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Leitura com estilo nos parques de Moscou

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Livrarias com bons preços são a novidade deste verão em cinco parques de Moscou

Publicado no Diário da Rússia

Neste verão os frequentadores dos cinco maiores parques de Moscou se deparam com uma novidade. Os pavilhões modulares com uma minifeira de livros escondida em seu interior se tornaram uma grande atração para todos os gostos literários. A grande surpresa é que as estantes, de formatos variados, oferecem os melhores livros por preços acessíveis, tornando-se um grande diferencial no mercado livreiro.

Segundo os organizadores do projeto “Livros nos Parques”, a iniciativa, além de incentivar a leitura e buscar maior aproximação com o público leitor, acabou se tornando um elemento completamente novo do ambiente urbano. E, o que é mais interessante, confere à leitura um pouco de glamour.

Livrarias em formato futurista estão no Parque Gorky

Atualmente, as livrarias, algumas com um visual bem futurista, podem ser encontradas no Parque Gorky, no famoso Parque de Artes “Museon”, no Jardim Hermitage, no Parque Tagansky e no Jardim de Bauman.

 

O jovem inspirador que quer revolucionar os tratamentos de saúde

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Wilian Cortopassi, de 23 anos, faz pesquisas e já tem publicados três artigos científicos. Se você também quer usar o conhecimento para transformar o Brasil, inscreva-se no Prêmio Jovens Inspiradores 2013

Wilian Cortopassi

Wilian Cortopassi

Publicado por Veja

Aos 23 anos, Wilian Cortopassi tem um projeto inspirador: “Meu sonho hoje é revolucionar os tratamentos de saúde.” Não é pouco. Tampouco impossível para o estudante de engenharia química na PUC-Rio que pesquisa e já publicou três artigos científicos em revistas internacionais especializadas. “Para você realizar um sonho, você tem que ter um ideal e lutar por ele.” O ideal surgiu na cabeça de Wilian quando ele tinha apenas 15 anos de idade, depois que o pai recebeu o diagnóstico de câncer de pulmão. A notícia poderia derrubar o adolescente, mas o motivou a mergulhar no mundo científico para ajudar o pai e demais vítimas da doença.

Os jovens que, como Wilian, querem usar o conhecimento em qualquer área para transformar o Brasil podem buscar apoio no Prêmio Jovens Inspiradores 2013. Ao longo de oito meses, o concurso vai selecionar estudantes ou recém-formados com espírito de liderança e compromisso permanente com a busca da excelência. A triagem será feita em etapas, por meio de entrevistas, provas individuais e dinâmicas de grupo. Os vencedores ganharão bolsas de estudo no exterior, um ano de orientação profissional com nomes de destaque do meio empresarial e político (mentoring), um troféu e ingresso na Comunidade Fundação Estudar. Inscreva-se no PJI 2013.

Por trás do prémio está a visão de que, para se tornar um país mais justo, desenvolvido e bem administrado, o Brasil precisa formar líderes capazes de desatar os nós que ainda tolhem os setores público e privado. O PJI é promovido por uma parceria entre VEJA.com e Fundação Estudar.

Assista a seguir ao vídeo em que Wilian Cortopassi conta sua história:

Professora descobre abuso sexual por desenho de aluna no sul da Bahia

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“Fui perguntando o que ela estava desenhando e ela falando…”, descreve.
Suspeito era o responsável por levar e buscar vítima e irmãos na escola.

Publicado por G1

1Está preso na cidade de llhéus, no sul da Bahia, um homem de 57 anos suspeito de abusar de uma menina de cinco anos. Ele era conhecido da família e era responsável por levar e buscar a criança e seus dois irmãos na escola. A prisão foi realizada na segunda-feira (20).

Desconfiada, foi a professora quem percebeu a mudança de comportamento da menina na sala de aula. Depois de conversar com a criança e pedir para ela fazer um desenho, veio a confirmação do abuso sexual. “Ela estava fechada no ‘eu’ dela. Fui perguntando o que era aquilo que ela estava desenhando, e ela falando… ‘É isso aqui, isso daqui dele… Ele fez desse jeito…’ As partezinhas íntimas estavam com lesão mesmo”, descreve a professora Adilma Ramos.

Imediatamente, ela avisou o caso a uma tia da menina, que disse que também percebeu o problema e denunciou à polícia. “Ela falou que estava doendo muito e que tinha um tio que tinha mexido nela, na casa dele. Viemos diretamente na delegacia falar com a polícia. Todos os dias ele ia às 7h levar as crianças na escola e às 17h pegava e levava a criança diretamente para a casa dele. Quando era 20h, pegava e levava elas para a casa da mãe”, afirmou a tia.

O suspeito de praticar os abusos descritos foi preso em flagrante no bairro Hernani Sá, conhecido como Urbis, em Ilhéus, quando ia para o colégio buscar a garota.

A mãe das crianças informou que não desconfiou de nada. “Ele sempre foi muito lá em casa, todo mundo conhece, os vizinhos todos sabem, eu nunca tive problema com ele, não tem passagem, nada, os meninos já gostam dele, nunca chegaram para me falar nada”, disse a mãe.

A polícia investiga se o suspeito abusava os outros dois irmãos da garota – uma menina de 7 anos e um menino de 8. As três crianças já passaram por exames de corpo de delito. O resultado deve sair em 10 dias. O homem vai ser levado para o presídio Ariston Cardoso, situado em Ilhéus, e vai responder por estupro de vulnerável. A pena para este crime varia de oito a 15 anos de prisão.

As crianças estão com a mãe. Nesta terça-feira (21), membros do Conselho Tutelar vão se reunir com a família para apresentar um relatório ao Ministério Público. A polícia vai investigar se houve negligência por parte da mãe. Se for confirmada, ela pode responder por maus-tratos, abandono material ou por estupro de vulnerável, nesse caso, por omissão.

Livros de autoajuda podem aumentar a motivação; confira dez indicações

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Divulgação/Montagem/UOL

Divulgação/Montagem/UOL

Marina Oliveira e Thaís Macena, no UOL

Títulos que compartilham experiências pessoais são úteis para quem se identifica com o problema, pois além de fornecer conselhos, servem de impulso para o leitor buscar o aprimoramento pessoal

Fenômenos editoriais há alguns anos, os livros de autoajuda continuam conquistando fãs, apesar de também enfrentarem muita desconfiança e nariz torcido por parte do público. A variedade de temas é imensa: há obras para quem precisa vencer a depressão, para quem quer buscar a fé, aprender a lidar com pessoas difíceis, alcançar a tão sonhada prosperidade, salvar uma relação e até educar os filhos. Mas todos têm algo em comum: o propósito de fazer do leitor uma pessoa mais feliz.

“Os livros de autoajuda muitas vezes conseguem colocar em palavras o que o leitor sente, mas não sabe definir. Eles ajudam a nomear o que a pessoa percebe apenas como um incômodo. E isso já é meio caminho andado para a resolução do problema”, afirma o filósofo Jorge Claudio Ribeiro, professor da PUC de São Paulo. No entanto, o conteúdo só será realmente eficiente se estiver alinhado à busca pessoal e ao momento de vida de quem lê. Assim como os remédios receitados pelo médico, um título recomendado por um amigo pode não servir a você.

Veja o álbum dos 10 livros consagrados de autoajuda

Além disso, como em todo gênero literário, existem obras de qualidade superior e outras nem tanto. Para avaliar se a publicação vale o seu tempo, o primeiro passo é analisar a experiência do autor. “Deve-se checar a formação profissional de quem escreve e sua vivência no assunto. O ideal é buscar informações em outras fontes e não tirar conclusões só a partir da descrição que o próprio livro traz”, recomenda o psicólogo Armando Ribeiro, especialista em neuropsicologia pela Universidade Federal de São Paulo.

Doutor em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte, o psicólogo Marlos Bezerra concorda que, além da qualificação acadêmica de quem assina o livro, é importante verificar sua experiência na área sobre a qual se propôs a escrever. “O autor pode não ter um título de doutorado, mas falar com autoridade sobre temas específicos, baseando-se na sua experiência prática dele”, pondera.

Títulos que compartilham experiências pessoais são úteis para quem se identifica com o problema, pois além de fornecer conselhos, servem de impulso para o leitor buscar o aprimoramento pessoal. Já as publicações que propõem fórmulas e receitas de sucesso instantâneo devem ser vistas com cautela, de acordo com os especialistas.

Até porque, para realmente funcionar, o autor deve motivar o leitor a tomar a iniciativa. “O bom livro de autoajuda se apoia na trilogia do conhecimento, pense-aprenda-faça”, acredita o psicólogo e instrutor da Sociedade Brasileira de Programação Neurolinguística, Alexandre Bortoletto. “Todo livro que prega apenas o ‘pense e as coisas irão se resolver’ geralmente não dura no mercado literário”, completa.

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