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Posts tagged Bolo

Noivos fazem casamento e festa inspirados no filme Harry Potter

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Publicado no Meio Norte

Atualmente não é mais novidade para ninguém os casamentos temáticos que acontecem no mundo inteiro. Com uma rápida pesquisa é possível encontrar festas no modelo rock, circo, entre outros. Mas um casal britânico resolveu inovar e promover uma festa de casamento até então nunca vista.

Cassie e Lewis Byrom surpreenderam ao transformarem um hotel antigo em um castelo de Hogwarts. A noiva declarou que os dois sempre foram fãs dos livros e filmes da saga Harry Potter e quando Lewis fez o pedido resolveu escolher o beco diagonal da Universal Studios, na Flórida.

“Com um pedido desses fez sentido organizar um casamento inspirado no nosso universo e tirar dos filmes uma inspiração”, contou.

O casal levou um ano para preparar todos os detalhes do casamento que foi pensado nos mínimos detalhes para receber 130 convidados. Mas os detalhes vieram de antes da festa, como por exemplo, as pessoas receberam em casa uma varinha do bruxo como convite.

No lugar do buquê de flores, a noiva usou um feito com as páginas dos livros e, as alianças, que continham a inscrição “Always” (a resposta que o Professor Snape deu para Dumbledore quando ele pergunta se o docente ainda amava Lílian Potter), foram guardadas dentro de um exemplar de Harry Potter e o Enigma do Príncipe. Já no topo do bolo, ao invés do tradicional casal, as figuras de Lord Voldemort e Bellatrix Lestrange feitos de Lego.

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Leitura e conhecimento

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Luiz Carlos Amorim, na Gazeta de São João Del Rei

Ensinar Literatura nas escolas no Ensino Fundamental implica levar o aluno a ter prazer em ler – não significa obrigá-lo a ler. Se ali não conseguirmos incutir-lhes o gosto pela leitura, o problema será muito maior quando estiverem no Ensino Médio: lerão, quando muito – e por obrigação – apenas resumos e orelhas dos livros.

A Literatura é o registro da realidade, de costumes, espaço e tempo de um povo, ainda que visto por ângulos diferentes. E aí reside a sua riqueza. Ela sempre estará associada a alguma realidade: são realidades verdadeiras, possíveis ou apenas imagináveis, dependendo do que o leitor conseguir recriar.

Isso porque sabemos que a obra literária existe enquanto lida, enquanto está sendo recriada pelo leitor. E cada leitor pode recriá-la com nuances diferentes, pessoais. Essa é a característica mais marcante da literatura ficcional. A emoção do autor, ao produzir seu texto, não será, necessariamente, a mesma do leitor ao recriá-la.

Então a leitura nos provoca emoções, nos dá referência, faz-nos refletir, pode mudar nossa maneira de pensar e até de agir. Ela é viagem pelo desconhecido, é aquisição de conhecimento, é aprendizado e exercício de criatividade, é experiência adquirida. Isso é Literatura e é isso que os nossos leitores em formação precisam buscar nas páginas de um livro. Ou de vários. O ensino da Literatura dividindo-a em “escolas”, acaba fazendo-a parecer, para o estudante, uma coisa velha, ultrapassada, sem utilidade imediata. Faz a produção literária parecer algo feito a partir de receitas, como se fosse um bolo, sem originalidade, sem criatividade.

Literatura é arte, por isso não pode ser tratada como uma disciplina estanque. Precisa ser explorada como algo dinâmico e estimulante, que alarga os horizontes de quem lê, algo que vai acrescentar subsídios para o crescimento do leitor.

Amigas lançam livro e aplicativo com realidade aumentada para crianças a partir de 8 meses

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Com a tecnologia, criança pode interagir com os personagens

Publicado por Estadão

Érica e Marina são amigas há mais de 20 anos e lançaram projeto juntas (Divulgação)

Érica e Marina são amigas há mais de 20 anos e lançaram projeto juntas (Divulgação)

A dificuldade de encontrar ferramentas para educar e entreter sua filha motivou a educadora física Érica Quiroga a empreender. Com a ajuda da sua amiga, a administradora Marina Ghetler, elas foram em busca de alternativas aos DVD´s e livros infantis. A solução encontrada pela empresa Nana Pocket foi aliar a tecnologia de um aplicativo com a tradição de um livro.

O primeiro produto foi um aplicativo chamado Bebê Céu, para entreter crianças a partir de seis meses de idade com imagens e música e estimular a familiarização com as palavras. “A princípio o aplicativo era apenas para entreter o bebê, mas ele também tem seu lado educacional”, destaca Marina. O próximo passo é acrescentar novas palavras ao aplicativo.

O segundo projeto envolve um livro-brinquedo, que conta a história do cachorrinho Cacau e seus cinco amigos, o siri Tom, o pinguim Felipe, o sapo João, a borboleta Ana e a arara Rosinha. A empresa investiu R$ 1,5 milhão em tecnologia, embalagem, livro, arte e música para concretizar o projeto voltado para bebês a partir de 8 meses.

Quem baixar o aplicativo gratuito na Apple Store ou Google Play consegue tirar fotos com os personagens, ouvir músicas e acessar uma ferramenta para “soprar uma vela do bolo de aniversário”. Como o aplicativo Nana Pocket 3D funciona com a tecnologia de realidade aumentada, ao posicionar o celular na frente do site da empresa é acionada uma animação com os personagens. A brincadeira fica ainda mais completa com o livro – as imagens nas páginas ativam mais sete interações, como animações e coreografias.

A criança pode tocar na tela do celular para ativar os movimentos dos personagens, que podem jogar beijos e soltar flores, por exemplo. O aplicativo também permite a visualização dos personagens em um cenário real captado pela lente da câmera. O kit é composto por um livro grande, com os cenários e os personagens.

As amigas também pensaram em uma versão menor, do tamanho de um celular, para as mamães levaram na bolsa. “Pensamos na versão menor para que o livro não seja mais uma coisa para levar na bolsa”, conta Marina. O primeiro livro “O Cacau vai fazer aniversário” foi lançado nas versões português, inglês e espanhol. O plano da Nana Pocket é lançar sete livros.

Oficialmente, o produto foi lançado durante o GSMA Mobile World Congress, em fevereiro, em Barcelona. No Brasil, a dupla planeja ações em livrarias e lojas de brinquedos nos meses de abril e maio. Por enquanto, é possível comprar os livros apenas no site da empresa por R$ 62.

Planos. A expectativa da Nana Pocket é alcançar um faturamento anual de R$ 5 milhões em 2015 com a venda de livros e licenciamento de produtos, desde artigos de vestuário, calçados a brinquedos e material escolar. Outra alternativa é explorar a publicidade no aplicativo e recursos de interatividade. Só no primeiro mês, a empresa registrou 6 mil downloads do aplicativo. Com o lançamento nacional, as sócias esperam registrar uma média mensal de 4 mil downloads.

Mauricio de Sousa e filha anunciam comemoração de 50 anos da Mônica

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Rodrigo Ortega, no Pop & Arte

Revista, livro e bonecos ‘retrô’ de Mônica e Sansão saem em 2013.
Personagem inspirada na filha surgiu em 1963 em tira do Cebolinha; veja.

Maurício de Sousa, sua filha Mônica e atriz vestida como a personagem cortam bolo de aniversário em entrevista em SP (Foto: G1)

Maurício de Sousa, sua filha Mônica e atriz
vestida como a personagem cortam bolo de
aniversário em entrevista em SP (Foto: G1)

Mauricio de Sousa e sua filha, Mônica, participaram nesta terça-feira (26), em São Paulo, de uma entrevista coletiva para anunciar uma série de eventos e produtos comemorativos dos 50 anos da Mônica. A personagem surgiu em 3 de março de 1963, em uma tira do Cebolinha (veja abaixo imagem da tirinha), antes de tornar a figura principal da série de quadrinhos.

Publicações especiais, exposições, espetáculos e novos produtos como versões “retrô” de bonecos da Mônica e do seu coelhinho, Sansão, saem em 2013.

Primeira aparição da personagem Mônica, em tira do Cebolinha de 3 de março de 1963 (Foto: Divulgação / Mauricio de Sousa Produções)

Primeira aparição da personagem Mônica, em tira do Cebolinha de 3 de março de 1963 (Foto: Divulgação / Mauricio de Sousa Produções)

“Vamos depender também bastante do público [na comemoração]. O pessoal das redes sociais pode sugerir novas ideias e novas comemorações”, disse Mauricio de Sousa, criador dos quadrinhos, durante a entrevista coletiva.

Mônica, inspiradora da personagem, que hoje trabalha na Mauricio de Sousa Produções, falou sobre a sua relação com a figura dos quadrinhos. “Quando entrei na escola, meu pai chegava e pediam para desenhar, principalmente a Mônica, e eu percebi a importância da personagem. Na pré-adolescência eu não gostava de ser a Mônica. Eu queria ser bonitinha, mas era baixinha, gordinha, dentuça. Depois eu assumi a personagem e amo ter sido a inspiradora dela.”

Foto de Mônica, filha de Mauricio de Sousa, quando criança, e os primeiros esboços da personagem (Foto: Divulgação / Mauricio de Sousa Produções)

Foto de Mônica, filha de Mauricio de Sousa, quando criança, e os primeiros esboços da personagem (Foto: Divulgação / Mauricio de Sousa Produções)

Uma revista especial de aniversário está prevista para chegar às bancas no dia 1º de março. Um livro com todas as capas da Mônica também será lançado em 2013.

Um espetáculo teatral de 1978, “Mônica e Cebolinha no mundo de Romeu e Julieta”, será remontado e lançado em abril no Teatro Geo, em São Paulo. As roupas da peça são assinadas pelo estilista Fause Haten.

Também serão comemorados os 50 anos do Sansão, coelho de pelúcia da personagem Mônica. Artistas foram convidados para recriar a imagem de Sansão, com imagens em exposição no Memorial da América Latina, em São Paulo. A exposição já está aberta e fica em cartaz até o final de abril. Será lançado um Sansão de pelúcia amarelo – cor original do coelhinho nos primeiros quadrinhos coloridos.

Boneco de pelúcia do Sansão, o coelhinho da Mônica, em versão amarela, como era desenhado nos primeiros quadrinhos, será lançada em edição especial em 2013. Ao lado, a versão azul do coelho, das histórias atuais (Foto: Divulgação / Mauricio de Sousa Produções)

Boneco de pelúcia do Sansão, o coelhinho da Mônica, em versão amarela, como era desenhado nos primeiros quadrinhos, será lançada em edição especial em 2013. Ao lado, a versão azul do coelho, das histórias atuais (Foto: Divulgação / Mauricio de Sousa Produções)

Uma grande exposição interativa, com originais das histórias, que vai contar toda a história da personagem, também será realizada até o fim do ano, em um grande museu de São Paulo, segundo a empresa, que ainda não revelou as datas e o local.

Selos postais da Mônica serão lançados em parceria com os Correios, além de outros produtos especiais, como a boneca “retrô” inspirada nos primeiros desenhos, e aplicativos para redes sociais.

Boneca da Mônica 'retrô', um dos produtos comemorativos de 50 anos da personagens a ser lançado em 2013 (Foto: Divulgação / Mauricio de Sousa Produções)

Boneca da Mônica ‘retrô’, um dos produtos comemorativos de 50 anos da personagens a ser lançado em 2013 (Foto: Divulgação / Mauricio de Sousa Produções)

Na TV, será realizado o “mês da Mônica” no canal Cartoon Network, em março, com programa especial e pílulas de conteúdo comemorativo. Também será lançamento do deesenho Turma da Mônica Toy, com personagens repaginados e sem diálogos.

E bom senso, tem?

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Hillé Puonto, no Manual Prático de Bons Modos em Livrarias

porque eles querem tudo, menos livros.

das coisas absurdas [criada com a ajuda da comunidade hippie] que já pediram para nós, livreiros:

– aparelho nasal;
– crédito para celular;
– telesena;
– remédio para dor de cabeça;
– preservativos;
– sabonetes;
– cadeado;
– ficha de orelhão (2008);
– espada;
– telescópio;
– palitinhos de sorvete;
– aparelho celular;
– forma de bolo;
– cinta do dr.ray (HAHAHA);
– pilha;
– tesoura;
– guardanapo para bordar;
– camiseta de time de futebol, feminina, tamanho m;
– aspirador de pó;
– capa para proteger computador da poeira;
– aparelho de som para carro;
– gelo seco;
– álcool em gel;
– pipoca de microondas;
– tomada;
– pincel e creme de barbear;
– escova e pasta de dente;
– caixa de ferramentas;
– pen drive com músicas baixadas;
– amor

“já me perguntaram se vendia ferramentas. sério, dessas que papai usa para consertar encanamento em casa, na base da marginalidade e falta de conhecimento mesmo. e daí que o cidadão perguntou: ‘aqui não é o lojão vende tudo?’, e eu, pasma: ‘não, moço, aqui é uma livraria…” – nina vieira

“também já me pediram papel de parede para computador. isso mesmo, aquele que fica na tela do computador” – rafael guedes de lima

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