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Casal que vive em frente a escola pública em Alagoas cria “caixinha de leitura” para incentivar alunos

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Casal promove incentivo a leitura com caixinha pendura na porta de casa (Crédito: Reprodução / Real Deodorense)

Casal promove incentivo a leitura com caixinha pendura na porta de casa (Crédito: Reprodução / Real Deodorense)

 

Objetivo é despertar estudantes para a importância da leitura; metade do acervo foi levado no primeiro dia

Dayane Laet, no TNH1

Pensando em incentivar a leitura dos pequenos que frequentam a escola de ensino articulado Sesi/Senai (Ebep), que fica no centro do município de Marechal Deodoro, no Litoral Sul de Alagoas, um dos moradores decidiu “plantar” uma caixinha de leitura na porta de casa, com o objetivo de incentivar a leitura dos alunos.

O sucesso da caixinha foi tamanho, que mais da metade do acervo – cerca de 40 exemplares – foi levado pelos estudantes no decorrer desta sexta-feira (17), primeiro dia em que a caixinha foi caprichosamente colocada na porta simples, mas muito bem cuidada, para realmente chamar a atenção dos curiosos.

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A ideia foi do morador da casa, o oficial de justiça Ovídio José Souto Galvão, de 54 anos, e sua esposa. “Dinho”, como é conhecido, se inspirou em uma reportagem que contava uma ação parecida, a “Ninho de Livros”, em Fortaleza (CE). “Olhei para minha esposa e disse: podemos fazer isso aqui em casa, já que a escola fica bem aqui em frente”, contou durante entrevista ao TNH1.

Segundo Ovídio, ele quer despertar a curiosidade dos alunos para a leitura. “Antes eles ficavam aqui pela rua, esperando o horário da aula, ociosos”, conta o oficial. “Agora o tempo é preenchido por assuntos de vários temas, conforme cada gosto”, falou, com alegria.

Ainda de acordo com Dinho, não só estudantes mas moradores de todas as idades estão se interessando pelos temas dos exemplares e levando o seu.

Como funciona?

Os alunos podem ler enquanto estão ociosos e devolver à caixinha;

Quem passa pelo local, pode trazer um livro e levar outro;

É possível levar o livro e ler em casa, caso não goste está autorizado repassar;

Quem quiser pode fazer doações de livros colocando direto na caixinha.

“Doações são bem vindas pois restam pouco mais de 20 livros no momento”, concluiu Ovídio.

Mais leitura: passageiros do metrô no DF podem levar livros para casa

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Livreiros já estão disponíveis em 14 estações. Campanha solidária foi feita para que a população doe e retire livros antes das viagens.

Publicado no G1

A ação ‘Compartilhe Cultura’ surgiu para incentivar o hábito da leitura na população do Distrito Federal. Segundo estudo da Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan) – utilizado pelo Metrô DF para realizar a campanha – 63,5% dos moradores não têm o costume de ler no dia a dia.

Para reverter essa situação, o programa ‘Metrô Solidário’ colocou 22 livreiros em diferentes estações. A ideia é fazer com que os passageiros doem e peguem livros emprestados.

Segundo o Metrô, o objetivo da ação é “estimular esse costume durante a locomoção e fazer com que os usuários compartilhem cultura uns com os outros”.

A campanha conta com o apoio da Secretaria de Cultura que irá fornecer o acervo de livros durante a campanha. Toda semana, o metrô ficará responsável pela reposição dos livros. Nas estações, foram fixados cartazes para orientar as pessoas e estimular a doação.

Você pode ter acesso aos livreiros nas estações: Central, Galeria, 112 Sul, Shopping, Guará, Arniqueiras, Águas Claras, Praça do Relógio, Centro Metropolitano, Ceilândia Sul, Guariroba, Ceilândia Centro, Terminal Ceilândia e Terminal Samambaia.

Sete livrarias com cafés em Curitiba para você aproveitar a leitura

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Roteiro de lugares da cidade onde, além de escolher um livro, você ainda aproveita para tomar café

Laura Beal Bordin, Gazeta do Povo

Poucos são os que discordam que um livro fica melhor com um café na mão. O principal ponto é que essa combinação tem o poder de transformar tanto a leitura, que fica mais prazerosa, quanto o café, que fica ainda mais saboroso. Confira sete livrarias com cafés para você aproveitar um cafézinho enquanto aproveita o prazer de ler um bom livro.

Livraria Cultura

No segundo piso da loja, a Liquori Caffè Gourmet oferece desde os cafés mais simples até os mais elaborados, uma série de sanduíches e doces. Para beber, o que mais mais sucesso é o drink negresco, que é feito com café, leite sorvete e essência de baunilha, biscoito negresco picado, chantilly e calda de chocolate (R$ 18,90). Para comer, uma opção é o pisa, que leva pão sírio, creme de iogurte, mussarela de búfala, peito de peru, tomate e alface (18,50).

Arte & Letra

A Livraria Arte & Letra não é nem livraria, nem cafeteria, nem editora. É uma livraria-cafeteria-editora. Lá, além dos livros, é claro, primeiro você escolhe o café e depois a receita. Os livros editados também são selecionados: a ideia é sempre formar leitores por meio das palavras. Lá, é possível provar a degustação de espressos – A Polaquinha, Molly Bloom e Chinaski – todos nomes relacionados a obras literárias (R$15) e provar um ratatouille vegano com arroz cateto (R$ 24,90).

Le Mundi Livroteca

Em um conceito diferente de livraria, a Le Mundi Livroteca é mais uma cafeteria do que uma livraria. Lá, você pode degustar os cafés mais diferentes, encontrar livros exclusivos e ainda levá-los para casa como forma de locação. Um dos carros-chefes da casa é o Mocha-Paris com café espresso, calda de chocolate e leite cremado. (R$ 7,50). A comidinha preferida é o brownie que pode ser de doce de leite, chocolate, oreo ou nutella com calda (R$ 9) ou com gelato (R$ 18).

Livraria Saraiva (Shopping Crystal)

Quem passa pela livraria Saraiva do Shopping Crystal pode fazer uma pausa para o café no Café na Escada. Além da bebida, os apreciadores de livros ainda contam com sanduíches, tortas e bolos caseiros. Além de nada do que sai do café seja industrializado, os tradicionais espresso (R$ 5) e o pão de queijo (R$ 4,20) ainda são os preferidos.

Livraria Curitiba (ParkShopping Barigui)

Na livrarias Curitiba do ParkShopping Barigui, o Café do Ponto serve aos amantes da leitura o melhor dos doces. Além do tradicional espresso curto (R$ 5,90), a casa serve o Frapê Red Velvet, que leva essência de framboesa, cereja e sorvete (R$ 16,90). Até o final de outubro, 30% do valor será doado a instituições participantes de ações do Outubro Rosa. Para comer, que tal um brownie (R$ 7,90) ou uma torta (R$ 13,50)?

Livraria Curitiba (Palladium)

Quem visita a Livrarias Curitiba do Shopping Palladium também pode contar com um Café do Ponto enquanto busca o livro ideal.

Amantes de livros e de gatos: esta casa é para vocês

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Publicado no Público

O pedido chegou de um artista, poeta e professor e de uma poetisa e gestora de uma livraria. O casal de Brooklyn, em Nova Iorque, foi até ao atelier de arquitectura BFDO Architects explicar o sonho deles: que a casa onde moravam fosse transformada num espaço cheio de luz e com dois requisitos fundamentais — ser perfeita para receber livros e para acomodar os felinos lá de casa.

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Assim nasceu a House for Booklovers and Cats — um espaço que faz sonhar quaisquer amantes de gatos e livros. A sala de estar ganhou uma nova vida, tornou-se um lugar amplo, limitado por prateleiras onde vivem livros e com locais de circulação a alguns metros do chão para os gatos.

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É que, além de quase todos os felinos adorarem aventurar-se em locais altos, os dois desta casa são tímidos e gostam de ter espaços onde possam ficar longe de visitas menos familiares. No topo das prateleiras, coladas ao teto, há pequenas portas quase secretas por onde os animais podem passar para ir até aos quartos do segundo andar. A claraboia central leva luz à casa toda, decorada de forma minimal. Aqui, humanos e felinos podem ser felizes.

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Mulher devolve livro com 36 anos de atraso em biblioteca na Escócia

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Leitora devolve livro com 36 anos de atraso a biblioteca pública na Escócia (Foto: Shetland Library/Facebook)

Leitora devolve livro com 36 anos de atraso a biblioteca pública na Escócia (Foto: Shetland Library/Facebook)

Ela simplesmente se esqueceu de devolver o livro e acabou o encontrando anos depois.

Cesar Nascimento, no Blasting News

Na época da escola, todos tinham o costume de pegar #Livros na biblioteca para levarem para casa. Geralmente, esses livros tinham um prazo para serem devolvidos e, caso isso não acontecesse, vários problemas poderiam surgir.

O ser humano nem sempre está com a mente livre. Isso significa que, durante o dia, diversos pensamentos, sendo que a grande maioria deles são preocupações e questionamentos, acabam colocando seu cérebro para trabalhar, provocando um verdadeiro curto de informações.

O resultado são pequenos esquecimentos que, a longo prazo, podem se transformar em grandes problemas. Quem nunca se esqueceu de algo importante? Isso acontece mais do que muitos imaginam e, muitas vezes, a melhor coisa a se fazer é parar e pensar se você não está deixando para trás algo importante.

Uma história no mínimo curiosa aconteceu em uma biblioteca na Escócia. A biblioteca Shetland postou uma imagem em que mostra o que seria a capa de um livro devolvido depois de 36 anos de atraso. Isso mesmo! Após todo esse tempo a pessoa ainda teve a capacidade e honestidade de devolvê-lo a seu lugar de origem.

O livro foi emprestado no ano de 1981 e nunca mais apareceu na biblioteca. Como essas coisas são comuns, os funcionários não puderam fazer praticamente nada, já que se tratava de um exemplar e a pessoa que pegou emprestado simplesmente desapareceu sem deixar vestígios. Por mais intrigante que isso pareça ser, a moça se esqueceu de devolve-lo simplesmente porque não se lembrava que tinha pegado o exemplar para ler.

Ao contrário do que muitos poderiam imaginar, ela não tentou vendê-lo para conseguir algum lucro.

Simplesmente leu algumas páginas e o deixou de lado em alguma gaveta cheia de poeira. Mais tarde, sem querer, fazendo algo que faz todos os dias, ela acabou se deparando com o exemplar que estava no mesmo lugar em que foi colocado anos atrás.

A #Mulher disse que estava fazendo uma faxina em sua casa quando se deparou com o exemplar. Ela havia se esquecido de devolver e, envergonhada após muitos anos, levou o exemplar de volta para a biblioteca.

O caso acabou chamando a atenção já que, mesmo se esquecendo, ela teve a honestidade de corrigir seu erro, devolvendo o livro para seu lugar de origem. Ainda não se sabe se foi cobrada alguma multa, ou se ela levou uma bronca por ter se esquecido de uma coisa tão importante como essa.

O livro era um exemplar de “Highland Folk Ways”, de I.F. Grant. #Bizarro

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