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Menino de 12 anos cria aplicativo de educação e vira sucesso na internet

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“iBoletim” ajuda a calcular notas necessárias para aprovação na escola

Natan Gorin, de apenas 12 anos, autor do aplicativo que chegou figurar na lista da Apple Store BR como o mais vendido Divulgação

Natan Gorin, de apenas 12 anos, autor do aplicativo que chegou figurar na lista da Apple Store BR como o mais vendido Divulgação

Leonardo Vieira, em O Globo

RIO – Quem nunca passou pela aflição na escola de calcular as notas no final do ano e ver de quanto precisava para ser aprovado? Se a tarefa já é tortuosa para uma determinada disciplina, imagine agora ter que fazer o mesmo processo com 10 ou 12 matérias.

Foi pensando nisso que o estudante Natan Gorin, de apenas 12 anos, resolveu criar um aplicativo de celular que calculasse todos os pontos necessários para atingir a média mínima de aprovação. Batizado de iBoletim, o programa trabalha com sistemas de nota que vão de sistema de notas que vão de zero à dez ou de zero à cem. Além disso, é possível escolher os períodos de avaliação em bimestres, trimestres ou semestres.

Por enquanto, o aplicativo não faz cálculos mais complexos de médias ponderadas com pesos, nem é adaptável a outros sistemas de avaliação como os usados no Sisu. No entanto, Natan admite que quer aperfeiçoar o iBoletim no futuro.

— Eu quis fazer um programa simples para que as pessoas soubessem mexer sem dificuldades. Se eu ficasse enchendo o aplicativo de funções, as pessoas não iriam entender direito o programa e não usariam — explicou o menino.

A ideia do aplicativo surgiu quando muitos colegas de Natan o procuraram no final do ano passado pedindo que ele calculasse as notas. Na época, o menino, conhecido por ser bom em Matemática, pesquisou em sites da Apple e no Google para saber como se fazia um aplicativo que resolvesse o problema.

Mesmo sem ter estudado programação, o menino conseguiu criar um protótipo, aperfeiçoado durante as férias escolares de verão. O resultado da empreitada foi o iBoletim, que chegou a figurar na lista da Apple Store BR como o mais vendido no dia 13 de abril e já soma 24.501 downloads.

O mundo de oportunidades dos aplicativos

Como publicado em matéria recente da revista “Formou!”, do GLOBO, jovens de todo o mundo encontraram um ambiente fértil e rentável no desenvolvimento de aplicativos. Para quem se mira essa área como profissão, o salário inicial pode chegar a R$ 4 mil. Quem tem um pouco mais tempo de carreira chega a ganhar até R$ 10 mil por mês.

A boa notícia é que, para quem deseja aprender um pouco mais sobre o assunto, a própria internet está cheia de materiais, como tutoriais. No site Universo.mobi, é possível criar aplicativos gratuitamente. Estudar a documentação das principais plataformas de aplicativos também é fundamental. Isso pode ser encontrado nos sites developer.apple.com/devcenter/ios (iOS) e developer.android.com (Android).

A educação e as redes sociais

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Imagem: Google

Imagem: Google

Isadora Faber, no O Globo

Criadora do “Diário de Classe” acha que toda escola deveria ter um canal semelhante para cobrar transparência e qualidade no ensino

Quando comecei o “Diário de Classe”, inspirada na escocesa Marta Pail, nunca imaginei a repercussão que daria. Conheci a força das redes sociais, e a direção da escola e a prefeitura também. Em poucas semanas, a escola foi reformada. Logo me dei conta de que poderia ser assim em todas as escolas e que tudo começa com uma boa direção. Transparência é fundamental. Saber como os recursos são aplicados é direito de todos. A escola é pública, mas não é de graça. Pagamos impostos, então, temos o direito de saber como os recursos são aplicados.

Mas a infraestrutura das escolas é apenas parte do problema. Outro dia, achei uns livros e cadernos do meu pai dos tempos em que ele estava na escola, nos anos 70-80. Como não sabia exatamente como era a educação antigamente, resolvi dar uma olhadinha. Os trabalhos eram escritos à máquina, e trabalhos e provas em mimeógrafo. Na época, não existia celular, computador nem internet. Quando olhei o conteúdo dos cadernos, fiquei surpresa. Parecia um caderno meu ou de qualquer colega. Eu pensei: passaram-se 40 anos, inventaram o computador, a internet, e a escola continua a mesma? Será que no resto do mundo a educação é assim também? Com uma rápida pesquisa pela internet é possível ver que não. Escolas asiáticas estão muito à nossa frente. Escolas europeias e da América do Norte também. Professores despreparados e desmotivados fazem parte do problema. Chegou a hora de a educação brasileira ser levada a sério. Todos temos direito a uma educação de qualidade.

Toda escola deveria ter dois “Diários de Classe”: um dos alunos e outro da direção e dos professores. Todos devemos cuidar da escola, alunos, professores, pais de alunos. Hoje, com as redes sociais, podemos mostrar como estão os colégios no Brasil, cobrar dos responsáveis atitudes, vergonha na cara. Não há motivos para poupar quem não faz nada. Todos são profissionais e ganham por isso, logo, têm que trabalhar e fazer o melhor. Pessoas que não trabalham ou não mostram competência têm que ser afastadas. As redes sociais já mostraram sua força em outros países e até derrubaram governos. Por que não podemos fazer o mesmo em relação à educação?

Erros de português das celebridades (2)

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Publicado por UOL

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A apresentadora Luciana Gimenez ficou (ainda mais famosa) pelas gafes que comete no português. Desconsiderando a falta completa de acentos -que pode ser considerado “normal”, já que é bastante comum usar o celular para tuitar-, ainda sobra um “infelismente”. Entenda como a palavra é formada (e saiba o motivo de ela ser escrita com “z”)

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