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Posts tagged Castelo

Neil Gaiman e Akiva Goldsman vão adaptar saga literária do Castelo de Gormenghast em série

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Tayná Garcia, no Jovem Nerd

De acordo com o Deadline, o escritor Neil Gaiman (Deuses Americanos) e o roteirista Akiva Goldsman (A Torre Negra) vão adaptar a saga literária de Gormenghast, escrita por Mervyn Peake.

Gaiman e Goldsman estão escalados como produtores executivos do projeto e a FremantleMedia já está em busca de seus showrunners.

A saga literária já foi adaptada para a televisão antes, em uma minissérie de 2000, que adaptou apenas dois livros. O projeto conduzido por Gaiman promete adaptar todos os livros. Sua história acompanha Titus, herdeiro do trono no castelo de Gormenghast e seus moradores.

O novo seriado da saga literária de Gormenghast ainda não tem previsão de estreia.

Hogwarts brasileira existe e está com matrículas abertas para sua 1ª turma

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Luiz Belloni, no Brasil Post

Qual amante da franquia Harry Potter nunca teve vontade de, ao menos por alguns instantes, estudar na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts? Foi com este sonho que Vanessa Candida dos Santos Godoy, de 26 anos, decidiu criar a própria escola de magia e assim nasceu a EMB — Escola de Magia e Bruxaria do Brasil.

A escola ficará em um castelo na cidade de Campos de Jordão, no estado de São Paulo. Em outubro do ano passado, foi realizado um evento teste de apenas um dia que reuniu mais de 300 fãs da saga. Agora, Vanessa abriu inscrições para um curso de quatro dias, entre 24 e 27 de junho de 2016, em um castelo de verdade.

Como em Hogwarts, os alunos vão viver e ter aulas no castelo (um hotel com mais de 6 mil metros de área construída e a 1700 metros de altitude). Ao chegarem no castelo, os alunos serão divididos pelo “chapéu seletor” online entre a Casa das Águias, Casa dos Esquilos, Casa das Serpentes e Casa dos Tigres.

“Por quatro dias, uniformizados com as típicas capas da EMB, os alunos se matricularão e frequentarão as aulas que mais forem de seu interesse. Há temas apropriados para todos os tipos de bruxos!”, diz o site.

Os alunos deverão escolher oito dos 10 cursos oferecidos pela escola: Poções e Elixires, Cuidado dos Animais Mágicos, Adivinhação, Astromagia, Cultura Trouxa, Herbologia, História Mágica, Defesa Antitrevas, Feitiçaria, Voo (sim, tem uma disciplina que ensina a habilidade de voar). Eles receberão todo o material escolar para as aulas, que vão durar em torno de 40 minutos cada.

As aulas incluem recitar feitiços, jogar Quadribola (adaptação do jogo Quadribol), cuidar de “animais mágicos” e vivenciar “a rotina de uma escola de magia em um castelo de verdade.”

Em entrevista ao HuffPost Brasil, a idealizadora do projeto, Vanessa, explica que toda a programação é inspirada na história de J.K. Rowling, mas com um toque brasileiro. “Fizemos algumas adaptações para o público, como a cerveja amanteigada. Aqui ela é gelada e é menos doce que a tradicional [vendida nos estúdios da Warner, em Londres]”, conta.

Outra novidade é a carteirinha de estudantes bruxos. “Já temos clube de vantagens e fechei parcerias com lojas que darão descontos aos alunos que apresentarem a carteirinha na hora da compra.”

Ela explica que a ideia surgiu depois de perceber que todas as feiras sobre a saga eram iguais. “Decidi criar um mundo paralelo, onde os fãs poderiam ter uma imersão completa e real do mundo da magia. O conteúdo dado em sala de aula é totalmente lúdico e voltado ao universo de Harry Potter”, acrescenta.

Vanessa disse que a escola não pretende ser apenas uma cópia de Hogwarts. “Lá, as pessoas encarnam mesmo os personagens, igual a um RPG [jogo em que consiste interpretar papéis em um determinado universo fictício]. O objetivo é criar a nossa própria fanfic [narrativa fictícia escrita e divulgada por fãs].”

Estudar na Hogwarts brasileira custa, ao todo, R$ 1.850. O valor inclui a programação completa (que pode ser conferida aqui) de 24 a 27 de junho, alimentação, Copo Mágico Refil (refrigerante e chá gelado à vontade), cobertura de seguro saúde no período, transporte e o Kit Aluno — apostilas, capa do uniforme, mapa do castelo da escola, carteirinha de estudante bruxo, medalha do torneio Taças das Casas e o diploma de conclusão do curso.

Veja abaixo fotos das instalações do castelo:

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(mais…)

Americana recria castelo de Harry Potter em Lego

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Publicado no SRZD

Uma americana de Seatle resolveu reconstruir o castelo de uma das sagas mais conhecidas e aclamadas de todos os tempos: Harry Potter. Para conseguir recriar em mínimos detalhes, Alice Finch utilizou 400 mil peças.

Finch começou a gostar da saga após brincar com seus filhos, então decidiu recriar fielmente o Castelo de Hogwarts, local no qual se passa a história dos filmes e dos livros.

Confira o resultado:

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Adaptação do chileno Raúl Ruiz para livro de Castelo Branco sai em DVD

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Após ler ‘Mistérios de Lisboa’, diretor afirmou que poderia fazer longa com 20 horas de duração

Luiz Zanin Oricchio no Estadão

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Imagens evocam melancolia – Divulgação

Mas não estava escrito nas estrelas que o diretor se interessaria por essa matéria-prima literária. Foi preciso que o produtor Paulo Branco oferecesse a obra do seu conterrâneo ao chileno. Ruiz parece à vontade no cipoal de tramas rocambolescas de Camilo, que publicou a história em livro em 1854, quando tinha 29 anos. É seu segundo romance, mas o texto havia saído antes, em capítulos, no jornal O Nacional, do Porto.

Após ler o livro, Ruiz disse ao produtor que daria um filme de 20 horas de duração. Contentou-se com uma versão de 4h27 minutos para o cinema e uma minissérie em seis capítulos para TV, com 52 minutos cada. Esta última é que está saindo em DVD. São três discos, os dois primeiros com os episódios, o terceiro dedicado aos extras, entre os quais longa entrevista com o diretor.

As diferenças entre as duas versões não se limitam à duração maior da série para TV. As estruturas diferem. Na versão para cinema, as histórias misturam-se de maneira menos segmentada, aprofundando a sensação de narrativa em abismo, sob a forma de sonho. A versão para a TV é mais clara. Os episódios são divididos em blocos, constituindo unidades quase autônomas, embora seu sentido ainda dependa do conjunto. Proporcionam compreensão mais imediata, embora a profusão de histórias ainda produza sensação de vertigem.

A estrutura é a do folhetim. Uma trama básica abre-se em narrativas variadas e os personagens e linhas narrativas vão se multiplicando. Basicamente, há um narrador, chamado João, que dá início à fabulação. Ele fala de si. A primeira frase do romance, que também é a do filme, é estupenda: “Eu era um rapaz de catorze anos, e não sabia quem era…” Não se trata de uma forma retórica, crise de identidade de um adolescente. João, era apenas assim que o chamavam, não tinha sobrenome, não sabia quem eram o pai e a mãe. Em suas palavras, “vivia na companhia dum padre e duma senhora que diziam ser irmã do padre, e de vinte rapazes, que eram meus condiscípulos”. Era um órfão, do qual todos zombavam.

Logo João ganhará identidade. Ao menos saberá quem é a mãe, e passará a chamar-se Pedro da Silva. Mas então o folhetim se bifurca e seremos apresentados às enigmáticas figuras da mãe do rapaz, Angela de Lima (Maria João Bastos) e do padre Diniz (Adriano Luz). Outros personagens vão entrando em cena e aumentando a complexidade da trama. Nos desvãos do exasperado romantismo de Camilo se desenvolve a trajetória do órfão João, depois Pedro da Silva, às voltas com esse padre sensual e maquiavélico, Dinis, uma condessa vingativa, atos de pirataria e outras circunstâncias e peripécias.

São tramas como amplificadas pelo sentimento de prazer e pasmo diante da “mórbida complexidade sentimental da humanidade”, como definiu o crítico português Alexandre Cabral na apresentação do livro. E, de fato, a história comporta cupidez material, ciúmes, assassinatos, incesto, um mundo bruto, cru, distante da espiritualidade que o romancista iria buscar posteriormente em suas obras.

Lendo-se o romance custa-se a acreditar que tamanha dimensão de material possa comprimir-se num filme, mesmo com 4h27 ou seis horas de duração. A verdade é que o roteirista Carlos Saboga consegue a proeza de síntese, sem deixar de fora nada de muito relevante. E Ruiz, com sua criatividade habitual, ainda adiciona material de própria lavra. Há episódios encadeados de maneira diferente no filme e no livro. Encontros que não se deram na versão literária, acontecem na cinematográfica. Ruiz ainda imagina um recurso interessante, um pequeno teatrinho de papelão, brinquedo de criança que acompanhará Pedro da Silva ao longo da sua vida, e no qual se encena parte da trama. O teatro dentro do teatro. O palco da vida, em reprodução infinita, de modo a jogar o espectador na vertigem da narrativa.

A história, escrita no século 19, passa-se entre os séculos 18 e 19. Há episódios que se referem à Revolução Francesa (1789), por exemplo. Desenvolve-se em várias cidades da Europa, Lisboa, Paris, Veneza, passa pela África e pelo Brasil. Seus personagens masculinos são aventureiros, não param quietos. As mulheres entregam-se a amores fulminantes, em geral ilícitos, segundo as convenções da época. Há uma melancolia profunda na parte portuguesa, com criaturas que se acreditam destinadas ao sofrimento ou ao consolo triste da religião. Mas também entram em cena mulheres libertas, ou manipuladoras, sem escrúpulos, que não se detêm diante de nada para alcançar seus objetivos. Certa atitude iluminista se insinua, em especial quando surgem as personagens francesas (vividas pelas ótimas Clotilde Hesme e Léa Seydoux, a mesma que está em cartaz em Azul É a Cor mais Quente).

Há, acima de tudo, a magnífica direção de Raúl Ruiz a comandar essa profusão de personagens e domar o mar de histórias que apresenta. Sua mise-em-scène é de rigor excepcional. Num filme muito falado, as imagens não ficam em segundo plano – são elas que dão sentido ao todo e nos fazem imergir em época que não é a nossa e nela coabitar com personagens que teriam tudo para nos parecer estranhos e excêntricos.

Não tenhamos medo de chamar Mistérios de Lisboa por seu nome: obra-prima.

Livro de negócios em primeiro lugar

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‘Sonho grande’ vendeu 4.197 exemplares

Cassia Carrenho, no PublishNews

1Sonho grande (Primeira Pessoa), assim como seus protagonistas, chegou ao 1º lugar vendendo 4.197 exemplares nesta semana. Logo atrás, com marcação acirrada, aparece Casagrande e seus demônios (Globo), com 4.033 livros vendidos. Com isso, a turma cinzenta caiu novamente, mas ainda continua firme na lista geral e encabeça a lista de ficção.

Apesar de aparecer apenas na 11ª posição no ranking das editoras, a Rocco colocou dois lançamentos em excelentes posições. O livro Castelo de papel, de Mary Del Priore, ficou em 4º lugar em não ficção, e Insurgente, de Veronica Roth, em 3º lugar, na lista infanto juvenil.

As novidades da semana foram: não ficção, Manual de etiqueta (Bestbolso); infanto juvenil, Meu pé de laranja lima (Melhoramentos); autoajuda, Sobre o céu e a terra (Paralela) e Para a melhor mãe do mundo (Vergara & Riba).

No ranking das editoras a Sextante se distanciou mais ainda das outras, agora com 18 títulos. A briga boa voltou a ser pela segunda colocação, disputada página por página pela Intrínseca e Record, ambas com 10. Atrás delas seguem a Ediouro, com 9 livros, Vergara&Riba com 8, e Saraiva com 7.

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