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Posts tagged briga

Saraiva: de 0 a 9 em uma semana

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Sextante lidera ranking das editoras com larga vantagem

Cassia Carrenho, no PublishNews

1A editora Saraiva ressurgiu na lista essa semana assumindo a 5º posição. Dos nove livros, seis são do selo infantil Caramelo. O sucesso dos desenhos do Bob Esponja e Dora, a aventureira – além dos descontos nas livrarias – não só colocou a editora na lista, como a deixou em lugar de destaque.

Outro grande destaque foi o livro Sonho grande (Primeira Pessoa) que foi para o 1 º lugar de negócios em sua segunda semana na lista dos mais vendidos. Também estreia na lista o livro Casagrande e seus demônios (Globo), sobre o ex-jogador e atual comentarista de futebol, que foi direto para o 3º lugar na lista de não ficção.

No ranking das editoras, a briga do o 2º ao o 5º lugar está quente! Record com 11, Intrínseca, 10, Ediouro e Saraiva com 9. Todo mundo junto e embolado. Lá na frente, quem respirou aliviada foi a Sextante, tranquilamente com 16 livros na lista.

A escola não me preparou para o ambiente de trabalho (o recreio me ensinou tanto quanto a sala de aula)

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Renato fala sobre sua experiência em sala de aula

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Renato Steinberg, no Blog do Empreendedor

O meu colega de blog Marcelo Nakagawa (além de um grande amigo e mentor) escreveu, na semana passada, sobre as várias inteligências e que alguns dos maiores empreendedores do mundo não foram grandes alunos. Eu não quero me comparar com eles, mas acho que vale eu contar um pouco da minha história nesse assunto.

Eu nunca fui um excelente aluno. Passava de ano no limite. O meu problema era a preguiça…

Eu detestava estudar, então, eu prestava atenção (mais ou menos) na aula e depois estudava na véspera da prova só para não fazer muito feio. Deu certo. Eu era o cara que ficava no meio da classe. Eu tinha alguns amigos no fundão, mas me dava bem também com o pessoal da frente, aquele pessoal que copiava toda a lição e ia bem nas provas.

Eu sabia como conversar com esses dois públicos. Uma das coisas que fez eu me destacar quando comecei a trabalhar acho que foi exatamente isso. Eu sabia conversar com o pessoal do front-office e também conseguia falar com o pessoal de tecnologia. Durante muitos anos no banco, esse foi o meu diferencial. O pessoal vinha falar comigo sobre problemas que estavam tendo com a equipe de tecnologia porque era eu quem sabia como traduzir isso para eles.

A escola não me preparou para o que vinha no ambiente de trabalho. Eu achava, de forma inocente, que se eu fosse um bom técnico, ia me dar bem. E eu era um excelente técnico. Aí, o pessoal resolveu colocar uma equipe para eu gerenciar. Adivinha se eu tinha algum preparo para isso?

Essa equipe foi crescendo cada vez mais e eu, que já não tinha preparo para gerenciar uma equipe pequena, tive que aprender na marra a gerenciar um time grande. Gerenciar relacionamentos é outra coisa que a escola não me ensinou.

Como você faz quando uma pessoa da sua equipe briga com a outra? E quando você tem que mandar embora um amigo? Quanto você deve se envolver nos problemas pessoais deles? Além dos meus próprios funcionários, eu comecei a perceber a importância de uma outra rede. As pessoas que trabalhavam em parceiros e em concorrentes. Pessoas que estavam passando pelas mesmas situações que eu em outras empresas. Quando eu botei o nariz para fora da empresa e comecei a falar com eles, até com os concorrentes, meu mundo mudou. Eles me deram as dicas, me ensinaram os caminhos para gerenciar uma equipe melhor.

Hoje eu acho que um dos ativos mais preciosos que você tem é a sua rede de relacionamentos. Na época eu me perguntava: por que eu preciso estudar química? Será que algum dia eu vou precisar saber a equação dos gases perfeitos? Até hoje, 20 anos depois, eu nunca usei. Até entendo que química me ensinou um pouco sobre o universo que a gente vive e que entender o mundo na escala atômica é um exercício para entender um mundo abstrato. Mas existem tantas outras coisas que eu uso no dia-a-dia. Finanças pessoais, por exemplo, não seria uma ótima matéria para o ensino? E empreendedorismo então? Que tal liderança?

Quase todos os problemas na escola tem uma e apenas uma solução. Na vida real os problemas são ambíguos, tem muitas soluções ou as vezes não tem nenhuma. Só tem um jeito de se preparar para isso, vivendo!

Acho que a hora do recreio me ensinou tanto quanto a sala de aula.

Briga de meninas em escola vai parar na internet

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Publicado por CGN

Uma das meninas esta internada no hospital com traumatismo craniano…

Um vídeo postado na internet mostra imagens de duas meninas entre 14 e 16 anos, brigando em frente ao Colégio Estadual Santo Antônio, na cidade de Curitiba. A discussão entre as meninas começou através do facebook e terminou com a briga, em frente ao colégio.

As imagens que foram filmadas por alunos, mostra tamanha a violência. O motivo foi um menino.

A menina que apanhou está internada em um hospital com traumatismo craniano.

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Matéria saiu também na Band

Templo do livro, modelo em xeque

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Maria Fernanda Rodrigues, no Estadão

A atual fase da era digital, marcada pela expansão do mercado de e-books, vem acentuando o debate sobre o destino das bibliotecas tradicionais – e o seu incontornável impacto na formação de leitores

Bibliotecários do Reino Unido ficaram em polvorosa com uma recente declaração do escritor inglês Terry Deary. Autor de obras infantis e juvenis, publicadas inclusive no Brasil, ele disse: “As bibliotecas tiveram seu momento. Elas são uma ideia vitoriana e estamos na era digital. Ou mudam e se adaptam ou deverão ser fechadas. Muito da chiadeira atual é sentimentalismo”. A realidade de seu país em crise, onde as bibliotecas sofrem com corte de verba e encerramento de atividades e brigam com editoras pela questão do empréstimo de e-books, é bem diferente da brasileira.

Márcio Fernandes/AE Frequentadores da Biblioteca de São Paulo leem no papel e na tela de um e-reader

Márcio Fernandes/AE
Frequentadores da Biblioteca de São Paulo leem no papel e na tela de um e-reader

Aqui, a briga é para zerar o déficit de bibliotecas. De acordo com o Censo Nacional de Bibliotecas Municipais, de 2010, 20% das cidades não contam sequer com uma sala de leitura. O dado é ainda mais preocupante nas escolas públicas. O Censo Escolar mostrou que 72,5% ficam devendo esse espaço para seus alunos – existe uma lei que determina que até 2020 essa questão seja resolvida. Outro desafio é a conquista de novos leitores. Segundo a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, 75% dos brasileiros jamais pisaram numa biblioteca. O mesmo levantamento mostrou que 20% dos entrevistados frequentariam uma, se houvesse livros novos. Mas nada convenceria 33% a fazer isso.

“A biblioteca não é um organismo à parte na constituição de uma sociedade: a biblioteca é reflexo dela e responde a ela. Por isso é que temos tão poucas bibliotecas no Brasil”, comenta Maria Antonieta Cunha, especialista no assunto e desde 2012 à frente da Diretoria do Livro, Leitura e Literatura, órgão subordinado à Fundação Biblioteca Nacional. Mas o Brasil é, claro, um país grande e desigual, e também no que diz respeito ao acesso a livros vive, simultaneamente, passado, presente e futuro. Enquanto uns correm para resolver essas questões básicas e urgentes, outros veem o momento em que será possível emprestar um livro digital de uma biblioteca e lê-lo no e-reader, tablet ou celular.

Isso ainda está distante das bibliotecas de obras gerais – algumas oferecerem livros em domínio público para download, mas isso é simples. É, porém, realidade para estudantes da FMU (SP), Universidade de Passo Fundo (RS) e Cândido Mendes (RJ), entre outras, que usam o serviço da Minha Biblioteca, uma plataforma criada por editoras concorrentes, mas que se uniram para desbravar esse mundo novo.

Participam do consórcio quatro das cinco maiores do segmento CTP (Científico, Técnico e Profissional): Saraiva, Atlas, Grupo A e Grupo Gen. São 4 mil títulos e 2 modelos de negócios. No primeiro, a instituição de ensino paga à Minha Biblioteca um valor mensal por aluno para que eles possam ler, quando quiserem e ao mesmo tempo, todos os títulos do acervo. No segundo, disponível a partir de abril, a universidade escolhe quais títulos e quantos exemplares deseja adquirir. Se optar por cinco exemplares de determinado e-book, por exemplo, apenas cinco alunos poderão emprestá-lo simultaneamente, tal qual acontece com o livro físico.

Quando foi criada, há 18 meses, a Minha Biblioteca já tinha concorrente: a Biblioteca Virtual Universitária, do grupo Pearson que agora conta com a parceria da Artmed, Manole, Contexto, IBPEX, Papirus, Casa do Psicólogo, Ática e Scipione. Lá, são 1.400 títulos. A Companhia das Letras, que pertence ao grupo Pearson, também está no projeto. Mas não oferece seus títulos, e sim obras em domínio público.

O impasse é que, fechando com a Minha Biblioteca ou com a Biblioteca Virtual Universitária, seus estudantes só terão acesso aos livros das editoras participantes, restringindo o uso de uma bibliografia completa e diversificada. Ideal seria que as instituições tivessem as próprias plataformas e unificassem os catálogos das editoras. Mas elas se ocupam hoje de preparar seus e-books para difundir a produção de pesquisadores e alunos. Quem quiser lê-los, basta fazer o download e já ganha o arquivo. Ou seja, uma operação um pouco diversa do empréstimo de um livro. O modelo é incipiente, mas os números da editora Unesp são animadores. Desde março de 2010, quando criou o selo digital Cultura Acadêmica, já publicou 137 títulos exclusivamente em formato digital e registrou mais de 299 mil downloads. Enquanto isso, nos Estados Unidos, Robert Darnton, diretor da Biblioteca de Harvard, e sua equipe acertam os últimos detalhes da inauguração, em abril, da gigante Biblioteca Pública Digital Americana.

De volta ao Brasil, há ainda universidades e escolas que dão tablets aos alunos – caso da Estácio de Sá. A parceria para conteúdo é da Pasta do Professor, projeto criado pela Associação Brasileira de Direitos Reprográficos para coibir as cópias, e que tem a adesão de várias editoras. (mais…)

Intrínseca, nota 10!

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Cassia Carrenho, no PublishNews

Editora levou as quatro primeiras posições

1Desde o começo do ano, o megasucesso de vendas de 2012, a trilogia Cinquenta tons de cinza (Intrínseca), vem demonstrando um declínio nas vendas. Mas isso ainda não foi suficiente para tirá-la do topo. Esta semana, o primeiro livro da série vendeu menos de 10 mil exemplares (foram 9.421, para ser preciso). Juntos, os três livros venderam 25.261 exemplares. Dizem os invejosos que esse declínio no desempenho era mais do que esperado. Vinte e oito semanas sem sair de cima… Até Mr. Grey cansa.

Mas a Intrínseca parece que ainda tem muito fôlego. Levou as quatro primeiras posições, sendo que a quarta foi o romance bipolar O lado bom da vida. O resultado foi que a editora ficou em terceiro lugar no ranking. Dos dez livros da Intrínseca que entraram em alguma das listas, sete estão entre os 20 mais vendidos na lista geral.

A lista de ficção também veio recheada de novidades que prometem bagunçar o topo nas próximas semanas: O príncipe da névoa (Suma de Letras), Escondida (Novo Século), O inferno de Gabriel (Arqueiro) e No limiar do desejo (LeYa). Em não ficção, o polêmico Julian Assange chegou ao 10º lugar com o livro Cypherpunks (Boitempo). Na lista de autoajuda, Os oitos pilares de prosperidade (Clio) e A arte de ganhar dinheiro (Campus Elsevier) mostram que, para muita gente, o bem-estar ainda começa pelo bolso. E, como em todo começo de ano, o famoso Vade Mecum Saraiva (Saraiva) apareceu na lista de negócios.

No ranking das editoras, a Sextante ficou em primeiro lugar, com 15 livros. A briga pelo segundo lugar continua boa: Ediouro com 11 e Intrínseca com 10. Em quarto lugar, vem a Santillana, que subiu duas posições da semana passada e emplacou 8 livros.

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