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Posts tagged Caixa

Divulgada primeira imagem de Sandra Bullock em Caixa de Pássaros

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Publicado no Literatura Policial

NETFLIX – Já temos uma primeira foto de Sandra Bullock no set de Caixa de Pássaros! A atriz foi clicada no papel da personagem Malorie, mãe de duas crianças pequenas que sonha em fugir para um local onde a família possa ficar em segurança, mas a viagem que tem pela frente é assustadora: uma decisão errada e eles morrerão.

A Netflix anunciou em julho a adaptação de Caixa de Pássaros, thriller psicológico de Josh Malerman lançado no Brasil pela Editora Intrínseca. A foto foi divulgada no Facebook por Josh Malerman.

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(Imagem: Just Jared)

Cineasta brasileira prepara adaptação de livro de Amós Oz

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‘A Caixa Preta’, de Monique Gardenberg, terá produção de Amos Gitai

Publicado no Estadão

A cineasta Monique Gardenberg

A cineasta Monique Gardenberg

A cineasta Monique Gardenberg já está no quinto tratamento do roteiro de A Caixa Preta, filme que será realizado em Israel e terá como coprodutor o diretor Amos Gitai, um dos mais respeitados do país. O elenco ainda não está definido, mas Gitai, realizador de Kadosh, leu o roteiro há duas semanas e se tornou produtor ao lado de Augusto Casé e Jeffrey Neale. Parceira dos dois últimos filmes de Monique, a Europa Filmes fará a distribuição.

A Caixa Preta é um dos mais notáveis livros de Oz, traduzido em mais de 30 línguas. Multifacetado, ele trata tanto de questões políticas – o confronto entre facções ideológicas em Israel – como de dramas pessoais nesse romance epistolar que se passa em 1976, um ano antes da ascensão da direita israelense ao poder.

Monique Gardenberg diz que todos os seus filmes “possuem esse pano de fundo político”, mas não sabe se pesou mais a relação desfeita do casal central ou o panorama social israelense da época, marcado pela derrota do Partido Trabalhista. “Nunca sabemos porque contamos uma história, são fantasmas que aos poucos vão se revelando”, diz a cineasta.

A poesia e a política andam juntas em A Caixa Preta. A história de amor do intelectual Alexander, simpatizante da esquerda israelense, e sua ex-mulher Ilana, agora casada com um homem de direita, vira, segundo a diretora, uma representação metafórica do embate ideológico sobre a questão palestina. Embora separados, Alex e Ilana continuam apaixonados. O ex-marido ajuda financeiramente Ilana e o novo marido, Michael Sommo, professor que se deixa corromper e usa o dinheiro recebido para comprar terras, sendo cooptado por um movimento nacionalista de direita.

A virada em A Caixa Preta se dá diante da morte. Ilana volta para Alex quando o ex-marido enfrenta uma doença terminal. “Penso o tempo todo na morte e é essa super consciência que me leva a querer falar da estupidez e da intolerância, seja amorosa, racial, política ou religiosa.” Esse, segundo a cineasta, “é o grande tema do filme”.

Monique Gardenberg escreveu sozinha o roteiro do filme e esperou quase dois meses para receber a resposta de Amós Oz. “Ele disse que gostou das minhas music notes” (referência à entrevista acima, em que o escritor compara a roteirização de um livro à transcrição musical). Ela também enviou o roteiro ao elenco, mas não revela nomes, uma vez que a escolha dos atores coadjuvantes depende da seleção do par central.

Livros na decoração

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Arquitetos dão dicas de como arrumar os livros de forma criativa em casa, fugindo das clássicas estantes empoeiradas

Daniela Pessoa na Veja Rio

Sua estante de livros anda bagunçada, ou pior, eles estão todos espalhados pelos cantos da casa? Pois saiba que estão dando a maior sopa quando, na verdade, poderiam render um bom caldo. As obras literárias podem ser integradas de forma criativa à decoração, economizando espaço e conferindo um ar descolado aos ambientes. Fuja do básico. Veja a seguir ideias super bacanas para aproveitar (e transformar) a sua biblioteca particular. As dicas são dos arquitetos Maria Helena Torres, Renato Tavolaro, da Leicht, e Solange Medina.

MESA LATERAL OU DE CENTRO

Crie um ou dois montes de livros, de preferência usando exemplares grandes e volumosos, e apoie um vidro ou tábua de madeira sobre eles se quiser.

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LUMINÁRIA

Você também pode aproveitar as brochuras como base para abajur ou luminárias.

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MÓVEL-BIBLIOTECA

Livros inseridos no próprio mobiliário, como no sofá a seguir, ou embaixo das escadas, deixam a casa um charme. Aproveite vãos, vigas e outros espaços vazios para preencher com literatura.

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OBJETOS REINVENTADOS

A televisão velha, por exemplo, pode virar uma ótima caixa para livros, assim como uma bela gaiola fora de uso e aquela mala de viagem antiguinha, retrô, que você deixa escondida no armário.

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EFEITO DEGRADÊ

Livros separados por cores ficam bem decorativos, deixando a boa e velha estante de cara nova.

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(mais…)

Para ajudar aluna com deficiência, professor cria mouse adaptado

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Peças de informática que viravam sucata foram utilizadas no protótipo.
Equipamento fabricado no Paraná custou apenas R$ 50.

Professor criou um mouse adaptado para aluna especial (Foto: Luciane Cordeiro/ G1 Paraná)

Professor criou um mouse adaptado para aluna especial (Foto: Luciane Cordeiro/ G1 Paraná)

Luciane Cordeiro, no G1

De fala mansa e jeito simples o professor de informática Jair Oliveira Júnior está revolucionando a vida da estudante Michelle Aparecida Peixoto, de 27 anos. Ela nasceu com paralisia e após ter terminado o ensino médio, se inscreveu no curso técnico em Informática do Colégio Estadual São Vicente de Paula, em Nova Esperança, no noroeste do Paraná. Michelle nunca tinha tido contato com computador e como tem dificuldades motoras, não conseguia mexer o mouse com precisão. Por isso, quase abandonou o curso. Foi aí que o professor Jair resolveu agir e em três dias criou um mouse adaptado às necessidades da aluna. Um ano depois, Michelle consegue formatar e desmontar computadores com facilidade.

Eu fiz uma cotação de preço para comprar um mouse adaptado, mas na época custava cerca de mil reais. Foi então que decidi fazer um mouse pra ela”
Jair Oliveira Júnior, professor de informática

Depois de pesquisar bastante, Jair Oliveira Júnior chegou a um protótipo de mouse que pesa pouco mais de 500 gramas e pode ser levado para todos os lugares. Ele reuniu sensores de mouses inutilizados, rolamentos e eixos de impressoras que seriam jogados fora, dois pedais de máquina de costura que estavam virando sucata em uma caixa de madeira e estruturou o equipamento. Dessa forma, ela pode acompanhar a turma de 20 alunos. “Eu fiz uma cotação de preço para comprar um mouse adaptado, mas na época custava cerca de mil reais. Foi então que decidi fazer um mouse pra ela”, conta tranquilamente o professor. O protótipo custou R$ 50 e em dez horas estava pronto para uso.

Mouse foi criado com a ajuda de uma caixa, rolamentos de impressoras e sensores de mouses velhos. (Foto: Luciane Cordeiro/G1)

Mouse foi criado com a ajuda de uma caixa, rolamentos de impressoras e sensores de mouses velhos. (Foto: Luciane Cordeiro/G1)

“Antes demorava muito para fazer as atividades da aula, o mouse me ajudou a ser mais precisa nos cliques e também a coordenar os movimentos”, comemora a estudante. Foi com o invento do professor que aos poucos ela passou a movimentar o mouse tradicional com tranquilidade e se adaptar ao computador.

Com o mouse pronto, agora o professor trabalha em um teclado adaptado para computador. Ele comprou uma placa de acrílico que é encontrada em vidraçarias, desenhou em cima dela as teclas do computador e com uma furadeira está fazendo furos nesses espaços. “Como ela não tem tanta precisão para digitar, os dedos escorregam no teclado e, em vez de digitar a letra D sai a F, por exemplo, com os furos a digitação vai ficar mais fácil e rápida ”, explica o professor Jair . A placa se adapta a qualquer teclado e por ser leve também pode ser transportada para qualquer lugar.

Michelle, agora, que vem de uma família carente e ainda não tem computador em casa, faz planos e não pensa em mudar de área. “Amei o curso e no fim do ano vou fazer vestibular para o curso de Sistemas de Informação na Universidade Estadual de Maringá (UEM). Não quero largar a informática tão cedo”, se diverte a estudante.

O professor que dá aulas há três anos afirma que não quer registrar as invenções, mas passar o que aprendeu pra frente. “Quem quiser ver como eu fiz é só vir aqui na escola que eu ensino, não tem segredo”, garante.

Embalagens para conservação

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Publicado por Biblioteca da Eca

Promovido pela Associação de Arquivistas de São Paulo (ARQ-SP) e ministrado por Fernanda Brito, o curso mostrou, na prática, técnicas para confecionar alguns modelos de caixas e envelopes para conservação, com o objetivo de capacitar o profissional da área a criar suas próprias soluções de acondicionamente.

Segundo Elizabete, a prática e o conhecimento de técnicas de encadernação artesanal que Rosa e ela já adquiriram em cursos anteriores e no exercício de suas atividades na Biblioteca foi fundamental para o seu bom desempenho no momento da execução dos modelos.

As técnicas aprendidas já estão sendo compartilhadas com os demais funcionários da Biblioteca que trabalham com preservação de documentos.

Rosa e Elizabete confeccionaram, entre outras embalagens, as seguintes caixas:

Caixa Solander

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Confeccionada com papelão rígido próprio para encadernação, com revestimento interno em Tyvec e externo em Museum Barrier Paper, é uma caixa bastante resistente, própria para acondicionar manuscritos e coleções especiais. Foi criada pelo botânico sueco Daniel Carlsson Solander.

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Caixa em cruz com abas

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Usada para guarda de livros, suas abas laterais evitam a entrada de poeira e luz. Feita com papel alcalino Archival Board, livre de ácidos e lignina, sem fibras recicladas nem branqueadores.

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O curso foi pago com recursos da ProQual – Comissão do Programa Permanente de Qualidade de Produtividade da ECA USP, iniciativa de grande importância para a formação do corpo funcional da Universidade.

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