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Livro reúne os melhores Tweets de Maisa Silva

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Com mais de 19 mil Tweets, Maisa é hoje uma das maiores influenciadoras da rede social com 47 milhões de impressões por mês (média dos últimos três meses

Publicado em A Crítica

Maisa Silva, considerada a rainha da internet brasileira com mais de 1 milhão e 500 mil seguidores no Twitter, dá o que falar nas redes sociais. A atriz, prestes a completar seus quinze anos, mostra que é uma adolescente consciente e engajada ao levantar assuntos polêmicos e também engraçados em seu perfil pessoal administrado por ela mesma. Foi pensando nas boas tiradas e na reunião de um conteúdo relevante e inusitado que, em parceria inédita com a Agência Mostre-se, a Editora Gutenberg anuncia o projeto do livro de Tweets da Maisa.

Com mais de 19 mil Tweets, Maisa é hoje uma das maiores influenciadoras da rede social com 47 milhões de impressões por mês (média dos últimos três meses). Em sua página, costuma postar sobre seu dia a dia, novidades profissionais e pessoais, vídeos e participação em programas e até mesmo levantar argumentos em relação a diversas questões de cunho social. O sucesso é tanto que a garota possui até um fandom – grupo de fãs de determinada mídia ou personagem – chamado “maisáticos”, que se encantam com a originalidade e autenticidade da garota.

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O objetivo do livro é trazer ao público uma divertida face da jovem que, em meio a controvérsias e críticas, exibe sempre o bom humor e a versatilidade, que são sua marcas registradas, tratando dos temas leves e até dos mais sérios com a naturalidade que a fez conquistar uma legião de fãs no Brasil.

Assim como seus dois livros já lançados, Sinceramente Maisa – Histórias de uma garota nada convencional e O diário de Maisa, este é mais um projeto inédito que promete trazer aos fãs uma grande oportunidade de carregar os melhores memes da garota para todos os lugares.

Sobre a autora: Maisa Silva é atriz, apresentadora e cantora. Apareceu pela primeira vez na TV, no programa Raul Gil e logo depois foi contratada pelo SBT para apresentar o programa Sábado Animado. Com todo o seu carisma, foi conquistando a família brasileira e ganhou mais espaço na televisão, no Programa Silvio Santos e no Bom Dia & Cia. Pelo grande sucesso de seu trabalho, Maisa conquistou reconhecimento de toda a mídia e já foi premiada com o Troféu Imprensa e Troféu Internet. Como atriz, fez sucesso interpretando a personagem Valéria na novela Carrossel, remake adaptado por Iris Abravanel e exibido no SBT. Atualmente, está no ar no SBT no papel de Juju da novela Carinha de Anjo, e participando dos programas da casa. Já possui lançados pela Editora Gutenberg os livros Sinceramente Maisa e O diário de Maisa. Para o apresentador Silvio Santos, Maisa Silva será a nova rainha da televisão brasileira.

Pesquisa mostra que mais da metade dos brasileiros lê livros ao menos uma vez por semana

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Biblioteca municipal de Campanha, em Minas Gerais (Foto: Rogério Cassimiro/ÉPOCA)

Biblioteca municipal de Campanha, em Minas Gerais (Foto: Rogério Cassimiro/ÉPOCA)

No universo feminino, 29% leem todos os dias

Nonato Viegas, na Época

Levantamento realizada pela empresa de pesquisa GfK constatou que mais da metade (53%) dos brasileiros lê livros ao menos uma vez por semana. A divisão é a seguinte: 26% declaram ler diariamente e 27% uma vez por semana. A média brasileira é inferior à verificada em outros 17 países, de 59%.

No Brasil, o levantamento aponta que as mulheres leem mais vezes que os homens. Os adolescentes, na faixa etária de 15 a 19 anos, são o segmento que mais lê semanalmente, seguido do público que tem entre 20 e 29 anos.

Próximo lançamento de Stephen King no Brasil, “O bazar dos sonhos ruins” tem capa revelada

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(Foto: Divulgação Suma de Letras)

 

Suma de Letras se manteve fiel a edição americana. Livro brinda os leitores com 20 histórias curtas

Fernando Rhenius, no Vavel

A editora Suma de Letras, revelou nesta quarta (11), a capa da versão brasileira do novo livro de Stephen King, “O bazar dos sonhos ruins”. Com 20 contos, publicados em diversas revistas e jornais, entre os anos de 2009 e 2015. No Brasil, Milha 81, é o único trabalho traduzido e comercializado em forma de e-book. O lançamento está marcado para o mês de Março.

Abaixo uma pequena sinopse do que vamos encontrar no livro. A tradução ficou por conta de Regiane Winarski.

Milha 81 – Vários mortes estão acontecendo em um posto de gasolina abandonado. Todas as pessoas que param para prestar socorro a um carro que julgam estar precisando de ajuda acabam morrendo. A resenha do conto pode ser lida aqui.

Premium Harmony – O casamento de Ray e Maria Burkett não anda em seus melhores dias. Os dois saem para comprar um pequeno presente para a sobrinha. Enquanto Ray espera no carro, Maria sofre um ataque cardíaco. O cachorro de Ray também acaba morrendo sem motivo aparente. Como o marido vai lhe dar com estas duas tragédias? O conto é narrado em terceira pessoa.

Batman e Robin tem uma alteração – Sanderson leva seu pai que sofre de Alzheimer para mais um jantar de família. O filho já não tem esperanças que seu pai lembre de alguma coisa, até que subitamente encontra seu pai segurando uma arma em um raro momento de lucidez.

A duna – Harvey Beecher, juíz aposentado da suprema corte, fala para seu advogado a descoberta de uma estranha duna em uma pequena ilha na costa do Golfo, que é de propriedade da sua família. Desde pequeno, Harvey acredita que um tesouro está escondido lá.

Garotinho malvado – George Hallas foi condenado à morte por injeção letal. O motivo? A morte de um jovem rapaz. Leonard Bradley, seu advogado tenta de todas as formas salvar o cliente da morte. Em seus últimos momentos Hallas conta porque matou, e quem matou.

Uma morte – O conto narra o assassinato de uma mulher e a prisão de Jim Tusdale, suspeito pelo crime. A história foi publicada no The New Yorker no dia 9 de março de 2015.

A igreja de ossos – Em forma de poema, foi publicado em 2009 na revista Playboy. Conta com ilustrações de Phil Hale. O conto narra uma expedição a um selva malfadada.

Moralidade – Chad, um aspirante a escritor. Ele finalmente consegue um contrato de edição. Sua esposa, está trabalhando como enfermeira para um estranho idoso. Por conta das dificuldades do casal, o idoso faz uma proposta para Nora. Qual seria? Valeria a pena?

Após a morte – William Andrews, um banqueiro que acaba morrendo em setembro de 2012. Após sua morte, acaba fazendo um julgamento dos seus atos, enquanto estava vivo.

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Ur – Wesley Smith é um apaixonado por livros. Ele contraria sua namorada e acaba comprando um Kindle, o eReader da Amazon. Por conta de um erro no pedido, ele recebe um aparelho rosa. O aparelho tem um conteúdo diferente do esperado por Smith. Nem o mais ferrenho leitor poderia imaginar o que se escondia atrás daquela tela. Originalmente o conto foi criado exclusivamente para o aparelho da Amazon em 2009.

Herman Wouk ainda está vivo – Depois de ganhar $ 2.700 em um bilhete de loteria, as amigas Benda e Jasmine resolvem visitar a cidade natal com seus filhos, sete ao todo. Durante a viagem acabam reencontrando antigas paixões da faculdade.

Indisposta – Brad Franklin, desperta de um pesadelo. Sua esposa, Ellen ainda dorme, ela não teve uma boa noite de sono. Antes de ir para o trabalho, leva sua cachorra Lady para um passeio. Já no escritório, Brad começa a lembrar de todos os momentos que teve com a esposa. As decepções e conquistas. Até que recebe um telefonema dos vizinhos relatando um mal cheiro em seu apartamento.

Blockade Billy – William “Blockade Billy” Blakely, pode ter sido o maior jogador de beisebol que já viu. Ele foi o primeiro e único a ter sua existência completamente removida do livro dos recordes. Existia um motivo para que ninguém lembrasse dele.

Mister Delícia – Ollie Franklin narra os momentos que teve com um homem idoso no centro de convivência Lakeview. Ollie é gay, e relembra suas experiências sobre homosexualidade nos Estados Unidos. Perdeu amigos para a Aids nos anos 80, bem como o encontro com um senhor em um clube de dança, o Mister Delícia.

Tommy – Poema publicado em 2010 na Playboy americana. Faz uma alusão ao ditado popular, “Se você se lembrar dos anos 60, você não estava lá.” Escrito em verso livre, mergulha nas gírias e referências culturais dos anos 60.

O pequeno Deus verde da agonia – Katherine McDonald é médica. Foi contratada para cuidar de um cliente rico. Andrew Newsome, passou por vários médicos e nenhum deles conseguiu tirar suas dores. Não conseguindo suportar as dores da fisioterapia, Andrew contrata um curandeiro como última esperança.

Aquele ônibus é outro mundo – Wilson chega a Nova York para uma reunião de negócios. As coisas começam a dar errado, quando perde sua bagagem no aeroporto. Para não perder seu compromisso, acaba pegando um táxi. Preso em um engarrafamento, avista um crime no ônibus que está ao seu lado. Fica a pergunta, ele avisa a polícia? É alguma gravação de filme? flash mob? Ou segue para seu encontro?

Obituários – Michael “Mike” Anderson, um jornalista, consegue um emprego em um site satírico chamado Neon Circus, onde é colocado no comando da coluna “falar mal dos mortos”, que envolve a escrever obituários sarcástico sobre celebridades que acabaram de morrer. Seu patrão, Jeroma Whitfeld, se recusa a dar-lhe um aumento, Mike decide escrever um obituário falso. Mais tarde, seu colega de trabalho Katie Curran o chama e diz que Jeroma Whitfeld morreu. Para tirar a dívida, Mike escreve outro obituário de uma pessoa viva, que também acaba morrendo. Estaria Mike com algum poder?

Fogos e bebedeira – Foi lançada inicialmente em áudio book. Narra a história de Alden McCausland, que é preso pela polícia de Castle County. Alden vive com a mãe que ganhou milhões na loteria, além de uma apólice de seguro pomposa do finado marido. O motivo da prisão é desentendimentos com um dos vizinhos após soltar fogos de artifício.

Trovão de verão – Narra a história de Peter Robinson, um dos poucos sobreviventes da terra após uma grande guerra. Tem como companheiro o cachorro Gandalf. Depois da morte de um dos poucos que restaram, Peter acredita ser o último homem da terra.

Os 13 melhores livros de 2016

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Felipe Pena, no Extra

Todo escritor que elabora uma lista precisa fazer ressalvas. A mais óbvia é que todas as listas são injustas. Não importa o critério utilizado, o simples fato de enumerar títulos atribuindo-lhe valor é em si um oximoro. Além disso, como há limite nos espaço do jornal, é impossível não deixar de fora livros importantes.

A maior das ressalvas, no entanto, é fazer ressalvas para se proteger.

Dito isto, vamos à lista, que seguiu três critérios básicos: todos os livros foram publicados em 2016, refletem as idiossincrasias do curador e mereceram minha resenha no jornal ou meu comentário na TV durante o ano.

As obras não estão classificadas em ordem hierárquica.

1 – O marechal de costas (José Luiz Passos) – O livro apresenta duas histórias paralelas. A primeira é a “biografia” do marechal Floriano Peixoto, nosso segundo presidente da república, que retrata o nascimento da suposta democracia brasileira. A segunda história acompanha as manifestações de 2013 até o golpe de 2016, sob o olhar de uma cozinheira que é descendente do marechal. No cruzamento das narrativas, encontramos uma síntese da miséria da classe média brasileira.

2 – O Tribunal da Quinta-feira (Michel Laub) – O livro é um espelho do mundo contemporâneo. Michel Laub manipula a linguagem com destreza e fundamento para narrar uma trama sobre nós mesmos. Sobre como temos a obrigação de nos indignar diante um escândalo que logo dará lugar a outro. Sobre como protestamos contra a corrupção e sonegamos impostos. Sobre como defendemos a ecologia e jogamos o papel de bala no chão. Sobre como somos detestáveis, mesquinhos e hipócritas.

3 – Adolf Hitler, os anos de ascensão (Volker Ullrich) – A primeira parte da biografia escrita pelo historiador alemão mostra detalhes íntimos do ditador. Publicado pela editora Amarilys, o livro narra a história do maior tirano do século XX desde o nascimento até a invasão da Polônia, em 1939. Mas o foco principal é o homem por trás da persona pública, revelando suas mágoas, preconceitos e, principalmente, sua capacidade de manipulação. O ineditismo da obra está justamente na abordagem psíquica, bem diferente das demais biografias sobre Hitler.

4 – A radiografia do golpe (Jessé Souza) – Professor titular da UFF, Jessé apresenta um estudo jurídico e sociológico sobre os fatos que possibilitaram o golpe parlamentar contra a presidente Dilma Roussef. Com exemplos claros, fugindo da linguagem acadêmica, Jessé defende a tese de que a capacidade crítica dos brasileiros foi colonizada pela manipulação exercida por jornais e emissoras de TV.

5 – Grito (Godofredo de Oliveira Neto) – Dois personagens bem construídos carregam a força dramática da narrativa de Godofredo. Eugênia, uma atriz octogenária aposentada, e Fausto, um menino pobre e negro, cujo grito da irmã gêmea que morreu no parto é onipresente em sua vida. O romance é um palco, a história é dividida em atos e as cenas perturbam a percepção do leitor, ao mesmo tempo em que problematizam questões fundamentais sobre a linguagem.

6 – Rio – Paris – Rio (Luciana Hidalgo) – O romance se passa em 1968, entre as barricadas de Paris e a repressão militar nas ruas do Rio de Janeiro. O título sugere uma ponte aérea semântica entre as cidades e os personagens. Trata-se de uma história de amor, como são quase todas as boas histórias, mas o pano de fundo são as inquietações de uma geração atordoada com os acontecimentos políticos da época. Autora premiada com dois Jabutis, Luciana Hidalgo é uma narradora talentosa, capaz de nos envolver na história e no cenário com a mesma maestria. O leitor termina o livro com a sensação de que a cidade-luz é a sua própria cidade e com a certeza de que as angústias do casal poderiam ser as suas.

7 – A Bíblia do Che (Miguel Santos Neto) – O autor promove o retorno do personagem principal do romance “A primeira mulher”, o professor Carlos Eduardo, para uma missão especial: encontrar uma bíblia com anotações que o guerrilheiro Ernesto Che Guevara teria feito durante sua passagem por Porto Alegre. Miguel apresenta uma narrativa limpa, sem invencionices ou pretensões metalinguísticas. O livro nos prende do começo ao fim com uma trama de mistério e suspense, além de provocar uma boa reflexão sobre o significado da solidão.

8 – Clarice Lispector (todos os contos) – A editora Rocco publicou a coletânea da década. Pela primeira vez, em um único volume, estão reunidos, na íntegra, todos os contos da autora. A edição, em capa dura, também é um primor.

9 – À sombra do poder (Rodrigo de Almeida) – Ex-secretário de imprensa de Dilma Rousseff, o autor narra com detalhes os bastidores da crise que derrubou a presidente. Rodrigo tem o olhar privilegiado de quem está dentro da história. Ou seja, não precisa recorrer a fontes, já que é ele mesmo testemunha do que aconteceu no Palácio do Planalto entre setembro de 2015 e maio de 2016, quando Dilma foi afastada pelo golpe.

10 – Antropofagia, palimpsesto selvagem (Beatriz Azevedo) – O professor Eduardo Viveiros de Castro classifica a obra como a primeira leitura realmente microscópica do Manifesto Antropofágico. O livro de Beatriz já é referência fundamental para qualquer análise sobre Oswald de Andrade e seus pares. É o chamado “close reading”, um estudo destinado a ser clássico.

11 – Sigmund Freud, na sua época e em seu tempo (Elizabeth Roudinesco) – Em um ano em que me dediquei muito a leituras psicanalíticas, acabo destacando não uma obra teórica, mas sim uma nova biografia do pai da psicanálise. O motivo está nas opções escolhidas por Roudinesco para contar a história de Freud, muito mais focada nas relações interpessoais, nos preconceitos de sua época e nas equivocadas interpretações de nosso tempo. A autora rebate acusações e calúnias contra Freud a partir de uma investigação sólida baseada em milhares de documentos e em uma vasta erudição.

12 – Dartana (André Vianco) – O mais importante autor de fantasia do Brasil apresenta um livro de 784 páginas sobre um novo deus que nasce para libertar seu povo da ignorância. O universo criado por Vianco é fascinante, a narrativa flui como cinema e o final é surpreendente. Poucos autores podem se dar ao luxo de escrever 784 páginas e manter a fidelidade dos leitores. Além disso, a temática é atual. Nada mais fantasioso do que a realidade brasileira.

13 – O romance inacabado de Sofia Stern (Ronaldo Wrobel) – Um romance histórico que mantém a temática do autor, focado em sua ascendência judaica. Ronaldo nos leva de volta à Alemanha nazista para contar a história da avó, Sofia, que recebe uma herança e precisa reviver o passado, parcialmente descrito em um diário encontrado pelo neto. O suspense de folhetim, com capítulos curtos e ganchos fortes, mantém o leitor preso à narrativa.

* Felipe Pena é jornalista, psicanalista e professor da UFF. Doutor em literatura pela PUC-Rio, é autor de 15 livros, entre eles o romance “O Verso do cartã de embarque”.

 

Adriana Calcanhotto será professora convidada na Universidade de Coimbra

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Adriana Calcanhotto foi em 2014 directora por um dia do Público, no 24º aniversário do jornal JOANA BOURGARD

Adriana Calcanhotto foi em 2014 directora por um dia do Público, no 24º aniversário do jornal JOANA BOURGARD

 

A cantora e compositora brasileira exercerá a sua docência entre Fevereiro e Junho de 2017, período no qual escreverá também um livro para crianças sobre a Universidade.

Publicado no Publico

Durante o primeiro semestre do próximo ano, Adriana Calcanhotto vai ser professora convidada da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (UC), anunciou esta quinta-feira a instituição. Entre Fevereiro e Junho de 2017, a cantora brasileira vai escrever um livro para crianças sobre a UC e “desenvolver um plano de atividades intenso” na Faculdade de Letras.

Entre essas atividades estão “aulas abertas em articulação com as áreas de Português e de Estudos Artísticos, ateliers sobre escrita e produção artística, palestras e exposições”, avança a UC. A cantora e compositora brasileira estará em Coimbra a convite da reitoria e do Instituto de Estudos Brasileiros da Faculdade de Letras da UC.

O coordenador do Instituto de Estudos Brasileiros, Osvaldo Manuel Silvestre, destacou o “perfil raro” de Adriana Calcanhotto, que “tanto devora o legado de Caetano Veloso como a poesia de Mário de Sá-Carneiro ou a prática performativa de Hélio Oiticica, sem esquecer o vasto acervo da música popular brasileira, de Dorival Caymmi à bossa nova e a Roberto Carlos”.
Na sua opinião, “faz, pois, todo o sentido que Adriana seja, por um semestre, professora convidada” na faculdade, para que todos possam aprender com ela.

“É com entusiasmo que receberemos Adriana Calcanhotto como professora convidada”, afirmou o diretcor da Faculdade de Letras, José Pedro Paiva. Para o responsável, “o prestígio do seu percurso artístico e a sua densa dimensão humana, cultural e cívica, facetas que motivaram o convite, contribuirão para ajudar a faculdade a revivificar os Estudos Brasileiros e permitirão robustecer a formação” que é proporcionada aos estudantes, sobretudo aos que frequentam a área de Estudos Artísticos.

“A troca de experiências que esta estadia vai oferecer enriquecerá o corpo docente que tem mais convívio com os campos de saber que Adriana Calcanhotto percorre e também contribuirá para marcar a produção artístico-cultural futura desta magistral cantautora brasileira”, frisou.

Desde o primeiro álbum de Adriana Calcanhotto, lançado em 1990, “a sua obra tem reflectido vários géneros da música popular brasileira, assim como a própria poesia modernista de Portugal e do Brasil ou a poesia concreta”, refere a UC. “Desde 2004, Adriana tem sido também Adriana Partimpim, um bem sucedido projecto musical para crianças que tem já três discos editados, um deles premiado com um Emmy Latino”, acrescenta.

O reitor da Universidade de Coimbra (UC), João Gabriel Silva, anunciou em Dezembro de 2015 que a cantora e compositora brasileira Adriana Calcanhotto será embaixadora da Universidade de Coimbra durante o evento Tudo Língua, organizado pelo PÚBLICO e pela UC.

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