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Para ler ou levar? Designer russa cria bolsas impressionantes que parecem livros

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Foto: reprodução / Facebook.

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A linguista russa Tatiana Kononova criou a marca Mrs.Chaplin e produz bolsas personalizadas inspiradas em capas de livros famosos

Publicado na Gazeta do Povo

Agora seus livros preferidos podem se tornar um acessório muito útil. Não funciona literalmente assim, mas a linguista russa Tatiana Kononova cria bolsas de mão que reproduzem capas de livros famosos.

Foto: reprodução / Facebook.

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A ideia surgiu em 2014 após Tatiana ver as bolsas feitas por Olympia Le Tan em uma revista de moda. Como não tinha dinheiro suficiente para comprá-las, decidiu fazer as suas próprias. “Para alguém com absolutamente nenhuma experiência em bordado isso parece uma ideia totalmente louca, mas eu era teimosa”, relembra em entrevista ao Viver Bem. Após a primeira, a linguista não parou mais, e decidiu que essa seria sua fonte de renda. Assim nasceu a marca Mrs.Chaplin.

Foto: reprodução / Facebook.

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Todas as clutches são bordadas à mão com fio de seda e feltro de lã. Tatiana conversa com os clientes durante todo o processo para ter certeza que todos os detalhes estarão como eles querem. A linguista produz apenas duas bolsas por mês e já vendeu cerca de 60 unidades até agora. “Eu poderia ter vendido mais, mas sou perfeccionista e, honestamente, prefiro qualidade à quantidade”, completa.

Foto: reprodução / Facebook.

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As bolsas já conquistaram muita gente — entre elas, uma noiva que usou uma das peças de Tatiana em seu casamento. Para a linguista, nesses casos a responsabilidade é ainda maior. “Eu sinto que estou fazendo parte do dia mais memorável na vida de uma pessoa que era completamente estranha apenas alguns meses antes”.

Foto: reprodução / Facebook.

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A inspiração foram as bolsas da Olympia Le Tan, mas Tatiana tenta incluir detalhes únicos em suas peças. “Tento fazer as minhas bolsas especiais, não só incluindo detalhes agradáveis, como um quadro de couro genuíno ou bordados, mas também trabalhando em uma estreita colaboração com meus clientes e tornando-as muito pessoais“, complementa.

As bolsas custam entre R$ 1.040,65 e 1.918,70 e estão à venda através do Etsy. A marca entrega no Brasil.

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Estudante descobre sozinha desvio de bolsas dentro de universidade

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(FOTO: WIKIPEDIA/MORIO)

(FOTO: WIKIPEDIA/MORIO)

 

Júlio Viana, na Galileu

Uma estudante de jornalismo da Universidade Federal do Paraná (UFPR) descobriu sozinha um sistema que desviava dinheiro destinado a bolsas universitárias. Débora Sögur Hous, de 25 anos, iniciou sua pesquisa no final de 2014, utilizando os dados disponibilizados no portal de transparência da universidade, e passou, em janeiro, as informações coletadas para o jornal Gazeta do Povo, de Curitiba.

A operação, batizada de Research (“pesquisa” em inglês), foi deflagrada pela Polícia Federal (PF) no dia 15 de fevereiro e já prendeu 27 pessoas suspeitas de participarem do esquema que, segundo a PF, o TCU e a Controladoria-Geral da União chegou a desviar quase 7,3 milhões de reais em recursos para bolsas.

Os desvios teriam ocorrido entre os anos de 2013 e 2016. A polícia e o TCU chegaram a classificar como grosseiras as ilegalidades ocorridas na receita da universidade. A UFPR afirma, porém, que já havia inciado as apurações assim que o TCU encaminhou as denúncias para a instituição, em outubro.

Esquema revelado
Débora passou pelo menos dois anos entrando no site da UFPR, tentando entender os números ali apresentados. Tudo começou quando ela fazia parte do centro acadêmico da faculdade. A estudante entrou no sistema pela primeira vez, no fim de 2014, em busca de informações sobre a remuneração de um professor que não estava dando aulas. Interessada, ela começou a explorar o sistema e acabou parando na aba de discriminação de bolsas-auxílio, para monitorar o próprio recebimento de benefício.

Ela explica que demorou um pouco para entender como o esquema de pagamentos era feito. Mas conseguiu compreender, baseando-se na própria experiência, que os depósitos eram sempre feitos ao mesmo tempo. Ou seja, uma bolsa-auxílio para estudantes de 400 reais, por exemplo, era sempre dada para mil a duas mil pessoas de uma só vez.

Débora notou, porém, que alguns benefícios de valor anormal eram pagos apenas para algumas pessoas em particular. Alguns chegavam ao valor de 14 a 17 mil reais por mês, sendo que a maioria das bolsas para estudantes ou pesquisadores chegava no máximo a dois mil reais. Foi quando ela ficou curiosa e iniciou as investigações.

“A princípio, eu não encarava aquilo como irregularidade. Eu imaginava que era algo do serviço público, algum tipo de erro”, explica Débora à GALILEU. Ela começou então a verificar os nomes das pessoas que recebiam os benefícios. Alguns realmente possuíam pesquisas, mas outros nada tinham a ver com a UFPR.

Débora então foi atrás dessas pessoas, buscando-as no Google e no Facebook. Foi nessas pesquisas que começou a comprovar cada vez mais que algo estava errado. Alguns dos investigados não viviam no Paraná, outros não tinham ensino superior. O mais curioso porém era a ligação que alguns deles pareciam ter. “Fui olhando e percebendo algumas conexões familiares ou de amizade. Pessoas que eram amigas uma das outras, comentavam nas fotos e tudo o mais”, conta ela.

Para se certificar de que os nomes constados não eram simples erros do portal, mas recebiam, sim, os benefícios da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), Débora solicitou à universidade uma relação dos nomes dos bolsistas entre 2011 e 2015. A UFPR negou o pedido, afirmando que a informação era de cunho privado.

A estudante então fez um recurso no portal e-SIC, o Sistema Eletônico do Serviço de Informação ao Cidadão, onde qualquer pessoa pode solicitar dados sobre o poder público. O pedido foi encaminhado à CAPES, que aceitou a requisição. “Eles consideraram a informação como pública e me passaram a relação de todos os bolsistas. Eu bati com o portal e eram os mesmos nomes. Isso me confirmou que não eram pesquisadores recebendo o auxílio”, explica Débora.

Então, a estudante de jornalismo tentou traçar como a verba podia ter chegado em tais pessoas. Foi quando ela chegou na Pró-Reitoria de Pós Graduação da universidade. Mais especificamente, na chefe da unidade de controle e execução orçamentária, Conceição Abadia de Abreu Mendonça, uma das indicadas pela operação. Ela notou que alguns dos nomes marcados como beneficiados pelas bolsas eram amigos dela no Facebook, alguns inclusive comentavam em suas fotos.

Só mais para frente, ela entenderia a relação real entre aquelas pessoas. Após chegar a 30 nomes suspeitos, Débora percebeu que não conseguiria tocar a investigação a fundo sem ajuda. Por isso, foi até a Gazeta do Povo. Lá, a redação fez um trabalho exaustivo de rechecagem, que apenas confirmou as informações obtidas por Débora.

Segundo o jornal, alguns dos beneficiados sabiam da origem do dinheiro. Outros, porém, diziam não fazer ideia do que estava acontecendo. A hipótese é de que a funcionária, além de repassar o dinheiro, também usava o sistema para pagar comerciantes e prestadores de serviço.

A operação porém, seria desfraldada um pouco antes da reportagem da Gazeta do Povo ser publicada. Segundo a universidade, o TCU já havia encaminhado as denúncias sobre as irregularidades em outubro, levando a instituição a ativar a polícia em dezembro. Segundo Débora, faltava pouco para o término das apurações quando a PF inciou a operação, no dia 15.

Débora afirma que os cursos que fez a ajudaram bastante a conseguir entender o processo de busca e organização de dados. Principalmente na questão de reivindicação de informação. “Mesmo com a Lei de Acesso à Informação, aprendi que aqui nada é realmente transparente a não ser que você peça. Aprendi, portanto, como abrir recursos e argumentar o porquê de algo não ser de informação privada” diz.

Segundo ela, a quantidade de dados públicos é imensa, mas não há pessoas o suficiente para verificá-los, o que leva a casos como esse. “O desvio pode ser óbvio mas na verdade não é. Neste exato meomento existem milhares de dados e números em milhares de bancos de orgãos publicos. Está tudo lá, o problema é quem vai olha-los e tirar algo deles”, coclui Débora.

(com supervisão de Nathan Fernandes)

Empresa cria bolsas inspiradas nos livros favoritos dos clientes

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 Empresa cria bolsas inspiradas no seu livro favorito - Os apaixonados pela leitura e as pessoas que ficaram marcadas por um livro certamente vão gostar desta ideia © Krukrustudio


Empresa cria bolsas inspiradas no seu livro favorito – Os apaixonados pela leitura e as pessoas que ficaram marcadas por um livro certamente vão gostar desta ideia © Krukrustudio

 

Os apaixonados pela leitura e as pessoas que ficaram marcadas por um livro certamente vão gostar desta ideia

Publicado no Noticias ao Minuto

Os autores desta ideia das bolsas em forma – e capa – de livros são Max e Lyuba, do Krukrustudio, com base em Moscou, na Rússia.

Na plataforma Bored Panda, os criadores contam que começaram a fazer as bolsas em forma de livro há cerca de três anos, à medida que os clientes faziam pedidos. Mas estas bolsas nunca foram tão populares como outros modelos que fazem, em forma de animais e objetos do dia a dia, por exemplo.

Mas tudo mudou quando fizeram uma bolsa inspirada no livro ‘Orgulho e Preconceito’, de Jane Austen. “Em poucos meses tínhamos mais de 50 novas bolsas de livros na nossa coleção, porque estávamos abertos às encomendas dos livros favoritos das pessoas”, revelam os criadores.

Veja na galeria de imagens abaixo alguns dos modelos mais populares. Algum deles é o seu favorito?

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(mais…)

Ciência sem Fronteiras muda e deixa de fora estudantes da graduação

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Dilma Rousseff e alunos do Ciência sem Fronteiras no lançamento da 2ª etapa do programa, em 2014

Dilma Rousseff e alunos do Ciência sem Fronteiras no lançamento da 2ª etapa do programa, em 2014

 

Fernando Rodrigues, no UOL

O Ministério da Educação vai deixar de financiar intercâmbios de universitários da graduação em instituições estrangeiras e passará a oferecer bolsas para estudantes do ensino médio de escolas públicas aprenderem outro idioma fora do Brasil.

“A ideia é contemplar estudantes pobres e de escolas públicas, que tenham bom desempenho e que possam passar um período no exterior, sobretudo, para o aprendizado de um outro idioma”, disse ao Blog o ministro da Educação, Mendonça Filho.

As informações são da repórter do UOL Gabriela Caesar.

Deputado federal pelo Democratas de Pernambuco, Mendonça é o único representante de sua legenda na Esplanada.

Ao acabar com o Ciências sem Fronteiras para a graduação, o ministro acredita que ajudará a destinar verbas federais para uma parcela da população que realmente aproveitará de maneira mais eficaz a experiência de passar 1 ano no exterior.

Mendonça Filho contou que ouviu relatos sobre estudantes da graduação que se dedicavam pouco aos estudos e aproveitavam o tempo para somente viajar durante o intercâmbio.

Havia também o problema da não equivalência de disciplinas entre os cursos de outros países e os do Brasil. Isso tornava o ano acadêmico internacional muitas vezes inaproveitável para efeitos curriculares.

O ministro relata também ter ficado surpreso ao saber que os gastos com as bolsas da graduação no Ciência sem Fronteiras eram iguais aos do programa de alimentação escolar para os alunos da educação básica em escolas públicas de todo o Brasil. Cada despesa custava R$ 3,7 bilhões por ano (dados de 2015).

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Como se observa no quadro acima, o governo federal gastou R$ 105,7 mil por estudante do Ciência sem Fronteiras contra R$ 94,6 por aluno com merenda escolar. “Uma diferença assim me parece insustentável e não pode continuar”, disse Mendonça Filho.

Essa guinada do Ciência sem Fronteiras também está de acordo com a pretensão do presidente interino, Michel Temer, de tentar reforçar programas sociais para a população menos favorecida. Essa fórmula tem o objetivo de tentar descolar do Planalto a imagem de que o governo do peemedebista eliminará as políticas adotadas pelas administrações do PT.

Outro programa semelhante anunciado nesta semana é o Criança Feliz, vinculado ao Desenvolvimento Social e Agrário. Com custo anual de R$ 2 bilhões, 80 mil “visitadores” farão acompanhamento presencial a filhos de até 3 anos de beneficiários do Bolsa Família.

Antes, o governo Michel Temer já havia anunciado o reajuste médio de 12,5% no Bolsa Família —equivalente a R$ 295,1 milhões a mais para os favorecidos pelo programa.

NOVA GRADE DO ENSINO MÉDIO
O ministro da Educação afirmou também que pretende fazer mudanças no ensino médio já em 2017. O objetivo da reforma é dar ao estudante autonomia para eleger as matérias pelas quais tem mais interesse.

Mendonça Filho disse que a flexibilização da grade tende a diminuir a evasão escolar e a tornar o ensino médio mais técnico. Segundo o MEC, 15,7% dos jovens de 15 a 17 interromperam os estudos.

Essa mudança na grade depende da aprovação de uma lei ordinária pelo Congresso. O assunto já foi tratado por Mendonça Filho com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que estaria a favor da flexibilização.

Para o ministro, o assunto não enfrentará resistência no Legislativo.

CUSTOS DO ENEM
O Exame Nacional do Ensino Médio não terá alterações durante a gestão de Mendonça Filho embora o ministro enxergue alguns problemas na prova.

O Enem de 2017 deve ser o único que ficará sob seu comando. Em 2018, ele deve disputar algum cargo eletivo e pode ter de se desincompatibilizar da função.

Indagado sobre o que gostaria de ver aperfeiçoado no Enem, Mendonça é cauteloso. Cita o custo total aproximado desse exame anual que serve para selecionar interessados em ingressar na maioria das universidades brasileiras.

“O Enem custa aproximadamente R$ 600 milhões. Seria bom se pudéssemos ter mais de 1 Enem por ano, mas seria necessário tentar reduzir esse custo. E é importante dizer que, desse valor total, o gasto com a correção da prova de redação consome perto de R$ 200 milhões”, disse.

Mendonça acha que seria necessário amadurecer um debate sobre a conveniência de ter ou não a prova de redação. Mas reconhece que haverá sempre muitas resistências a respeito. Prefere deixar isso para um momento no futuro –e talvez não seja possível concluir tal mudança na sua gestão.

MEC vai financiar pesquisas de história de personagens e de conflitos no Brasil

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Edital sobre biografias será voltado a pesquisas sobre pessoas ou grupos que tenham influenciado a história do Brasil republicano, a partir de 1889

Mariana Tokarnia, no Administradores

biografia-getulio-vargas-1383315549589_400x500A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) vai lançar dois editais para incentivar a pesquisa histórica: um sobre biografias de personagens e outro sobre conflitos históricos. O lançamento está previsto para quinta-feira (16), segundo a autarquia. Os editais serão para pesquisadores de pós-graduações recomendadas pela Capes e os projetos começarão a ser financiados no ano que vem.

O edital sobre biografias será voltado a pesquisas sobre pessoas ou grupos que tenham influenciado a história do Brasil republicano, a partir de 1889. Esse edital é voltado para todas as áreas do conhecimento, tanto para pesquisadores individuais quanto para grupos de pesquisa.

O edital sobre conflitos históricos vai incentivar a produção de livros que enfoquem revoltas, rebeliões populares, lutas armadas, manifestações populares, entre outros conflitos, também a partir de 1889. O edital será para grupos de pesquisa das áreas de ciências humanas e sociais, como antropologia, artes, ciências políticas, ciências sociais aplicadas, educação, história, literatura e linguística e sociologia. Os grupos deverão envolver mais de uma instituição de diferentes regiões brasileiras.

Os projetos selecionados pelos dois editais poderão financiar, com recursos da Capes, bolsas de iniciação científica e mestrado no valor de R$ 1,5 mil, e de pós-doutorado, com R$ 4,1 mil mensais, além de passagens aéreas e diárias para missões de pesquisa no Brasil e despesas com material bibliográfico, entre outras.

Os editais serão lançados em um contexto de ajuste fiscal. Pelo Facebook, o ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, esclareceu que os desembolsos com os editais serão feitos a partir do primeiro semestre de 2016.

Este ano, somente a educação teve corte de R$ 9,4 bilhões, e a Capes foi uma das instituições atingidas pelo contingenciamento. Em nota publicada no final da semana passada, a Capes diz que o repasse para os programas de pós-graduação será de 90% do previsto para 2015, o que totaliza R$ 1,65 bilhão.

Também pelo Facebook, Janine disse que apesar do corte, o número de bolsas será mantido. Segundo ele, “os programas continuarão a poder atender novos alunos e a dar-lhes bolsas. Onde está ocorrendo redução é no custeio, e é bom lembrar que toda universidade tem seu orçamento próprio, de modo que a Capes não é a fonte única para seu custeio”.

Janine ressalta ainda que “se a situação não é ideal, nem por isso se justifica pânico ou alarme”.

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