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Best-seller Cassandra Clare virá para Bienal do Livro de São Paulo

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Publicado por Folha de S.Paulo

A escritora norte-americana Cassandra Clare, 40, autora da série “Os Instrumentos Mortais”, é o primeiro nome internacional confirmado para a Bienal do Livro de São Paulo, que acontece de 21 a 31 de agosto deste ano, no Anhembi.

Com mais de 26 milhões de livros vendidos no mundo, sendo 500 mil no Brasil, onde é publicada desde 2010 pelo selo Galera Record, Clare lançará, no primeiro final de semana do evento, a edição impressa de “As Crônicas de Bane”.

Cassandra Clare, autora de 'Os Instrumentos Mortais', que virá à Bienal do Livro de São Paulo (Divulgação)

Cassandra Clare, autora de ‘Os Instrumentos Mortais’, que virá à Bienal do Livro de São Paulo (Divulgação)

Da série mais famosa da autora, “Os Instrumentos Mortais”, o selo Galera Record já publicou os cinco primeiros volumes –o primeiro ganhou versão cinematográfica no ano passado. O sexto e último, “Cidade do Fogo Celestial”, foi anunciado para o próximo mês de maio em língua inglesa e deve ser publicado na sequência em português.

Nascida no Teerã, no Irã, filha de pais americanos, e batizada Judith Rumelt, Clare passou a infância viajando pelo mundo com a família. Em Los Angeles, ainda na escola, iniciou um romance chamado “The Beautiful Cassandra”, baseado na história homônima de Jane Austen. Após a faculdade, atuou como jornalista em revistas de entretenimento.

Ficou famosa na internet antes de lançar o primeiro livro da série “Os Instrumentos Mortais”, quando, como escritora de fanfics (ficções criadas por fãs) da série “Harry Potter”, ameaçou queimar os livros de J.K. Rowling quando esta disse que Harry e Hermione nunca ficariam juntos –dias atrás, J.K. Rowling disse se arrepender de não tê-los juntado.

Livros invadem os cinemas

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Caroline Ropero no Diário do Grande ABC

 

Divulgação

Aventura, romance e magia são ingredientes de livros e filmes teens de grande sucesso. Talvez por ter essa receita, a saga Os Instrumentos Mortais  (Cassandra Clare, Galera Record, 462 págs., R$ 39,90) conquistou tantos leitores e, agora, ganhará as telas do cinema. O primeiro livro da série, Cidade dos Ossos, tem estreia prevista para 21 de agosto e já tem gente ansiosa por ele. Só o trailer original, em inglês, do longa-metragem tem mais de 3 milhões de acessos no YouTube.

Na trama, Clary (Lily Collins, na foto) descobre que faz parte de mundo sobrenatural e precisa juntar-se aos Caçadores de Sombras – guerreiros que protegem a Terra de demônios e outras criaturas – para salvar a mãe e descobrir quem realmente é. O tamanho do livro pode assustar (o D+ conferiu), mas a leitura é fácil e prende a atenção.

Para Maria Lúcia Outeiro Fernandes, professora de Literatura da Unesp-Araraquara, histórias como as de Clary, Harry Potter e Bella (Crepúsculo) seguem uma fórmula. “Satisfazem a fantasia e imaginação, trazem suspense, a luta entre bem e mal, a figura do herói e têm a mesma estrutura de texto, com personagens que têm o destino traçado e história previsível, trazendo certo conforto.” Além disso, possuem linguagem simples. “Investem mais no imaginário, dando respostas rápidas ao leitor, do que no literário, que leva à reflexão mais elaborada da vida.”

Fã de livros de aventura e sagas, Beatriz dos Santos Valentim, 13 anos, de São Caetano, acredita que a leitura faz esquecer os próprios problemas. “É legal imaginar como seria se tudo fosse diferente. Faz a gente ir para outro mundo. Claro que eu não gostaria de viver em Panem (de Jogos Vorazes), mas seria legal participar do Acampamento Meio-Sangue (de Percy Jackson).” A garota sabe que, em geral, o filme não é idêntico à obra original. “Não gosto quando o diretor joga o livro pela janela e refaz tudo. Mas se ele coloca o que tem de mais importante, fica bom.”

Como Beatriz, quem curte literatura e adaptações cinematográficas pode se preparar para a grande quantidade de lançamentos que vem por aí. O bom é que haverá cada vez mais mundos diferentes e emocionantes para conhecer. É só ficar de olho nas novidades e escolher em qual aventura embarcar.

Desde o início do cinema, literatura é inspiração para adaptações

A adaptação de livros para as telas ocorre desde o início do cinema. Obras do escritor Júlio Verne, por exemplo, estão entre as primeiras a ganhar vida na sétima arte. Da Terra à Lua inspirou o filme Viagem à Lua, feito em 1902 por Georges Méliès, um dos precursores do cinema. E até hoje livros do francês servem de influência para novas produções, como o longa em 3D Viagem ao Centro da Terra (2008).

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