados torna a cama um clichê, mas dos bons, para apreciar seu título favorito.

Banheiro: Apesar de parecer engraçado, a associação sobre revistas X no 2 fez com que o banheiro se tornasse um excelente local para leitura. É silencioso e não oferece muitos elementos para distração, a não ser que você tenha vizinhos que adoram deixar o som alto, enfim, uma opção de um dos locais mais privados para ler.

Sofá: O parque está para a praça, como o sofá está para a cama. A vantagem do sofá é também termos a possibilidade de procurar a posição mais confortável, só que com menos riscos de ler mais páginas e acabar dormindo. Isso sem contar que o sofá é um espaço que não tem hora para um bom livro, seja chegando tarde do trabalho, depois do almoço ou apenas para relaxar antes de começar o dia.

Carro: Em grandes metrópoles, o carro se tornou item obrigatório nessa lista. O motivo? Quando você se depara com 300 km de trânsito, com certeza não há programa de rádio que seja suficiente para vencer o tédio de olhar a escuridão do lado de fora e se manter a 0 km/h. Não obstante, você também não pode cochilar dentro do carro, então é sempre uma alternativa para trânsitos infinitos ou viagens longas para os que não se sentem enjoados com o movimento do veículo.

Special Spot: Um coringa para essa lista, o special spot (ou lugar especial) faz parte somente da seção de locais privados porque todos nós temos o nosso canto íntimo para leitura que pode ter sido esquecido. Pode ser o prazer de uma escrivaninha, quando se precisa de uma leitura que requer mais atenção, ou aquele quartinho que você dedicou para ser sua biblioteca pessoal, enfim, os special spots são aqueles não citados que você pode deixar no comentário ou que esteve pensando com carinho enquanto lia essa matéria.

Lista politicamente incorreta

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Lançamento da LeYa assume 1º lugar em não ficção

Cassia Carrenho, no PublishNews

Ficar em 1º lugar é sempre bom, mas alcançar esse lugar na semana de estreia é melhor ainda. Quase “politicamente incorreto” com os outros. O livro Guia politicamente incorreto da história do mundo (LeYa) alcançou o topo da lista de não ficção, com 2.019 exemplares vendidos, e entrou na lista geral, em 10º lugar. O livro é mais uma obra do autor Leonardo Narloch, que também tem outro livro na lista, Guia politicamente incorreto da história do Brasil.

A briga entre Inferno (Arqueiro) e o Kairós (Principium) continua apertada, mas Dan Brown continua levando vantagem, vendendo 9.366 exemplares na última semana.

Já no ranking das editoras, a Sextante voltou a assumir sua primeira posição de forma enfática, com 17 livros, 5 a mais que a 2ª colocada, Intrínseca, com 12. Record e Vergara&Riba dividiram o 3º lugar, cada uma com 8. Mas briga boa mesmo foi a pelo 6º lugar, com 6 editoras empatadas com 4 livros: Companhia das Letras, Ediouro, Globo, LeYa, Novo Conceito e Santillana.

Conheça dez cursos técnicos que estão entre os mais promissores

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Publicado em O Globo

O Sistema de Seleção Unificada para Cursos Técnicos (Sisutec), previsto para ser lançado em agosto, deve facilitar o acesso às escolas que oferecem oportunidades na área

Para quem tem interesse em fazer um curso técnico, este ano reserva uma boa novidade: o lançamento do Sistema de Seleção Unificada para Cursos Técnicos (Sisutec), previsto para agosto, deve facilitar o acesso às escolas que oferecem oportunidades na área. Além disso, a presidente Dilma Rousseff está disposta a investir na modalidade de ensino. Recentemente, ela disse que a expectativa é ter 208 novas escolas federais de educação profissional e tecnológica em funcionamento, até o fim de 2014. Então, que tal conhecer alguns dos cursos mais valorizados, na opinião de especialistas?

1 – Técnico em Meio Ambiente
Esta formação tem muitas oportunidades nas áreas de construção e indústria, além de óleo e gás. De acordo com o gerente executivo da empresa de recrutamento especializada em profissionais técnicos Page Personnel, Luis Fernando Martins, este técnico vai adequar uma obra ou uma área de produção ao meio ambiente.”Está em alta porque tem sido ampliada a produção em áreas virgens, em função da ocupação urbana.” O salário médio inicial está em torno de R$ 3,5 mil.

Mario Franca

Mario Franca

2 – Técnico em Redes de Computadores
Segundo Luis Fernando, as empresas precisam, cada vez mais, ampliar o setor dedicado a esta área e, portanto, contratar mais pessoas para a manutenção de rede. “Não só para segurança da informação, mas para que a rede funcione de forma estável, evitando prejuízos”, justifica. O salário inicial para esses profissionais gira em torno de R$ 3 mil.

Ailton de Freitas

Ailton de Freitas

3 – Desenvolvedor Mobile
Quem busca a área tem a missão de desenvolver novas plataformas de comunicação para empresas e organizações. “As áreas de TI e telecomunicações estão recebendo muitos investimentos a cargo da chegada da internet 4G e do aumento do poder de compra da população. As empresas precisam de pessoas que estejam aptas a atender às demandas desse público, que, cada vez mais, se comunica e compra por meio de smartphones e tablets”, explica Luis Fernando. O salário pode chegar a R$ 5 mil.

Eduardo Naddar

Eduardo Naddar

4 – Técnico em Comércio Exterior
Em uma economia globalizada, o espaço para esse profissional é grande. “Quem for trabalhar na área, vai estar muito ligado à negociação de insumos e ao mercado externo, com foco em diminuir o preço final do produto ou da prestação de serviços”, diz Luis Fernando. Como ele pontua, este é o tipo de profissional que estará sempre em alta. Afinal, nenhuma empresa quer ter gastos considerados desnecessários. O salário inicial pode chegar a R$ 3,5 mil.

Fabio Rossi

Fabio Rossi

5 – Técnico em Geoprocessamento
Esta profissão tem um mercado quente nas áreas de óleo e de gás, que estão cheias de oportunidades no Brasil. Os técnicos atuam na análise de todo o terreno onde a empresa está instalada. “Em tempos de pré-sal, estes profissionais estão bastante valorizados”, avalia Luis Fernando. O salário médio inicial é de R$ 4 mil.

Ramona Ordonez / Agência O Globo

Ramona Ordonez / Agência O Globo

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