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Posts tagged Carioca

3ª Edição do LER Salão Carioca do Livro será em maio, no Pier Mauá

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Cristina Danuta

A próxima edição do Ler Salão Carioca do Livro será entre os dias 16 à 19 de maio de 2019, nos armazéns 2 e 3, do Pier Mauá, no Centro do Rio de Janeiro.

A LER é, segundo o próprio site diz ” é um encontro sobre livros e ideias diferentes: acolhedor, estimulante e, sobretudo, aberto. Para tanto reunimos autores (de todas as vozes), livrarias, editoras (especialmente as novas e independente), juntamos com peças, exposições, tecnologia, música e convidamos os leitores para passar (e festejar) por toda a experiência da leitura, das oficinas de escrita às conversas com escritores. Tudo gratuito, aberto!”

A LER já está em sua 3ª edição. Ano passado o evento aconteceu na Biblioteca Parque Estadual, na Avenida Presidente Vargas, Centro da cidade e contou com a participação de 345 autores.

Gloria Maria na 2ª edição da LER Salão Carioca do Livro, em 2018

Para maiores informações sobre o evento, sigam a LER Salão Carioca no Instagram @lersalaocarioca, na página do Facebook @LERSalaoCariocadoLivro ou acessem o site www.lersalaocarioca.com.br

Chega logo, maio!

Carioca se inspira na avó com câncer e vai à final de Olimpíada Nuclear

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uolPublicado em UOL

A doença da avó motivou uma jovem carioca a se inscrever e participar da Olimpíada Nuclear (Nuclear Olympiad, em inglês), evento global voltado a estudantes do mundo inteiro que estejam interessados no desenvolvimento global de técnicas nucleares. Alice Cunha da Silva, de 25 anos, está no quinto e último ano da faculdade de engenharia nuclear, na UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro). A jovem foi classificada para a fase final da olimpíada que será realizada em Viena, na Áustria, em setembro deste ano.

Toda a empreitada da estudante carioca começou com um simples post em uma rede social. Um dia, navegando pela internet, ela tomou conhecimento que a WNU (World Nuclear University), organização fundada por institutos de ensino e de pesquisa em assuntos nucleares, havia aberto inscrições para a olimpíada deste ano. Deste jeito, sem nenhum empurrão de professores ou amigos, ela decidiu participar.

“A WNU é uma instituição que promove diversos eventos, como, por exemplo, cursos de verão, todos relacionados à área nuclear. Eu curto a página deles no Facebook e recebo notícias. Quando eles anunciaram as inscrições, resolvi que era minha hora”, contou Alice.

O primeiro desafio da estudante foi, então, produzir um vídeo de até um minuto sobre algum assunto relacionado à área. No entanto, a WNU não queria nada óbvio e, por isso, excluiu os temas energia e ciclo de combustíveis. O problema é que o maior foco de interesse de Alice é a energia nuclear. Ela, inclusive, já participa de grupos de pesquisa sobre o tema.

Foi quando um drama familiar acabou inspirando a jovem a fazer um vídeo para a inscrição no evento. “Minha avó tem câncer e passou por tratamentos nucleares para se curar. Esse tema estava extramente perto de mim e da minha família. Não tinha como eu fazer um vídeo sobre outra coisa”, explicou.

Com a ajuda de amigos e de seu pouco conhecimento no Movie Maker, aplicativo para edições de vídeos simples no Windows, Alice gravou o vídeo “Medicina nuclear salva vidas”. Por meio de um sistema de votação online, a brasileira foi escolhida para disputar a fase final da Olimpíada Nuclear ao lado de outros quatro estudantes de vários lugares do mundo.

A paixão de Alice por assuntos nucleares surgiu durante um estágio feito no setor de tecnologia da informação de uma empresa da área.

“Sou técnica de informática pelo Cefet aqui no Rio e estagiei em uma empresa da área nuclear. Fiz o vestibular para fazer parte de uma das primeiras turmas do curso na UFRJ e me apaixonei ainda mais pelo assunto, pois é uma área muito abrangente”, afirmou. “Dá para trabalhar na área energética, de medicina, análise de falha de equipamentos e outras. É uma área tão pouco conhecida e que serve para muita coisa.”

Durante a faculdade, Alice passou um ano nos Estados Unidos, pelo programa Ciência sem Fronteiras, na Pennsylvania State University. Atualmente, a jovem faz estágio em uma empresa norte-americana e sonha em trabalhar na área energética.

“Eu tenho me focado nesta área de energia. Para ficar no Brasil, preciso passar em um concurso público ainda, caso contrário, vou precisar viver fora”, disse.

Para a próxima fase das olimpíadas, a estudante precisa preparar uma dissertação sobre a produção de radioisótopos e apresentá-la no dia 17 de setembro, em Viena, na Áustria.

“Agora conto com a ajuda dos professores. Estou fazendo minha pesquisa. Como aluna da área, tenho noção do assunto, mas preciso me aprofundar bastante”, explicou a brasileira que agora busca ajuda para conseguir bancar a viagem e a estadia na Europa durante a olimpíada.

Do curso técnico para o mundo: Carioca disputa título de melhor joalheiro

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joal

Publicado em UOL

Cortar, martelar, serrar, modelar e polir um bloco de metal bruto transformando-o em uma bela jóia cheia de detalhes. Essa é a atividade desempenhada pelo estudante carioca Leonardo Fonseca. Aos 20 anos, ele é técnico em ourivesaria e pode ganhar o título de melhor joalheiro do mundo. O carioca vai participar da World Skills – competição internacional de educação profissional. A disputa será com representantes de outros 18 países, em agosto.

Antes de se tornar menor aprendiz e iniciar o curso de técnico em ourivesaria, Leonardo conta que não conhecia a atividade.

“Eu tinha 16 anos e estava querendo emprego temporário. Eu mandei um monte de currículos e a HStern me chamou. Me ligaram falando que eu havia sido selecionado, mas só tinham vagas para aprendiz de ourivesaria. Eu não fazia ideia do que era, mas topei”, lembra.

O curso teve duração de dois anos. Enquanto as aulas foram realizadas na unidade do Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial) na Tijuca, zona norte do Rio, as lições práticas ficavam por conta da HStern. O que Leonardo não imaginava era que acabaria se tornando um competidor entre joalheiros do mundo inteiro. A porta de entrada foi a Olimpíada do Conhecimento – maior competição de educação profissional do país, promovida pelo Senai.

“No final do curso, o Senai me chamou para competir”, conta ele, que recebe uma bolsa de ajuda de custos no valor de um salário mínimo para se dedicar de segunda à sábado ao treinamento.

Depois de levar medalha de ouro na disputa estadual, começou a bateria de treinamento para a etapa nacional. Leonardo conseguiu se destacar mais uma vez, tornando-se o representante brasileiro no World Skills.

Para a etapa internacional, Leonardo teve que se mudar para Brasília, onde fica a Diretoria Nacional do Senai. Seu treinamento passou a ser de segunda a sábado durante pelo menos dez horas por dia. A prova está marcada para agosto e será em São Paulo.

Graduação para depois

Assim como muitos jovens, Leonardo também enfrentou o dilema de ter que escolher entre cursar uma graduação ou seguir na carreira de sua formação técnica. Logo depois que acabou o curso de aprendiz de ourivesaria, ele passou no vestibular para cursar turismo na UFF (Universidade Federal Fluminense) e iniciou o curso.

Mas, no primeiro período, se viu obrigado a escolher entre a graduação e o treinamento para as competições de ourivesaria. Foi aí que resolveu abandonar a faculdade.

“Vejo alguns amigos na faculdade, mas não sofro preconceito por ter optado por um curso técnico. Diante de tantas horas diárias de treinamento, posso dizer que é um sacrifício prazeroso. Não posso deixar a oportunidade passar e eu não agarrar. Num curto espaço de tempo estou tendo contato com excelentes profissionais e um aprendizado que nunca imaginei”, diz Fonseca, que já montou uma pequena oficina na casa da avó, para confeccionar joias e também fazer pequenos reparos.

Como venceu a Olimpíada do Conhecimento na categoria de ourivesaria, ele vai ganhar uma bolsa para estudar design de joias, na PUC-Rio (Pontifícia Universidade Católica do Rio).

Artista carioca recria rostos famosos da literatura com máquina de escrever

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Clarice Lispector pelas mãos – e dedos – de Álvaro Fraca

Clarice Lispector pelas mãos – e dedos – de Álvaro Fraca

Publicado por Glamurama

Os tipos de letra, as cores, a pressão feita da tecla no papel… Tudo isso imprimia personalidade em cada carta ou texto que saíam das antigas máquinas de escrever. Pois o artista carioca Álvaro Franca se apoderou desses detalhes para criar retratos de grandes personalidades da literatura usando teclas, tinta e papel. Álvaro Franca disse que escolheu seus autores favoritos para a série “Typewritten Portraits”, que ainda está em produção e que ele começou quando estudava na Cambridge School of Art, na Inglaterra. O resultado é impressionante. Confira abaixo!

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Jose Saramago no retrato de Álvaro Franca / Créditos: Divulgação

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Clarice Lispector no retrato de Álvaro Franca / Créditos: Divulgação

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Charles Bukowski no retrato de Álvaro Franca / Créditos: Divulgação

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Jack Kerouac no retrato de Álvaro Franca / Créditos: Divulgação

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J. D. Salinger no retrato de Álvaro Franca / Créditos: Divulgação

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Processo de criação do artista Álvaro Franca / Créditos: Divulgação

E veja também o vídeo do processo de criação do artista.

Carioca coordena 2 mil voluntários que gravam livros para cegos

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Atriz Analu Palma é personagem do quadro ‘Os Cariocas’ do RJTV. Veja como se tornar voluntário do projeto Acessibilize-se.

Publicado no

O quadro “Os Cariocas” do RJTV mostra semanalmente gente do bem que contribui para fazer do Rio uma cidade solidária, boa de se viver. Neste sábado (28), a série mostra o trabalho da atriz Analu Palma, que coordena o projeto Acessibilize-se e, com 2 mil voluntários, grava livros para levar cultura aos deficientes visuais. Analu e os amigos dos cegos são os “ledores” dos livros falados.

A voz da atriz são os olhos de muita gente. Carioca de Inhaúma, ela decidiu partilhar o prazer da leitura com quem não consegue ler, por gosto ou necessidade. O estudante Júlio César Careira, por exemplo, faz faculdade de psicologia. Estuda graças à iniciativa de Analu. De tanto ler no ônibus, ele sofreu um deslocamento de retina e perdeu a visão. As publicações em braile não são suficientes.

“As pessoas que são voluntárias não fazem ideia do quanto nos ajudam”, diz Júlio. “Aqui encontramos todo o necessário para ter um futuro melhor”

A programadora de computador Rita também tem deficiência visual. Para ela, é mais fácil entender de linguagens complicadas e números quase indecifráveis do que simplesmente ter acesso a um livro.

Analu começou o projeto por conta própria. Gravava os livros e publicava na internet. Depois, percebeu que, sozinha. seria difícil ajudar o tanto de gente que precisava.Criou uma metodologia e formou voluntários. “Ledores”, como ela chama. Ao todo, 2 mil já fizeram o curso pelo país todo e mais de 600 títulos já foram gravados.

Os alunos aprendem as partes do livro, a lidar com um programa de computador para gravar a narração e têm aulas de colocação da voz. A psicóloga Monique Leal, é voluntária do projeto há três meses e pretende ficar ainda por muito tempo. Cada minuto livre é usado para gravar os livros. “A gravação faz parte do meu dia a dia”, conta.

A voz e o gesto de Analu vêm corrigindo injustiças. Discreta e serenamente, Analu e sua turma vão espalhando palavras preciosas para quem está ansioso por ouvi-las.

Veja como se tornar voluntário do projeto no site http://www.livrofalado.pro.br. Se você conhece alguém que ajuda a melhorar a vida de quem mora no rio, conte para a gente. Envie sua sugestão para o quadro “Os Cariocas”.

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