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A best-seller Cassandra Clare lança “Os artifícios das trevas”, sua nova trilogia

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“Dama da meia-noite” é o livro de estreia da série, também ambientada no universo dos Caçadores de Sombras

Publicado no O Nortão

Depois do fenômeno “Os instrumentos mortais” – série de seis livros que já vendeu cerca de 1,3 milhão de exemplares no Brasil –, a autora Cassandra Clare inicia “Os artifícios das trevas”, nova trilogia ambientada no universo dos Caçadores de Sombras. No livro de estreia, “Dama da meia-noite”, a ação se passa cinco anos depois da história narrada em “Os instrumentos mortais”. Clary e Jace, os protagonistas da série anterior, agora são celebridades e diretores do Instituto de Caçadores de Sombras de Nova York. Já a jovem caçadora Emma Carstairs cresceu. Protagonista da nova série, ela tem agora 17 anos e tornou-se uma forte combatente que mora no Instituto de Los Angeles.

Emma é a melhor Caçadora de Sombras de sua geração. Dedicou os últimos anos de sua vida a tentar desvendar o mistério do assassinato de seus pais, já que não acredita na resolução oficial do crime. Quando dezenas de humanos e fadas começam a aparecer mortos e com as mesmas marcas encontradas nos corpos de seus pais, é a chance da menina de finalmente encontrar uma boa pista.

Mas a investigação vai envolver muitas outras questões: resolver o crime também significa resgatar Mark Blackthorn, capturado e aprisionado pelo Povo das Fadas. Os Blackthorn são a família com a qual Emma cresceu, e que a “adotou” após a morte de seus pais. Irmão de Mark, Julian é o melhor amigo de Emma desde criança. Por isso, os dois decidiram se tornarparabatai – uma parceria íntima e definitiva entre dois Caçadores de Sombra, que juram lealdade eterna um ao outro. Mas não podem nunca se apaixonar. E é claro que Emma e Julian estão em conflito e loucos para quebrar esta regra.

Enquanto buscam pela verdade por trás das mortes, os dois parabatai vão esbarrando em mais segredos, perigos e magia. Os fãs de “Instrumentos mortais” vão se divertir com as aparições e as referências a personagens queridos como Clary e Jace, Magnus Bane, Alec Lightwood e Malcolm Fade, por exemplo. Mas quem não leu a série anterior de Cassandra Clare também pode mergulhar sem medo nesta nova história.

A primeira edição de “Dama da meia-noite” vem com algumas características especiais: capa com tratamento holográfico e um capítulo extra, que descreve com mais detalhes uma festa que é apenas citada no romance e que reúne os personagens das duas sagas. A obra chega às livrarias brasileiras em abril.

Cassandra Clare já vendeu mais de 36 milhões de livros em todo o mundo, e suas obras foram traduzidas em 35 línguas. Os livros da franquia “Os instrumentos mortais” figuraram na lista de bestellers do New York Times por mais de dois anos. A série deu origem a um filme homônimo e à série de TV “Shadowhunters”, atualmente em exibição na Netflix. Cassandra escreveu ainda a série “As peças infernais”. Ela esteve no Brasil em 2014 para participar da Bienal do Livro de São Paulo, para onde atraiu milhares de fãs.

Série baseada no livro ‘Os Instrumentos Mortais’ é aprovada

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Diego Almeida, no CinePop

O canal americano ABC Family aprovou a produção da primeira temporada de ‘Shadowhunters’, série de TV baseada na franquia literária ‘Os Instrumentos Mortais’. A atração foi encomendada sem passar por avaliação de episódio piloto.

A trama vai recomeçar a história do filme de 2013, acompanhando Clary Fray em seus 18 anos. No seu aniversário, a jovem descobre ser uma descendente dos shadowhunters (caçadores de sombras), híbridos de anjos com seres humanos.

Quando sua mãe, Jocelyn, é sequestrada, Clary então se une a Jace, outro shadowhunter, e seu melhor amigo Simon para caçar demônios. Vivendo entre as fadas, bruxos, vampiros e lobisomens, Clary começa a desvendar sua própria história.

Mesmo sem elenco definido, a série produzida por Ed Decter (‘Helix’, ‘The Client List’) iniciará suas filmagens em maio, no Canadá. ‘Shadowhunters’ não tem previsão de estreia.

Inspirado nos livros de Cassandra Clare, ‘Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos’ teve orçamento de US$ 60 milhões e arrecadou míseros US$ 31 milhões nos EUA. Com o fraco desempenho, a Constantin Films adiou o início das filmagens da sequência, ‘Os Instrumentos Mortais: Cidade das Cinzas’, que aconteceriam no final do ano passado, mas agora o projeto está definitivamente cancelado, já que migrou para a TV.

Bienal do Livro em SP supera expectativas e leva 720 mil ao Anhembi

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Editoras registram crescimento no faturamento e no volume vendido

Mauricio de Sousa foi presença constante na feira

Mauricio de Sousa foi presença constante na feira

Maria Fernanda Rodrigues, no Estadão

Passado o susto do primeiro fim de semana, quando os leitores fãs das escritoras Cassandra Clare – principalmente – e Kiera Cass foram em peso ao Anhembi, que virou um espaço caótico, organizadores e editores fazem as contas finais da 23.ª edição da Bienal do Livro de São Paulo, que terminou ontem à noite. No geral, as vendas foram melhores do que em 2012, a presença de jovens surpreendeu, a programação cultural, a cargo do Sesc, foi a melhor dos últimos tempos e os problemas crônicos da feira – fila para tudo, serviços caros (o estacionamento custava R$ 40) e os ônibus gratuitos não dando conta da demanda – continuaram.

Segundo avaliação dos organizadores feita na tarde de ontem, a feira teria recebido 720 mil visitantes desde a abertura, na sexta-feira (22). A expectativa inicial era de 700 mil – em 2012, foram registrados 750 mil visitantes. O segundo fim de semana, menos tumultuado porque não havia nenhum best-seller internacional voltado para o público juvenil, foi o mais cheio – entre sexta e sábado passaram pela feira 180 mil pessoas.

Há muito se questiona se o formato de uma Bienal do Livro é o melhor para despertar nas crianças o gosto pela leitura. Gabrielle Leone, de 17 anos, mostra que ele pode funcionar, sim. Foi Daniele, a irmã mais velha, quem a levou à feira pela primeira vez. Deu um dinheirinho para ela, que foi todo gasto com gibi, para sua frustração. Na edição seguinte, resolveu escolher ela mesma o livro e deu um título de Thalita Rebouças. Algo especial aconteceu ali e Gabrielle se tornou uma leitora voraz. “Leio Thalita desde os 10 anos, mas leio muito outras coisas, como Rick Riordan, a série Divergente, Jogos Vorazes, que compro ou pego na biblioteca”, diz. Ela foi à Bienal no sábado, ficou cerca de três horas na fila para conseguir um autógrafo de Thalita Rebouças – pela 5.ª vez na vida – e voltaria no domingo para gastar os R$ 200 que conseguiu guardar desde que anunciaram a data do evento. E por que tantos autógrafos de Thalita? “Cada vez é uma sensação diferente. É como se ela fosse minha melhor amiga, mas uma amiga distante”, explica. A tiracolo, as irmãs levaram a caçula, Marina, de 5 anos, que se encantava com qualquer livro com os personagens do filme Frozen na capa.

Thalita Rebouças participou de algumas sessões de autógrafos, assim como Paula Pimenta e outras musas teen. Mas o destaque este ano entre as autoras de chick-lit foi Carina Rissi, que escreve para um público um pouco mais velho do que as primeiras. No sábado, a autora de Encontrada – Em Busca do Felizes Para Sempre começou a autografar às 13 h e só parou às 22h30. Na mesa ao lado, Eduardo Spohr, autor de literatura fantástica, fez o mesmo. Ambos são editados pela Verus, do grupo Record.

“As bienais são sempre voltadas para público jovem, mas este ano foi impressionante. Os 30 livros mais vendidos do nosso estande são para eles e a maioria esmagadora para o público jovem feminino”, comenta Bruno Zolotar, diretor de Marketing da Record. O primeiro livro adulto a figurar na lista foi Eu, Christiane F, a Vida Apesar de Tudo. Zolotar conta que o grupo registrou 60% no aumento do faturamento (até sábado à noite) e que embora o desempenho tenha sido melhor do que na edição anterior, os números não superam os da Bienal do Rio (30% maior).

Esta foi a melhor Bienal da WMF Martins Fontes, que estima um crescimento de 25% no faturamento. Quem puxou as vendas foi Quem É Você, Alasca?, primeira obra de John Green e que ela lançou em 2010 – antes da explosão de A Culpa É das Estrelas – o livro mais vendido no estande da Intrínseca. A editora carioca bateu, na terça-feira, o faturamento da edição de 2012.

A Rocco também comemora resultados 30% maiores e credita a seus títulos infantojuvenis nacionais esse bom desempenho. Entre seus autores estão Thalita Rebouças e Carolina Munhoz. A editora Senac faturou 36% a mais este ano. Em volume de títulos vendidos, o aumento foi de 60%. Já a Melhoramentos, que previa melhorar seu faturamento em 12%, viu esse número ser ampliado para 35%, com Ziraldo puxando as vendas.

Nem todos tiveram lucro ou fecharam as contas. “Tínhamos a meta de superar a Bienal do Rio, que normalmente é cerca de 30% melhor. Não conseguimos, mas vendemos como em 2012. Se não tivéssemos tido um tumulto tão grande no primeiro fim de semana, talvez tivéssemos atingido a meta”, disse Gerson Ramos, diretor comercial da Planeta. Mauro Palermo, diretor da Globo Livros, também disse que o resultado foi igual ao da edição passada. Renata Borges, diretora da Peirópolis, comemora uma maior presença de professores e de livreiros do interior, mas ainda sentiu falta das editoras independentes, que não conseguem participar por causa dos altos custos.

Bienal em números

720 mil é o número estimado de visitantes

100 mil visitantes foi o maior público da Bienal num só dia (sábado, 30)

400 mil pessoas participaram da programação cultural (debates, shows, peças)

120 mil alunos visitaram com a escola

R$ 34 milhões é o orçamento total do evento este ano – R$ 10 milhões dos quais passíveis de captação por leis de incentivo

Jovem se fantasia de personagem de ‘Instrumentos Mortais’ para ir à Bienal; veja vídeo

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Carolina Dantas, na Folha de S.Paulo

Na sexta-feira (22), primeiro dia da 23ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, Raphael Bianco Silva, 22, resgatou do guarda-roupa uma fivela antiga e pintou com tinta branca. Esperou secar e escreveu em preto: “magic”. Ele é um jovem aficionado por literatura, entre outros milhares que lotaram o Pavilhão de Exposições do Anhembi.

O cinto é parte de um traje inspirado no personagem favorito de Raphael: Magnus, da série “Os Instrumentos Mortais”, da escritora norte-americana Cassandra Clare. O feiticeiro imortal está em todos os livros da série, tem personalidade complexa e desvendada ao longo da trama.

“Adoro tudo que lembra o mundo mágico, as criaturas do submundo e as histórias que escutávamos quando criança e sentíamos medo”, contou Raphael, que é estudante do último ano de enfermagem.

Rapahel Bianco caracterizado como personagem Magnus, da saga literária 'Os Instrumentos Mortais'  / Raquel Cunha/Folhapress

Rapahel Bianco caracterizado como personagem Magnus, da saga literária ‘Os Instrumentos Mortais’
/ Raquel Cunha/Folhapress

Ele decidiu vestir-se de Magnus para encontrar Cassandra no sábado (23), na Bienal. Colocou uma calça branca, um mocassim azul, uma camiseta preta, acrescentou mangas verde-musgo. Comprou lentes com olho-de-gato por R$ 90, pintou os cabelos com tinta spray rosa e azul, usou purpurina ao redor dos olhos.

“Imagina se encontro outra pessoa fantasiada de Alec na Bienal? Pode ser o amor da minha vida!”, falou Raphael no metrô, vestido de Magnus.

Nos livros, Alec, ao contrário de Magnus, é mortal. Os dois personagens vivem uma história de amor impossível devido à natureza de cada um.

No quarto de Raphael, outros livros estão na estande. “Li O Pequeno Príncipe quando ainda era criança.” Ele também leu “Harry Potter” e a série “Crepúsculo”, precursores das atuais sagas infantojuvenis.

Cassandra Clare e Kiera Cass atraíram 150 mil pessoas apenas no primeiro final de semana da 23ª Bienal Internacional do Livro.

“Além de ser uma escritora que resgata histórias antigas, cada personagem dos livros de Cassandra parece real, com os seus dilemas e defeitos. A personalidade deles muda ao longo da história, sem o leitor nunca saber o que vai acontecer”, diz Raphael.

Bienal do Livro desiste de mudanças no sistema de distribuição de senhas

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Segurança tenta conter fãs durante palestra da escritora americana Cassandra Clare na Bienal do Livro (Foto: Raquel Cunha/Folhapress)

Segurança tenta conter fãs durante palestra da escritora americana Cassandra Clare na Bienal do Livro (Foto: Raquel Cunha/Folhapress)

Publicado na Folha de S.Paulo

Após informar à Folha que mudaria o sistema distribuição de senhas para as sessões de autógrafo de autores best-sellers, a organização da Bienal do Livro voltou atrás. Disse que vai apenas aumentar o número de pessoas que distribuem os bilhetes na própria feira.

Poucas horas antes, a organização havia sinalizado que pretendia distribuir as senhas pela internet e em outros pontos da cidade.

Um grande número de fãs passou a madrugada de sábado (23) no parque do Anhembi, local da feira, para conseguir os bilhetes da sessão de autógrafo da escritora americana Cassandra Clare, principal atração internacional do evento. As entradas começaram ser entregues às 10h.

“Não imaginávamos que haveriam tantos jovens ainda interessados por livro. Isso não é um show de rock. Mas sabemos que precisamos melhorar a infraestrutura para o próximo ano”, disse Paulo Octavio Pereira de Almeida, membro da organização da feira.

Cassandra Clare, autora da série infantojuvenil “Os Instrumentos Mortais”, atraiu milhares de jovens para a Bienal. Muitos não conseguiram senha para ver sentados a palestra com a escritora e ficaram atrás de uma grade protetora. Houve muito empurra-empurra. Uma menina chegou a desmaiar no meio da aglomeração.

Os poucos seguranças não conseguiram conter os jovens que tentavam pular a barreira. Por alguns minutos, a situação fugiu do controle.

André Martins, 41, pai de uma jovem que tentava um autógrafo, discutiu com os seguranças. “Chegamos cedo, eram milhares de pessoas e não havia nenhum policial. Todos sabiam que viria tanta gente, eram milhares já confirmados nas redes sociais do evento.”

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