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Livraria bane WiFi, laptop e celular

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Marcelo Rubens Paiva, no Estadão

O futuro chegou de forma invertida numa livraria americana de Wyoming.

Em respeito ao livro e hábito de leitura, que perde a guerra contra gadgets e widgets.

A Wind City Books dispensou seu equipamento de WiFi e sugere que seus clientes esqueçam os cacarecos eletrônicos, laptops e celulares, na bolsa.

“Bem-vindo a um lugar para livros e café. Dê um tempo. Viva como em 1993. E-mails podem esperar”, diz um cartaz na entrada, que informa que não tem Wi-Fi.

O ano se refere a 1994, quando a internet se consolidou e deixou de ser uma ferramenta das forças armadas e universidades.

“Queremos que as pessoas venham à nossa loja para relaxar e curtir um livro”, disse o livreiro Vicki Burger à afiliada da ABC, TV KTRK [nota de Brien Koerber ao Mashable].

Adorei.

Poderia inspirar muitos negócios por aqui.

Cafés, restaurantes, bares, livrarias, hotéis, motéis, restaurantes. Até um buffet infantil…

O futuro estressa.

Desconcentra.

8 dicas para ler mais livros e deixar o smartphone de lado

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Fonte: Shutterstock

Fonte: Shutterstock

 

Veja como se livrar do vício na internet e ler mais livros durante o ano

Publicado no Universia Brasil

Quando você está em casa sem fazer nada ou sentado na sala de espera de um consultório médico, é praticamente instintivo pegar o smartphone para dar uma olhadinha nas redes sociais ou tentar passar uma nova fase daquele jogo on-line. Na era digital, as opções de entretimento para as horas vagas são imensas, indo desde as séries do Netflix até uma caçada por um novo Pókemons no aplicativo Pókemon Go.

O problema é que as diversas tecnologias disponíveis acabaram ganhando força e deixando os passatempos mais analógicos, como ler um bom livro, de lado. No entanto, é possível driblar todas essas distrações digitais e retomar o hábito e a paixão pela leitura. Veja como:

Um livro de cada vez

Sair lendo mais livros do que você é capaz é garantia de criar um bloqueio de leitura. Apesar de algumas pessoas conseguirem se revezar entre diversas obras ao mesmo tempo, para quem está retomando a prática agora, é preciso evitar essa tentação. O leitor pode ficar intimidado e ter a impressão de que a leitura é algo muito difícil e nada prazeroso. Por isso, foque em uma única história por vez e se não gostar do livro que estiver lendo, não hesite em deixá-lo de lado e começar um novo. O importante é ir com calma e manter o interesse pela prática.

Desconecte-se para se dedicar à leitura

Se você está passando por uma crise de leitura, em a visão da capa de um livro já te deixa apavorado, então parte desse fenômeno pode estar ligada ao imenso tempo que passa on-line. A internet, apesar de seus memes de gatinhos fofos e vídeos engraçados, é a maior ferramenta de procrastinação do mundo. Você começa com a intenção de passar alguns minutinhos olhando o Facebook, mas quando se dá conta já está sentado há horas em frente ao computador ou com o smartphone em mãos.

Uma forma de reverter esse processo é reservar um tempo para se desconectar e passar algumas horas curtindo um bom livro. Mas para que isso funcione, é preciso ter disciplina. Reserve os dias da semana que estiver mais tranquilo e programe um alarme no celular para saber a hora de fazer log off do mundo digital.

Revisite os clássicos

Você se lembra qual foi o primeiro livro que motivou o seu gosto pela leitura? Provavelmente ele foi especial e conquistou a sua atenção com uma boa história. Por isso, quando estiver passando por uma crise de leitura, abra o seu armário, vasculhe as prateleiras e tente encontrar a obra que te inspirou desde o começo, para mergulhar em sua história mais uma vez.

Passeie pela livraria

Pode parecer algo muito simplista, mas se aproximar desse universo pode resolver a crise com os livros. Por isso, reserve um tempo para passear por sua livraria favorita, tomar um bom café e conhecer as novidades. Depois de algumas horas admirando as capas dos livros e conversando com os vendedores, sem dúvida você retomará sua inspiração e gosto pela leitura.

Compartilhe o hábito com um amigo

Ler é uma atividade que, geralmente, é praticada por uma única pessoa, mas ter uma companhia em momentos de crise pode ser a solução para os seus problemas. Fale com amigos que também estejam querendo ler mais livros e monte um clube de leitura e discussões. Essa tática estimulará o grupo como um todo.

Leia o livro depois do filme

O que é considerado um verdadeiro pecado por algumas pessoas pode ser a solução para a crise de leitura de outras. Se você foi ao cinema e adorou um filme baseado na história de um livro, corra para a livraria ou biblioteca mais próxima e tente encontrá-lo. Por ser uma história interessante, as chances de você se envolver na leitura são ainda maiores. Mas para quem simplesmente não consegue lidar com essa ideia, aposte em um livro inédito, mas de uma série que você já conheça e que já tenha outros capítulos adaptados para as telonas.

Ouça o seu livro

Se sentar e folear as páginas de um livro parece angustiante para você, então aposte nos audiolivros. Atualmente, uma extensa variedade de gêneros e autores estão disponíveis nesse tipo de plataforma, que é prática e barata e pode ser utilizada em casa, no carro ou até mesmo no smartphone.

Experimente novos gêneros

Apesar de você ser apaixonado por uma determinada série de livros, ler suas histórias por diversas vezes pode ser muito cansativo. Para evitar que você se canse da leitura e também tenha a chance de conhecer coisas novas, tente explorar gêneros diferentes do que está acostumado. Nessa aventura, você pode descobrir uma nova série favorita.

App transforma poemas de Manoel de Barros em animações

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O app oferece quatro recursos: Clipes, Poesias, Desenhar e Foto - Agência O GLOBO / Reprodução

O app oferece quatro recursos: Clipes, Poesias, Desenhar e Foto – Agência O GLOBO / Reprodução

Publicado em O Globo

RIO — Musicados por Márcio de Camillo e ilustrados e animados pelas iluminuras de Martha Barros, os versos de Manoel de Barros viraram “poesias brincantes” em um novo aplicativo para tablets e celulares iOS e Android, lançado nesta semana. Intitulado Crianceiras, reúne dez clipes animados e quatro poesias interativas, além de um “caderno” no qual os leitores podem tocar nas palavras e ver animações, sons e definições. O aplicativo, que pode ser baixado gratuitamente, é um desdobramento do projeto de mesmo nome, concebido por Camillo e lançado em 2012, como disco e espetáculo.

Responsável pela direção e produção do app, Bruna Pligher diz acreditar que a interação da tecnologia com a poesia tem “um enorme potencial”:

— Nada vai substituir a poesia em seu estado mais puro. Mas o app serve como um convite à poesia e a apresenta em uma nova forma. Colocar a obra do poeta numa tecnologia de que as crianças gostam pode provocar nelas uma nova percepção da arte e aumentar o interesse pelos livros do Manoel.

O app oferece quatro recursos: Clipes, Poesias, Desenhar e Foto. Poemas musicados por Camillo, como “Boa sombra” e “O menino e o rio”, ganham clipes com animações de Martha Barros, filha de Manoel. Já no tópico Poesias, as palavras se transformam em brinquedos, num formato interativo em que o usuário vai aprendendo mais sobre o poema a partir de sons e desenhos. Outro recurso permite desenhar com as cores, as texturas e os personagens das iluminuras.

— Não acho que o aplicativo pode ajudar a compreender a poesia de Manoel de Barros, porque o próprio Manoel de Barros já dizia que a poesia não era para ser compreendida. A ideia é incorporar um novo olhar para a poesia no cotidiano. Nesse sentido, acho que o carro-chefe são as animações. Foi um desafio aproximar as crianças do visual, sem deixar de manter a identidade da Martha, que tem uma obra visualmente poética, muito próxima da do Manoel. Quisemos trabalhar só com textura, com o sugestivo, porque queríamos estimular a imaginação — diz Bruna.

Em vez de pokémon, biblioteca portuguesa fomenta leitura com caça aos livros

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Rodney Eloy, no Pesquisa Mundi

María Cester | EFE
via UOL

Caçar livros ao invés de pokémon tem sido o método utilizado pela biblioteca mais antiga de Lisboa, que organiza uma captura de 2.500 livros por toda a cidade, para reativar o interesse pela leitura.

Este pioneiro projeto, que acontece até o próximo dia 15, é organizado pela Biblioteca Municipal de São Lázaro e espalha de 50 a 60 livros por dia em parques, jardins, bancos de praça e espaços públicos de Lisboa, que ficam ali à espera de serem achados por pedestres curiosos.

Bibliotecária e coordenadora do projeto, Joaquina Pereira explicou à Agência Efe que a iniciativa foi testada antes dentro da própria biblioteca, mas só alguns associados participaram, por isso eles decidiram colocar os livros nas ruas e à disposição de todo o mundo.

Joaquina defende que o principal objetivo da ideia é “fazer um contraponto” à sociedade atual, marcada pela tecnologia e pela internet, e conseguir fazer com que as pessoas voltem a desfrutar do prazer de ler um livro.

“Queremos que todo mundo tenha acesso aos livros, que os levem pra casa, aproveitem e retomem ou iniciem o gosto pela leitura”, afirmou.

Os 2.500 livros incluídos na atividade são de gêneros variados, de romances a livros infantis, todos eles de autores reconhecidos das literaturas portuguesa e internacional e de diversas gerações.

Os volumes são organizados logo no início do expediente, divididos em sacolas com 20 exemplares de gêneros variados e, ao longo da manhã, os funcionários os distribuem pelas áreas mais movimentadas do entorno da São Lázaro.

A seleção dos livros para o projeto foi feita com base em critérios de catalogação. Segundo Joaquina, as obras que entram no projeto “são edições antigas que já não preenchem os requisitos para estar nas bibliotecas de hoje em dia”.

Assim, com a entrega gratuita, a iniciativa fomenta, por um lado, o interesse pela leitura e, por outro, permite que se reciclem livros que já não têm espaço nas bibliotecas municipais da cidade.

Todos os exemplares distribuídos vão acompanhados de um folheto na primeira página com a mensagem “Leve-me contigo” e que convida os que o recolhem a saborear o livro e a visitar a biblioteca depois para possíveis novos empréstimos.

Até o momento, a proposta teve boa aceitação no bairro e desde que começou mais da metade dos exemplares separados pela organização já foram distribuídos.

Erguida em 1883, no bairro de Arroios, a São Lázaro é considerada a biblioteca municipal mais antiga de Lisboa e possui mais de 5.200 volumes em suas prateleiras publicados entre o século XVII e o século XX em português, francês e espanhol.

A principal sala ainda mantém a mobília original, mas todo o restante do edifício foi reformado em uma obra que levou seis anos (2000 e 2006).

Esta é a primeira vez que Portugal promove um projeto que incentiva o interesse pela leitura aproximando público e obras em espaços públicos.

De acordo com dados da consultoria GfK Entertainment, em Portugal – um país com 10,5 milhões de habitantes – aproximadamente 12,5 milhões de livros foram comprados em 2015, o que representa uma despesa de 147 milhões de euros, 3% a menos do que em 2014.

Lê livros no smartphone? Veja alguns aplicativos que podem melhorar a experiência

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Publicado no 33Giga

Nem sempre dá para carregar um monte de livros na mochila. A solução que muita gente têm encontrado é passar a ler por meio de smartphone e tablets com ajuda de aplicativos específicos. Com muitos desses apps disponíveis para Android, iOS e Windows Phone, eles também são uma boa alternativa para quem procura uma plataforma que proporcione uma leitura personalizada, agradável e gratuita. Abaixo, o 33Giga separou cinco boas opções de softwares dedicados aos leitores, confira.

Se você tem alguma dúvida sobre tecnologia, escreva para [email protected] e suas questões podem ser respondidas

Amazon Kindle
Versão para Android, iOS e Windows Phone de um dos eReaders mais populares do mundo, o aplicativo oferece os recursos do gadget para os usuários de tablet e smartphone. Com o software, na hora da leitura você pode personalizar a cor do plano de fundo da página, intensidade do brilho da tela e o contraste. Também é possível criar coleções de leitura, fazer pesquisas no dicionário e outros sites e ainda levar para seu aparelho os eBooks comprados na Amazon.

Aldiko
Exclusivo para Android, este aplicativo roda arquivos em vários formatos, incluindo os com proteção DRM da Abode. A ferramenta de leitura tem recursos como marcação de texto, compartilhamento, anotações e pesquisas no dicionário. Também é possível configurar brilho e contraste da tela para melhorar a experiência para os olhos e conforme a luminosidade do ambiente. Além de servir como leitor de textos, ele também ajuda o usuário a gerenciar sua biblioteca e organizar leituras de forma automática.

Google Play Livros
Disponível para Android e iOS, esta é a loja de eBooks do Google. Com uma infinidade de livros digitais pagos e gratuitos, o aplicativo também permite que o usuário utilize as funcionalidades disponíveis para ler documentos carregados por ele no smartphone ou tablet, como arquivos em PDF e ePUB. Com uma interface bastante intuitiva, o aplicativo já vem instalado nos dispositivos Android e precisa ser baixado nos aparelhos IOS.

Kobo Reader
Desenvolvido pela empresa que produz o eReader Kobo, esta também é a versão para Android, iOS e Windows Phone de um gadget muito popular no mundo. No Brasil, você pode usar o app para ler os eBooks que comprou na Livraria Cultura (parceira da Kobo Inc. no Brasil) ou adicionar documentos em PDF, por exemplo. É importante destacar que o aplicativo também é indicado para quem gosta de ler revistas e HQs pelo celular.

Ebook Reader
O aplicativo lê arquivos em vários formatos, comprados ou não na loja virtual ebook.com. Isso significa que o usuário pode transformar o app em um gerenciador de biblioteca, com a possibilidade de editar manualmente as tags referentes a cada título. Entre outros recursos, o leitor também pode fazer backup de toda a sua leitura, marcar partes do texto, personalizar o tamanho da fonte e usar o sistema de buscas para encontrar trechos específicos com mais rapidez. Disponível para Android, iOS e Windows Phone.

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