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Educação pelas ondas do rádio

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Programa Para Ouvir e Aprender, veiculado pela Rádio Rural de Santarém, funciona como instrumento pedagógico e estimula aprendizado dos alunos

Alunos durante gravação do programa 'Para Ouvir e Aprender' (Foto: Divulgação)

Alunos durante gravação do programa ‘Para Ouvir e Aprender’ (Foto: Divulgação)

Publicado por G1

Em tempos de tecnologias modernas e avançadas, o rádio ainda se supera e mostra seu valor na educação. Que o digam as crianças da Escola São Jorge, na comunidade de Tapará Grande, próxima de Santarém, no Pará. Todas as segundas, quartas e sextas elas param o que estão fazendo e prestam atenção ao “Para Ouvir e Aprender”, veiculado pela Rádio Rural de Santarém de 7h30 às 8h e de 14h05 às 14h35. O programa é o carro-chefe do projeto Rádio pela Educação, que desde 1999 desenvolve ações usando o veículo como instrumento pedagógico. Atualmente, 76 escolas, além da São Jorge, participam do projeto. O Rádio pela Educação é premiado como iniciativa de sucesso em educomunicação, metodologia pedagógica que propõe o uso de recursos tecnológicos e técnicas da comunicação na aprendizagem, e faz parte do Mídias pela Educação, programa de educação a distância do Ministério da Educação (MEC).

“O programa traz para as ondas do rádio as realizações da escola, os sonhos dos alunos e as experiências que os educadores desenvolvem nas salas de aula. É a comunidade escolar falando dela e para ela. O objetivo do programa é incentivar a leitura, a escrita e o desenvolvimento da expressão oral de alunos e professores. O “Para Ouvir e Aprender” tem várias atrações, como entrevistas, radionovelas, cartas dos alunos e a sessão pedagógica, que semanalmente apresenta textos para incentivar a leitura de estudantes e professores. Com base em um guia pedagógico, produzido pela equipe do Rádio pela Educação em parceria com a Universidade Federal do Pará (UFPA), são propostas atividades para serem realizadas após o programa”, explica Cesar Souza, um dos coordenadores do projeto.

Ouvir o programa educativo pelo rádio já é uma atividade que faz parte do dia a dia das crianças de Santarém  (Foto: Divulgação)

Ouvir o programa educativo pelo rádio já é uma atividade que faz parte do dia a dia das crianças de Santarém (Foto: Divulgação)

O Rádio pela Educação utiliza o método Paulo Freire de ensino a distância aplicado às séries iniciais – 1º a 5º ano –, tendo o rádio como recurso pedagógico. Durante trinta minutos, o projeto leva para a sala de aula a realidade da Amazônia, na voz das crianças, adolescentes e professores das zonas urbana e rural, estimulando a leitura dos gêneros textuais presentes na escola e na sociedade (livros, cartazes, histórias, causos, rádio, TV, jornal, etc). Os alunos são os próprios repórteres e recebem gravadores para fazer matérias em suas comunidades. Quando a fita chega a Rádio Rural de Santarém, a equipe do programa faz um pré-edição e põe no ar. A oportunidade de participar ativamente deixa os alunos ainda mais atentos ao programa, conta o professor Lucenildo Santos da Silva, da Escola São Jorge.

“Quando está chegando a hora de começar, todo mundo se organiza para ouvir. Acho que os veículos de comunicação podem ajudar muito no processo de aprendizagem, tornando-o mais eficiente e divertido”, ressalta o professor.

Entretanto, mesmo sendo reconhecido e fazendo sucesso entre alunos e professores, o Rádio pela Educação esbarra em dificuldades técnicas. O projeto atende atualmente 12 mil alunos, porém, poderia ser ampliado se houvesse mais recursos, defende o coordenador Cesar Souza.

“Quando começou a ser realizado, em 1999, mais instituições de ensino participavam, no entanto, com o tempo, os aparelhos de rádio foram quebrando e não havia dinheiro para manutenção; fora as escolas que não têm mesmo rádio ou sistema de som. Para driblar a dificuldades, muitas vezes os colégios fazem ‘vaquinha’, bingos e contam com a ajuda de pessoas que doam aparelhos”, revela Souza.

De acordo com o coordenador, as escolas que desejarem participar do projeto Rádio pela Educação devem entrar em contato com a equipe por meio do telefone (93) 3523-1679 ou do email [email protected] Mais informações também no blog radiopelaeducacao.wordpress.com

Em livro, Pistorius conta acidente quase fatal e “prova de amor” bizarra

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Um crime no dia dos namorados chocou a África do Sul: ídolo mundial do atletismo, Oscar Pistorius é acusado de matar a namorada, a modelo Reeva Steenkamp, a tiros dentro de casa em Pretória; entenda o caso Foto: AP

Um crime no dia dos namorados chocou a África do Sul: ídolo mundial do atletismo, Oscar Pistorius é acusado de matar a namorada, a modelo Reeva Steenkamp, a tiros dentro de casa em Pretória; entenda o caso
Foto: AP

Publicado por Terra

O jornal inglês The Mirror destrinchou episódios marcantes da vida do atleta paralímpico Oscar Pistorius, relatados no livro de memórias Blade Runner. Na obra, o biamputado que atualmente aguarda julgamento pelo assassinato da ex-namorada Reeva Steemkamp conta ter sofrido um acidente automobilístico quase fatal depois de uma briga com outra ex-parceira amorosa e uma surpresa no mínimo estranha para se reconciliar com ela.

Pistorius tinha um relacionamento conturbado com Vicky Miles, com quem namorava em 2006 e a quem o atleta paralímpico chamava de “o grande amor de sua vida”. Após uma forte briga, porém, o sul-africano teria resolvido pegar o carro às 3 da manhã rumo à casa da ex-namorada, a mais de 600 km de distância, para tentar a reconciliação. Ele dormiu no volante e quase morreu ao sofrer um acidente.

“Só acordei quando meu carro bateu em um guard rail. Um lado do veículo estava completamente destruído. Meu comportamento foi imperdoavelmente estúpido e me arrependo desse dia”, escreveu Pistorius. Dias depois, em 14 de fevereiro de 2006 – Dia de São Valentim, equivalente ao Dia dos Namorados em alguns países -, o atleta fez uma “loucura de amor” para tentar sensibilizar Vicky Miles.

Meu comportamento foi imperdoavelmente estúpido e me arrependo desse dia
Oscar Pistorious
Sobre acidente fatal que quase lhe tirou a vida em 2006

“No Dia de São Valentim de 2006, a Vicky acordou e encontrou a surpresa que eu havia preparado enquanto ela dormia. Enchi 200 balões coloridos, um por um, e pendurei nas árvores, no portão e no quintal da casa dela. Depois, peguei uma lata de spray e escrevi artisticamente: ‘eu te amo, tigrona’ na rua em frente à da casa. Ela ficou sensibilizada”, contou.

Curiosamente, Pistorius matou a sua então namorada, a modelo Reeva Steemkamp, exatamente sete anos depois da “prova de amor” que havia feito a Vicky Miles. O crime, cometido na casa do atleta paralímpico, ocorreu na madrugada do último dia 14 de janeiro.

Morta nesta quinta-feira pelo namorado Oscar Pistorius em incidente não-esclarecido, Reeva Steenkamp era modelo, tinha diploma em direito e seria estrela de reality show; veja Foto: Instagram / Reprodução

Morta nesta quinta-feira pelo namorado Oscar Pistorius em incidente não-esclarecido, Reeva Steenkamp era modelo, tinha diploma em direito e seria estrela de reality show; veja
Foto: Instagram / Reprodução

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Pesquisa aponta que belo-horizontinos são os que mais leem no país

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A capital mineira ficou empatada com Porto Alegre. Em seguida vem Brasília

Publicado no Primeira Edição

Os moradores da capital mineira aproveitam o tempo livre para aguçar a cultura. Foi isso que apontou a pesquisa Ibope divulga neste ano. O estudo avaliou, entre julho de 2011 e agosto de 2012, a parcela dos brasileiros que leram algum livro nos últimos 30 dias. Belo Horizonte e Porto Alegre se destacaram como as cidades com o melhor índice apurado (41%), seguida de Brasília.

Ao todo, foram realizadas 20.736 entrevistas com pessoas de ambos os sexos das classes A, B, C e D, e E com idades entre 12 e 75 anos. O estudo foi realizado nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Fortaleza, Brasília e nos interiores de São Paulo e das regiões sul e sudeste. A representatividade é de 49% da população brasileira entre 12 e 75 anos, ou 71 milhões de pessoas.

No Brasil, 33% dos entrevistados declararam ter lido algum livro no período, sendo que 53% afirmaram ler com frequência e 47% disseram que só o fazem às vezes. Dentre outros resultados, a pesquisa aponta que as mulheres são maioria no grupo de leitores do país (60%); a maior parte dos leitores pertence às classes AB (54%); as pessoas de 25 a 34 anos são as que mais leem (22%); e 25% dos leitores têm o ensino superior completo.

Bibliotecas mineiras

Em Minas Gerais, há 839 escolas públicas cadastradas em 801 municípios. A Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa, em Belo Horizonte, conta com o maior acervo de Minas Gerais, com mais de 250 mil exemplares, entre livros jornais e revistas.

Na capital mineira, os moradores contam com o carro-biblioteca, da Secretaria de Estado da Cultura, que atende a seis bairros de Belo Horizonte e Região Metropolitana por semana, sendo um por dia. A iniciativa disponibiliza, de forma itinerante, mais de 3 mil obras entre livros, revistas e jornais para leitura e pesquisa.

Brasileiro acha mais de US$ 20 mil escondido em livro e busca dono

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Publicado no Jornal Dia a Dia

O brasileiro Carlos, de Ipatinga, Minas Gerais, afirma ter encontrado entre US$ 20 mil (R$ 41 mil) e US$ 30 mil (R$ 62 mil) em dinheiro enquanto visitava uma loja de reciclagem nos EUA e que aguarda contato do dono da quantia.

Em conversa por telefone com o G1 nesta segunda-feira (19), Carlos, que prefere que seu sobrenome não seja divulgado, disse que trabalha limpando residências em Marlborough, no estado de Massachusetts, e relata que tem “uma vida tranquila”. “US$ 20 mil iam me ajudar? Claro que sim. Não sou milionário, muito menos rico”, conta.

Carlos visitava o estabelecimento da cidade próxima de Wellesely no dia 12 de outubro para abastecer sua coleção de revistas sobre natureza – na loja, é possível trocar ou pegar itens antigos que iriam para a reciclagem.

“Quando encontrei o livro, saí correndo para o carro”, disse. “Minha mulher quase teve um troço”, conta.

Ele relata que gostaria de devolver o dinheiro e ponderou o que fazer. Ele entrou em contato com a polícia e com um advogado, que disseram que, como o valor estava em dinheiro, o brasileiro teria direito a ele 30 dias após a ocorrência ser registrada.

O mineiro também entrou em contato com a imprensa local, que fez matérias e divulgou o e-mail dele.

Ele conta que os filhos só souberam do dinheiro por meio da repercussão da mídia. “Fiz isto para não deixar eles com esperança” (de ficar com o dinheiro), conta.

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