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Posts tagged Carvalho

Alguém que não assiste Game of Thrones chegando na internet essa semana

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Publicado por Jesus Manero

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é exatamente assim que a pessoa se sente

dica do Sidnei Carvalho de Souza

Vídeo fofo do dia: Bebê lendo

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A leitura proporciona momentos de prazer inesquecíveis… desde a infância! 🙂

Dica do Sidnei Carvalho de Souza

Empresa holandesa fabrica estante para acomodar livros e gatos

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Os felinos têm um espaço reservado na prateleira, ao lado de seus livros preferidos

Publicado na revista PEGN

Da Redação
   Reprodução

Cada vez mais é possível perceber como as empresas estão fabricando mobílias que visam integrar os animais ao ambiente doméstico. O mais novo exemplo agora vem da marca holandesa Urban Cat Design, que lançou uma estante que, além de acomodar seus livros, tem um local reservado exclusivamente para os gatos.

 

   Reprodução

A CatCase possui compartimentos específicos para que os felinos consigam chegar aos diversos “cômodos” por meio de degraus internos. Cada espaço oferece até um tapetinho para que os bichinhos afiem as unhas.

(mais…)

Câncer, literatura e amizade verdadeira

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Vicente Carvalho, no Razões para acreditar

Esta é umas das histórias mais bonitas de amizade que vi em tempos.

Nachu tem câncer terminal, e pode morrer até junho (calma, não é uma história triste). E o autor preferido de Nachu chama-se Harry Turtledove, famoso por suas séries de livros de história modificada.

Perguntado sobre o que gostaria de fazer antes de morrer, uma das respostas de Nachu foi “terminar de ler a série The War That Came Early (“A Guerra que Chegou Mais Cedo”)”, de Turtledove, uma visão alterada da Segunda Guerra Mundial. O problema é que os dois últimos livros da série ainda estavam na primeira versão do autor, direto do manuscrito, e só seriam todas lançadas em um ano, no mínimo.

Um amigo de Nachu resolveu agir e fez uma pergunta no site Reedit, sobre como seria possível conseguir as cópias antes, para que o amigo pudesse lê-las. O pedido continha uma carta com o apelo ao autor. Tudo em inglês.

Abaixo, o resultado da campanha, na forma de um presente de aniversário. O vídeo está em inglês, mas algumas coisas na vida nem precisam de palavras.

Resultado visto acima: Com a permissão de Harry Turtledove, a editora do autor, Del Rey Books, enviou uma cópia de avaliação da próxima história da série, a ser lançada em julho apenas, e em apenas um dia. Amigo, autor, editora, turma do Reedit… eis uma lição de vida coletiva.

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dica do Rodrigo Cavalcantis

“Leitores têm dificuldade de interpretação”, diz Dimenstein ao ser chamado de xenófobo

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Gilberto Dimenstein: “o colunista não pode ter medo de críticas”
(Imagem: Divulgação/Folha)

Nathália Carvalho, no Comunique-se

A escolha de Juca Ferreira para ser secretário municipal da Cultura de São Paulo causou debate nesta semana e, ao publicar o texto “Haddad precisa importar um baiano?”, o jornalista da Folha, Gilberto Dimenstein, recebeu críticas e foi chamado de xenófobo.

Dimenstein explica que a postura de alguns internautas trata-se de dificuldade de interpretação e, ou, leitura apressada. “As pessoas não leem tudo. Isso já acontece no impresso, imagina no online. Olham apenas o título e leem o que querem, e não o que está escrito”. O colunista diz que criticou “o incômodo que brotou em parte do meio cultural paulistano pelo fato de Fernando Haddad convidar alguém de fora”.

O jornalista da Folha argumenta que o texto teve conotação positiva em relação à indicação de Ferreira. “Comentei que ser de fora pode ser até bom para a cidade. E, no caso de Juca, ainda coloquei que, por ser baiano, ele traz uma visão cultural que, talvez, possa ajudar São Paulo. E por vir de outra cidade talvez não fique refém das panelinhas culturais locais”.

As críticas à coluna foram impulsionadas, também, por um texto publicado pelo deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ). Em relação à postura do parlamentar, Dimenstein afirma que “se fosse uma prova de interpretação, certamente o deputado não passaria”. “Ele é uma pessoa de com caráter e creio que não fez de má fé. Mas acredito que ele não leu a coluna até o final”, diz o colunista.

Em resposta, Wyllys disse que “é uma saída fácil de Dimenstein para não assumir que seu texto contraditório flertava, sim, com o sentimento de xenofobia mal disfarçado”. “Ainda que eu e outros tivéssemos lido apenas o título – o que não aconteceu – este, por si, já justificava todos os questionamentos. A palavra “baiano” não foi parar no título por acaso. A língua não é neutra (o jornalismo menos)”, explicou.

Dimenstein conta ser importante para os jornalistas saberem lidar com a repercussão negativa de alguma opinião. “É importante que o colunista não tenha medo de críticas e estimule o debate”. Além disso, ele afirma ser interessante passar por isso pois quando trata-se de um erro é preciso pedir desculpas, mas quando a situação é o contrário, a conversa cresce no sentido de mostrar qual é a posição do profissional. “Aprofunda o tema e ajuda as pessoas a pensarem de maneiras diferentes”, contou.

Veja abaixo os textos, em ordem cronológica, publicados por Dimenstein e pelo Deputado Jean Wyllys

Coluna de Dimenstein para Folha de S. Paulo – 10/12/2012
Haddad precisa importar um baiano?

Crítica de Jean Wyllys – 11/12/12
O “baiano” de Dimenstein

Coluna de Dimenstein para Folha de S. Paulo – 11/12/2012
Sou mesmo xenófobo?

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