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Chinês é preso após furtar 800 livros atrás do ‘sentido da vida’

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Fernando Moreira, no Page not Found102_1923-blog-Pile-of-Books

Um morador de Nanjing (China) foi preso após furtar mais de 800 livros de uma livraria na cidade. As obras versam sobre ciências sociais, História e poesia. Ao ser questionado pela polícia, o jovem contou que por trás da série de furtos estava a sua busca pelo “sentido da vida”.

Os furtos começaram em fevereiro. O dono da livraria, notando o sumiço dos livros, resolveu ir à polícia. Então, agentes à paisana se infiltraram entre os clientes para observar o comportamento deles. Não demorou para os policiais identificaram o responsável.

“Eu não conseguia compreender o sentido da vida. Esperava encontrar a resposta nos livros”, confessou o jovem, identificado apenas como Lee, de acordo com o site “RocketNews24”.

Educar pela web, a lição de uma jovem empreendedora

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Aos 27 anos, Ana Gabriela Pessoa fundou uma das primeiras empresas de educação on-line do país. Se você também quer usar o conhecimento para transformar o Brasil, inscreva-se no Prêmio Jovens Inspiradores 2013

Ana Gabriela Pessoa

Ana Gabriela Pessoa

Publicado por Veja

Ana Gabriela Pessoa, de 31 anos, entendeu cedo a lei que move as nações rumo ao desenvolvimento: “A educação é a base de tudo.” Com essa visão, a carioca foi à Universidade Harvard, nos Estados Unidos, para especializar-se em políticas educacionais. De volta ao Brasil, atraiu investimentos de 25.000 dólares para fundar, em 2008, seu projeto inspirador: a Ezlearn, empresa que oferece conhecimento com ajuda de plataformas digitais. Atualmente, a Ezlearn atende 20.000 alunos de todo o Brasil. “Dar as ferramentas e ajudar as pessoas a crescer é a maior conquista que eu poderia ter como empreendedora”, orgulha-se Ana Gabriela. Confira a história dela no vídeo exibido abaixo.

Jovens que, como Ana Gabriela, querem usar o conhecimento em qualquer área para transformar o Brasil podem buscar apoio no Prêmio Jovens Inspiradores 2013. Ao longo de oito meses, o concurso vai selecionar estudantes ou recém-formados com espírito de liderança e compromisso permanente com a busca da excelência. A triagem será feita pela análise de depoimento em vídeo e ficha de inscrição. Os vencedores ganharão bolsas de estudo no exterior, um ano de orientação profissional com nomes de destaque do meio empresarial e político (mentoring), um troféu e ingresso na Comunidade Fundação Estudar. Inscreva-se no PJI 2013.

Por trás do prémio está a visão de que, para se tornar um país mais justo, desenvolvido e bem administrado, o Brasil precisa formar líderes capazes de desatar os nós que ainda tolhem os setores público e privado. O PJI é promovido por uma parceria entre VEJA.com e Fundação Estudar.

Assista a seguir ao vídeo em que Ana Gabriela conta sua história:

Literatura marginal brasileira ultrapassa fronteira das periferias

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Publicado na Deustche Welle (via Folha de S.Paulo)

Um evento que começou na semana passada em Berlim apresenta ao público alemão vozes raramente ouvidas pelos próprios brasileiros. Escrito sobre as Margens (da Cidade). Semana da Literatura Marginal mostra a literatura feita na periferia dos grandes centros urbanos do Brasil.

“Essa é a primeira semana de literatura marginal fora do Brasil. Nossa intenção é encontrar conexões dessa literatura marginal brasileira dentro das cidades que o evento vai visitar: Berlim, Colônia e Hamburgo”, diz Carlos Souza, um dos organizadores do evento. A ideia é achar denominadores comuns entre as cidades brasileiras e alemãs. “Queremos achar a conexão entre a poesia urbana nessas diferentes culturas e encarar a rua como um espaço de socialização, reflexão e discussão.”

Souza também é o fundador do coletivo Urban Artitude, que busca estimular ações artísticas com engajamento político e que transitem dentro do universo da cultura urbana. “A linguagem cultural dentro do complexo urbano permite que muitos jovens possam encontrar sua identidade e dialogar com o mundo.

“Queremos potencializar ações não só no Brasil e na América Latina, mas também na África”, explica.

Para o organizador, a literatura marginal no Brasil é um fenômeno que ganhou espaço e, hoje, recebe o reconhecimento do governo como uma importante voz vinda da periferia, além de ser uma “ferramenta importante de manifestação cultural”.

Sérgio Vaz, fundador do coletivo Cooperifa, que organiza saraus abertos de poesia na periferia de São Paulo (Cia. de Foto/Divulgação)

Sérgio Vaz, fundador do coletivo Cooperifa, que organiza saraus abertos de poesia na periferia de São Paulo (Cia. de Foto/Divulgação)

LITERATURA PERIFÉRICA

“A literatura marginal é a que vem da periferia. Diferente do que era feito nos anos 1970”, descreve Sérgio Vaz, poeta e um dos principais nomes do movimento no Brasil. “Gosto do termo literatura periférica porque diz de onde viemos. Antigamente falavam pela gente. Hoje, falamos por nós mesmos”, afirma.

Em 2000, Vaz fundou o coletivo Cooperifa (Coordenação Cultural da Periferia) com a ideia de saraus abertos a todos os que quisessem se manifestar através da poesia. “Essa é a literatura dos pobres e oprimidos, o povo se assanhando a contar sua própria história. Não é uma literatura melhor que a acadêmica –muito pelo contrário. Mas é carregada de emoção e verdade”, explicou.

A iniciativa começou de forma e em lugar inusitado. “Em 2001, eu e o Marcos Pezão [outro idealizador dos saraus] começamos com a ideia de fazer poesia num bar. Onde vivemos não há cinema, praça pública ou parque. O único lugar público é o bar. Resolvemos então transformar o bar num centro cultural.”

A ideia começou a despertar o interesse da população e o projeto foi crescendo. Hoje são mais de 50 saraus que acontecem por todo o país, inspirados no encontro original da Cooperifa. “As pessoas perceberam que não adianta ficar esperando o governo construir um teatro ou um centro cultural. Elas precisam transformar o lugar que elas têm”, completa Vaz.

O poeta tem oito livros publicados –começou a publicar de forma independente e hoje faz parte de uma grande editora. “Acho que o escritor tem que correr atrás do seu leitor. Antes era mais difícil. Hoje a poesia pode ser publicada num blog ou no Facebook e tem uma visibilidade imediata”, exemplifica o escritor, que publicou seu primeiro livro em 1988 e completa, em 2013, 25 anos de carreira.

DIFERENTES PROBLEMAS, MESMA RUA

O movimento da poesia periférica tem ligação com o movimento hip-hop, muito forte na periferia de São Paulo. “Foi o hip-hop que começou a falar da periferia.”

Os rappers falavam da sua realidade, dos seus bairros, assim como a Bossa Nova falava de Ipanema e de Copacabana. As pessoas tinham vergonha de falar que moravam na periferia. [Mas] quem deveria ter vergonha é o governo e não a gente. O movimento negro começou a se assumir e o pobre também”, diz Vaz.

No Brasil, a celebração da vida na periferia não é exclusividade do hip-hop ou do rap. Hoje, outros estilos musicais, como o funk e o samba, também criam uma identificação com o público e um orgulho das origens.

A disseminação da cultura da periferia também acabou com vários clichês. Por muito tempo associado à cultura da periferia, o rap, por exemplo, costuma unir música e poesia. Mas o ritmo acabava se sobrepondo às letras, que se tornavam secundárias para o público.

Com os saraus, a música e a poesia do rap se separaram e as letras passaram a ser mais ouvidas e entendidas pelo público. Artistas de rap costumam recitar as próprias letras nos saraus.

Outro preconceito que acabou sendo quebrado com os encontros nas periferias brasileiras foi o fato de a poesia ser vista como algo “acadêmico e chato” –um clichê que vale não apenas na periferia, mas também em áreas mais ricas das cidades. Os saraus fizeram com que a poesia fosse desmistificada.

“Nossos encontros são abertos a todos os tipos de poesia, sem censura prévia. Só temos um limite de tempo para podermos dar voz a todos”, avalia Vaz.

O poeta diz também que, apesar de quererem estimular ações de engajamento político, os saraus não permitem discursos panfletários, porque esses adotam um tom de superioridade. Vaz acredita que o público dos saraus tem “ojeriza” a esse tipo de manifestação, considerada arrogante. “A política tem que estar inserida em um contexto poético.”, explica. “Temos que entender como a comunidade pensa. Eu tenho que me ajoelhar diante das pessoas, da minha comunidade. Senão não conseguimos nos comunicar”.

A série de eventos em Berlim inclui discussões, exibição de filmes, palestras, oficinas, workshops e dois saraus no estilo dos que acontecem na periferia de São Paulo. Um dos eventos acontecerá em Berlim e outro em Colônia, com poetas brasileiros e alemães. Os saraus, que acontecem até esta sexta-feira (31) nas cidades alemãs, também serão abertos a todos os que gostam de ou escrevem poesias. Todos os eventos acontecem em alemão e em português.

Site permite ler livros online. Conheça!

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Wellington Ferreira, no O vendedor de Livros

1Na minha incansável e incessante pesquisa na internet em busca de novidades e curiosidades literárias, eis que, me deparo, com um site bem interessante e inovador, é o: Hot Free Books. Nele é possível ler o livro on line, sem precisar baixar. Como é isso?

No Hot Free Books você vai ter a oportunidade de pesquisar uma base de livros com mais de 22 mil obras, entre clássicos e livros mais recentes. O sistema de leitura do site permite também mudar o tamanho da letra, a largura da página e até o contraste da página. Todos os livros estão com seus textos completos e todo processo é 100% gratuito.

Ainda é possível, caso não entenda o significado de uma palavra, acessar a sua definição automaticamente, para isso, basta clicar duas vezes sobre ela que uma nova janela se abrirá com o seu sentido. E agora, na minha opinião, a grande sacada do Hot Free Books, nele é possível também marcar a página onde você parou a leitura, e continuar depois, para isso, basta apenas dar um duplo clique sobre a linha que você parou e ao voltar ao site e selecionar o livro, clicar em “Go to last book mark“, que a leitura recomeça de onde você parou, sensacional, né?

Então, se você tá meio quebrado, sem dinheiro para comprar livros e não gosta de ficar baixando arquivos em “PDF” de fontes duvidosas, o Hot Free Books é uma solução atraente e vantajosa para quem busca comodidade e facilidade nas suas leituras, e o melhor, sem gastar nada.

E você amigo leitor, já conhecia o site? Tem o hábito de ler livros no formato digital no computador?

Dê a sua opinião e compartilhe conosco as suas impressões.

Um abraço e boas leituras!!!

dica do Jarbas Aragão

Promo de quinta (4)

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promo-finalfeliz

Olá, apaixonados por (bons) livros.

Hoje é quinta-feira, dia de o Livros e Pessoas e o PublishNews novamente sortearem livros legais. Alguém quer? \o/\o/\o/\o/

A convidada de hoje é a Novo Conceito,  editora com presença forte nas redes sociais. Dois sortudos vão ganhar o lançamento Em busca de um final feliz, obra emo-cionante de Katherine Boo. O prefácio foi escrito por Zeca Camargo.

Para concorrer, basta seguir os perfis @PublishNews e o @livrosepessoas e tuitar a (ou dar RT) na frase abaixo:

Quero ganhar o laçto “Em busca de um final feliz”, presente do @PublishNews @Livrosepessoas e @Novo_Conceito #AmoLivros

No final da tarde divulgaremos os nomes dos internautas sorteados. Quanto + tuítes, + chances de ganhar. Dedo no teclado. 🙂

Big abraço e até a próxima.

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