Contando e Cantando (Volume 2)

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Bom humor faz bem na hora dos estudos

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Publicado no Universia Brasil

Dicas para encarar toda a bateria de conteúdos para o vestibular ou faculdade com um sorriso no rosto – vai fazer bem para você!

Correria do dia a dia, problemas familiares e cobranças excessivas no trabalho: receita infalível para deixar qualquer um com a cara fechada. Mas essa não é bem a fórmula ideal quando o assunto é se debruçar sobre os livros. Especialistas apontam que o bom humor faz bem na hora dos estudos.

Não é necessário virar um comediante de stand-up comedy da noite para o dia. Algo mais simples, como fazer relações divertidas com as disciplinas já é um grande passo para deixar a atividade mais leve e produtiva. Conheça dicas para encarar toda a bateria de conteúdos para o vestibular ou faculdade com um sorriso no rosto.

Crie paródias para memorizar o conteúdo

A criatividade sempre é uma grande aliada no desenvolvimento das atividades diárias. Por que não usá-la também para os estudos? Especialistas apontam que transformar o conteúdo estudado em música ajuda a gravá-lo com mais facilidade na memória. Basta pegar uma canção de seu agrado e fazer uma paródia, substituindo a letra original pelo texto da matéria estudada, por exemplo.

Sorria mais para vencer o estresse

As emoções refletem no seu desempenho. Por isso, dar risadas com mais frequência é uma arma poderosa para vencer o estresse e alcançar a saúde mental. O resultado positivo vem com a produtividade dos estudos, que aumenta consideravelmente.

Você não é uma máquina: cuidado com o estresse na faculdade

Seja mais organizado

Uma coisa influencia a outra. Se você derrota o nervosismo, a produção dos estudos ganha mais eficácia e é possível se organizar melhor. Valorizar, de fato, o tempo dedicado ao aprendizado.

Com isso, as horas diante do livro são melhores aproveitadas e você percebe que consegue aprender o mesmo conteúdo gastando metade do tempo que gastava antes de adotar a filosofia do bom humor.

Desenvolva prazer em estudar

Para muitos, ficar horas com os olhos voltados para os cadernos é uma verdadeira tortura. Profissionais da área de educação observam que boa parte dos alunos não sabe como estudar por conta própria e isso se torna motivo de aborrecimento.

Ao contrário do que se prega por aí, o estudo não é apenas uma atividade de memória e repetição. Na maioria dos conteúdos é preciso adotar uma postura mais crítica diante da temática abordada.

Diante desse cenário, o bom humor torna-se trunfo para se destacar nas avaliações e, por que não, na carreira profissional.

Bom exemplo em ensino, Finlândia investe em “igualdade” entre alunos

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Na sala acima, as crianças estão sendo alfabetizadas em finlandês. Os alunos sentam em grupos e fazem jogos com as letras para formar palavras. As aulas são intercaladas com períodos de 15 minutos de descanso

Na sala acima, as crianças estão sendo alfabetizadas em finlandês. Os alunos sentam em grupos e fazem jogos com as letras para formar palavras. As aulas são intercaladas com períodos de 15 minutos de descanso / Foto: Guilherme Tagiaroli

Guilherme Tagiaroli, no UOL

Desde a instituição do Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Alunos) em 2000, a Finlândia tem sempre apresentado desempenho que coloca o país do Norte da Europa no top 10 do ranking. Apesar do status, o país, que conta predominantemente com escolas públicas, tem como “segredo” a política de “igualar o nível dos alunos”.

“Nossos alunos não são os que sempre atingem as maiores notas. O esforço é fazer com que todo mundo alcance um determinado nível, o que faz nossos resultados médios serem muitos bons”, explicou Outi Pihlman, professora de inglês, que acompanhou a visita do UOL à escola de ensino básico Suutarila em Helsinque. A instituição recebe crianças de 7 a 13 anos.

Um exemplo desse “nivelamento” praticado nas escolas é o tipo de avaliação feita com alunos do primário. O ano letivo começa em agosto no país. Se até o Natal uma criança não consegue ler em finlandês, ainda que devagar, o professor começa a ter suspeitas de que o aluno possa ter algum problema.

As escolas finlandesas não separam as salas pelas notas dos alunos — uma abordagem chamada, em inglês de “selective schools” (escolas que selecionam, numa tradução livre). A estratégia delas é misturar alunos de diversos níveis (“comprehensive schools”, escolas abrangentes em tradução livre), tirando proveito da diversidade da sala.

Outra estratégia é ter um conjunto de conteúdos básicos a serem aprendidos em cada nível. Para se ter ideia, no Brasil não existe um currículo nacional com os conteúdos de cada ano ou uma expectativa mínima do que deve ser alcançado a cada ano.

Lá na Finlândia também existe prova e nota para passar de ano, mas a principal preocupação das autoridades é que as crianças tenham, em média, o mesmo conhecimento. De tempos em tempos, o governo faz exames nacionais com os alunos do último ano para medir o ensino. Os dados são enviados para os órgãos responsáveis, mas nunca são divulgados na mídia — aqui no Brasil, há divulgação do Ideb e do Enem por escola.

Cada escola recebe acesso a resultados gerais (como ela está comparada com a média, por exemplo) e em qual área é necessário melhorar.

Infraestrutura e desafio da imigração
Para atingir esses níveis de educação, as escolas contam com suporte de infraestrutura e efetivo especializado. Além dos professores regulares (todos com formação universitária), as instituições recebem visitas de um psicólogo (três vezes por semana) e de um assistente social (uma vez por semana). O primeiro ajuda a diagnosticar possíveis problemas de dislexia, enquanto o segundo tem como função auxiliar o aluno em sua relação com a família (por exemplo, lidar com divórcio dos pais) ou, no caso de imigrantes, na adaptação à vida escolar do país.

Há ainda uma enfermeira em cada escola que cuida da vacinação dos alunos e eventuais problemas, como machucados ou dores de barriga durante aulas de matemática.

“Se uma criança não está indo bem, é dever da escola fornecer aulas extras. Em outros países, os pais devem pagar professores. Mas aqui, a escola tem a função de prover todas as necessidades das crianças”, afirmou Outi.

Além de aulas adicionais, ainda é oferecido fora de horário de aula na escola: treinamento para quem tem distúrbios de fala, classes específicas para pessoas com necessidades especiais e o “clube da lição de casa” – uma oportunidade para incentivar quem não tem motivação em casa o suficiente para fazer o dever.

Outras características que contribui para o sistema educacional do país é a “homogeneidade” das crianças que frequentam a escola no país.

A maioria dos alunos da Finlândia é branca, de classe média e luterana. “É difícil ver um grupo com essas características. Naturalmente, isso ajuda, mas essa situação tem mudado com o aumento da imigração”, observou Outi.

O país, diferente de outros mais ao sul da Europa, não teve grandes fluxos migratórios. É um fenômeno recente que, por enquanto, está concentrado na capital. “Até 2025, espera-se que 25% dos alunos em Helsinque sejam imigrantes”, informou Kari Töyrylä, diretor da escola Suutarila.

Concurso Cultural Literário (28)

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Deus esta aqui_ggLER UM TRECHO

Que momento sublime foi aquele em que o próprio Deus se faz carne na pessoa de Jesus de Nazaré!

O Criador tornou-se visível e pôde ser ouvido e tocado. Deus entrou em nosso mundo, e, por essa razão, somos capazes de entrar no mundo dele.

O cristianismo, em sua forma mais pura, nada mais é que ver Jesus. E o serviço cristão nada mais é que imitá-lo. Ver sua majestade e fazer o que ele fez: essa é a essência da nossa fé.

O escritor e pastor Max Lucado discorre nesta obra fascinante sobre a importância da encarnação de Cristo. Um fenômeno extraordinário, que nos permitiu ser como ele foi, agir como ele agiu, falar com ele falou, ouvir como ele ouviu e amar como ele amou. E prepare-se, pois os que o veem hoje nunca mais serão os mesmos!

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LER UM TRECHO

Sabia que Deus está muito interessado em ouvir o que você tem a dizer? Ganhar essa consciência é um enorme incentivo para conversar mais com seu Pai celestial e compartilhar todos os momentos de sua vida com ele.

Que tal começar com um bom dia? Max Lucado convida você a usar este livro para enriquecer sua prática diária de oração desde os primeiros minutos da manhã. Comece o seu dia com um diálogo sincero e transparente com o Deus de amor, revelado em Jesus Cristo.

Max Lucado é pastor e escritor, com mais de setenta livros publicados. Serve na Igreja de Oak Hills, em San Antonio, Texas, junto com a esposa, Denalyn.

Vamos sortear 2 exemplares de “Bom dia! Leituras diárias com Max Lucado” e “Deus está aqui“.

Para participar do concurso, identifique na área de comentários uma atitude diária capaz de revelar a outros a presença de Deus em sua vida. Use no máximo duas linhas e, caso utilize o Facebook para participar, por gentileza deixe um e-mail de contato.

O resultado será divulgado dia 22/11 às 17h30 neste post e no perfil  @livrosepessoas do Twitter.

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Parabéns aos ganhadores: Thiago Ribeiro e Denise Figueiredo => Bom dia! Leituras diárias com Max Lucados

Lucas Lima e Gislaine Dórea => Deus está aqui

Por gentileza enviar seus dados completos para [email protected] em até 48 horas.

Concurso Cultural Literário – Especial para Professores

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banner o valor do professor

O professor medíocre conta. O bom professor explica. O professor superior demonstra. O grande professor inspira.” A frase do educador e escritor norte-americano William Arthur Ward representa bem a importância e a responsabilidade de professoras e professores, que precisam inspirar no aluno a confiança, o desejo de aprender e, fundamentalmente, a cidadania e os bons valores humanos. Mas é necessário que esses profissionais descubram seu verdadeiro valor e reconheçam a importância que lhes é designada.

As mais belas ideias sobre educação, os mais sinceros e comoventes elogios ao papel do ensino no desenvolvimento de um país e os sonhos mais generosos em que a escola aparece como espaço de verdadeiro aprendizado e crescimento humano não resolvem o problema da educação se as professoras e os professores não forem e não se sentirem valorizados. Esta obra, por meio de um rico diálogo, oferece argumentos mais que convincentes para a valorização desses profissionais, que ocupam lugar incomparável na vida de cada um de nós e na estrutura social.

Para concorrer a 3 exemplares de “O valor do professor”, basta completar a frase “Tenho orgulho de ensinar porque….”. Use no máximo duas linhas.

O resultado será divulgado no dia 15/10 às 17h30 neste post e também no perfil do Twitter @livrosepessoas.

Parabéns a todos os mestres. Temos orgulho de vocês! 🙂

PS: Se participar via Facebook, por gentileza mencione um e-mail de contato.

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Parabéns: Sérgio Machado, Marcos Florentino e Nely Mendes! =)

Por gentileza enviar seus dados completos para [email protected] em até 48hs.

Stephen King diz estar nervoso com continuação de ‘O Iluminado’

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Escritor conta que não gostou de adaptação para o cinema do primeiro romance e afirma que leitores estão mais difíceis de assustar.

Publicado no G1

Stephen King admitiu estar nervoso sobre a reação para seu próximo livro, uma continuação do romance de horror O Iluminado, de 1977.

Stephen King diz estar nervoso com continuação de 'O Iluminado' (Foto: BBC)Stephen King diz estar nervoso com continuação de ‘O Iluminado’ (Foto: BBC)

Em entrevista à BBC, o escritor americano disse esperar que 95% das resenhas sobre o livro Doctor Sleep (ainda sem título em português) sejam uma comparação com a obra anterior.

‘Você se depara com essa comparação e é natural que ela te deixe nervoso, porque muitas águas já passaram sob a ponte (desde o primeiro livro). Sou um homem diferente’, afirmou.

Ele disse ainda que visita sites sobre literatura na internet para saber o que os fãs estão dizendo sobre o livro mesmo antes do lançamento.

Aos 65 anos, o veterano da literatura de suspense acredita que a qualidade de seus livros aumentou desde que escreveu O Iluminado, quando tinha 28 anos.

‘O que muitas pessoas estão dizendo é ‘okay, eu devo ler (Doctor Sleep), mas não vai ser tão bom quanto O Iluminado’. Mas eu sou otimista e quero que elas mudem de opinião ao terminarem de ler. O que quero realmente é que achem melhor que O Iluminado.’

Filme ‘frio’

O autor também afirma que não gostou da versão do diretor Stanley Kubrick para O Iluminado, uma das adaptações mais famosas de seus livros para o cinema.

‘(O filme) É muito frio. Eu não sou uma pessoa fria. Acho que uma das coisas que as pessoas gostam nos meus livros é que há uma proximidade, algo que diz ao leitor ‘quero que você seja parte disso”, disse.

‘E com O Iluminado de Kubrick era como (os personagens) fossem formigas em uma fazenda, pequenos insetos fazendo coisas interessantes.’

Durante a entrevista, ele também fez críticas às performances de Jack Nicholson, que interpreta Jack Torrance, e Shelley Duvall, que interpretou sua esposa Wendy.

‘O Jack Torrance do filme parece louco desde o início. Eu tinha visto todos os filmes de motoqueiro de Jack Nicholson nos anos 60 e achei que ele estava só trazendo de volta o personagem’, afirmou.

‘Já Shelley Duvall como Wendy é um dos personagens mais misóginos já colocados em um filme. Ela basicamente está lá para gritar e ser burra, e essa não é a mulher sobre a qual eu escrevi.’

O escritor revelou que o personagem de Jack Torrance é o mais autobiográfico que ele já escreveu.

‘Quando eu escrevi o livro eu estava bebendo muito. Eu não me enxergava como um alcoólatra, mas os alcoólatras nunca se enxergam assim. Então eu o via como um personagem heroico que estava lutando sozinho contra seus demônios, como os ‘homens americanos fortes’ devem fazer.’

Assustar ficou mais difícil

Em entrevista ao editor de artes da BBC Will Gompertz, King disse ter receio de que as pessoas que leram ainda jovens sua primeira história sobre a família Torrance no Hotel Overlook tenham as mesmas expectativas com Doctor Sleep.

‘Acho que as pessoas liam aqueles livros sob as cobertas com lanternas quando elas tinham 12, 14 anos de idade e por isso tinham medo. Meu receio é que elas voltem esperando se assustar novamente como naquela época, e isso simplesmente não acontece. Eu quis escrever um livro mais adulto’, diz.

Para ele, é mais difícil assustar os leitores hoje, porque ‘eles estão mais espertos a respeito dos truques que os escritores e cineastas usam para provocar sustos’.

No entanto, o autor ainda acredita ser possível assustar as pessoas ‘de um jeito honrado, se elas se importam com os personagens’.

‘Quero que o público se apaixone por esses personagens e se importe com eles. E isso cria o suspense de que se precisa. O amor cria o horror.’

O novo livro começa um ano depois que o hotel Overlook, onde a família Torrance se hospeda, é destruído e mostra o crescimento do garoto, Danny Torrence.

‘As pessoas me perguntavam o que aconteceu com o garoto de O Iluminado. Eu fiquei curioso sobre o que aconteceria com ele, porque ele era realmente um filho de uma família disfuncional.’

Já adulto, Danny trabalha como enfermeiro em uma casa de repouso, que usa suas habilidades psíquicas para ajudar pessoas que estão morrendo a passarem deste mundo para o próximo, de acordo com o autor.

Ele conhece uma menina que tem as mesmas habilidades e é perseguida por ‘vampiros psíquicos’, que vivem da essência de crianças como ela.

 

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