Contando e Cantando (Volume 2)

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Escola troca cadeiras por bicicletas ergométricas para prevenir obesidade

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Publicado por Hypeness

Crianças e adolescentes passam, em média, cinco horas por dia sentados na cadeira da escola assistindo a aulas e fazendo exercícios no caderno. Você já parou para pensar o quanto isso os ensina a serem sedentários? No estado da Carolina do Norte, nos EUA, uma escola resolveu inovar ao trocar as cadeiras da sala de leitura por bicicletas ergométricas.

Todos os dias, os alunos têm um tempo destinado à leitura de livros e revistas. Sabendo que o exercício físico estimula também o cérebro, a escola Ward Elementary, na cidade Winston-Salem, apostou nas bicicletas para prevenir a obesidade, que já atinge cerca de 17% das crianças e jovens norte-americanos, e para melhorar o foco das crianças. O projeto foi batizado de Read and Ride.

O resultado? Tiro e queda! No final do ano, a proficiência de leitura das crianças que utilizaram a bicicleta em vez da cadeira era 50% maior e as crianças se sentiam mais estimuladas à prática de outras atividades físicas.

O projeto, que começou há 5 anos, já foi levado para mais de 30 outras escolas, que adotaram a bicicleta não só nas salas de leitura, mas nas salas de aula. Nesses casos, uma ou duas bicicletas ficam no fundo da sala, disponíveis para quem quiser pedalar enquanto assiste às aulas – perfeito também para os hiperativos, hein?

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Todas as fotos © Read and Ride

Em leilão, livros podem valer até R$ 150 mil

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Apesar dos valores altos, os leilões de livros raros são bastante disputados

Estante de biblioteca repleta de livros antigos: para um colecionador, as obras mais raras são verdadeiros objetos de desejo (©AFP / Christophe Simon)

Estante de biblioteca repleta de livros antigos: para um colecionador, as obras mais raras são verdadeiros objetos de desejo (©AFP / Christophe Simon)

Taísa Szabatura, na revista Exame

São Paulo – Senhores engravatados e jovens despojados ocupam as cadeiras da sala de reunião de um hotel de luxo na capital paulista. Eles estão prestes a participar de mais um leilão de livros raros e papéis antigos, evento que acontece pelo menos duas vezes por ano. Alguns se cumprimentam com um aceno tímido da cabeça.

A simpatia, porém, dura pouco, pois há muita coisa em jogo. A obra mais cara do catálogo é um livro de gravuras feito a mão, de Maurice Rugendas, que esteve no Brasil em 1822: lance inicial de R$ 150 mil.

O organizador do evento, Rogério Pires, dono da livraria Fólio, explica que existem diversos perfis de comprador. “Há o que busca primeiras edições, o obcecado por algum período histórico, o colecionador de autógrafos, o fã de livros de arte”, diz Pires.

Um dos livros mais disputados foi uma edição com dez serigrafias originais assinadas pela artista Renina Katz, com um poema de Hilda Hilst. O lance inicial era de R$ 6 mil e foi parar em R$ 10.500.

Para um colecionador, esses livros são verdadeiros objetos de desejo. Com tiragens pequenas e bom estado de conservação, são disputados pela exclusividade.

“O comprador leva para casa um objeto único e repleto de história”, diz Pires. O leiloeiro é provocador. “Ninguém vai pagar R$ 400 por esse exemplar com dedicatória do Carlos Drummond de Andrade. Vocês têm certeza?”, e então um dos compradores ergue a placa com o seu número, temendo perder uma grande oportunidade.

Ao todo são 20 participantes, mas nem todo mundo sai da sala com uma obra debaixo do braço. O comprador que mais gastou desembolsou R$ 25 mil em seis obras. Já o exemplar de R$ 150 mil teve uma proposta de R$ 132 mil, não aceita pelo vendedor. Quer dar um lance?

Escola em favela vai ter atenção mundial

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1Gilberto Dimenstein, no Bol Notícias

Não sei se vai dar certo -aliás, ninguém sabe-, mas tenho certeza de que uma escola que será lançada neste mês na favela da Rocinha, na zona sul do Rio, vai chamar atenção de educadores no mundo.

É de uma ousadia extrema o Ginásio Experimental de Novas Tecnologias (mais detalhes aqui).

Lá, o professor deixa de ser professor como conhecemos. Passa a ser um tutor. Os estudantes terão acessos a conteúdos digitais, onde se pode organizar seu próprio aprendizado, escolhendo diferentes caminhos.

Os programas de computador conseguem detectar as fragilidades dos estudantes – e, assim, propor exercícios de reforço.

Detectadas as fragilidades, o professor-tutor reúne alunos em pequenos grupos, oferecendo uma ajuda personalizada.

Lá não tem séries nem classes com cadeiras enfileiradas.

A escola são grandes salões onde se misturam alunos das mais diferentes idades com os mais diferentes tipos de curiosidades.

É daquelas experiências que todos devemos prestar atenção para aprender com os erros e acertos.

Já vale só pela coragem de tirar do papel, numa favela, o que os mais inovadores educadores do mundo recomendam como a escola do futuro.

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